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Professor Renato Santos. 1ª Geração do Modernismo no Brasil Dois cartazes que fizeram parte da divulgação da Semana de Arte Moderna.

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1 Professor Renato Santos

2 1ª Geração do Modernismo no Brasil Dois cartazes que fizeram parte da divulgação da Semana de Arte Moderna.

3 Semana de Arte Moderna Capa do catálogo da exposição da Semana de Arte Moderna. Criação: Di Cavalcanti "Dentro de pouco tempo - talvez bem pouco - o que se chamou, em fevereiro de 1922 em São Paulo, a Semana de Arte Moderna, marcará uma data memorável no desenvolvimento literário e artístico do Brasil" Paulo Prado

4 A SAM representou uma verdadeira renovação de linguagem pois a arte passou então da vanguarda, para o modernismo. O evento marcou época ao apresentar novas ideias e conceitos artísticos, como a poesia através da declamação, que antes era só escrita; a música por meio de concertos, que antes só havia cantores sem acompanhamento de orquestras sinfônicas; e a arte plástica exibida em telas, esculturas e maquetes de arquitetura, com desenhos arrojados e modernos. Semana de Arte Moderna

5 A Semana de Arte Moderna, também chamada de Semana de 22, ocorreu em São Paulo no ano de 1922, de 11 a 18 de fevereiro, no Teatro Municipal. Semana de Arte Moderna

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8 1ª Geração do Modernismo no Brasil ABAPORU ABAPORU vem de 'aba' e 'poru' e significa o mesmo que Antropofagia, que vem do grego antropos (homem) e fagia (comer), ou seja, "homem que come", em tupi-guarani. Foi pintado em óleo sobre tela em 1928 por Tarsila do Amaral para dar de presente de aniversário ao escritor Oswald de Andrade, seu marido na época. É a tela brasileira mais valorizada em um leilão, tendo alcançado o valor de US$ 1,5 milhão, pago pelo colecionador argentino Eduardo Costantini em Encontra-se exposta no MALBA – Museu de Arte Latinoamericano de Buenos Aires.

9 1ª Geração do Modernismo no Brasil 03 FUVEST – Considere as seguintes comparações entre a cena do primeiro encontro de Macabéa e Olímpico, figurada no excerto, e a célebre cena do primeiro encontro de Leonardo e Maria da Hortaliça (Memórias de um sargento de milícias), a bordo do navio: I – Na primeira cena, utiliza-se o diálogo verbal como meio privilegiado de representação, ao passo que, na

10 1ª Geração do Modernismo no Brasil OSWALD DE ANDRADE poeta, romancista e dramaturgo, nasceu em São Paulo em 11 de janeiro de Filho de família rica, estuda na Faculdade de Direito do Largo São Francisco e, em 1912, viaja para à Europa. Depois de separar-se de Pagu, casou-se, em 1936, com a poetisa Julieta Bárbara. Em 1944, mais um casamento, agora com Maria Antonieta D'Aikmin, com quem permanece junto até a morte, em Nenhum outro escritor do Modernismo ficou mais conhecido pelo espírito irreverente e combativo do que Oswald de Andrade. Erro de Português Quando o português chegou Debaixo de uma bruta chuva Vestiu o índio Que pena! Fosse uma manhã de sol O índio tinha despido O português.

11 1ª Geração do Modernismo no Brasil "Malditos para sempre os Mestres do Passado! Que a simples recordação de um de vós escravize os espíritos no amor incondicional pela forma! Que o Brasil seja infeliz porque os criou! Que o universo se desmantele porque vos comportou! E que não fique nada! Nada! Nada!" MÁRIO RAUL DE MORAIS ANDRADE nasceu no dia 9 de outubro de 1893, na Rua Aurora, 320, em São Paulo. No segundo dia de espetáculos, durante o intervalo, em pé na escadaria, Mário de Andrade lê algumas páginas da obra "A Escrava que não é Isaura". O público, como já era esperado, reagiu com vaias. A Segunda Guerra Mundial parece ter afetado profundamente o poeta, que falece na tarde de 25 de fevereiro de 1945.

