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A Casa / Cidade do Futuro. CLC UC-2 RA-2 Desenvolvimentos Sustentáveis Proposta de Trabalho 6 - A Casa / Cidade do Futuro Trabalho Realizado por: Lília.

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1 A Casa / Cidade do Futuro

2 CLC UC-2 RA-2 Desenvolvimentos Sustentáveis Proposta de Trabalho 6 - A Casa / Cidade do Futuro Trabalho Realizado por: Lília Ramalho José Rosmaninho Escola Secundária Gabriel Pereira

3 Este trabalho tem como objectivo dar a conhecer a arquitectura ecológica, as chamadas casas do futuro.

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6 A iluminação é responsável por elevados consumos de energia eléctrica no sector residencial, estimando-se que, nas habitações da União Europeia, possa atingir 10,8% da factura de electricidade final de cada casa. Se trocássemos as lâmpadas incandescentes, pelas lâmpadas florescentes compactas no sector doméstico, poderiamos alcançar uma iluminação mais eficiente e a consequente diminuição das emissões de CO2 associadas a esta categoria de consumo. Com esta opção cada família poderia também atingir uma redução média de consumo de energia eléctrica equivalente a 2,6% da factura de electricidade da habitação.

7 Na compra de um electrodoméstico deve-se ter sempre em conta o seu grau de eficiência, para que mais tarde na sua utilização não se verifique um excessivo consumo de energia para as funções realizadas. Alguns electrodomésticos, apresentam já nos pontos de venda a etiqueta de eficiência energética, que permite saber a classe a que pertence. Esta etiqueta poderá auxiliar no momento de compra para uma escolha mais eficiente.

8 Dois exemplos de gasto energético comum que não trazem qualquer bem acrescido ao consumidor são os consumos standby e os consumos fantasma ou off-mode. O consumo anual médio em standby e off-mode estimado para cada lar português, corresponde a um peso de cerca de 5,2% na factura energética anual.

9 Estes consumos dispensáveis podem ser facilmente evitados no dia-a-dia, bastando para isso alguns cuidados simples: Equipamentos como o computador, televisão, colunas ou impressora, devem ser desligados directamente da tomada, sendo mais fácil se forem usadas tomadas com corte de corrente. Desligar o monitor sempre que se ausentar do computador. Utilizar a opção de hibernação quando o computador não está a ser utilizado.

10 O conforto térmico de uma casa é um factor determinante para a qualidade de vida de quem a habita. Assegurá-lo implica recorrer, na maior parte das vezes, a sistemas de climatização que regulam a temperatura e a humidade do ambiente interior. Quando não é possível actuar em termos construtivos, a climatização de uma casa implica recorrer a equipamentos que, por sua vez, podem utilizar energias renováveis/alternativas, electricidade ou gás. A utilização de painéis solares térmicos é uma boa opção de investimento para o aquecimento das águas sanitárias de uma casa, e também o aproveitamento de painéis solares para aquecer a água de uma piscina ou no pré-aquecimento de uma casa de férias, durante o período em que esta está desabitada, economizando no aquecimento quando a ocupar.

11 As energias renováveis podem ter diversas aplicações: - aquecimento de águas sanitárias (para banhos e máquinas de lavar); - aquecimento ambiente; - arrefecimento ambiente (ainda só para grandes potências); - produção de electricidade.

12 Actualmente, quem pretenda investir em energias renováveis pode contar já com alguns apoios. Como a dedução no IRS já é separada da dedução dos juros dos empréstimos à habitação, torna-se assim possível tirar um benefício real desta vantagem.

13 Existem ainda outras tecnologias de energias renováveis/alternativas: - solar térmico; - solar fotovoltaico; - eólica; - bomba de calor geotérmica; - recuperadores de calor e sistemas a pellets

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15 Um edifício concebido de acordo com os princípios de Arquitectura Bioclimática, é um edifício que está adaptado às características ambientais locais, é energeticamente eficiente, alcançando facilmente os níveis de conforto com um baixo consumo de energia. O Sol é um dos principais elementos a considerar uma vez que será a fonte de energia – quer em termos térmicos, quer em termos de iluminação. O local onde o edifício se insere é também um factor determinante para o seu desempenho energético e, consequentemente, para o conforto interior dos seus utilizadores. O clima, a orientação solar, vento, humidade, temperatura, radiação, altitude, as características do terreno, a sua topografia, a vegetação, os seus recursos, a existência ou não de edificações nas proximidades, são factores contabilizados.

16 A orientação solar de um edifício é muito importante para que se possa fazer um aproveitamento da energia solar, contribuindo assim para o bom desempenho energético de um edifício. A luz natural é mais confortável para o olho humano comparativamente à luz artificial, sendo por isso vantajoso o seu aproveitamento sempre que possível. A luz artificial deve ser utilizada como complemento à utilização da luz natural. A utilização de cores claras nas superfícies ajuda à reflexão da luz natural.

17 As estratégias de aquecimento passivo vão utilizar a energia solar para fazer o aquecimento da habitação, contribuindo para o conforto interior, sem recorrer a sistemas activos de climatização (com consequente consumo de energia, aumento da factura energética e aumento das emissões de gases de efeito de estufa).

18 A orientação solar é também aqui um factor determinante para o desenvolvimento destas estratégias que se baseiam principalmente na ventilação natural e no controle da radiação solar directa das superfícies envidraçadas (quer sejam com recurso a elementos fixos – palas, por exemplo – ou dispositivos móveis – de que são exemplo os estores), embora existam outros meios passivos de fazer o arrefecimento. O vidro existente e a utilização de cores claras nas superfícies (por absorverem menos radiação) é tambem importante.

