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REGIMES INTERNACIONAIS 4a. AULA. O CONTEXTO INTERNACIONAL Détente Guerra Fria Ascensão dos problemas econômicos INTELECTUAL importância dos fatores internos.

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1 REGIMES INTERNACIONAIS 4a. AULA

2 O CONTEXTO INTERNACIONAL Détente Guerra Fria Ascensão dos problemas econômicos INTELECTUAL importância dos fatores internos na política externa Deslocamento do foco sobre conflitos militares e questões estratégicas; Interdependência complexa

3 FILIAÇÃO INTELECTUAL REGIMES E A TRADIÇÃO INSTITUCIONALISTA

4 DEFINIÇÃO REGIMES são regras do jogo: São princípios (crenças), normas (padrões gerais) regras ( prescrições e proscrições específicas), procedimentos de tomada de decisão (regras de escolha coletiva), explícitos ou não, que possibilitam a convergência das expectativas dos atores, em uma dada área das relações internacionais.

5 PARA QUE SERVEM SUPERAR PROBLEMAS DE AÇÃO COLETIVA, evitando resultados sub-ótimos produzidos por decisões independentes e permitindo processos de decisão que favorecem resultados melhores. AMPLIAR O HORIZONTE DE CÁLCULO DOS ATORES PERMITIR A COORDENAÇÃO DAS AÇÕES DOS ESTADOS VISANDO UM RESULTADO REDUZIR CUSTOS DE TRANSAÇÃO

6 RECAPITULANDO: O DILEMA DO PRISIONEIRO Teu grão está maduro hoje; o meu estará amanhã. Seria benéfico para ambos que eu trabalhasse com contigo hoje e que tu trabalhasses comigo amanhã. Não sinto afeto por ti, e sei que tu também não o sentes por mim. Por isso, eu não colocaria empenho especial se trabalhasse para ti; e se ambos trabalhássemos para ti, esperando que me devolvesses o favor, sei que me sentiria logrado e que dependeria em vão de sua gratidão. Portanto, deixo que trabalhes só; tu me tratas da mesma maneira. As estações mudam e ambos perdemos nossas colheitas por falta de confiança e segurança mútua David Hume

7 A TRAGÉDIA DAS ÁREAS COMUNS (DILEMA DO PRISIONEIRO) Imaginem um pasto cujo acesso é livre para todos os criadores de uma região. Cada criador se beneficia diretamente com a utilização do pasto por seus animais e tem custos posteriores com a deterioração do pasto pelo uso intensivo feito por seus animais e pelos animais dos outros. Cada criador tem incentivos para acrescentar mais animais porque tem benefícios diretos com isso e só paga uma fração dos custos da sobre-utilização do pasto. Daí a tragédia.Cada homem é prisioneiro de um sistema que o compele a aumentar seu rebanho sem limites – em um mundo que é limitado. A ruína é o destino para o qual todos os criadores correm, cada um perseguindo seu interesse em uma sociedade que acredita na liberdade das áreas comuns. (Garrett Hardin)

8 DILEMA DA AÇÃO COLETIVA NA PRODUÇÃO DE BENS PÚBLICOS Mas, não é de fato verdade que a idéia de que grupos agirão no seu próprio interesse siga logicamente da premissa do comportamento racional e auto-interessado. Do fato de que todos os indivíduos em um grupo ganhariam se realizassem seu objetivo de grupo, não se segue que eles agiriam para alcançar aquele objetivo, mesmo que todos fossem racionais e auto-interessados. Na verdade, a menos que o número de indivíduos no grupo seja bem pequeno, ou a menos que haja coerção ou outro instrumento especial que faça os indivíduos agir no interesse comum, indivíduos racionais e auto-interessados não agirão para atingir seus interesses comuns ou de grupo Olson, M. A lógica da ação coletiva, 1965:2

9 O DILEMA DO PRISIONEIRO (VERSÃO GUERRA-FRIA: DILEMA DA SEGURANÇA) Duas nações rivais devem decidir se construirão ou não um arsenal de bombas de hidrogênio.Construir um arsenal termonuclear demorará anos e pode ser feito em segredo. Cada nação tem que tomar sua decisão sem conhecer a decisão da outra. Cada nação prefere ser a mais forte, o que ocorrerá se ela construir o arsenal e a outra nação não.Inversamente cada uma teme ser a mais fraca, o que ocorrerá se ela não construir o arsenal e a outra o fizer. Não há grande ganho, se houver algum, caso as duas nações construam a Bomba H.Elas ficarão mais pobres do que seriam se não tivessem construído a bomba. Pior, uma vez construída há risco de que a bomba seja usada. Ninguém mais poderá dormir tranqüilo. As armas que foram construídas para aumentar a segurança, teriam efeito oposto

