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ARISTÓTELES (384 – 322 a.C) Luiz Carlos Lisboa Gondim.

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1 ARISTÓTELES (384 – 322 a.C) Luiz Carlos Lisboa Gondim

2 ARISTÓTELES (384 – 322 a.C) A REALIDADE Sua filosofia capta a realidade de modo unitário, contrariando o dualismo de Platão. Sou amigo de Platão, mas mais amigo da verdade A REALIDADE Sua filosofia capta a realidade de modo unitário, contrariando o dualismo de Platão. Sou amigo de Platão, mas mais amigo da verdade

3 O CONHECIMENTO O conhecimento funda-se no sensitivo, partindo da sensação até a intelecção. O CONHECIMENTO O conhecimento funda-se no sensitivo, partindo da sensação até a intelecção. ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

4 A FELICIDADE A perfeita felicidade não pode se constituir só na contemplação das idéias, mas exige também uma adequada satisfação dos sentidos. A FELICIDADE A perfeita felicidade não pode se constituir só na contemplação das idéias, mas exige também uma adequada satisfação dos sentidos. ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

5 AS CAUSAS Aristóteles preocupa-se em encontrar as causas últimas, o princípio único e transcendente de tudo aquilo que é mutável e contingente. AS CAUSAS Aristóteles preocupa-se em encontrar as causas últimas, o princípio único e transcendente de tudo aquilo que é mutável e contingente.

6 ARISTÓTELES (384 – 322 a.C) CAUSAS - ARGUMENTAÇÃO 1.Matéria (Substância) Aquilo de que é feito algo 2.Forma (Essência) Aquilo que faz com que uma coisa seja o que é 3.Acidente Atributo circunstancial (cor dos olhos, cabelo, beleza, etc) 4.Agente e Finalidade Origem das coisas e seu dinamismo CAUSAS - ARGUMENTAÇÃO 1.Matéria (Substância) Aquilo de que é feito algo 2.Forma (Essência) Aquilo que faz com que uma coisa seja o que é 3.Acidente Atributo circunstancial (cor dos olhos, cabelo, beleza, etc) 4.Agente e Finalidade Origem das coisas e seu dinamismo

7 POTÊNCIA E ATO A essência das coisas não está fora delas, mas nelas mesmas. 1.Potência – O que está contido numa matéria e pode vir a existir. Exemplo: A semente é uma árvore em potencial 2.Ato – Atualidade de uma matéria, sua forma num dado instante de tempo. O ato é a forma que atualizou uma potência contida na matéria. POTÊNCIA E ATO A essência das coisas não está fora delas, mas nelas mesmas. 1.Potência – O que está contido numa matéria e pode vir a existir. Exemplo: A semente é uma árvore em potencial 2.Ato – Atualidade de uma matéria, sua forma num dado instante de tempo. O ato é a forma que atualizou uma potência contida na matéria. ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

8 Ato Puro (sem potência) O primeiro motor imóvel (kinesis) 1.Não é movido por nenhum outro ente 2. Princípio que move toda a realidade 3.Ser supremo na qualidade de motor imóvel que provoca o dinamismo das coisas e é a causa última de todo devir. Ato Puro (sem potência) O primeiro motor imóvel (kinesis) 1.Não é movido por nenhum outro ente 2. Princípio que move toda a realidade 3.Ser supremo na qualidade de motor imóvel que provoca o dinamismo das coisas e é a causa última de todo devir. ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

9 O primeiro motor imóvel (kinesis) Todo ser contingente foi produzido por outro ser, que também é contingente e assim por diante. Para não ir ao infinito na seqüência de causas, é preciso admitir uma primeira causa, por sua vez incausada, um ser necessário (e não contingente). O primeiro motor imóvel (kinesis) Todo ser contingente foi produzido por outro ser, que também é contingente e assim por diante. Para não ir ao infinito na seqüência de causas, é preciso admitir uma primeira causa, por sua vez incausada, um ser necessário (e não contingente). ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

