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Bases Biológicas do Comportamento: Drogas Ilícitas e Adição Prof. Ant. Maia Olsen do Vale UFC/Sobral – Curso de Psicologia.

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1 Bases Biológicas do Comportamento: Drogas Ilícitas e Adição Prof. Ant. Maia Olsen do Vale UFC/Sobral – Curso de Psicologia

2 Substâncias psicoativas Conceito Conceito História – a descoberta pelo homem no contato com a natureza. História – a descoberta pelo homem no contato com a natureza. SP e práticas culturais – Religião, recreação/socialização, conformidade e alienação do sofrimento, estabelecimento de posição dentro do grupo, lucro, etc. SP e práticas culturais – Religião, recreação/socialização, conformidade e alienação do sofrimento, estabelecimento de posição dentro do grupo, lucro, etc. As explicações mentalistas e os experimentos com animais no séc. XX As explicações mentalistas e os experimentos com animais no séc. XX

3 Substâncias psicoativas Adição (addicere - condenar) Adição (addicere - condenar) Dependência – um estado adaptativo que se manifesta por intensos distúrbios físicos, quando a administração de uma droga é suspensa (Eddy et al, 1965, p.723). Dependência – um estado adaptativo que se manifesta por intensos distúrbios físicos, quando a administração de uma droga é suspensa (Eddy et al, 1965, p.723). Sintomas de abstinência – caracterizados principalmente por ações antagônicas às da substância aditiva da qual o sujeito está privado. Sintomas de abstinência – caracterizados principalmente por ações antagônicas às da substância aditiva da qual o sujeito está privado.

4 Substâncias psicoativas Tolerância – Tolerância – Diminuição da sensibilidade (aumento do limiar) à droga decorrente do uso continuado dela. Implica que o usuário cada vez mais precise de dozes maiores (aumento da intensidade do estímulo) para obter o efeito inicial. A maioria dos investigadores acredita que a tolerância é produzida pela tentativa do organismo de compensar uma condição anormal produzida pela intoxicação (...). A droga desequilibra os mecanismos homeostáticos normais do cérebro e, como resultado, eles passam a produzir efeitos opostos àqueles da droga, compensando parcialmente o desajuste homeostático

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6 Tolerância e abstinência - o caso da heroína Tolerância e abstinência - o caso da heroína Assim, doses maiores são cada vez mais necessárias. Este fenômeno é chamado de tolerância. A compensação constante (emissões de Rc) sem a Heroína (Si) é a abstinência. Outros Sc´s como o local, os amigos, o horário do uso, etc. diminuem o efeito das altas dosagens. Caso estes Sc´s sejam retirados, a dose antes suportada pode ser fatal.

7 Tolerância e abstinência - o caso da heroína Tolerância e abstinência - o caso da heroína Siegel et al. (1982, apud Carlson, 2002) administraram doses regulares de heroína em ratos, sempre na mesma gaiola, até eles demonstrarem tolerância. Siegel et al. (1982, apud Carlson, 2002) administraram doses regulares de heroína em ratos, sempre na mesma gaiola, até eles demonstrarem tolerância. No teste experimental administraram uma superdose, parte dos ratos recebeu na mesma gaiola e a outra parte em uma gaiola diferente. No teste experimental administraram uma superdose, parte dos ratos recebeu na mesma gaiola e a outra parte em uma gaiola diferente. Quase todos da gaiola diferente morreram. Na gaiola habitual apenas um pouco mais da metade morreu. Quase todos da gaiola diferente morreram. Na gaiola habitual apenas um pouco mais da metade morreu.

8 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante As substâncias psicoativas aditivas se inserem nos sistemas cerebrais envolvidos com o processo de reforçamento. As substâncias psicoativas aditivas se inserem nos sistemas cerebrais envolvidos com o processo de reforçamento. Os processos de tolerância e dependência não explicam porque o sujeito se engaja e permanece usando a droga no começo da adição. Isto deve-se ao reforçamento positivo e negativo dos primeiros usos da substância. Os processos de tolerância e dependência não explicam porque o sujeito se engaja e permanece usando a droga no começo da adição. Isto deve-se ao reforçamento positivo e negativo dos primeiros usos da substância.

9 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante Contiguidade (proximidade) temporal do reforço frequentemente é mais importante para um organismo do que a quantidade/qualidade do reforço. Contiguidade (proximidade) temporal do reforço frequentemente é mais importante para um organismo do que a quantidade/qualidade do reforço. Logan (1965) – saída A => pouca comida, imediata Ratos = Labirinto saída B => mais comida, demorada

10 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante As drogas mais aditivas são as que tem efeitos imediatos (Carlson, 2002). As drogas mais aditivas são as que tem efeitos imediatos (Carlson, 2002). Caso da escolha entre heroína (mais lipossolúvel) e morfina. Caso da escolha entre heroína (mais lipossolúvel) e morfina. Contingência armadilha (Baum, 2006) - A contiguidade do reforço pode participar da explicação de porque alguém usa uma droga ilícita, por pequenos períodos de ativação dos sistemas biológicos de reforçamento, mesmo sabendo que depois o problema ficará bem maior. (Carlson, 2002) Contingência armadilha (Baum, 2006) - A contiguidade do reforço pode participar da explicação de porque alguém usa uma droga ilícita, por pequenos períodos de ativação dos sistemas biológicos de reforçamento, mesmo sabendo que depois o problema ficará bem maior. (Carlson, 2002)

