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Logística de Carga no Setor Aéreo Anderson Ribeiro Correia Instituto Tecnológico de Aeronáutica.

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Apresentação em tema: "Logística de Carga no Setor Aéreo Anderson Ribeiro Correia Instituto Tecnológico de Aeronáutica."— Transcrição da apresentação:

1 Logística de Carga no Setor Aéreo Anderson Ribeiro Correia Instituto Tecnológico de Aeronáutica

2 Introdução

3 Modal Aéreo - Características Velocidade imbatível entre origem-destino, principalmente em longas distâncias. Extensão média de frete (USA): 2100 km. Velocidades de cruzeiro dos jatos comerciais: 877 a 941 km/h. Boa confiabilidade e disponibilidade de serviços. Variabilidade absoluta do tempo de entrega é pequena. Vantagem distinta em termos de perdas e danos. Menores exigências de embalagens.

4 Modal Aéreo - Características Frete aéreo alto. Capacidade aérea restringida pelas dimensões físicas da aeronave e capacidade de decolagem. Tempo de entrega porta a porta comparados ao modal rodoviário em muitos casos.

5 Definições Aviões de fuselagem larga (wide-body): Ex. Boeing , Antonov 223 (maior cargueiro do mundo – 250 ton). Aviões cargueiros: exclusivos para transporte de carga – dotados de portas amplas e rampas de acesso para veículos e contêineres. Aviões combi: misto carga/passageiros. Boa parta das cargas Brasileiras são transportadas nos porões de aeronaves de passageiros.

6 Aeronaves Cargueiras no Brasil (anteriores ou existentes)

7 Principais Produtos Transportados

8 Mercados com Maiores Taxas de Crescimento

9 Principais Fluxos Mundiais

10 Carga Aérea no Brasil 2006 a 2008 (25% da Receita da Infraero)

11 Perfil da Carga Exportada

12 Perfil da Carga Importada

13 Grau de Concentração dos Aeroportos

14 Ranking dos Principais Aeroportos

15 Aeronaves Cargueiras no Brasil (anteriores ou existentes)

16 Armazenagem em Terminais de Cargas em Aeroportos Terminais Domésticos: empresas aéreas Terminais de exportação e importação: Infraero EADI: desembaraço aduaneiro

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18 TECA Campinas

19 Área de Armazenagem

20 TECA Manaus

21 TECA - Galeão

22 TECA - GUARULHOS

23 Carga Internacional Processada nos Principais Aeroportos Brasileiros

24 Oportunidades de Melhorias Referência: Estudo do Setor de Transporte Aéreo no Brasil McKinsey/BNDES

25 Restrições dos Principais Aeroportos Brasileiros

26 Alternativas de Melhorias

27 Efeito do Tempo de Armazenagem - Guarulhos

28 Efeito da Redução do Percentual de Perdimento - Guarulhos

29 Efeito do Tempo de Armazenagem - Viracopos

30 Efeito da Redução do Percentual de Perdimento - Viracopos

31 Modelagem do TECA de Importação - Viracopos Referência: Mendes e Correia, 2012 (Revista de Literatura dos Transportes)

32 Ponto Zero Pátio de Carga Recebimento Despaletização Células de Trabalho Transelevador Saída Liberação

33 Modelagem da Operação do TECA de Importação - Viracopos

34 Modelagem do TECA de Importação de Viracopos

35 Estratégias de Armazenagem

36 Resultados com Uso da Simulação Fila média no momento de pico nos Processos Tempo médio de permanência da CargaProcessamento de Paletes por Hora e Mensal

37 Expansões Futuras de Guarulhos e Viracopos Referência: Lâminas de Suporte à Concessão de VCP, GRU e BSB – Secretaria de Aviação Civil

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45 Potencial Cargueiro do Aeroporto de São José dos Campos Referência: Lasmanis, et. al., 2011 SITRAER

46 Características de São José dos Campos Aeroporto com potencial de expansão Possibilidade de TAV Cidade em franca expansão Região industrial Proximidade com São Paulo e Porto de São Sebastião

47 Volume de Cargas

48 Volume de Carga vs. Distância

49 Pesquisa com Especialistas: Definição dos Critérios

50 Resultados Encontrados


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