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A fundamentação da moral em Kant Apresentação baseada nos textos de Darlei DallAgnoll e Anthony Kenny.

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1 A fundamentação da moral em Kant Apresentação baseada nos textos de Darlei DallAgnoll e Anthony Kenny

2 Introdução Crítica da Razão Pura princípios sintéticos a priori da razão teórica Fundamentação da Metafísica dos Costumes princípios sintéticos a priori da razão prática

3 Introdução Kant: Nada neste mundo pode ser concebido que possa ser chamado bom sem qualificação exceto uma vontade boa.

4 Liberdade e moral A liberdade é a razão de ser da moralidade. A consciência moral é o meio pelo qual conhecemos a liberdade.

5 Introdução Éticas de virtudes Éticas consequencialistas Éticas deontológicas

6 Contra a ética de virtudes Virtudes como o discernimento, a argúcia do espírito, a capacidade de julgar, etc. podem ser más se não existir uma vontade boa para guiá-las. Ex.: a coragem de um assassino o torna ainda mais abominável.

7 Contra o utilitarismo Poder, riqueza, honra, saúde, enfim, todos os ingredientes da felicidadepodem ser prejudiciais sem uma vontade boa.

8 Vontade boa Não foi para procurar a felicidade que os seres humanos foram dotados de vontade -- para isso, o instinto seria muito mais eficiente.

9 Vontade boa A vontade boa é a condição de possibilidade de todos os outros bens.

10 O que faz uma vontade boa em si? Agir por dever é exibir uma boa vontade diante da adversidade. Agir de acordo com o dever vs. agir por dever.

11 O que é agir por dever? Agir por dever é agir por reverência à lei moral. Para testar, é necessário procurar a máxima (ou princípio) à qual nossas ações se conformam.

12 Imperativos Imperativos podem ser de dois tipos: Hipotéticos se você quiser agir para determinado fim, faça isso ou aquilo. Categóricos independentemente do fim, devemos agir dessa ou daquela maneira.

13 Imperativos Há muitos imperativos hipotéticos, mas um único categórico: Age de acordo com uma máxima que possas, ao mesmo tempo, querer que se torne uma lei universal.

14 Exemplos Pessoa que pede dinheiro emprestado. Pessoa que nega auxílio a um necessitado.

15 Fins e meios Age de tal modo que trates sempre a humanidade, quer seja na tua pessoa quer na dos outros, nunca unicamente como meios, mas sempre ao mesmo tempo como um fim.

16 O valor moral de uma ação 1. o estabelecimento de máximas, isto é, de regras subjetivas do agir; 2. um teste dessas normas pelo imperativo categórico; 3. um modo específico de cumprir as regras que passaram pelo teste, e que conformam o agir por puro respeito ao dever.

17 Primeira formulação Age como se a máxima da tua ação devesse se tornar, pela tua vontade, em lei universal da natureza

18 Segunda formulação Age de tal maneira que uses a humanidade, tanto na tua pessoa quanto na de qualquer outro, sempre e simultaneamente como fim e nunca simplesmente como meio

19 Terceira formulação Age de tal maneira que a tua vontade pela sua máxima se possa considerar a si mesma ao mesmo tempo legisladora universal

20 Considerações A ética de Kant foi duramente criticada: Extremo rigorismo. Caráter a-histórico do Imperativo Categórico. Absolutismo moral, etc.


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