19 As paredes exteriores, enquanto mediadoras entre o exterior e o interior de uma habitação, devem ser elementos da construção resistentes aos vários esforços e acções a que se encontram sujeitas e duráveis, para além de cumprirem a sua função estética (integração na paisagem envolvente e conjunto edificado). Existem vários tipos de parede exterior, não só quanto às camadas que a compõem mas, também quanto ao tipo de materiais utilizados para a sua composição. Em qualquer uma delas é importante fazer o seu isolamento térmico para que resultem eficientes e minimizem as trocas térmicas entre o interior e o exterior, mantendo o conforto no interior.

20 As coberturas devem responder a algumas exigências funcionais. Entre elas, devem responder às exigências de segurança (seja estrutural, contra risco de incêndio ou decorrentes do próprio uso corrente da habitação), exigências de habitabilidade (falamos de estanquidade, conforto higrotérmico, acústico, visual, etc.) e exigências de economia (quer em termos de custos e de durabilidade). Estas podem ser coberturas planas – não acessíveis, acessíveis a pessoas (terraços), ou acessíveis a veículos –, coberturas inclinadas (que normalmente chamamos telhados), ou coberturas verdes/ ajardinadas.

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22 As coberturas verdes são uma opção interessante, desde que bem executadas, uma vez que contribuem para o conforto no interior da habitação, para além de influenciar positivamente o microclima urbano. São ainda pouco comuns no nosso país. Sendo um tipo de cobertura muito especifica é necessário ter especial atenção à impermeabilização já que a presença da água é constante devido à existência de terra e plantas. A camada drenante deverá por isso ser constituída por um elemento filtrante permeável à água mas capaz de reter os elementos vegetais mais finos.

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24 As superfícies envidraçadas adquirem uma especial importância uma vez que contribuem significativamente para o conforto no interior da habitação. Devem ser estanques à água, permeáveis ao ar e resistentes à acção do vento. De acordo com as suas características e orientação solar poderá ser feito ou não o aproveitamento passivo da radiação solar.

25 O isolamento térmico adequado é determinante para minimizar as trocas térmicas excessivas entre o interior e o exterior de um edifício – evita perdas de calor na estação fria e o sobreaquecimento interior na estação quente. O material de isolamento deverá assim apresentar um baixo índice de condutibilidade térmica e baixa energia incorporada.

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27 O baixo consumo energético e a utilização de materiais de baixa produção de energia são duas das características de uma habitação designada Casa Solar, cujo protótipo nasceu no Tecnopólo da cidade alentejana de Moura.

28 O projecto da Casa Solar, foi concebido pela arquitecta Cláudia Melo e conta com a colaboração da Câmara Municipal de Moura, concelho para onde está prevista a instalação de uma central solar fotovoltaica (cuja construção deve arrancar este ano). José Maria Pós-de-Mina, presidente da autarquia, explicou que o protótipo da Casa Solar é "muito importante, tendo em conta a aposta do concelho nas energias renováveis, em especial na fotovoltaica.

29 Para obter baixos consumos de energia, próximos de 0 Kw por ano, o projecto prevê o recurso, no Verão, a uma torre de arrefecimento utilizando águas domésticas, as quais irão arrefecer o ambiente por evaporação. A habitação conta com paredes feitas com um material específico (Trombe) para, no Inverno, funcionarem como uma bateria, ou seja, armazenarem energia durante o dia, transmitindo-a, depois, ao interior. O aquecimento da água para consumo doméstico será feito através de painéis solares, sendo a Casa Solar, de tipologia T2, baseada em elementos da arquitectura tradicional de Moura.

30 Todos conhecem o potencial em inovações tecnológicas do Dubai, mas talvez nunca tenham parado para ver a grandiosidade desses projectos para uma única cidade. O Dubai é a cidade mais populosa dos Emirados Árabes Unidos e é conhecida pelo seu modelo futurista. É um óptimo exemplo de uma cidade futurista

31 Dynamic Tower Será o primeiro arranha-céus com movimento próprio, com 420 metros e 80 andares, que terão a capacidade de rodar de forma independente, mudando a sua forma constantemente. Todo o edifício será mantido por turbinas eólicas e painéis solares e ficará pronto em 2012.

32 Ice Bar Este é um bar localizado num shopping do Dubai, este é mantido constantemente à temperatura de 6 graus negativos e toda a sua decoração interna e louça é esculpida em gelo.

33 Ponte em Arco Será a ponte em arco mais alta do mundo, com cerca de 1600 metros de comprimento e o ponto mais alto do arco terá cerca de 204 metros de altura. Esta ponte terá seis faixas de trânsito em cada sentido, será também atravessada por duas linhas de metro situadas no centro da ponte. A sua conclusão está prevista para 2012.

34 Torres do Dubai

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36 Um grupo de designers e arquitectos, tiveram a ideia de criar um confortavel e moderno hotel na Suiça que permitisse aos seus visitantes viver em total harmonia com a natureza e as arvores, no meio de uma floresta sem destruir a sua imagem. Criaram uma série de quartos unicos, cada um com os seus valores ecológicos.

37 The Cabin

38 Tree Sauna

39 Blue Cone

40 OVNI

41 Birds Nest

42 The Mirror Cube

43 Esperamos que tenham gostado do trabalho, que este tenha sido esclarecedor, e assim tenham ficado a conhecer um pouco mais do que temos no nosso mundo e até o que poderemos ter no nosso país.


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