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DOMINGO- 7 DE AGOSTO- 2011 FACILITADORA: SANDRA BENETTI 1.

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Apresentação em tema: "DOMINGO- 7 DE AGOSTO- 2011 FACILITADORA: SANDRA BENETTI 1."— Transcrição da apresentação:

1 DOMINGO- 7 DE AGOSTO FACILITADORA: SANDRA BENETTI 1

2 ALLAN KARDEC 2

3 O MENINO HIPPOLYTE Nome: Hippolyte Léon Denizard Rivail Data de Nascimento: 03 de outubro de 1804 Cidade onde nasceu:Lyon (França) Pai: Jean-Baptiste Antoine Rivail Mãe: Jeanne Louise Duhamel Educação: Aluno de Pestalozzi, de Atuação da família: Advocacia, Magistratura, Educação Seu interesse: Estudo das ciências e filosofia 3

4 Formação acadêmica O professor Rivail fez em Lyon os seus primeiros estudos e completou em seguida a sua bagagem escolar, na Escola de Pestalozzi em Yverdun – Suíça.Escola de Pestalozzi Johann Heinrich Pestalozzi foi um dos pioneiros da pedagogia moderna, influenciando profundamente todas as correntes educacionais. Rivail era um aluno dedicado e se tornou um dos mais eminentes discípulos do mestre. Aos quatorze anos de idade já ensinava aos seus colegas menos adiantados. 4

5 PESTALOZZI A intuição é fonte de todos os nossos conhecimentos Fui Cristão a minha vida toda, mas o meu Cristianismo é livre de qualquer dogma. Para mim religião não é senão a moralidade ensinada e exemplificada pelo Cristo. Apaixonado na arte de ensinar nova metodologia de ensino (intuitivo) 5

6 Exercício das funções diretivas e educativas. Aos, 20 anos, no início de 1825 dirige a Escola de Primeiro Grau, primeiro estabelecimento de ensino fundado por ele em Paris. Em 1826 funda um instituto técnico que funcionou até 1834, o Instituto Rivail. Empregou-se como contabilista em três casas comerciais. Passou a dedicar-se, juntamente com o Prof. Levy-Alvarès, à preparação de cursos noturnos para alunos de ambos os sexos. 6

7 O professor Rivail Rivail era um linguista insigne (célebre), conhecia a fundo e falava corretamente, o alemão, o inglês, o italiano, o espanhol e o holandês. Membro de várias sociedades sábias, notadamente da Academia Real de Arras. Como pedagogo, Rivail dedicou-se à luta para uma maior democratização do ensino público. 7

8 Dos 31 aos 36 anos, entre 1835 e 1840, manteve em sua residência, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia comparada, Astronomia e outros. Rivail utilizou-se do ensino intuitivo, processo didático preconizado por Pestalozzi. Rivail era conhecido pela sua inteligência, discernimento e ponderação, tornando-se amigo de Victor Hugo, Theóphile Gautier, Camille Flammarion e outros conhecidos e ilustres pensadores franceses. 8

9 PRINCIPAIS OBRAS DO PROFESSOR RIVAIL Dentre várias obras na área da educação e pedagogia destacamos o Plano Proposto para a Melhoria da Educação Pública em 1828 quando contava com apenas 24 anos de idade: Esse plano traz idéias muito avançadas para sua época,; idéias algumas delas ainda hoje atuais por que fazem críticas ao sistema tradicional de ensino. Propõe uma escola diferenciada, propõe a necessidade da formação de educadores e principalmente uma idéia da Ciência da Educação, que não existia na época e foi surgir quase 100 anos depois que Rivail escreveu esse Plano. Rivail sempre militou pela democracia da educação, ou seja, pelo acesso da massa à educação, que é educação pública, que era ideal da Revolução Francesa que era ideal de Pestalozzi. ( Dora Incontri, Doutora em educação e escritora – do Filme Allan Kardec, o Educador ) 9

10 Rivail, aos 18 anos foi para Paris em 1822 e formou uma escola. Em 1832 casou-se com Amelie Gabrielle Boudet que também tinha sua escola. Logo uniram-se formando um grande instituto que recebia de quem podia pagar e, quem não podia, não pagava. 10

11 Enquanto Rivail-Kardec ainda desconhece a missão que o Espírito Verdade vai anunciar a ele, acontece uma explosão de fenômenos espíritas coordenados pelos Espíritos Superiores para chamar a atenção de toda a Humanidade para o início de uma Nova Era materializada pela Doutrina Espírita, isto é, o Consolador Prometido por Jesus 11

