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E VOLUÇÃO H ISTÓRICA A S 4 E RAS DA Q UALIDADE - I NSPEÇÃO 1. Interesse Principal 2. Visão da Qualidade 3. Ênfase 4. Métodos 5. Papel dos Profissionais.

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1 E VOLUÇÃO H ISTÓRICA A S 4 E RAS DA Q UALIDADE - I NSPEÇÃO 1. Interesse Principal 2. Visão da Qualidade 3. Ênfase 4. Métodos 5. Papel dos Profissionais 6. Responsável 7. Orientações e Enfoques 1. Verificação 2. Eliminar produto defeituoso 3. Uniformidade do Produto 4. Instrumento de Medição 5. Inspeção, classificação e avaliação 6. Depto de Inspeção 7. Inspecionar a Qualidade

2 C ONTROLE E STATÍSTICO DA Q UALIDADE 1. Interesse Principal 2. Visão da Qualidade 3. Ênfase 4. Métodos 5. Papel dos Profissionais 6. Responsável 7. Orientações e Enfoques 1. Controle 2. Quantificação 3. Uniformidade do Produto com menos inspeção 4. Ferramentas e Métodos Estatísticos 5. Solução de Problemas e Aplicação de Métodos Estatísticos 6. Depto de Fabricação e Engenharia 7. Controlar a Qualidade

3 G ARANTIA DA Q UALIDADE 1. Interesse Principal 2. Visão da Qualidade 3. Ênfase 4. Métodos 5. Papel dos Profissionais 6. Responsável 7. Orientações e Enfoques 1. Coordenação 2. Problema a ser resolvido, enfrentado proativamente 3. Do Projeto ao Mercado, e a Contribuição de todos para impedir as falhas 4. Programas e Sistemas 5. Planejamento, Medição e Resolução de Problemas 6. Todos os Deptos com a alta Administração se envolvendo superficialmente 7. Construir a Qualidade

4 G ESTÃO DA QUALIDADE TOTAL 1. Interesse Principal 2. Visão da Qualidade 3. Ênfase 4. Métodos 5. Papel dos Profissionais 6. Responsável 7. Orientações e Enfoques 1. Impacto Estratégico 2. Oportunidade de diferenciação da concorrência 3. As Necessidades do Mercado e do Cliente 4. Planejamento Estratégico e mobilização da organização 5. Treinamento, Consultoria a outros departamentos e Desenvolvimento de Programas 6. Todos os Deptos com a alta Administração exercendo forte liderança 7. Gerenciar a Qualidade

5 G ESTÃO DA QUALIDADE NA ERA DA GLOBALIZAÇÃO Visão Específica Sistema Fechado (foco no Produto) Ênfase no passado (o que foi feito) Qualidade vista como Custo Abordagem padronizada e burocrática Busca de otimização em uma esfera limitada Visão Global Sistema Aberto (foco no Mercado) Ênfase no futuro (o que será possível fazer) Qualidade vista como investimento Abordagem dinâmica Busca de sinergia numa esfera cada vez mais ampla DEPARA

6 E NFOQUES DOS P RINCIPAIS A UTORES Vários autores formalizaram conceitos e táticas diferentes para a operacionalização de um Sistema de Gestão da Qualidade. A diferença destas táticas depende da conceituação da qualidade e da ênfase dada pela gestão. Alguns autores focalizam as atividades da linha de produção e controle do processo, ao passo que outros focam suas atividades nas atitudes organizacionais administrativas.

7 P RINCIPAIS A UTORES Juran – Publicação do Manual da Qualidade em 1950 Feigenbaun – Publicação do livro célebre Controle da Qualidade Total em 1951 Deming – Pioneiro da Gestão da Qualidade no Japão – 1954 Crosby – Quatro Princípios Universais para a Gestão da Qualidade Ishikawa – Círculos de Controle da Qualidade

8 A S CONTRIBUIÇÕES DE : J OSEPH M OSES J URAN Trilogia da Qualidade Planejamento da Qualidade / Controle da Qualidade / Aprimoramento da Qualidade Planejamento da Qualidade: ponto inicial cuja finalidade é criar produtos e processos capazes de atender as metas de Qualidade estipuladas pela organização em condições normais de operação. 1. Identifique os clientes, tanto internos como externos; 2. Determine as necessidades dos clientes; 3. Desenvolva produtos ou serviços que atendam estas necessidades; 4. Estabeleça especificações de qualidade para atender as necessidades dos consumidores, dentro das condições impostas pelos fornecedores obedecendo o critério de mínimo custo total; 5. Desenvolva um processo que possa produzir os produtos desejados; 6. Prove que o processo é capaz de atender as especificações de qualidade dentro de condições normais de trabalho.

