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DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COMPONENTES ESGOTO.

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1 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COMPONENTES ESGOTO LIXO DENGUE SEGURANÇA ALIMENTAR ATUAÇÃO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE NO CONTROLE DE AGRAVOS CAUSADOS PELA FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO E DE HÁBITOS HIGIÊNICOS DA POPULAÇÃO

2 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SANEAMENTO BÁSICO E AMBIENTAL: É o conjunto de ações destinado a alcançar a salubridade Ambiental, através da: Disponibilização de água potável; Coleta e Disposição final adequada dos resíduos sólidos (lixo); Coleta e disposição adequada dos resíduos líquidos (esgoto); Drenagem urbana; Controle das emissões atmosféricas de resíduos gasosos (poeiras, fumos, outros); Disciplinamento do uso do solo; Controle de doenças de importância sanitária; Serviços e obras especializadas destinadas à proteção dos recursos naturais.

3 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE CONSIDERE ESSE CENÁRIO E SE NA SUA CASA NÃO TIVESSE ÁGUA POTÁVEL? E SE O ESGOTO DA SUA RUA CORRESSE A CÉU ABERTO? E SE TODO O ESGOTO DA SUA RUA OU DA SUA COMUNIDADE FOSSE LANÇADO EM UM CÓRREGO, RIO, MAR, ETC? O ATLAS DE SANEAMENTO IBGE, MOSTRA QUE ESSA SITUAÇÃO É BASTANTE CORRIQUEIRA NO BRASIL: 33 cidades brasileiras não são atendidas com água tratada e encanada. Mais de cidades brasileiras não possuem sistemas de coleta e tratamento de esgoto (Fossa, sumidouro ou similares). Apenas 3,5 % dos municípios contam com redes de esgotos; Apenas 45,7 % dos domicílios brasileiros têm acesso à redes de esgoto.

4 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DESSA FORMA Possivelmente voce já tenha visto esgoto a céu aberto em alguma localidade; É certo que já ouviu falar de pessoas que adoecem com verminoses, viroses, infecções cutâneas e parasitárias, provocadas pelo contato com águas contaminadas por efluentes sanitários. Fatalmente já sofreu com o desabastecimento de água ou verificou que a água que chegava em sua casa era de qualidade duvidosa. Observou o lançamento de lixos e entulhos em terrenos baldios e a proliferação de vetores que isso ocasiona; Já se emocionou e solidarizou com as pessoas que perderam o que tinham em situações de deslizamentos ou inundações.

5 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE OS IMPACTOS A não observação ou a quebra da regularidade sanitária de um ou de mais de um dos eixos estruturantes da infra-estrutura básica, provocam os seguintes, imediatos e preocupantes impactos à saúde pública: Contaminação das águas de abastecimento público pelo esgoto ou pelo lixo; Contaminação do solo; Contaminação dos alimentos; Proliferação de fauna de importância sanitária; Inundações; Deslizamentos; OS BRASILEIROS AINDA ADOECEM POR FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO Artigo da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz)

6 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE ESGOTAMENTO SANITÁRIO Proveniente principalmente de residências, comércio, escolas, instituições ou quaisquer edificações que disponham de instalações de banheiros, lavanderias e cozinhas, tendo como composição básica água de banho, excretas, papel higiênico, restos de comida, sabão, detergentes e águas de lavagens diversas. Pessoas residentes em localidades não atendidas por redes coletoras de esgoto ou sem condições de implantação (morros e encostas da ilha), mesmo de sistemas individuais, escoam seus esgotos a céu aberto ou os lançam em rios, córregos, redes pluviais e provocam a contaminação ambiental e riscos à saúde pública;

7 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

8

9 ESGOTAMENTO SANITÁRIO Podem ser veículos de grande número de microorganismos patogênicos causadores de doenças às pessoas e animais, sendo que os animais contaminados por alguns patógenos podem transmitir doenças (zoonoses) às pessoas.

10 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AS DOENÇAS – Transmitidas pelas fezes, pela água e pelos alimentos contaminados com fezes, por parasitas (vermes) e vetores (mosquitos). Diarréias Infecciosas Febre Tifóide – Bactéria – Contaminação fecal oral Cólera – Bactéria – Contaminação fecal-oral Amebíase – Protozoário – Contaminação fecal-oral Ancilostomíase (amarelão) – Verminose – Contaminação pela pele. Esquistossomose – Vermes – Penetram pela pele. Cisticercose – Parasita – T. soliun e T. saginata – Ingestão alimentos Teníase – Vermes – ingestão alimentos contaminados Leptospirose – Bactéria – Penetra pela pele Filariose – Vermes nematóides – Transmissor – Culex (pernilongo)

11 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE OS RESULTADOS Adoecimento do homem Perda da capacidade produtiva temporária ou permanente Óbito em alguns casos Custos atendimento e tratamento

