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AULA 7 - Arte colonial : Maneirismo; Presença artística holandesa no Brasil.

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1 AULA 7 - Arte colonial : Maneirismo; Presença artística holandesa no Brasil.

2 ARTE NO BRASIL COLONIAL Por mais de 30 anos após a chegada de Cabral ( ), apenas algumas expedições de reconhecimento e patrulhamento vinham até a nova terra descoberta. Algumas vinham também com o objetivo de explorar nossos recursos naturais, principalmente o pau-brasil, que fornecia valiosa substância corante.

3 Com os donatários e governadores das Capitanias Hereditárias, começaram a chegar ao Brasil, em 1534, nossos primeiros habitantes europeus: aventureiros, escravos, órfãos, religiosos, serviçais, artilheiros, mercenários, degredados e cristãos novos (judeus cristianizados à força) que fugiam da Inquisição.

4 A preocupação das autoridades portuguesas desse período era: Ocupar seu território para defendê-lo Ensinar sua cultura e sua fé aos primitivos Evitar que os europeus esquecessem suas próprias raízes religiosas e culturais

5 A Igreja Católica (jesuítas, beneditinos e franciscanos) era responsável pelas manifestações artísticas permitidas, e o governo se encarregava das construções militares de defesa do território.

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7 A arquitetura civil (construção de casas, etc.) era bastante simples; sempre com estruturas retangulares e cobertura de palha sustentada por estruturas de madeira roliça inclinada. Essas construções eram conhecidas por tejupares, palavra que vem do tupi-guarani (tejy=gente e upad=lugar). Com o tempo, os tejupares melhoraram e passam os colonizadores a construir casas de taipa. Com essa evolução, começam a aparecer as capelas, os centros das vilas, dirigidas por missionários jesuítas. Nas capelas, há crucifixo, a imagem de Nossa Senhora e a de algum santo, trazidos de Portugal.

8 Taipa: construção feita de varas, galhos, cipós entrelaçados e cobertos com barro. Para que o barro tivesse maior consistência e melhor resistência às chuvas, ele era misturado com sangue de boi e óleo de peixe.

9 Pau-a-pique ou taipa de mão Caracteriza-se por uma trama de paus verticais e horizontais, equidistantes, e alternadamente dispostos. Essa trama é fixada verticalmente na estrutura do edifício e tem seus vãos preenchidos com barro atirados por duas pessoas simultaneamente uma de cada lado. A taipa de mão geralmente é utilizada nas paredes internas da construção.

10 Paredes de taipa de pilão É formada por terra úmida comprimida entre taipais de madeira desmontáveis, removidos logo após estar completamente seca, formando assim uma parede de um material incombustível e isotérmico natural e particularmente barato. Costuma-se usar apenas barro misturado com grãos de areia e brita. Para que o barro tenha maior consistência a melhor resistência à chuva, ele pode ser misturado com sangue de boi e óleo de peixe.

11 Taipa de pilão

12 José Pereira dos Santos (arquiteto). Casa de Câmara e Cadeia, Mariana, MG.

13 Casa de Câmara e Cadeia. Vila Boa de Goiás, Goiás, 1761.

14 Casa de Câmara e Cadeia, Santos-SP, 1839.

15 Casa de Câmara e Cadeia, Ouro Preto- MG, 1784.

16 No litoral, a pedra e a cal eram os materiais empregados na construção das casas, enquanto no interior podia variar. Em São Paulo, era de barro batido, e em Minas Gerais a construção combinava barro e estrutura de madeira sobre um alicerce de pedra. Os sobrados eram o tipo mais comum de residência urbana, sendo a parte térrea destinada ao comércio, com várias portas voltadas para a rua. O piso superior destinava-se à instalação da família. Uma escada lateral permita acesso à sala com porta-balcões; os quartos tinham portas que também davam para a sala. Um pequeno corredor lateral levava a outro quarto sem janelas, chamado alcova, que ficava no centro do edifício e era destinado às moças. No fundo ficava a cozinha.