12 KARDEC E A MISSÃO Primeiros contatos com o fenômeno das Mesas Girantes A primeira vez que ouviu falar foi em 1854, aos 50 anos, através do Sr. Fortier, magnetizador, com o qual mantinha relações, em razão dos seus estudos sobre o Magnetismo. "Eu me encontrava, pois, no ciclo de um fato inexplicado, contrário, na aparência, às leis da Natureza e que minha razão repelia. Nada tinha ainda visto nem observado; sabia apenas que as experiências eram feitas em presença de pessoas honradas e dignas de fé. Pensava na possibilidade de um efeito puramente material; a idéia, de uma mesa falante, não me entrava ainda no cérebro. 12

13 Convidado à casa da Sra. Roger, encontrou a Sra. Plainemaison e o Sr. Patier. Reunião na casa da Sra. Plainemaison; testemunhou pela primeira vez o fenômeno das mesas que saltavam e corriam, e isso em condições tais que a dúvida não era possível; Observou que não se tratava de futilidade e divertimento, mas sim da revelação de uma nova lei, cujo estudo decidiu aprofundar

14 Rivail que buscava apenas se instruir, viu que ali surgia uma nova doutrina e iniciou seus estudos sérios do Espiritismo. 14

15 Allan Kardec, o Filme 15 Duração: 8 minutos

16 A Missão 12 de Junho de 1856: Espírito Verdade confirma a missão dada à Kardec para a codificação da Doutrina Espírita. 16 Kardec é avisado sobre as dificéis dificuldades que irá encontrar mas que não faltará assistência dos Espíritos superiores.

17 Não esqueças que podes triunfar, como podes falir. Neste último caso, outro te substituiria, porquanto os desígnios de Deus não se apóiam na cabeça frágil de um só homem; se um instrumento se quebra, é imediatamente substituído. "Para ti, me chamarei A Verdade, e todos os meses, aqui, durante um quarto de hora, estarei à tua disposição". 17

18 - Senhor! Pois que se dignaste lançar os olhos sobre mim para cumprimento dos teus desígnios, faça- se a tua vontade! 18 Kardec:

19 METODOLOGIA E CRITÉRIOS UTILIZADOS NA CODIFICAÇÃO ESPÍRITA 19

20 Deolindo Amorim, num de seus artigos, explica o espírito científico de Kardec: - Serenidade e equilíbrio: encarou os fatos mediúnicos, com equilíbrio imperturbável, sem negar nem afirmar aprioristicamente; - Domínio próprio: a fim de não se entusiasmar com os primeiros resultados; - Cuidado na seleção das comunicações; - Prudência nas declarações: para evitar a divulgação de fatos ainda não de todo examinados e comprovados; - Humildade: interessado na busca da verdade, antes e acima de tudo. 20

21 O MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA DOS FENÔMENOS ESPÍRITAS O método adotado por Kardec na investigação e comprovação do fato mediúnico é o experimental, aplicado às ciências positivas, fundamentado na observação, comparação, análise sistemática e conclusão. 21 INDUÇÃO CIENTÍFICA FATOS TEORIAS

22 Kardec: Kardec: o Espiritismo procede exatamente como asciências positivas, aplicando o método experimental. - Surgem fatos novos sem explicação conhecida; - ele observa, compara, analisa e, remontando do efeito às causas, chega à lei que os rege; - depois, deduz-lhe as conseqüências e busca as aplicações úteis. 22

23 Kardec, em Obras Póstumas: Nunca elaborei teorias preconcebidas; observava cuidadosamente, comparava, deduzia consequências; dos efeitos, procurava remontar às causas, por dedução e pelo encadeamento lógico dos fatos, não admitindo por válida uma explicação, senão quando resolvia todas as dificuldades da questão. 23 DEDUÇÃO CIENTÍFICA

24 Dois importantes critérios científicos foram adotados por Kardec, na tarefa de reunir informações para a elaboração da Doutrina Espírita: a generalidade (universalidade) e a concordância dos ensinos dos Espíritos. O controle universal dos ensinos dos Espíritos 24

25 Generalidade (ou universalidade) das revelações Não será à opinião de um homem que se aliarão os outros, mas à voz unânime dos Espíritos; não será um homem, como não será qualquer outro que fundará a ortodoxia espírita; tampouco será um Espírito que se venha impor a quem quer que seja: será a universalidade dos Espíritos que se comunicam em toda a Terra, por ordem de Deus. (Introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo) 25

26 Concordância das revelações Uma só garantia séria existe para o ensino dos Espíritos: a concordância que haja entre as revelações que eles façam espontaneamente, servindo-se de grande número de médiuns estranhos uns aos outros e em vários lugares. (Introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo) 26