10 O primeiro motor imóvel (kinesis) Esse primeiro motor (imóvel, por não ser movido por nenhum outro) é também um puro ato (sem nenhuma potência). Aristóteles Chama de Deus ao Primeiro Motor Imóvel, Ato Puro, Ser Necessário, Causa primeira de todo existir. O primeiro motor imóvel (kinesis) Esse primeiro motor (imóvel, por não ser movido por nenhum outro) é também um puro ato (sem nenhuma potência). Aristóteles Chama de Deus ao Primeiro Motor Imóvel, Ato Puro, Ser Necessário, Causa primeira de todo existir. ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

11 Perspectiva Bíblia Ele (Deus) é que remove os montes, sem que saibam que Ele na sua ira os transtorna; quem move a Terra para fora do seu lugar, cujas colunas estremecem; quem fala ao sol, e este não sai, e sela as estrelas; quem sozinho estende os céus e anda sobre os altos do mar... Jó 9:5-8 Perspectiva Bíblia Ele (Deus) é que remove os montes, sem que saibam que Ele na sua ira os transtorna; quem move a Terra para fora do seu lugar, cujas colunas estremecem; quem fala ao sol, e este não sai, e sela as estrelas; quem sozinho estende os céus e anda sobre os altos do mar... Jó 9:5-8 ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

12 Paulo em Atenas Ao Deus desconhecido...para buscarem a Deus se, porventura, tateando, o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós; Pois nele vivemos, e nos movemos, existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: porque dele também somos geração. Atos 17:27-28 Paulo em Atenas Ao Deus desconhecido...para buscarem a Deus se, porventura, tateando, o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós; Pois nele vivemos, e nos movemos, existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: porque dele também somos geração. Atos 17:27-28 ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

13 AS ESSÊNCIAS (Ousia) Existe a essência dos seres físicos (minerais, vegetais, animais e humanos). Existe a essência dos seres matemáticos, que não existem em si mesmos, mas existem como forma. Não nascem, não mudam, não se transformam nem perecem. AS ESSÊNCIAS (Ousia) Existe a essência dos seres físicos (minerais, vegetais, animais e humanos). Existe a essência dos seres matemáticos, que não existem em si mesmos, mas existem como forma. Não nascem, não mudam, não se transformam nem perecem. ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

14 A essência singular do homem Os seres humanos compartilham com as coisas físicas, o surgir, o mudar e o desaparecer. Compartilham com as plantas e os animais a capacidade de se reproduzir, mas distingui-se de todos os outros seres por serem essencialmente racionais, dotados de vontade e de linguagem. A essência singular do homem Os seres humanos compartilham com as coisas físicas, o surgir, o mudar e o desaparecer. Compartilham com as plantas e os animais a capacidade de se reproduzir, mas distingui-se de todos os outros seres por serem essencialmente racionais, dotados de vontade e de linguagem. ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

15 A essência singular do Ser eterno Existe a essência de do Ser eterno, imutável, imperecível, sempre idêntico a si mesmo, perfeito, imaterial, conhecido apenas pelo intelecto, que o conhece como separado de nosso mundo, superior a tudo que existe, e que é o Ser por excelência: o Ser divino. A essência singular do Ser eterno Existe a essência de do Ser eterno, imutável, imperecível, sempre idêntico a si mesmo, perfeito, imaterial, conhecido apenas pelo intelecto, que o conhece como separado de nosso mundo, superior a tudo que existe, e que é o Ser por excelência: o Ser divino. ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

16 A busca da perfeição – a essência perfeita Pessoas e coisas se transformam porque desejam encontrar sua essência total e perfeita. É pela mudança incessante que buscam imitar o que não muda nunca. (Aristóteles) A busca da perfeição – a essência perfeita Pessoas e coisas se transformam porque desejam encontrar sua essência total e perfeita. É pela mudança incessante que buscam imitar o que não muda nunca. (Aristóteles) ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

17 A busca da perfeição – a essência perfeita Esse Ser que não muda, sem agir diretamente sobre as coisas, ficando a distância delas, as atrai e é desejado por elas. Tal desejo as faz mudar para um dia, não mais mudar Esse desejo, diz Aristóteles, esclarece porque há o devir e porque o devir é eterno, pois as coisas naturais nunca poderão alcançar o que desejamos, isto é, a perfeição imutável. A busca da perfeição – a essência perfeita Esse Ser que não muda, sem agir diretamente sobre as coisas, ficando a distância delas, as atrai e é desejado por elas. Tal desejo as faz mudar para um dia, não mais mudar Esse desejo, diz Aristóteles, esclarece porque há o devir e porque o devir é eterno, pois as coisas naturais nunca poderão alcançar o que desejamos, isto é, a perfeição imutável. ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