12 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AS AÇÕES DE CONTROLE FISCALIZAÇÃO – Monitoramento das Estações de Tratamento de Esgotos (ETE) e de Água (ETA) da CASAN. IMPLANTAÇÃO DE MELHORIAS SANITÁRIAS – Redes de Esgoto, soluções individuais de esgotamento sanitário, soluções alternativas simplificadas de coleta, tratamento e distribuição de água. EDUCAÇÃO SANITÁRIA E AMBIENTAL – Inclusão desse assunto na Grade de Ensino - Programa de Saúde Escolar. INSTITUIÇÃO DE HÁBITOS HIGIÊNICOS NA POPULAÇÃO - Palestras Comunitárias – ACS e ACE. MDDA – Implantação do Programa de Monitoramento das Doenças Diarréicas Agudas em todos os Centros de Saúde de Florianópolis. OPERAÇÃO CIDADE SAUDÁVEL – Fiscalização Sanitária em Edificações em praias com problema de balneabilidade.

13 OPERAÇÃO VERÃO SAUDÁVEL 2011/2012 Componente Rota Saudável PREFEITURA FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

14 OPERAÇÃO VERÃO SAUDÁVEL 2011/2012 Componente Rota Saudável PREFEITURA FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

15 OPERAÇÃO VERÃO SAUDÁVEL 2011/2012 Componente Rota Saudável PREFEITURA FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

16 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE ÁGUA DE CONSUMO HUMANO Por ser elemento essencial à vida humana, animal e vegetal, a água deve ser fornecida em quantidade suficiente ao atendimento das necessidades diárias do homem, assim como apresentar padrões de qualidade que garantam a manutenção da qualidade de vida daqueles que a utilizam. UTILIZAÇÃO DA ÁGUA – Doméstico, comercial, industrial, hospitalar, agroindustrial, serviços públicos, etc. SISTEMAS DE ABASTECIMENTO - SOLUÇÕES COLETIVAS – ETA – Rios, lagoas, etc. - SOLUÇÕES INDIVIDUAIS - Lençóis Artesianos e freáticos, fontes, nascentes, outros. São normalmente contaminados por efluentes sanitários e lixo.

17 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE ÁGUA DE CONSUMO HUMANO TODOS OS SISTEMAS, INDIVIDUAIS OU COLETIVOS, PÚBLICOS OU PRIVADOS, DEVEM FORNECER ÁGUA POTÁVEL. Segundo Sperling (2003) Água Potável é a água para consumo humano cujos parâmetros microbiológicos, físicos, químicos e radioativos atendam ao padrão de potabilidade e que não ofereça riscos à saúde. Sperling considera que para ser considerada como tal, a água deve obedecer a alguns padrões de potabilidade. Se ela tem substâncias que fogem a estes padrões ela é considerada POLUÍDA.

18 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DOENÇAS TRANSMITIDAS PELA ÁGUA

19 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE ÁGUA DE CONSUMO HUMANO MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA – 172 Pontos em todo o município; PARÂMETROS ANALISADOS – Organolépticas (cor, sabor, odor); Químicas (Cloro, Fluor, Alumínio, outros); Físicas (temperatura); Biológicas (microorganismos patogênicos – Coliformes Totais e Fecais); pH (6,0 e 9,5) e Concentração de Cloro (0,2 mg/l em qualquer ponto da rede). INSTRUMENTO LEGAL – Portaria 518/04 (que exige apenas 50 pontos por mês); QUEM MONITORA – Vigilância em Saúde (análises no LAMUF); PENALIZAÇÕES – Notificações aos Infratores (intimações, infrações, multas, etc)

20 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE RESÍDUOS SÓLIDOS (LIXO) Resultantes das atividades diárias do homem, traz problema de natureza sanitária, econômica e estética. Têm origem Industrial, comercial, hospitalar, doméstica, agrícola e público (restos de podas, varrição de ruas, etc. Oferecem alimentos, água, abrigo e constituem-se em excepcional meio de cultura a um grande número de microorganismos, vetores e animais potencialmente causadores de agravos à saúde pública. Em Florianópolis são gerados Toneladas de lixo comum por mês e 40 Toneladas de RSS por mês. A reciclagem de lixo ainda está em processo crescente.

21 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DOENÇAS TRANSMITIDAS PELO LIXO

22 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DOENÇAS TRANSMITIDAS PELO LIXO

23 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DOENÇAS TRANSMITIDAS PELO LIXO

24 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DOENÇAS TRANSMITIDAS PELO LIXO

25 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AÇÕES DE CONTROLE Aplicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada pela Lei /10 – Sancionada após 21 anos de tramitação no Congresso. PONTO FORTE DA NOVA LEI – A Logística Reversa – Retorno de resíduos aos seus produtores para tratamento ou reaproveitamento na produção de novos produtos.

26 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AÇÕES DE CONTROLE OS PRINCIPAIS OBJETIVOS DA LEI DA PNRS: A não-geração, redução, reutilização e tratamento de resíduos sólidos; Destinação final ambientalmente adequada dos rejeitos; Diminuição do uso dos recursos naturais (água e energia, por exemplo) no processo de produção de novos produtos; Intensificação de ações de educação ambiental; Aumento da reciclagem no país; Promoção da inclusão social; Geração de emprego e renda para catadores de materiais recicláveis.