27 Kardec era médium? Ele não tinha nenhum sinal exterior de mediunidade(não era médium ostensivo), mas na elaboração do Evangelho Segundo o Espiritismo, o seu cérebro percebia as inspirações do mais alto com uma facilidade tão grande que nem ele mesmo suspeitava. Como era a personalidade de Kardec? Era muito polido, de fina educação, sério mas não sisudo; Era muito polido, de fina educação, sério mas não sisudo; Reunia, aos domingos, seus amigos para jantar e discutir os pontos mais difíceis da doutrina espírita e, nos momentos de descontração, contava piadas de alto nível; Reunia, aos domingos, seus amigos para jantar e discutir os pontos mais difíceis da doutrina espírita e, nos momentos de descontração, contava piadas de alto nível; Flammarion o denominou O bom senso encarnado Flammarion o denominou O bom senso encarnado Disse o Próprio Kardec: sou um homem positivo, sem entusiasmo, que tudo julga friamente; raciocínio com os fatos, não sou um idealista. Disse o Próprio Kardec: sou um homem positivo, sem entusiasmo, que tudo julga friamente; raciocínio com os fatos, não sou um idealista. A tolerância absoluta era sua regra; A tolerância absoluta era sua regra; 27

28 A escolha do pseudônimo Em 1855 recebe uma mensagem do Espírito Zéfiro que lhe disse que em uma reencarnação anterior havia sido um druida na região das Gálias e que se chamava ALLAN KARDEC. 28

29 Principais obras Espíritas 18/04/ /04/1857 PRIMEIRA EDIÇÃO DE O L IVRO DOS E SPÍRITOS O Livro dos Médiuns- Janeiro 1861 Abril de 1864 Abril de 1864 O E VANGELHO S EGUNDO O E SPIRITISMO Agosto de 1865 Agosto de 1865 O C ÉU E O I NFERNO Janeiro de 1868 Janeiro de 1868 A G ÊNESE 29

30 Kardec percebeu a necessidade de criar um meio de comunicação onde fosse possível os vários grupos trocarem informações entre si, receberem instrução e respostas para suas dúvidas. 01/01/ /01/1858 PUBLICADO O PRIMEIRO NÚMERO DA R EVISTA E SPÍRITA 30

31 09/10/ /10/1861 AUTO DE FÉ DE B ARCELONA Foram queimados mais de 300 livros sobre o espiritismo, por serem considerados perniciosos fé católica. 31

32 Perguntaram a Kardec: De que maneira o Espiritismo tem feito bem as pessoas? Impediu inúmeros suicídios; Restabeleceu a Paz e a Concórdia em várias famílias; Tornou mansos e pacientes os homens violentos e coléricos; Deu resignação a aqueles em quem faltava; Reconduziu a Deus os que o desconheciam, destruindo-lhes as idéias materialistas, verdadeira chaga social que aniquila a responsabilidade moral do homem; Conduz os homens a se amarem como irmãos. 32

33 Qual o melhor jeito de aprendermos a D.Espírita, segundo Kardec nos ensinou? Ela não pode ser aprendida de lapso, pois requer muito tempo e reflexão; Devemos nos aprofundar nos estudos para conhecê-la e amá-la, porque ninguém consegue amar o que não conhece. Complementou Kardec: O Espiritismo é um gigantesco oceano no qual, nós os espíritas, ainda estamos na praia. Há muito para mergulhar e muito conhecimento para auferir; e é dessa forma que conseguiremos conduzir nossas almas a Deus. 33

34 31 de março de 1869 Desencarnou em Paris aos 65 anos Nascer, Morrer, Renascer ainda e Progredir sem cessar, tal é a Lei. 34

35 NÃO SOMOS ESPÍRITAS KARDECISTAS: SOMOS ESPÍRITAS!! O Espiritismo não vem procurar os perfeitos, mas os que se esforçam em o ser, pondo em prática os ensinos dos Espíritos. O verdadeiro espírita não é aquele que alcançou a meta, mas o que seriamente quer atingi-la. O verdadeiro espírita não é aquele que alcançou a meta, mas o que seriamente quer atingi-la. Sejam quais forem os seus antecedentes, será bom espírita desde que reconheça suas imperfeições e seja sincero e perseverante na proposta de se emendar. Allan Kardec 35

36 Bibliografia - ESDE 1 (FEB) Módulo II – roteiros 2 e 3 - Conhecendo o Espiritismo de Adenáuer Novaes – Cap. 1 – O Que É Espiritismo Allan Kardec, o Filme 36

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