18 A educação e essência A educação é o desenvolvimento no homem de toda a perfeição de que sua natureza é capaz (KOUT). A educação e essência A educação é o desenvolvimento no homem de toda a perfeição de que sua natureza é capaz (KOUT). ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

19 A educação e essência A verdadeira educação significa mais que um certo curso de estudo. Significa mais do que a preparação para vida presente. Visa o ser todo, e todo período da existência possível ao homem. É o desenvolvimento harmônico das faculdades físicas, intelectuais e espirituais ( White, Educação, 13). A educação e essência A verdadeira educação significa mais que um certo curso de estudo. Significa mais do que a preparação para vida presente. Visa o ser todo, e todo período da existência possível ao homem. É o desenvolvimento harmônico das faculdades físicas, intelectuais e espirituais ( White, Educação, 13). ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

20 A educação e essência Parece que o elemento para distinguir o jovem do adulto é que o primeiro age para formar seu caráter, enquanto o segundo age a partir do seu caráter, com a intenção de realizar seu fim, ser feliz (Ética a Nicômaco)Parece que o elemento para distinguir o jovem do adulto é que o primeiro age para formar seu caráter, enquanto o segundo age a partir do seu caráter, com a intenção de realizar seu fim, ser feliz (Ética a Nicômaco) A educação e essência Parece que o elemento para distinguir o jovem do adulto é que o primeiro age para formar seu caráter, enquanto o segundo age a partir do seu caráter, com a intenção de realizar seu fim, ser feliz (Ética a Nicômaco)Parece que o elemento para distinguir o jovem do adulto é que o primeiro age para formar seu caráter, enquanto o segundo age a partir do seu caráter, com a intenção de realizar seu fim, ser feliz (Ética a Nicômaco) ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

21 A educação e essência Contudo, na medida em que os fins visados dependem do caráter, as decisões do adulto parecem inteiramente determinadas pelo condicionamento educativo que teve lugar na infância, numa idade em que o ser humano é como que estranho para si mesmo. Logicamente, a única obra moral a escrever deveria ter sido uma Pedagogia. (Ética a Nicômaco)Contudo, na medida em que os fins visados dependem do caráter, as decisões do adulto parecem inteiramente determinadas pelo condicionamento educativo que teve lugar na infância, numa idade em que o ser humano é como que estranho para si mesmo. Logicamente, a única obra moral a escrever deveria ter sido uma Pedagogia. (Ética a Nicômaco) A educação e essência Contudo, na medida em que os fins visados dependem do caráter, as decisões do adulto parecem inteiramente determinadas pelo condicionamento educativo que teve lugar na infância, numa idade em que o ser humano é como que estranho para si mesmo. Logicamente, a única obra moral a escrever deveria ter sido uma Pedagogia. (Ética a Nicômaco)Contudo, na medida em que os fins visados dependem do caráter, as decisões do adulto parecem inteiramente determinadas pelo condicionamento educativo que teve lugar na infância, numa idade em que o ser humano é como que estranho para si mesmo. Logicamente, a única obra moral a escrever deveria ter sido uma Pedagogia. (Ética a Nicômaco) ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

22 Homem: alma e corpo O homem não é só alma, como dizia Platão, mas é o resultado de uma união substancial da alma e corpo, a primeira concebida como forma e a segunda como matéria. Alma – Forma Corpo - Matéria Homem: alma e corpo O homem não é só alma, como dizia Platão, mas é o resultado de uma união substancial da alma e corpo, a primeira concebida como forma e a segunda como matéria. Alma – Forma Corpo - Matéria ARISTÓTELES (384 – 322 a.C)

