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Fundamentos Socioantropológicos da Educação CURSO: PEDAGOGIA Profª Ms.: Solange Brito.

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1 Fundamentos Socioantropológicos da Educação CURSO: PEDAGOGIA Profª Ms.: Solange Brito

2 Eixo Temático: Sociedade, Educação e Cidadania Núcleo de Fundamentos, Organização e Gestão do Trabalho Pedagógico

3 Tema: A Educação e sua dimensão socioantropológica. Conteúdos (1/2) : - Conceitos de Sociedade, Cultura, Educação e Identidade; - A relação homem-sociedade- cultura-educação.

4 Referências Bibliográficas: FREIRE, Paulo. Educação e Mudança. 30ed. São Paulo: Editora Paz e Terra S/A, p VÁZQUEZ, Adolfo Sanchez. Filosofia de Práxis. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.

5 Qual o nosso compromisso com a sociedade ? E enquanto profissionais? Temos compromisso social? O que é sociedade?

6 Sociedade: Para a Sociologia é o conjunto de pessoas que compartilham propósitos, gostos, preocupações e costumes, e que interagem entre si constituindo uma comunidade.

7 Qual a relação: HOMEM SOCIEDADE CULTURA EDUCAÇÃO IDENTIDADE ?

8 Quem pode comprometer-se? Estaremos nos aproximando da essência do ato comprometido HOMEM

9 SOCIEDADE PRÁXIS SOCIAL

10 PRÁXIS SOCIAL: - Ação e reflexão constituem a práxis como maneira humana de existir (Paulo Freire, 2007) - Atividade prática intencional que transforma a natureza pela ação do homem, ao mesmo tempo em que humaniza esse homem, pela mediação dessa mesma natureza transformada (Vázquez, 1990)

11 ALIENAÇÃO HUMANA: Filme: TEMPOS MODERNOS

12 ALIENAÇÃO HUMANA: Para Marx, a alienação refere-se a uma situação resultante dos fatores materiais dominantes da sociedade, caracterizada por ele sobretudo no sistema capitalista, em que o trabalho humano se processa de modo a produzir coisas que imediatamente são separadas dos interesses e do alcance de quem a produziu, para se transformarem, indistintamente, em mercadorias.

13 Seu pensamento, finalmente, não tem força, nem para o seu mundo, porque dele não nasceu, nem para o outro, o mundo imaginário da sua nostalgia. (Freire, 2007)

14

15 HOMEM CULTURA: modo de relacionamento humano com seu real (...) conjunto dos artefatos construídos pelos sujeitos em sociedade (palavras, conceitos, técnicas, regras, linguagens) pelos quais dão sentido, produzem e reproduzem sua vida material e simbólica. (Regina Maria Marteleto, 1995)

16 HOMEM CULTURA EDUCAÇÃO: aprendizagem da compreensão e da lucidez (...) na mobilização de todas as aptidões humanas (...) que devem ser continuamente regeneradas. MORIN (2003)

17 Não é possível fazer uma reflexão sobre o que é a Educação sem refletir sobre o próprio homem. FREIRE (2007)

18 Segundo FREIRE (2007), a Educação no Processo de Mudança Social passa pelo: SABER-IGNORÂNCIA; AMOR-DESAMOR; ESPERANÇA-DESESPERANÇA;

19 O HOMEM: um ser de relações. O homem está no mundo e com o mundo FREIRE (2007)

20 As relações são: reflexivas consequentes transcendentes temporais Os contatos são: reflexos inconsequentes intranscendentes intemporais

21 A Consciência Bancária da Educação: professor como ser superior; educando como recebedor passivo dos conhecimentos; pensa que quanto mais se dá mais se sabe; os conhecimentos não são vistos como busca, pois não são desafiados pelos alunos;

22 CONSCIÊNCIA INGÊNUA e CONSCIÊNCIA CRÍTICA da Educação

23 CONSCIÊNCIA INGÊNUA revela simplismo na interpretação dos problemas; considera que o passado foi melhor; possui forte conteúdo passional. Pode cair no fanatismo ou sectarismo; diz que a realidade é estática e não mutável.

24 CONSCIÊNCIA CRÍTICA anseio de profundidade na análise de problemas; reconhece que a realidade é mutável; está sempre disposta às revisões; aceita a delegação de responsabilidades; é indagadora, investiga, força, choca; nutre-se do diálogo; face ao novo, não repele o velho por ser velho, nem aceita o novo por ser novo, mas aceita-os na medida em que são válidos.

25 Relação: HOMEM SOCIEDADE CULTURA EDUCAÇÃO IDENTIDADE

26 A identidade torna-se uma celebração móvel: formada e transformada continuamente em relação às formas pelas quais somos representados ou interpelados nos sistemas culturais que nos rodeiam. É definida historicamente, e não biologicamente. STUART HALL (2005)

27 Existir, humanamente, é pronunciar o mundo é modificá-lo. O mundo pronunciado, por sua vez, se volta problematizado aos sujeitos pronunciantes, a exigir deles novo pronunciar. FREIRE(1987)


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