12 1ª Geração do Modernismo no Brasil MANUEL CARNEIRO DE SOUZA BANDEIRA FILHO nasceu em Recife, em 19 de abril de Em 1903 transfere-se para São Paulo, onde inicia o curso de Engenharia na Escola Politécnica. No ano seguinte, interrompe os estudos por causa da tuberculose e retorna ao Rio de Janeiro. Desenganado pelos médicos, passa longo tempo em estações climáticas do Brasil e da Europa.

13 1ª Geração do Modernismo no Brasil Entre 1916 e 1920, enquanto lutava contra a tuberculose, perde a mãe, a irmã e o pai, passando a viver solitariamente, apesar dos amigos e das reuniões na Academia Brasileira de Letras, para a qual foi eleito em Devido a todas essas desilusões, Manuel Bandeira tinha todos os motivos do mundo para ser um sujeito mal-humorado. Não era. Ele sempre teve um sorriso simpático e, apesar da miopia e de ser "dentuço", adorava "ser fotografado, traduzido, musicado...". Apesar de ser um homem apaixonado por mulheres, nunca se casou, ele dizia que "perdeu a vez". Em 13 de outubro de 1968, o poeta, que já contava mais de 80 anos, faleceu na cidade do Rio de Janeiro, vítima de parada cardíaca, e não de tuberculose, doença o acompanhou durante quase toda a sua vida.

14 1ª Geração do Modernismo no Brasil Pneumotórax Febre, hemoptise, dispnéia e suores noturnos. A vida inteira que podia ter sido e que não foi. Tosse, tosse, tosse. Mandou chamar o médico: - Diga trinta e três. - Trinta e três... trinta e três... trinta e três... - Respire O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado. - Então, doutor, não é possível tentar o pneumotórax? - Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino. Poema Tirado de uma Notícia de Jornal João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro Bebeu Cantou Dançou Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.

15 B1 Contexto Histórico: - Crise da Bolsa de Nova Iorque Ditadura Vargas – Estado Novo – ª Guerra Mundial – 1939 – Ascensão do Nazismo até MODERNISMO NO BRASIL 2ª Geração – 1930 a 1945

16 MODERNISMO NO BRASIL 2ª Geração – 1930 a 1945 B1 Contexto Histórico: A bomba atômica lançada sobre Hiroxima no dia 05/08/1945 formou uma enorme nuvem radioativa, que foi vista a muitos quilômetros de distância.

17 MODERNISMO NO BRASIL 2ª Geração – 1930 a 1945 B1 Características: - REGIONALISMO Cada autor dessa época trouxe para sua obra o problema social vivido em uma determinada região do país, gerando assim uma literatura regionalista crítica, que tinha o objetivo de denunciar uma realidade brasileira, provocando a conscientização e, assim, contribuir para a sua solução. Retirantes Cândido Portinari

18 MODERNISMO NO BRASIL A Poesia da 2ª Geração – 1930 a 1945 Autores:

19 MODERNISMO NO BRASIL A Prosa da 2ª Geração – 1930 a 1945 Autores:

20 Modernismo no Brasil – Terceira Geração 1945 – Questionamento psicológico profundo; - Arte politizada; - Arte das palavras; - Psicológica - introspectiva. 3ª Geração do Modernismo

21 Clarice Lispector – "Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..." 3ª Geração do Modernismo

22 Quando escrevo, repito o que já vivi antes. E para estas duas vidas, um léxico só não é suficiente. Em outras palavras, gostaria de ser um crocodilo vivendo no rio São Francisco. Gostaria de ser um crocodilo porque amo os grandes rios, pois são profundos como a alma de um homem. Na superfície são muito vivazes e claros, mas nas profundezas são tranqüilos e escuros como o sofrimento dos homens. João Guimarães Rosa

23 João Cabral de Melo Neto – Prêmio Camões de Literatura ª Geração do Modernismo Nascimento: 09/01/1920 Natural: Recife – PE Fazer poesia para o povo começaria por usar formas populares

24 Modernismo em Portugal III – Terceira Geração 1974 – Revolução dos Cravos - Fusão das falas da personagem e do narrador; - Meandros do pensamento humano. 3ª Geração do Modernismo

25 Modernismo em Portugal III – