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Professora: Marilza Nunes Alunos (as): Dhara Loise, Gabriella, Cintia, Deberty, Alisson, Jackson,Willian e Amanda.

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1 Professora: Marilza Nunes Alunos (as): Dhara Loise, Gabriella, Cintia, Deberty, Alisson, Jackson,Willian e Amanda.

2 Autor ; José de Alencar Movimento literário; Romantismo IRACEMA

3 A história transcorre no século XVI, nas redentantes selvas nordestinas onde é hoje o litoral do Ceará. com muito afinco nos recursos de nossa língua; Riqueza e vida; Um dos mais belos romances da nossa literatura romântica, Iracema é considerado por muitos um poema em prosa. A trágica história da bela índia apaixonada pelo guerreiro branco é contada por José de Alencar com o ritmo e a força de imagens próprios da poesia. uma alegoria perfeita do processo de colonização do Brasil e de toda a América pelos invasores portugueses e europeus em geral. o autor demonstra, já a partir do título, um evidente trabalho de construção de uma linguagem e de um estilo que possam melhor representar, para o leitor, a singeleza primitiva da língua bárbara, com termos e frases que pareçam naturais na boca do selvagem. A história transcorre no século XVI, nas redentantes selvas nordestinas onde é hoje o litoral do Ceará. com muito afinco nos recursos de nossa língua; Riqueza e vida; Um dos mais belos romances da nossa literatura romântica, Iracema é considerado por muitos um poema em prosa. A trágica história da bela índia apaixonada pelo guerreiro branco é contada por José de Alencar com o ritmo e a força de imagens próprios da poesia. uma alegoria perfeita do processo de colonização do Brasil e de toda a América pelos invasores portugueses e europeus em geral. o autor demonstra, já a partir do título, um evidente trabalho de construção de uma linguagem e de um estilo que possam melhor representar, para o leitor, a singeleza primitiva da língua bárbara, com termos e frases que pareçam naturais na boca do selvagem. Introdução

4 Desenvolvimento

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6 Um estrangeiro chamado Martin Afonso, viajou para o Brasil em missão guerreira que era conquistar as terras para a Coroa Portuguesa, já em missão se perdeu e depois de alguns dias andando pela mata se deparou com Iracema, a vigem dos lábios de mel, linda de cabelos longos e traços perfeitos de tirar o fôlego, após se conhecerem de uma maneira não muito agradável ela se simpatizou e o levou para a cabana de Araquém seu pai onde Iracema morava, lá foi acolhido pelo pajé (Araquém) o mais velho da tribo, que achava que Martin era uma nova raça de guerreiro, um (guerreiro de luz). Mas Martin deixou bem claro que era da tribo dos PITIGUARAS, mesmo assim foi acolhido na cabana de Araquém, onde foi servido pelas mais belas índias da tribo, porem Martin recusava tudo que era oferecido, e estranhou Iracema linda como era não estar ali também, a qual lhe explicou porque não poderia o servi-lo porque conhecia o segredo da bebida oferecida ao Pajé e devia prepara-la. Com a chegada de Irapuã vindo para comandar a luta contra os pitiguaras, Martin aproveitou um descuido e fugiu, se deparando com Iracema com uma feição entristecida vendo aquela atitude que o estrangeiro tinha tomado, após conversarem ele decidiu voltar para ir embora com Caubi Irmão de Iracema que ia o guiar no caminho certo.

7 No outro dia tabajaras e pitiguaras estavam preparando tudo para a luta, enquanto Martin e Iracema foram passear, ela percebeu que ele estava triste e deduziu que fosse saudades da noiva que supostamente havia deixado, e deu para ele gotas que de uma bebida que ia faze-lo sonhar com a tal noiva. Após tomar adormeceu e inconscientemente chamou pela Índia a abraçou e ela se deixou levar e os dois acabarão se beijando. Depois daquele momento, apareceu Irapuã chefe dos tabajaras que ameaçou matar Martin e declarou seu amor a Iracema percebendo uma reação contraria da índia, indo embora mais assim apaixonado. Enquanto Iracema ficava apaixonada, porem por Martin passando a ficar preocupada pela vida dele.

8 Martin anuncio a Iracema que partiria logo, achando Iracema triste para anima-la falou que ficaria e a amaria, mas Iracema lhe informou que quem se relacionasse com ela morreria, porque, por ser filha do pajé, guardava a segredo da Jurema. Tendo que ir embora, partiu com Caubi que logo a frente foram cercados por Irapuã com seus cem guerreiros com intuito de matar Martin, Caubi se pôs a frente dando grito de guerra, ouvido na cabana por Araquém e pela índia. Depois de algumas estratégias Martin foi para cabana de Araquém la estaria protegido de Irapuã. Martin fica escondido com Iracema e achando que estava sonhando a abraça. Ouviram um grito e martin reconheceu que era Poti seu amigo da tribo dos pitiguaras que ambos o consideravam irmão, armaram uma estratégia e no dia do combinado Iracema leva Martin ate as margens da tribo entregando-o a poti, logo depois ela revela que o que tinha acontecido aquela noite não era sonho que tinha acontecido e que agora ela era sua esposa muito surpreso seguirão.

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10 Iracema e Martin passam uma noite juntos, quando de repente vem poti e os avisa que os tabajaras já estão a procura deles. Caubi e Martin se deparam e como a índia havia dito que se fosse preciso poderia matar seu irmão, martin encarregou poti a isso pois ele já havia matado muitos tabajaras.

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12 Passado algum tempo, Martin se sente na obrigação de ir guerrear junto ao seu irmão Poti e a tribo pitiguara, deixando Iracema na cabana, grávida. Martin demora e Iracema dá a luz a um menino, ficando gravemente debilitada pelo parto. O guerreiro branco chega logo depois e, ao ouvir o canto triste da jandaia (ave que sempre acompanha Iracema), pressente a tragédia. Volta ainda a tempo de ver Iracema morrer nos seus braços, enterrando-a ao pé de um coqueiro. O filho de Iracema e Martin tornou-se assim o primeiro cearense, fruto da relação muitas vezes trágica entre o sangue português e o sangue indígena.

13 Obras referentes ; Romances Cinco minutos, 1856 A viuvinha, 1857 O guarani, 1857 Lucíola, 1862 Diva, 1864 Iracema, 1865 As minas de prata - 1º vol., 1865 As minas de prata - 2.º vol., 1866 O gaúcho, 1870 A pata da gazela, 1870 O tronco do ipê, 1871 Guerra dos mascates - 1º vol., 1871 Til, 1871 Sonhos d'ouro, 1872 Alfarrábios, 1873 Guerra dos mascates - 2º vol., 1873 Ubirajara, 1874 O sertanejo, 1875 Senhora, 1875 Encarnação, 1893


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