9 T RILOGIA DE J URAM Controle da Qualidade: não deixar que níveis de perdas sejam ultrapassados, se em algum momento uma causa esporádica elevar o nível de perdas, deverão ser tomadas ações que minimizem as perdas, que serão investigadas e eliminadas. 1. Defina o que deve ser controlado; 2. Escolha qual o tipo de medida que será utilizada; 3. Estabeleça a mecânica de medição; 4. Estabeleça os padrões de desempenho; 5. Monitore o desempenho atual; 6. Interprete as diferenças (atuais contra o padrão); 7. Tome ações corretivas face as diferenças.

10 T RILOGIA DE J URAM Aprimoramento da Qualidade: ações dirigidas pela alta gestão no sentido de atribuir responsabilidades pelo processo de aprimoramento aos gerentes da organização. 1. Prove a necessidade do aprimoramento; 2. Identifique projetos específicos para o aprimoramento; 3. Estabeleça os objetivos do projeto; 4. Estabeleça a organização necessária para poder executar diagnósticos (descobrir as causas); 5. Execute a mecânica necessária para construir os diagnósticos; 6. Estabeleça rumos de ação com base nos diagnósticos; 7. Prove que as ações pretendidas são eficazes sob condições normais de trabalho; 8. Estabeleça um controle para perpetuar os aprimoramentos.

11 A S CONTRIBUIÇÕES DE F EIGENBAUM Controle Total da Qualidade – Sistema efetivo de integração de esforços para o desenvolvimento, a manutenção e o aprimoramento da Qualidade dos vários grupos em uma organização, para capacitar os departamentos responsáveis pela produção de um bem ou serviço a atender plenamente as necessidades dos clientes da maneira mais econômica. Quatro tarefas básicas associadas ao controle da qualidade: 1. Controle de novos projetos; 2. Controle de recebimento de materiais; 3. Controle do produto; 4. Estudos especiais do processo de fabricação.

12 A S CONTRIBUIÇÕES DE D EMING Deming estruturou sua filosofia sobre a importância da Qualidade como fator de aumento da competitividade nas organizações. As diferenças mais marcantes observadas em seu trabalho: 1. Falta de envolvimento da alta administração com os problemas da produção; 2. A Qualidade era encarada como tarefa e responsabilidade exclusivamente da produção; 3. Treinamento do pessoal completamente inadequado para tratar com os problemas relacionados à Qualidade; 4. Forte dependência da inspeção 100% para a Garantia da Qualidade. Com base nestas diferenças, Deming estabeleceu um conjunto de 14 pontos, que serviriam de base para o estabelecimento de um Programa de Gestão da Qualidade.

13 O S 14 P ONTOS DE D EMING 1. Mantenha a constância de propósito no sentido de uma contínua melhoria de produtos e serviços, com um plano para se tornar mais competitivo e permanecer atuante no negócio. 2. Adote uma filosofia de trabalho moderna. Estamos em uma nova era econômica. Não aceite a convivência com atrasos, erros, materiais defeituosos e mão-de-obra inadequada, enfim, defeitos seus ou de terceiros, como se isso fosse inevitável. 3. Termine com a dependência da inspeção em massa. Garanta a Qualidade no Processo. 4. Considere prioritariamente a Qualidade ao selecionar fornecedores de produtos e serviços. 5. Antecipe-se às conseqüências da falta da qualidade. Identifique problemas. Descubra suas causas e trate de eliminá-las preventivamente. 6. Institua métodos atualizados de treinamento no trabalho. O treinamento é um processo pelo qual cada supervisor deve ser o responsável e como tal deve ser tratado. 7. Introduza modernos métodos de supervisão. Crie condições para realização adequada do trabalho.

