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Ecologia Industrial O Metabolismo da Economia Física.

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Apresentação em tema: "Ecologia Industrial O Metabolismo da Economia Física."— Transcrição da apresentação:

1 Ecologia Industrial O Metabolismo da Economia Física

2 Fluxos circulares, visão clássica Circularidade dos fluxos económicos: fluxos financeiros associados a factores de produção (trabalho, capital e propriedades) e lucros provenientes da venda de bens e serviços. Os fluxos físicos são encarados como meros suportes ao circulo económico.

3 Metabolismo Social A visão do Sistema económico como um sistema auto-regulado que mantém a sua estrutura e funcionalidades através de uma entrada contínua de materiais e energia e a saída de resíduos e fluxos energéticos com elevada entropia.

4 Consequências da percepção do metabolismo As relações metabólicas entre a economia humana e a Natureza encorajam o estudo interdisciplinar dos fluxos materiais e energéticos associados à actividade humana, ao longo do ciclo de vida de produtos e serviços metabolisados pelo Homem.

5 MOTIVAÇÃO O impacto da ECONOMIA HUMANA no ambiente é basicamente um fenómeno físico associado à magnitude, concentração, dissipação e transformaçãode fluxos de massa e energia.

6 OBJECTIVOS Analisar técnicas associadas à ECONOMIA FÍSICA para quantificar necessidades de fluxos de materiais e energia da Natureza para a ECONOMIA HUMANA

7 PRINCIPAIS TÉCNICAS DISPONÍVEIS-1 Economia global: TMR – Total Material Requirement TDO – Total Domestic Output MFA nacionais - Material Flow Accounting nacionais SFA - Substance flow analysis PIOT - Physical input-output tables EFA – Ecological footprint analysis ESM – Environmental Space models

8 PRINCIPAIS TÉCNICAS DISPONÍVEIS-2 Fluxos específicos: LCA – Life cycle assessment MIPS – Material Intensity per unit service SPI – Sustainable product index

9 Contabilização dos recursos ambientais 1.Quando entram na socio-economia 2.Movimentos entre diferentes funções na economia humana (...transformação, reciclagem ou acumulação) 3.Devolução dos recursos transformados ou na sua forma original à ecoesfera

10 MFA - Metodologia 1.Estabelecimento dos objectivos 2.Selecção dos materiais 3.Definição das fronteiras geográficas 4.Escolha de processos e bens significativos (difícil, de uma forma geral implica activ. de investigação) 5.Inventariação de fluxos de produtos por unidade de tempo 6.Relacionamento de bens e processos 7.Estabelecimento de balanços de massa para os bens mais significativos e depois, com o conhecimento dos bens produzidos, derivação do balanço de materiais na região 8.Apresentação adequada dos resultados

11 TMRO-Total Material Requirement and Outputs TMR + TDO Conjunto de técnicas que constituem o núcleo das técnicas MFA a um nível macro, as quais têm sido adoptadas e desenvolvidas por diversas instituições como o World Resource Institute

12 TMR-TDO

13 MFA- Material Flow Analysis

14 DMI : PIB

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16 Evolução do DMI/Capita Português

17 Composição do DMI

18 Composição do DMI dom. não renovável

19 Composição do DMI dom. renovável

20 TMRO Análise de todos os fluxos mássicos que anualmente entram e saem das economias nacionais, a um nível de agregação elevado de produtos naturais ou transformados, incluindo fluxos domésticos e recursos naturais importados e os respectivos hidden flows - sem valor económico

21 TMR per capita

22 MFA-BIF (Bulk Internal Flow) Exemplo: MFA para a Áustria. Este estudo basea-se em fluxos para um ano e cobre 5 grupos de materiais: Carvão, Petróleo e Gás natural. Minerais. Biomassa. Ar. Água.

23 PIOT- Physical Input-Output Tables O PIOT permite analisar como os recursos naturais entram e são processados na economia e, subsequentemente como se movimentam enquanto bens económicos e, finalmente como retornam à Natureza na forma de resíduos.

24 PIOT Como qualquer técnica IO, o Piot apresenta a capacidade de calcular os fluxos materiais e energéticos associados à satisfação de um determinado consumo final.

25 SFA – Substance Flow Analysis Trata-se de um MFA para substâncias, enquanto elementos químicos e seus compostos. Exemplos: Azoto, fósforo, crómio, mercúrio ou chumbo.

26 SFA – Substance Flow Analysis Surge geralmente como resposta a problemas ambientais específicos associados a substâncias e pretende disponibilizar informação para eliminação, redução, minimização de dissipação e estratégias de reciclagem, para essa substância.

27 EFA – Ecological Footprint Analysis Avalia e agrupa fluxos materiais e energéticos consumidos pelas nações e converte este fluxos metabólicos em termos de áreas de Terra eco-produtiva requerida para produzir estes recursos, comparando-as com áreas disponíveis a nível regional. E:\Ecologia Industrial\EF-Household-evaluation.xls

28 EFA O método tem fraquezas evidentes como a incapacidade de tratar a reciclagem, variações de stock e simplicidade da análise, através, p. ex., de produtividades médias. No entanto, é simples e intuitivo e, consequentemente, passa uma mensagem ao grande publico.

29 Environmental Space Models Semelhante ao EFA, mas identifica várias categorias de impacte ambiental (energia e mat. primas, recursos biológicos ou capacidade de assimilação de recursos) e avalia as necessidades, confrontando-as com as quantidades que não comprometem a sobrevivência de futuras gerações.

30 MIPS – Material Intensity Per Unit Service Quantifica a massa de matérias primas e energia primária associados ao ciclo de vida de um produto. É expresso em termos de massa por unidade de serviço prestado (em termos físicos ou monetários)

31 SPI – Sustainable Product Index Visa o cálculo da área de Terra requerida por qualquer processo, tecnologia ou outra actividade económica, para que estes funcionem, de forma sustentável, tanto em termos de utilização de recursos primários como de capacidade de assimilação de resíduos.

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