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Antropologia Unidade II: O conceito de Cultura. Caro aluno(a), nesta segunda unidade, entre outras abordagens, vamos tratar basicamente do conceito de.

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1 Antropologia Unidade II: O conceito de Cultura

2 Caro aluno(a), nesta segunda unidade, entre outras abordagens, vamos tratar basicamente do conceito de cultura, pois este conceito é central na antropologia. Após uma primeira abordagem sobre o referido conceito, buscamos relacionar este, com o conceito de cultura organizacional. Buscamos também, embora que de forma breve, apresentar a compreensão do conceito de cultura do antropólogo brasileiro Roberto da Matta. Como forma de contribuir com o estudo, sugerimos observar atentamente o seguinte roteiro que trata da temática em questão. Bons estudos, Prof. Francisco

3 Cultura é o mais importante conceito da antropologia, assim como das ciências sociais como um todo. Também é uma das noções mais complexas que encontramos nas ciências humanas. A idéia de cultura, surgem inúmeros sentidos e significados para ela. É por isso que dizemos que ela é polissêmica. O homem só se torna homem à medida que se torna membro de uma sociedade e internaliza códigos ou formas de agir/ser no mundo. Quando o antropólogo e o sociólogo usam a palavra cultura, estão querendo dizer mais sobre a forma como determinadas pessoas ou grupos sociais agem, fazem, sentem, se comportam ou pensam a partir de determinados códigos ou lógicas simbólicas inconscientes, do que um suposto estado ou condição de erudição ou saber acadêmico. Edward Tylor quem definiu cultura cientificamente pela primeira vez, em 1871, em sua obra The primitive culture, como um todo complexo que inclui uma infinita gama de ações humanas, abrangendo desde a linguagem, moral, leis, costumes, religião, economia até a arte.

4 Para o movimento iluminista, cultura vai ser associada à razão, ciên cia, progresso e evolução. Cultura, então, vai se aproximar de outra palavra também prenhe de potencialidades do espírito humano: civilização. Para Roberto da Matta (1998), antropólogo brasileiro, cultura diz respeito a estilos de fazer coisas a partir de uma certa ordem, excluindo, dessa forma, o acaso. Como podemos ver, Cultura não é algo acidental, casual ou espontâneo. Cultura implica em ordem, mapeamento, classificação e organização. Cultura diz respeito à forma como os homens, diferentemente, sociedade por sociedade, em diferentes momentos históricos, ordenam e imprimem uma lógica singular ao mundo, dotando-o de significados os mais diversos. Cultura é entendida como uma forma de expressão e de comunicação do homem, uma maneira de dizer alguma coisa para outro, do outro, sobre o outro ou o mundo, sobre si mesmo e das relações com outros homens.

5 OS RITUAIS E OS MITOS Segundo Cavalcanti, os rituais teriam como objetivo estar levando e conduzindo os homens de uma posição social fixa à outra. Nas empresas e organizações, o mito se faz presente, assim como também na vida social cotidiana. Em linhas gerais, o que podemos entender como mito? Há muitas afirmações e definições do mito como uma forma de conto ou história fantasiosa. Na verdade, não é nada disso. O mito é uma fala, um discurso, uma narrativa coletivamente produzida e que visa a instaurar uma ordem ainda que inúmeras contradições estejam presentes e em jogo. A tarefa do mito é a de mediar, instaurar o contato entre o que é estranho e o que é conhecido. Mas se o mito pode consolar, também tem a capacidade de ludibriar. Organizações: as organizações são minisociedades que têm seus próprios padrões distintos de cultura e subcultura.

6 Mais ou menos dos anos 1960 até os 1980, cultura organizacional expressava, resumidamente, a idéia de que as organizações poderiam ser aprimoradas através da cultura (cultura como erudição, distinção entre alta cultura e baixa cultura, cultura superior e cultura inferior).

7 Desde os anos 1990, o termo cultura organizacional implica em, entre outras coisas, uma forma de capital difuso da qual a organização é portadora; algo a ser manipulado, moldado, transformado, segundo a percepção que a organização possa ter dos anseios e reivindicações da sociedade (BARBOSA, 2002). Nos estudos de cultura organizacional, Fleury (1989) argumenta que há trabalhos que vão das visões mais simplistas do que seja cultura organizacional, como os estudos sobre o chamado clima organizacional, até aqueles orientados por uma perspectiva mais antropológica, em que a cultura organizacional aparece como uma rede de concepções, normas e valores, que são tomadas por certas que permanecem submersas à vida organizacional

8 Em Traços brasileiros para uma análise organizacional, Alexandre Freitas (1997) é mais um dos que também buscam estudar as relações entre a cultura brasileira e as organizações. Olhando a gestão empresarial a partir da cultura brasileira, a dimensão institucional, formal e impessoal é representada pelo mundo da rua, enquanto o universo das relações pessoais e informal nos daria o plano da casa. A referência é explícita à obra A casa e a rua, de Roberto da Matta.

9 Em Santo de casa não faz milagre, Miguel Caldas (1997) discute de uma maneira muito criativa e simpática o arquétipo do estrangeiro e sua relação com a cultura brasileira. O argumento central de Caldas é refletir sobre o fato de que, em muitas situações, atribuímos mais valor a pessoas, produtos, idéias e soluções que vêm de fora em detrimento do que temos aqui dentro.


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