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Temperaturas baixas Mês Temp. média do ar ( ºC) Tolerância ao frio ( ºC) * Formação de cristais de gelo pode ser letal para a planta Vernalização Alterações.

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1 Temperaturas baixas Mês Temp. média do ar ( ºC) Tolerância ao frio ( ºC) * Formação de cristais de gelo pode ser letal para a planta Vernalização Alterações sasonais das plantas à tolerância ao frio, isto é a capaci- dade de suportarem curtos períodos a baixas temperaturas. -»Temperaturas baixas retardam o metabolismo da planta Resposta de Salix sp. A baixas temperaturas Lo-expansão das folhas Ly-amarelecer das folhas Bt –formação de botões Danos provocados por baixas temperaturas

2 Temperatura Sumário dos efeitos da Temperatura e das Condições de uma forma geral: A ocorrência esporádica de condições letais pode limitar a distribuição de organismos. A distribuição de organismos é limitada, mais frequente- mente, por condições sub-óptimas que conduzem a uma redução da taxa de crescimento e de reprodução As condições sub-óptimas actuam através da alteração de uma possível interacção entre diversas espécies. As condições sub-óptimas interagem frequentemente com outros factores, sendo difícil ou impossível isolar uma só condição como factor responsável. Os efeitos adversos exercidos por condições sub- óptimas são frequentemente minimizados pelas respostas evolutivas, fisiológicas e comportamentais dos organismos.

3 Humidade Os organismos terrestres perdem água por evaporação e por processos de excreção. No entanto, a limitação da amplitude destes processos e os ganhos provenientes do metabolismo (ingestão de alimentos sólidos e/ou líquidos) contraria a tendência de perder água. humidade relativa Uma das condições importantes para os organis-mos terrestres refere-se à humidade relativa do ambiente aéreo. Para as plantas a água é uma condição e um recurso. A humidade relativa e a velocidade do vento interagem com a temperatura e é difícil tratar estes factores isoladamente. A cronobiologia de Drosophila subobscura tem como base a humidade relativa do ar e a temperatura. Ao amanhecer e ao entardecer verificam-se os períodos de maior actividade deste insecto. Estas horas de luz coincidem com registos de temperatura mais baixa e humidade relativa mais elevada. Drosophila sp.

4 pH do Solo e da Água O pH do solo ou da água pode exercer uma forte influência na distribuição e abundância dos organismos. O protoplasma das células de raízes de plantas é danificado em consequência de concentrações tóxicas de H + ou OH - quando o pH dos solos apresenta valores abaixo de 3 ou acima de 9, respectivamente. Os limites de tolerância em relação ao pH varia com as espécies vegetais, no entanto, só numa pequena minoria se verifica crescimento e reprodução crescendo em solos com valores de pH inferiores a 4.5 Sedum sp., uma planta sensível a solos ácidos O pH do solo influencia a disponibilidade de nutrientes para as plantas, o que constitui um efeito indirecto.

5 Toxicidade por H + e OH - Al N e S P e B Ca e Mg Fe e Mn Mo pH Toxicidade apresentada pelas plantas a H + e OH - e a influência do pH na disponibilidade de minerais e nutrientes

6 Efeito da Chuva Ácida em Diatomáceas A alteração das condições ambientais pode induzir mudanças na abundância relativa de várias espécies. Frequência, em percentagem, de espécies de diatomáceas a diferentes profundidades de uma perfuração realizada no sedimento de Round Loch. A datação correspondente às diversas profun- didades foi obtida pela técnica de decaimento do isótopo radioactivo ( 210 Pb). Este estudo permitiu reconstruir a história do pH neste lago, com base no conhecimento existente sobre a tolerância das espécies de diatomáceas consideradas. Neste últimos 400 anos os valores de pH do lago têm vindo a diminuir. É significativo que desde tenham diminuído de 5.5 para cerca de 4.6.

7 Imagens de alguns dos géneros detectados em Round Loch Anomoeoneis sp. (MO) Tabellaria sp. (MO) Cyclotella sp. (MO) Nitzschia sp. (SEM) Eunotia sp. (MO) Legenda MO – foto obtida por microscopia óptica SEM – foto obtida por microscopia electrónica de varrimento

8 Salinidade [ NaCl] (ppm) Mar Para muitos dos orga- nismos aquáticos a regulação da concen- tração dos fluídos internos é vital. A concentração em cloreto de sódio de um dado ambiente aquáti- co pode ter uma importância significa- tiva na distribuição e abundância de espécies, muito em especial em locais como os estuários onde se verificam gradientes entre o ambiente marinho e o de água doce. Distribuição típica de três espécies do crustáceo anfipode do género Gammarus, ao longo de rios das Ilhas Britânicas.

9 Salinidade (cont.) A salinidade pode ter também uma importância fundamental na distribuição e abundância de plantas em zonas que bordejam o mar. É o caso dos sapais. Muitas das plantas halófitas toleram elevadas concentrações de cloreto de sódio pela capacidade de acumularem nos vacúolos o excesso de electrólitos. Sapal do Sado Suaeda sp. Planta típica do sapal

10 Velocidade da Corrente Nenufar Plantas características de formações aquáticas com correntes lentas ou mesmo negligenciáveis.

11 Estrutura do Solo A natureza do solo é importante para a instalação e crescimento de plantas terrestres. Solo muito compacto, corresponde normalmente a um fraco desenvolvimento da parte radicular Menor compactação do solo, permite um melhor desenvolvi- mento radicular


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