11 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante O uso da droga aditiva é reforçado por seus efeitos, e este processo depende da contiguidade. Quando esta droga é ingerida por uma via de ação lenta o processo de adição é mais complexo. Ver o comprimido + ingerir – nada... (tempo curto) Ver na ausência da coisa vista (lembrar do comprimido)- Efeito reforçador da Preparar-se para o efeitosubstância Pensar no efeito Fissura – fico pensando direto na droga

12 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante Em animais não humanos as drogas que demoram muito para fazer efeito praticamente não reforçam o consumir a substância psicoativa. Pois o que será reforçado será as ações próximas temporalmente ao efeito da droga e não o consumo da droga. (Carlson, 2002) Em seres humanos este processo é diferente em decorrência do comportamento verbal.

13 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante Mecanismos neurais As drogas que acarretam dependência – incluindo a anfetamina, a cocaína, os opiáceos, a nicotina, o álcool, o PCP e a maconha – promovem a liberação de dopamina no núcleo acumbens (Carlson, 2002, p.586) (2/6).

14 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante Mecanismos neurais Algumas drogas produzem este efeito aumentando a atividade dos neurônios dopaminérgicos do sistema mesolímbico, que se originam na área tegmental ventral e terminam no núcleo acumbens (e algumas outras regiões do cérebro).

15 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante Mecanismos neurais A ativação do sistema límbico dopaminérgico possibilita a ocorrência da base biológica da aprendizagem. Quando algo inicia este sistema é logo reconhecido. Reforçamento e mudanças biológicas são constituintes de um mesmo processo.

16 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante Mecanismos neurais A cocaína bloqueia a recaptação da dopamina pelos botões terminais, aumentando a quantidade nas fendas sinápticas. Vigilância ativa, reforço (efeito de prazer), leve euforia.

17 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante Mecanismos neurais As anfetaminas liberam a dopamina dos neurônios dopaminérgicos.

18 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante Mecanismos neurais A morfina e a heroína (opiáceos) atuam como se fosse neurotransmissores opióides, facilitando a liberação de dopamina. Os opiáceos levam a analgesia, hipotermia, sedação e são reforçadores (efeito do prazer).

19 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante Mecanismos neurais A morfina e a heroína (opiáceos) atuam como se fosse neurotransmissores opióides, facilitando a liberação de dopamina. Os opiáceos levam a analgesia, hipotermia, sedação e são reforçadores (efeito do prazer). Papoula

20 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante Mecanismos neurais O álcool sensibiliza os receptores do aminoácido gama-amino-butírico (GABA). Assim, também atua na liberação de dopamina. Tem ação ansiolítica.

21 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante Mecanismos neurais O THC também tem um feito reforçador ao estimular a liberação de dopamina no núcleo acumbens.

22 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante Mecanismos neurais O cigarro (nicotina) A nicotina induz preferência condicionada por lugar e auto-administração e, portanto, atua como reforçador positivo, esse efeito parece ser mediado pelo sistema dopaminérgico mesolímbico. A nicotina também induz à sensibilização comportamental que é provavelmente resultante de alterações da expressão gênica do núcleo acumbens induzidas pela exposição prolongada a essa substância. (Planeta e Cruz, 2005) Fonte: PLANETA, Cleopatra S.; CRUZ, Fábio C.. Neurophysiological basis of tobacco dependence. Rev. psiquiatr. clín., São Paulo, v. 32, n. 5, Disponível em:. Acesso em: 14 June doi: /S

23 Substâncias Psicoativas e o Reforçamento Operante Mecanismos neurais Mudanças permanentes – a compulsão pela cocaína pode estar associada a um aumento no número de receptores de dopamina (...). Os cérebros de indivíduos com história de abuso de cocaína apresentam uma maior densidade de receptores D3 no núcleo acumbens. (Carlson, 2002, p.590). Mudanças permanentes – a compulsão pela cocaína pode estar associada a um aumento no número de receptores de dopamina (...). Os cérebros de indivíduos com história de abuso de cocaína apresentam uma maior densidade de receptores D3 no núcleo acumbens. (Carlson, 2002, p.590). Estas mudanças permanecem mesmo após o fim da dependência. Estas mudanças permanecem mesmo após o fim da dependência. Prevenção de recaída e redução de danos. Prevenção de recaída e redução de danos.

24 O uso recreativo das drogas também pode ser um problema Por exemplo, mesmo o uso recreativo da maconha implica: Acelera o coração, podendo chegar a 160 bpm. Acelera o coração, podendo chegar a 160 bpm. Diminui a interação com o ambiente externo. Diminui a interação com o ambiente externo. Dificulta a aprendizagem. Dificulta a aprendizagem.


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