23 Uma reflexão sobre o corpo Na união desses dois aspectos, o corpo é compreendido como símbolo real da pessoa; expressão de sua interioridade; lugar da revelação do seu eu; manifestação da sua criatividade; do seu mistério. (Lima, Lexicon, 2007) Uma reflexão sobre o corpo Na união desses dois aspectos, o corpo é compreendido como símbolo real da pessoa; expressão de sua interioridade; lugar da revelação do seu eu; manifestação da sua criatividade; do seu mistério. (Lima, Lexicon, 2007) APLICAÇÃO A VIDA E A PROFISSÃO

24 Uma reflexão sobre o corpo Em relação a sexualidade, é preciso perceber que o corpo não tem somente uma vocação natural e terrena, mas também sobrenatural e eterna. (Lima, Lexicon, 2007) Uma reflexão sobre o corpo Em relação a sexualidade, é preciso perceber que o corpo não tem somente uma vocação natural e terrena, mas também sobrenatural e eterna. (Lima, Lexicon, 2007) APLICAÇÃO A VIDA E A PROFISSÃO

25 Uma reflexão sobre o corpo O princípio ontológico da unidade dual indica que a feminilidade e a masculinidade é uma comunhão encarnada das pessoas e essa duplicidade somática se constitui na possibilidade de enriquecimento recíproco. (Lima, Lexicon, 2007) Uma reflexão sobre o corpo O princípio ontológico da unidade dual indica que a feminilidade e a masculinidade é uma comunhão encarnada das pessoas e essa duplicidade somática se constitui na possibilidade de enriquecimento recíproco. (Lima, Lexicon, 2007) APLICAÇÃO A VIDA E A PROFISSÃO

26 Uma reflexão sobre o corpo O homem é chamado amar com toda sua estrutura espírito-corporal, amar o outro a partir da luz que emana do corpo (Lima, Lexicon, 2007) Uma reflexão sobre o corpo O homem é chamado amar com toda sua estrutura espírito-corporal, amar o outro a partir da luz que emana do corpo (Lima, Lexicon, 2007) APLICAÇÃO A VIDA E A PROFISSÃO

27 Uma reflexão sobre o corpo O corpo na sua carga humana masculina e feminina é a expressão do mistério nupcial e do mistério do amor escondido desde a eternidade em Deus e revelado no sacrifício corporal do Seu Filho na cruz para salvar a humanidade. (Agnelo, Lexicon, 2007) Uma reflexão sobre o corpo O corpo na sua carga humana masculina e feminina é a expressão do mistério nupcial e do mistério do amor escondido desde a eternidade em Deus e revelado no sacrifício corporal do Seu Filho na cruz para salvar a humanidade. (Agnelo, Lexicon, 2007) APLICAÇÃO A VIDA E A PROFISSÃO

28 Uma reflexão sobre o corpo Nesse sentido o livre acolher e o doar dos cônjuges torna-se realização em ato do sentido profundo da união. Esta realidade é tão essencial que, se não acontece, o matrimônio não se consuma. (Lima, Lexicon, 2007) Uma reflexão sobre o corpo Nesse sentido o livre acolher e o doar dos cônjuges torna-se realização em ato do sentido profundo da união. Esta realidade é tão essencial que, se não acontece, o matrimônio não se consuma. (Lima, Lexicon, 2007) APLICAÇÃO A VIDA E A PROFISSÃO

29 RAP DA SUBSTÂNCIA, ESSÊNCIA E ACIDENTE Substância... Tá ligado Não é um caso complicado É simplesmente observar Numa olhada curta... E deduzir num só piscar: Que o que se vê É só matéria bruta! Já no caso da essência O conteúdo é permanência. São atributos inerentes Que faz do ser um existente Substância... Tá ligado Não é um caso complicado É simplesmente observar Numa olhada curta... E deduzir num só piscar: Que o que se vê É só matéria bruta! Já no caso da essência O conteúdo é permanência. São atributos inerentes Que faz do ser um existente O acidente? É circunstancial! É meramente conseqüente... O seu juízo é trivial. Lembre-se sempre: Num rosto não tão belo Pode haver amor...E amor eterno, sem igual! É isso ai... Falei geral! Luiz Carlos Lisboa Gondim O acidente? É circunstancial! É meramente conseqüente... O seu juízo é trivial. Lembre-se sempre: Num rosto não tão belo Pode haver amor...E amor eterno, sem igual! É isso ai... Falei geral! Luiz Carlos Lisboa Gondim


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