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A COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA LATINA E AS MISSÕES JESUÍTICAS Os diferentes povos colonizadores empregaram diferentes formas de exploração econômica sobre os.

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2 A COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA LATINA E AS MISSÕES JESUÍTICAS Os diferentes povos colonizadores empregaram diferentes formas de exploração econômica sobre os novos ecossistemas e sociedades aqui encontrados. Os diferentes povos colonizadores empregaram diferentes formas de exploração econômica sobre os novos ecossistemas e sociedades aqui encontrados. Inicialmente, os grupos indígenas foram muito pressionados e forçados a servirem à Coroa. Tal procedimento gerou revolta e diminuição das populações nativas, dificultando sua submissão. Inicialmente, os grupos indígenas foram muito pressionados e forçados a servirem à Coroa. Tal procedimento gerou revolta e diminuição das populações nativas, dificultando sua submissão. Nesta fase, as nações católicas (Portugal e Espanha) apoiaram-se nos trabalhos dos padres jesuítas, que tinham como objetivo a submissão dos povos pré-colombianos pela expansão da fé cristã. O resultado deste trabalho foi a fundação das várias missões Jesuítico-Guaranis, o que garantiu um meio mais pacífico de dominação. Nesta fase, as nações católicas (Portugal e Espanha) apoiaram-se nos trabalhos dos padres jesuítas, que tinham como objetivo a submissão dos povos pré-colombianos pela expansão da fé cristã. O resultado deste trabalho foi a fundação das várias missões Jesuítico-Guaranis, o que garantiu um meio mais pacífico de dominação.

3 As primeiras missões jesuíticas eram itinerantes, porém com o tempo estabeleceram-se em lugares fixos, trabalhando com os grupos indígenas de determinadas regiões. As primeiras missões religiosas estabeleceram-se no Brasil em 1556, com o padre provincial Manuel da Nóbrega. As primeiras missões jesuíticas eram itinerantes, porém com o tempo estabeleceram-se em lugares fixos, trabalhando com os grupos indígenas de determinadas regiões. As primeiras missões religiosas estabeleceram-se no Brasil em 1556, com o padre provincial Manuel da Nóbrega. Entre 1609 e 1706, os missionários expandiram suas missões para as regiões que são atualmente o Paraná, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. São nestas regiões que ainda encontramos os remanescentes histórico- culturais das reduções jesuíticas. Entre 1609 e 1706, os missionários expandiram suas missões para as regiões que são atualmente o Paraná, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. São nestas regiões que ainda encontramos os remanescentes histórico- culturais das reduções jesuíticas. A disputa pela posse das terras platinas entre Portugal e Espanha levou à assinatura de vários tratados e à conseqüente modificação dos territórios. Tal situação gerou a Guerra Guaranítica e assinalou o início da decadência das reduções jesuíticas e sua posterior expulsão dos territórios hispânico-americanos. A disputa pela posse das terras platinas entre Portugal e Espanha levou à assinatura de vários tratados e à conseqüente modificação dos territórios. Tal situação gerou a Guerra Guaranítica e assinalou o início da decadência das reduções jesuíticas e sua posterior expulsão dos territórios hispânico-americanos.

4 O MODELO URBANISTA DAS REDUÇÕES MISSIONÁRIAS JESUÍTICAS Conforme Palácios e Zollofi, o modelo das reduções foi inspirado no sistema greco- romano. Os povoados eram constituídos por casas da mesma altura, cobertas por terra e palha, e por amplas praças e ruas. Conforme Palácios e Zollofi, o modelo das reduções foi inspirado no sistema greco- romano. Os povoados eram constituídos por casas da mesma altura, cobertas por terra e palha, e por amplas praças e ruas.

5 São poucos os sítios remanescentes das reduções jesuíticas no Brasil, e seu estado de conservação e preservação varia de um sítio a outro. Ao longo dos anos foram realizadas várias intervenções, incluindo estabilização das ruínas, trabalhos de conservação e restauração. São poucos os sítios remanescentes das reduções jesuíticas no Brasil, e seu estado de conservação e preservação varia de um sítio a outro. Ao longo dos anos foram realizadas várias intervenções, incluindo estabilização das ruínas, trabalhos de conservação e restauração.