14 O S 14 P ONTOS DE D EMING 8. Afaste o medo no ambiente de trabalho. Crie um clima de confiança e respeito mútuo entre as pessoas da empresa. 9. Elimine as barreiras entre departamentos. Descubra e conheça seus clientes internos e externos. Identifique e atenda suas necessidades. 10. Elimine metas numéricas, cartazes e rótulos que apenas pedem maiores níveis de produtividade para os trabalhadores, sem indicar métodos ou idéias para atingí-los. Só estabeleça metas com a clara indicação do modo, ou seja, de como atingí-las. 11. Não imponha padrões de trabalho inconsistentes. Use os padrões numéricos apenas como instrumentos para que todos tenham consciência de sua situação e do resultado de seus esforços. 12. Institua um programa de educação e treinamento para todos os níveis da empresa, a fim de afastar o medo e as barreiras que impedem que as pessoas se sintam responsáveis pelo seu trabalho. 13. Mantenha sua equipe atualizada. Faça com que todos estejam em dia com mudanças de modelo, estilo, materiais, métodos e, quando necessário, novas máquinas. 14. Organize-se para garantir que esses princípios operacionais passem a orientar as decisões no dia a dia.

15 A S CONTRIBUIÇÕES DE C ROSBY A Qualidade de uma empresa não pode ser medida apenas pela qualidade de seus produtos finais. Se definirmos Qualidade como conformidade aos padrões, todas as atividades estarão sujeitas ao mesmo tipo de controle. Para Crosby, Qualidade está associada aos seguintes conceitos: zero defeitos, os quatro absolutos da qualidade, e Os 6 Cs. Zero defeitos não significa que o produto tenha de ser perfeito. Significa que todos os indivíduos, na organização, estão comprometidos em satisfazer os requisitos à primeira vez.

16 O S 4 ABSOLUTOS DA Q UALIDADE 1. A prevenção deve ser a linha de conduta generalizada. 2. Os custos de qualidade servem como ferramenta de gestão para avaliar e atribuir recursos. 3. O padrão zero defeitos deve ser a filosofia do trabalho. 4. A conformidade com as especificações deve ser a linguagem padronizada em relação ao nível de qualidade que se pretende obter.

17 O S 6 C S 1. Compreensão ou a importância de perceber o que significa Qualidade; 2. Compromisso da gestão de topo que começa por definir a política de Qualidade; 3. Competência, resultado de um plano de formação crítico para a implantação do movimento de melhoria da qualidade de forma metódica; 4. Comunicação, para que todos na organização adquiram uma cultura corporativa da qualidade; 5. Correção, baseada na prevenção e desempenho; 6. Continuação que enfatiza o processo de melhoria da qualidade como uma forma de estar da organização.

18 A S CONTRIBUIÇÕES DE I SHIKAWA Segundo Ishikawa Qualidade é desenvolver, projetar, produzir e comercializar um produto de qualidade que é mais econômico, mais útil e sempre satisfatório para o consumidor. Ishikawa está associado principalmente ao circulo da qualidade, que são pequenas equipes, geralmente da mesma área de trabalho, que voluntária e regularmente se reúnem para identificar, investigar, analisar e resolver os problemas que surgem no trabalho. A mudança estrutural na gestão das empresas japonesas, preconizada por Ishikawa, pode ser resumida em sete tópicos:

19 7 T ÓPICOS DE I SHIKAWA 1. Primazia pela qualidade: perseguir o lucro imediato implica num risco que, a longo prazo, significará perda de competitividade com conseqüente redução de ganhos. A qualidade deve ser uma prioridade. 2. Postura voltada para a satisfação do consumidor: tudo deve ser orientado e dirigido colocando-se na posição do usuário, não impondo o ponto de vista do produtor. 3. A etapa subseqüente do processo é cliente da precedente: eliminar os seccionalismos existentes entre os setores da empresa. 4. Descrever, representar e analisar os fatos com base em dados reais: utilização das técnicas estatísticas. 5. Gerenciar a empresa com respeito às pessoas: administração participativa. 6. Gestão e controle por fatores de competitividade e por processos, e não por departamentos: ênfase no relacionamento horizontal e transversal entre os departamentos a partir de prioridades competitivas (qualidade, custo, prazos, etc.). 7. O controle da qualidade deve se dar em toda a empresa, com evolução permanente da tecnologia (produto, processo e gestão).


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