10 O PROBLEMA E OS SUPOSTOS Como produzir cooperação, i.e. garantia de que acordos serão cumpridos, dado que: Indivíduos tem interesses e querem maximizá-los Indivíduos são racionais e capazes de ação intencional, i.e. : tem preferências são capazes de ordená-las São capazes de escolher entre meios alternativos para realizá-las Escolhem o s meios que têm menor custo. Jogadores não se comunicam Não há uma autoridade externa assegurando cumprimento dos acordos

11 A FORMALIZAÇÃO DILEMA DO PRISIONEIRO escolhas do prisioneiro A escolhas do prisioneiro B cooperar não cooperar cooperar 1,1 - 1,2 não cooperar 2,-1 0,0 Estratégia dominante (Equilíbrio de Nash)

12 Dilema da Bomba H NAÇÃO B NAÇÃO ACOOPERANÃO COOPERA COOPERANão faz Bomba H 1,1 Não faz Bomba H Faz Bomba H -1,2 NÃO COOPERAFaz Bomba H Não faz Bomba H 2,-1 Faz Bomba H 0,0

13 Jogo do galinha Dois adolescentes partem das duas extremidades de uma estrada longa e reta dividida ao meio por uma linha branca, em carros capazes de desenvolver altas velocidades. Cada carro deve manter uma das rodas sobre a linha branca. A medida que se aproximam a destruição mútua se torna iminente. O primeiro que se desviar da linha branca é considerado covarde, galinha. O outro, sairá vitorioso.

14 ADOLESCENTE B ADOLESCENTE ADESVIA (COOPERA)NÃO DESVIA (NÃO COOPERA) DESVIA (COOPERA) 2,2 1,3 NÃO DESVIA (NÃO COOPERA) 3,10,0

15 Caça ao cervo J.J. Rousseau Dois caçadores podem ou caçar juntos um cervo ou cada um caçar um coelho. Caçar um cervo é difícil e requer cooperação. Se cada um tentar por conta própria provavelmente fracassará. Um cervo traz mais benefício que um coelho, mas requer muita confiança entre os caçadores.

16 Dilema da confiança/ assurance game jogo de coordenação Caçador 1 cervocoelho cervo Caçador 2 10,10 0,7 coelho 7,0 7,7

17 Impasse Ator 2 cooperanão coopera coopera Ator 1 1,1 0,3 não coopera 3,0 2,2

18 CUSTOS DE TRANSAÇÃO (NORTH APUD COASE) são custos de informação, de avaliar alternativas de fiscalizar e fazer cumprir contratos. custos de transação são a chave das imperfeições do mercado.

19 DE VOLTA AOS REGIMES INTERNACIONAIS São mais do que arranjos temporários, que mudam ao sabor dos interesses e das relações de força. REGIMES são um equilíbrio. REGIMES não são acordos, mas arranjos que facilitam acordos ad hoc.

20 O QUE OS REGIMES POSSIBILITAM 1.Aumentam probabilidade de obter o comportamento esperado do outro: aumentam custos da traição, aumentam benefícios do cumprimento das regras, tornam as expectativas mais claras e estáveis 2.Facilitam a reciprocidade pela repetição pela formalização das relações 3. Reduzem a complexidade das relações reduzem o leque de alternativas de decisão possíveis 4. Reduzem custos de transação

21 REGIMES IMPORTAM? 1. REALISMO ESTRUTURAL: Regimes não importam. Comportamentos resultam o auto-interesse de curto prazo regimes Poder & interesses resultados

22 REGIMES IMPORTAM? INSTITUCIONALISTAS GROCIANOS:Regimes são atributos inerentes a qualquer padrão complexo e reiterado de relações. Relações,até de mercado, não se sustentam apenas pelo auto-interesse. Ele sempre está inserido em um ambiente social de normas. regimes Var causais padrões de comportamento/ resultados

23 REGIMES IMPORTAM? REALISMO ESTRUTURAL MODIFICADO: Regimes importam em condições bem definidas e restritas (conflitos não são soma-zero) Poder & interesses regimes p.comportamento/ resultados

24 EXPLICAÇÕES PARA O SURGIMENTO DOS REGIMES 1. Auto-interesse (expectativa de maximização) 2. Poder 3. Valores Hábitos e costumes ( inércia do comportamento rotinizado) 5. Conhecimento

25 QUAL O GANHO ANALÍTICO? PROBLEMAS: Super –Estiramento Imprecisão Regime tem um efeito específico e diferente de outras instituições?


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