6 Ruínas da igreja de São Miguel, de 1687.

7 São Miguel das Missões (RJ) No século 17, as missões jesuíticas fundaram 30 povoados na América do Sul, na região onde hoje fazem fronteira o Brasil, a Argentina e o Paraguai. No século 17, as missões jesuíticas fundaram 30 povoados na América do Sul, na região onde hoje fazem fronteira o Brasil, a Argentina e o Paraguai. Sete povoados localizavam-se no atual território brasileiro, região oeste do Rio Grande do Sul. Hoje existem ruínas de apenas quatro: São Miguel, a antiga capital das missões, São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. Sete povoados localizavam-se no atual território brasileiro, região oeste do Rio Grande do Sul. Hoje existem ruínas de apenas quatro: São Miguel, a antiga capital das missões, São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. No século 18, Portugal e Espanha exigiram, por questões políticas, que as missões fossem abandonadas. Com a recusa dos jesuítas e dos índios guarani, teve início a Guerra Guaranítica. Os povoados foram dizimados. No século 18, Portugal e Espanha exigiram, por questões políticas, que as missões fossem abandonadas. Com a recusa dos jesuítas e dos índios guarani, teve início a Guerra Guaranítica. Os povoados foram dizimados. As ruínas de São Miguel são as mais bem preservadas. No passado, o local chegou a abrigar mais de 6 mil índios. As ruínas de São Miguel são as mais bem preservadas. No passado, o local chegou a abrigar mais de 6 mil índios.

8 O colégio e a igreja de São Miguel da Vila de Santos ( ) A Igreja e o Colégio dos Jesuítas de Santos seguiam um padrão construtivo usado em todo o Brasil, e entre as duas edificações havia uma torre sineira, depois parcialmente demolida, motivo de não aparecer em toda a iconografia antiga do local. Este projeto, conta com uma pequena praça lateral ao colégio que é ligada ao antigo forte. A Igreja e o Colégio dos Jesuítas de Santos seguiam um padrão construtivo usado em todo o Brasil, e entre as duas edificações havia uma torre sineira, depois parcialmente demolida, motivo de não aparecer em toda a iconografia antiga do local. Este projeto, conta com uma pequena praça lateral ao colégio que é ligada ao antigo forte. É possível observar a inserção do edifício no entorno, e ao mesmo tempo apresenta a planta térrea dos compartimentos do antigo colégio agenciado à igreja em ruínas. É possível observar a inserção do edifício no entorno, e ao mesmo tempo apresenta a planta térrea dos compartimentos do antigo colégio agenciado à igreja em ruínas.

9 A Igreja de Santa Rita, em Paraty (RJ) A igreja Santa Rita de Cássia, erguida pela Irmandade de Santa Rita dos Pardos Libertos, congregava "as cores pardas de Paraty" na vida e na morte. Em vida, os homens pardos participavam dos ofícios e das festas religiosas. Na morte, eram enterrados nas catacumbas do cemitério da Irmandade, ainda existente ao lado da igreja. A igreja Santa Rita de Cássia, erguida pela Irmandade de Santa Rita dos Pardos Libertos, congregava "as cores pardas de Paraty" na vida e na morte. Em vida, os homens pardos participavam dos ofícios e das festas religiosas. Na morte, eram enterrados nas catacumbas do cemitério da Irmandade, ainda existente ao lado da igreja.

10 Igreja de São Miguel Arcângelo (RS) A igreja, cujas ruínas são preservadas, foi construída somente algum tempo depois. Consta que a construção foi iniciada em 1735 e encerrada dez anos depois. A igreja, toda em estilo renascentista, possuía três naves com cinco altares dourados e cobertos de imagens de santos, em pedra e madeira, todas talhadas pelos próprios índios. A igreja, cujas ruínas são preservadas, foi construída somente algum tempo depois. Consta que a construção foi iniciada em 1735 e encerrada dez anos depois. A igreja, toda em estilo renascentista, possuía três naves com cinco altares dourados e cobertos de imagens de santos, em pedra e madeira, todas talhadas pelos próprios índios.

11 Com 70 metros de comprimento e 30 de largura, tinha o seu teto, em telhas de barro, sustentado por vigas de madeira, completamente destruídas quando a igreja foi incendiada pelos próprios índios, ao fugirem, depois de 1750, com a aproximação dos exércitos português e espanhol encarregados de dar proteção às demarcações executadas durante a implementação do Tratado de Limites, assinado entre as duas coroas. Com 70 metros de comprimento e 30 de largura, tinha o seu teto, em telhas de barro, sustentado por vigas de madeira, completamente destruídas quando a igreja foi incendiada pelos próprios índios, ao fugirem, depois de 1750, com a aproximação dos exércitos português e espanhol encarregados de dar proteção às demarcações executadas durante a implementação do Tratado de Limites, assinado entre as duas coroas. Ainda restam alguns vestígios dessas vigas de madeira. Tanto essa igreja, como as de San Ignácio Mini (Argentina) e Trinidad (Paraguai), foram construídas com grandes blocos de pedras, alguns com até mil quilos, assentadas uma sobre a outra, graças a um recorte muito bem feito. Ainda restam alguns vestígios dessas vigas de madeira. Tanto essa igreja, como as de San Ignácio Mini (Argentina) e Trinidad (Paraguai), foram construídas com grandes blocos de pedras, alguns com até mil quilos, assentadas uma sobre a outra, graças a um recorte muito bem feito.


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