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EMPIRISMO UNYAHNA – INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR Curso: Direito Período: 10º Turno: Noturno Disciplina: Filosofia do Direito Acadêmico (a): _______________.

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1 EMPIRISMO UNYAHNA – INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR Curso: Direito Período: 10º Turno: Noturno Disciplina: Filosofia do Direito Acadêmico (a): _______________ Professor/Mestre: Elton Pereira da Silva

2 EMPIRISMO vem do grego empeiria, que significa experiência; EMPIRISMO, ao contrário do RACIONALISMO, enfatiza o papel da experiência sensível no processo do conhecimento.

3 FRANCIS BANCON ( ) Realça a significação histórica da ciência e do papel que ela poderia desempenhar na vida da humanidade; Lema de BACON: Saber é poder – não procura um saber contemplativo e desinteressado, que não tenha um fim em si, mas um saber instrumental, que possibilite a dominação da natureza. Com Bacon, começa o ideal prometéico da ciência. Promoteu roubou o fogo dos deuses para dá-lo aos homens – simboliza o advento da ciência

4 Daí o interesse pela ciência. Na obra Novum Organum (Novo órgão, no sentido do instrumento do pensamento), Bacon critica a lógica aristotélica, opondo ao ideal dedutivista a eficiência da INDUÇÃO – como método da descoberta; Inicia pela denuncia dos preconceitos e noções falsas que dificultam a apreensão da realidade, os quais chamam de ÍDOLOS

5 O MÉTODO DE BACON O objetivo do método baconiano é constituir uma nova maneira de estudar os fenômenos naturais. Para Bacon, a descoberta de fatos verdadeiros não depende do raciocínio silogístico aristotélico mas sim da observação e da experimentação regulada pelo raciocínio indutivo. O conhecimento verdadeiro é resultado da concordância e da variação dos fenômenos que, se devidamente observados, apresentam a causa real dos fenômenos;raciocínio silogísticoraciocínio indutivo Para adquirir o conhecimento verdadeiro, necessário se faz descrever, de forma pormenorizado os fatos observados, para, em seguida, confrontá-los com as três tábuas que disciplinarão o método indutivo: a tábua da presença (responsável pelo registro de presenças das formas que se investigam), a tábua de ausência (responsável pelo controle de situações nas quais as formas pesquisadas se revelam ausentes) e a tábua da comparação (responsável pelo registro das variações que as referidas formas manifestam).

6 Estas tábuas não apenas dão suporte ao método indutivo mas fazem uma distinção entre a experiência vaga (noções recolhidas ao acaso) e a experiência escriturada (observação metódica e passível de verificações empíricas). Mesmo que a indução fosse conhecida dos antigos, é com Bacon que ela ganha amplitude e eficácia. Esse método possui duas falhas: a) não dá muito valor à hipótese. De acordo com seu método, a simples disposição ordenada dos dados nas três tábuas acabaria por levar à hipótese correta. Isso, contudo, raramente ocorre e b) Bacon não imaginou a importância da dedução matemática para o avanço das ciências

7 JOHN LOCKE ( ) Deixa o caminho lógico, percorrido por DESCARTES e escolhe o psicológico; Escolhendo o caminho da psicologia, distinguiu duas fontes possíveis para nossas idéias: a sensação e a reflexão; SENSAÇÃO: É o resultado da modificação feita na mente através dos sentidos; REFLEXÃO: Reduz-se apenas à experiência interna do resultado da experiência externa produzido pela sensação.

8 O que ocasiona a produção de uma idéia simples na mente é a QUALIDADE DO OBJETO; Há qualidades primárias, como a solidez, a extensão, a configuração, o movimento, o repouso e o número; Há qualidades secundárias, cor, som, odor, sabor, etc. PROVOCAM NO SUJEITO DETERMINADAS PERCEPÇÕES SENSÍVEIS. Primárias são objetivas – existem nas coisas; Secundárias – variam de sujeito para sujeito, e, como tais, são relativas e subjetivas.

9 O sujeito, através da análise, ata e desata as idéias simples, produzindo as idéias complexas. Estas, já são formadas pelo intelecto, não têm validade objetiva. São nomes de que nos servimos para dominar e ordenar as coisas. Locke critica as idéias inatas de Descartes, afirmando que a alma é como uma tábula rasa. O conhecimento só começa após a experiência sensível.

10 DAVID HUME ( ) Só os fenômenos são observáveis e de que o mecanismo íntimo do real não é passível de experiência. Se não são observáveis, não podem pertencer aos objetos. O que são as relações? São simples modos que o homem tem de passar de um objeto a outro, de um termo a outro, de uma idéia particular a outra São apensas passagens externas que nos permitem associar os termos a partir dos princípios de causalidade, semelhança e continguidade.

11 O que observamos é a sucessão de fatos ou sequencia de eventos, e não nexo causal entre esses mesmos fatos ou eventos; O hábito é criado através da observação e de casos semelhantes. O fato atual se comportará de forma análoga; A única base para as idéias ditas gerais, portanto, é a crença, que, do ponto de vista do entendimento, faz uma extensão ilegítima do conceito.

12 CONCLUSÃO Vimos que no século XVII, a partir dos problemas gnosiológicos (relativo ao conhecimento), surgem duas correntes opostas: O RACIONALISMO E O EMPIRISMO. Exagerando, poderíamos dizer que o racionalismo é o sistema que consiste em limitar o homem ao âmbito da própria razão, e o empirismo é que limita ao âmbito da experiência sensível. Isso não quer dizer que o racionalismo exclua a experiência sensível, mas esta é apenas a ocasião do conhecimento e está sujeito a enganos. A verdadeira ciência se perfaz no espírito. Para o empirismo, ao contrário, a experiência é fundamental, e o trabalho posterior a razão está a ela subordinado. Como consequencia, os racionalistas confiam na capacidade do homem de atingir verdades universais, eternas, enquanto os empiristas terminam por questionar o caráter absoluto da verdade, já que o conhecimento parte de uma realidade in fieri (isto é, em transformação constante), sendo tudo relativo ao espaço, ao tempo, ao humano


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