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PAVIMENTAÇÃO ECONÔMICA ECONÔMICAPAVIMENTAÇÃO Arq. Antônio Freire de Carvalho Filho Secretario de Trânsito e Transporte Arq. Antônio Freire de.

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6 PAVIMENTAÇÃO ECONÔMICA ECONÔMICAPAVIMENTAÇÃO Arq. Antônio Freire de Carvalho Filho Secretario de Trânsito e Transporte Arq. Antônio Freire de Carvalho Filho Secretario de Trânsito e Transporte

7 O PROBLEMA Em 1993 quando Mourão assumiu, um dos grandes desafios da administração foi resolver o problema das ruas não pavimentadas do município.

8 SOLUÇÃO?SOLUÇÃO? Nos primeiros meses, afim de diminuir a pressão da população, a Secretaria de Serviços Públicos iniciou um trabalho com várias equipes (niveladoras, caminhões, retro escavadeiras e pás carregadeiras) aterrando e nivelando ruas.

9 SOLUÇÃO PALIATIVA Nós percebemos que a Prefeitura estava gastando muito dinheiro e a pressão popular continuava a mesma coisa. O que estávamos fazendo com o aterramento das ruas era apenas um paliativo de pouca duração. O serviço era feito de manhã. Caso chovesse no período da tarde, todo o serviço estava perdido, porque o estado das ruas voltava no estágio inicial.

10 INOVAÇÃOINOVAÇÃO Depois de muitas reuniões e pesquisas, o Prefeito sugeriu que experimentássemos o agregado siderúrgico. Entramos em contato com a Cosipa e providenciamos um teste num determinado trecho de rua. O que Notamos que o produto era perfeito e tinha um custo que, adicionado ao transporte, se equiparava à bica corrida (se não mais barato). A Secretaria então abriu um procedimento licitatório e encomendamos ,00 toneladas do material.

11 RESULTADOSRESULTADOS Um planejamento em larga escala foi feito e, em poucos meses, vários bairros foram beneficiados com o produto. Esse projeto foi batizado pela Prefeitura como Pavimentação Econômica. Foram pavimentadas aproximadamente ,00 m² de ruas, os moradores não pagaram e a Prefeitura economizou, haja visto que durante 03 (três) anos as ruas se mantiveram intactas, a não ser pequenos e insignificantes reparos. MAPAS

12 SUSPEITASUSPEITA No auge dos serviços um determinado vereador da época lançou a suspeita de que a poeira levantada poderia apresentar problemas respiratórios na população local. Vários movimentos contrários foram detectados, inclusive a CETESB andou emitindo notificações contra o produto. Várias reuniões foram feitas. O Prefeito chegou à conclusão de que a Prefeitura contrataria um laboratório para análise do particulado em suspensão pós aplicação.

13 TESTESTESTES Contratou-se a empresa SGS – Société Générale de Surveillance e três locais para coleta foram escolhidos, conforme mapa.

14 RESULTADOS DOS TESTES Nos Pontos 1 e 3, ruas com escória, o material particulado em suspensão encontrado está abaixo do limite estabelecido, e o do Ponto 2, rua sem escória, o valor encontrado foi superior aos demais, porém abaixo do nível determinado na Legislação. Ainda na pesquisa, foi feito um levantamento nos estabelecimentos de saúde para verificar se houve aumento de ocorrência no atendimento de casos respiratórios, alérgicos ou outros. Não se constatou nenhuma anormalidade.

15 RESULTADOS DOS TESTES A CETESB, em 1995, emitiu um certificado de aprovação (CADRI) n.º para a Prefeitura da Estância Balneária de Praia Grande.

16 TRABALHOTRABALHO Ainda no primeiro governo, dado o baixo custo aumentamos as obras de pavimentação no município e vários bairros receberam a infra-estrutura de pavimentação e no lugar do asfalto, receberam o Agregado Siderúrgico que se mantiveram até o ano de 2001, quando ao assumir a Prefeitura pela 2ª vez o Prefeito Mourão pavimentou em definitivo todas as ruas que já estavam preparadas.

17 CONTINUAÇÃOCONTINUAÇÃO Na utilização do material para a sub-base, outras experiências foram feitas no município. Em 1994 as Ruas Bahia, Jaú e Avenida Paris no Boqueirão, além da Avenida Guilhermina no Bairro Guilhermina foram trocados os pavimentos de sextavados por asfalto, utilizando-se o Agregado Siderúrgico conservando-se em perfeito estado até hoje.

18 RECOMEÇORECOMEÇO Ao assumir o governo em 2001, o Prefeito Mourão se deparou com os mesmos problemas encontrados em Assim, encontramos em lastimável estado as ruas do município. Vontade, aliada à experiência, entramos em contato com a Cosipa e viabilizamos a aquisição de ,00 toneladas e reiniciamos um planejamento em larga escala para aplicação do produto.

19 UNIDADES DE APOIO Criamos na frente de trabalho uma unidade de apoio volante que controla a chegada e as quantidades de material, ponto dos funcionários e serve também como almoxarifado, ponto de referência e informações à população.

20 PAVIMENTAÇÃOPAVIMENTAÇÃO Hoje estamos com aproximadamente ,00 m² de Ruas pavimentadas com a aplicação do agregado siderúrgico.

21 PÁTIOSPÁTIOS Na 2ª. Administração, não só ruas recebem o beneficiamento do produto, como também pátios, sub- base de pavimentação, vala, e outros.

22 LEITO CARROÇÁVEL Hoje com nova visão, aprimoramos os serviços com preocupação além do leito carroçável. Hoje, o agregado siderúrgico reveste as valas até chegar no alinhamento das casas e terrenos, criando calçada, um melhor escoamento para as águas de chuva e conseqüentemente melhor qualidade de vida para a população.


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