17 Tiradentes, MG.

18 Ouro Preto, MG.

19 Mariana, MG.

20 Ouro Preto, MG.

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22 Salvador, Bahia.

23 Diamantina, MG

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27 Casa do Engenho dÁgua, séc. XVII. Ilhabela, SP.

28 Casa da Torre é uma construção histórica localizada na praia do Forte, no município de Mata de São João, no estado da Bahia, no Brasil (1551).

29 A ARQUITETURA COLONIAL PARA DEFESA E PARA DEVOÇÃO Fortalezas Construções religiosas O Governador-geral trouxe o mestre de pedraria Luís Dias com a tarefa de fortificar a cidade de Salvador e de construir sua alfândega e sua casa de Câmara e cadeia.

30 As fortificações procuravam defender a costa brasileira dos ataques de estrangeiros, principalmente franceses, que pretendiam aqui se instalar para dominar o território e explorar suas riquezas. O arquiteto Francisco Frias de Mesquita construiu diversos fortes na região do nordeste brasileiro, como a Fortaleza dos Reis Magos, em Natal. Formato de estrela de cinco pontas, conveniente para oferecer 10 pontos diferentes de visão.

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32 José Pais Esteves (projeto). Forte de Santa Maria da Barra, 1638 ao séc. XVIII. Salvador, BA.

33 Forte da Barra Grande, Guarujá, SP.

34 A arquitetura religiosa foi introduzida no Brasil pelo jesuíta Francisco Dias. Dois eram os modelos de arquitetura primitiva: a Igreja de Jesus de Roma (autor: Vignola) e a Igreja de São Roque de Lisboa (Filipe Terzi e Francisco Dias), ambas de padres jesuítas. Tais igrejas seguiam o estilo maneirista, que dava pouca liberdade de criação arquiteto. As igrejas maneiristas são simples, com fachadas simples e linhas retas. Além disso, pela deficiência técnica e de materiais de construção existentes no Brasil daquela época, as igrejas não tiveram um acabamento mais aprimorado.

35 Colégio de Salvador na Bahia (1654).

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37 Igreja de Nossa Senhora da Graça do Colégio dos Jesuítas, Olinda, PE, século XVI.

38 Na missão jesuítca de São Miguel, no Rio Grande do Sul, estão as ruínas da igreja ( )projetada pelo jesuíta italiano João Batista Primoli, que teve como modelo a Igreja de Jesus em Roma.

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41 A PRESENÇA HOLANDESA NO BRASIL Em 1630, os holandeses ocuparam Pernambuco e boa parte da região nordeste, de onde somente foram expulsos em Fundaram uma colônia chamada Nova Holanda, que foi governada pelo Conde Maurício de Nassau ( ).

42 Maurício de Nassau trouxe vários pintores para o Brasil, entre eles: Frans Post – pintou paisagens, vistas de portos e fortificações. Albert Eckhout – pintou o habitante nativo, naturezas- mortas, elementos da fauna e da flora brasileira. Pieter Post : urbanizou a cidade de Recife; construção do Palácio do Governador.

43 Índia Tapuia Albert Eckhout.

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45 Mulher Tupinambá com criança, Albert Eckhout

46 Mameluca, Albert Eckhout.

47 Homem tapuia, Albert Eckhout.

48 Frans Post - Aldeia

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52 Esses dois grandes pintores e desenhistas refletem o interesse que a Europa tinha pelo exótico proveniente das novas terras descobertas. Embora tenham incorporado nossos temas tropicais aos seus trabalhos, ainda representam a arte europeia feita por europeus no Brasil, e não uma arte propriamente brasileira.

53 FONTES: TIRAPELI, Percival. Coleção Arte Brasileira. São Paulo: Companhia Editora Nacional, GARCEZ, Lucília, OLIVEIRA, Jô. Explicando a arte brasileira. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006.


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