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Trabalho realizado por: Luís Martins nº17 Tiago Guerreiro nº25 Tiago Oliveira nº26 Trabalho realizado por: Luís Martins nº17 Tiago Guerreiro nº25 Tiago.

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1 Trabalho realizado por: Luís Martins nº17 Tiago Guerreiro nº25 Tiago Oliveira nº26 Trabalho realizado por: Luís Martins nº17 Tiago Guerreiro nº25 Tiago Oliveira nº26

2 Os seres vivos possuem vários mecanismos de regulação do seu meio interno. A capacidade de manter as condições internas estáveis, face às alterações do meio exterior, dá-se o nome de Homeostasia. Dois destes mecanismos de regulação são a termorregulação e a osmorregulação.

3 A homeostasia é a capacidade que os seres vivos possuem de manter o seu meio interno estável em relação às condições do meio exterior. Esta proporciona um estado dinâmico de equilíbrio no qual as condições internas variam conforme as necessidades do ser vivo. Generalizando, podemos afirmar que o corpo se encontra em homeostasia quando as células desempenham adequadamente as suas funções.

4 A Termorregulação é um conjunto de mecanismos que permite ao ser vivo regular a sua temperatura interna, de forma a manter uma temperatura adequada à sua sobrevivência. Podemos distinguir quatro tipos de seres vivos, em relação ao tipo de termorregulação: Homeotérmicos – têm a capacidade de regular a sua temperatura para um nível constante; Ex: Rato Poiquilotérmicos – a sua temperatura interna varia com as alterações da temperatura do meio. Endotérmicos – regulam a sua temperatura, produzindo calor através de processos metabólicos, ou que usam mecanismos para perder calor; Ectotérmicos – taxa metabólica não contraria as alterações de temperatura. Dependem das fontes de calor externas.

5 A osmorregulação é o processo que permite a manutenção do equilibrio de água e sais minerais no organismo. Mantém a pressão osmótica dentro de valores que possibilitem a vida. Podemos distinguir dois tipos de seres vivos, em relação ao tipo de osmorregulação no meio marinho: Osmoconformantes – não regulam a concentração de sais dos seus fluidos corporais, e assim, esta concentração varia de acordo com a concentração de água do mar que os rodeia. Osmorreguladores – apresentam uma concentração do seu meio interno muito diferente da concentração de salina do meio envolvente.

6 Os mecanismos osmorreguladores são diferentes consoante o habitat em que o animal se encontra - meio aquático, de água doce ou marinho, ou meio terrestre. - Nos ambientes de água doce, em que o meio interno dos organismos é hipertónico em relação à água, a osmorregulação deve opor-se à tendência da água passar, por osmose, para o interior do ser vivo e à perda de sais por difusão. -Nos ambientes marinhos o problema é oposto ao das águas doces. O meio interno dos seres vivos é hipotónico em relação à água, pelo que a osmorregulação deve prevenir a excessiva perda de água por osmose e facilitar a secreção de sais. Órgãos envolvidos na excreção de sal, como rins com poucos glomérulos, brânquias, glândulas do sal, permitem minimizar a perda de água em ambientes com grande salinidade

7 -Nos ambientes terrestres, os organismos perdem água por evaporação, através das superfícies respiratórias e da pele e através da excreção de urina e de fezes. A osmorregulação nestes animais inclui mecanismos como a ingestão de grandes quantidades de água e a produção de urina hipertónica. Nos animais terrestres encontram-se vários tipos de sistemas excretores. A minhoca, por exemplo, possui nefrídios, que produzem urina diluída, compensando a entrada excessiva de água por osmose através da sua pele. Os insetos e outros artrópodes terrestres apresentam túbulos de Malpighi associados a glândulas retais, que produzem urina hipertónica, contrariando a tendência para perder água associada aos ambientes secos em que estes organismos vivem. Os vertebrados, por sua vez, têm como órgãos excretores os rins.

8 Os seres vivos possuem a capacidade de manter o seu meio interno em equilíbrio. A esta capacidade e ao conjunto de mecanismos que a possibilitam dá-se o nome de homeostasia. Relacionados com este termo de homeostasia, encontramos a termorregulação, que possibilita a regulação da temperatura interna do corpo, e a osmorregulação, que é traduzida na manutenção do equilíbrio de água e sais minerais no organismo e na regulação da pressão osmótica.


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