27 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AÇÕES DE CONTROLE A SMS já elaborou e está implementando seu PGRSS; A SMS mantém Programa de Reciclagem de resíduos administrativos (papéis, papelão, outros) e lixo tecnológico (informática, comunicação, etc) - CDI (Centro de Democratização da Informática); A Vigilância em Saúde incorporou em seus Roteiros de Inspeção de Rotina, a exigência de que cada gerador apresente seu PGRSS assim como os POP para descarte, reciclagem, acondicionamento, encaminhamento para coleta e disposição final do lixo comum; A Vigilância em Saúde desenvolve em parceria com a COMCAP o Programa de Educação em Saúde e Mobilização Social (PESMS) – Catadores de Resíduos Itacorubi. Ação conjunta com CDL, COMCAP, SESP, e tantos outros no Centro Histórico de Florianópolis.

28 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

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30 SEGURANÇA ALIMENTAR DOENÇAS TRANSMITIDAS PELOS ALIMENTOS (DTA) DOENÇAS DIARREICAS AGUDAS – Transmissão através da água, alimentos e objetos (bicos, mamadeiras, talheres, outros) contaminados pelas fezes de pessoas doentes, pelas mãos contaminadas de pessoas doentes ou de portadores assintomáticos.

31 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SEGURANÇA ALIMENTAR FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA EM ESTABELECIMENTOS FIXOS (Supermercados, restaurantes, lanchonetes, hotéis, outros); - Regularidade sanitária: rotulagem, embalagem, prazo validade, temperatura, apresentação gôndolas, manipuladores, anteparo Salivar, etc); FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA AMBULANTES – Em conjunto com SESP, Guarda Municipal, Floram, outros – Permissão somente para o que está previsto no Edital da SMDU. BARREIRAS SANITÁRIAS – Transporte adequado de alimentos, medicamentos, produtos químicos, outros. CURSOS DE MANIPULADORES – Regularização dos manipuladores de alimentos de todos os seguimentos.

32 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE OPERAÇÃO VERÃO SAUDÁVEL 2011/2012 Componente Rota Saudável OPERAÇÃO SUPERMERCADOS Inspeções Sanitárias visando a Regularidade Sanitária dos estabelecimentos supermercadistas, com prioridade à estocagem, controle de insetos e roedores, exposição dos produtos, aplicação das boas práticas de manipulação e produção, tratamento de esgotos, destino final do lixo, Controle do tabagismo, segurança, Saúde do Trabalhador e outros. PREFEITURA FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

33 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE OPERAÇÃO VERÃO SAUDÁVEL 2011/2012 Componente Rota Saudável OPERAÇÃO SUPERMERCADOS PREFEITURA FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

34 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE OPERAÇÃO VERÃO SAUDÁVEL 2011/2012 Componente Rota Saudável OPERAÇÃO HOTÉIS Inspeções Sanitárias visando a Regularidade Sanitária dos Estabelecimentos Hoteleiros, com prioridade às boas práticas de manipulação e produção de produtos alimentícios, acomodações, conforto higrotérmico e luminoso, áreas comuns, tratamento de esgotos, controle de procedência de hóspedes, segurança, controle do tabagismo, Saúde do Trabalhador e outros. PREFEITURA FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

35 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE OPERAÇÃO VERÃO SAUDÁVEL 2011/2012 Componente Rota Saudável OPERAÇÃO RESTAURANTES Inspeções Sanitárias visando a Regularidade Sanitária de Restaurantes, lanchonetes, pizzarias e outros, com prioridade às boas práticas de manipulação e produção de produtos alimentícios, conforto higrotérmico e luminoso, áreas de comensais, controle do tabagismo, tratamento de esgotos, emissão de poluentes gasosos, controle da água potável, Anteparo salivar, segurança, Saúde do Trabalhador e outros. PREFEITURA FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

36 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE OPERAÇÃO VERÃO SAUDÁVEL 2011/2012 OPERAÇÃO AMBULANTES Inspeções Sanitárias visando a Regularidade Sanitária da comercialização de produtos por vendedores ambulantes nos balneáreos e outros locais, assim como nos eventos de grande porte, com ênfase as condições de transporte, acondicionamento, qualidade, procedência e conservação dos produtos comercializados. PREFEITURA FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

37 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE OPERAÇÃO VERÃO SAUDÁVEL 2011/2012 Componente Rota Saudável PREFEITURA FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

38 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE OPERAÇÃO VERÃO SAUDÁVEL 2011/2012 Componente Rota Saudável PREFEITURA FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

39 OPERAÇÃO VERÃO SAUDÁVEL 2011/2012 Componente Rota Saudável PREFEITURA FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE BARREIRAS SANITÁRIAS – Promover a Regularidade Sanitária no transporte de Produtos alimentícios, medicamentos, saneantes e domissanitários, produtos químicos e outros.

40 OPERAÇÃO VERÃO SAUDÁVEL 2011/2012 Componente Rota Saudável PREFEITURA FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

41 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DENGUE PREFEITURA FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE


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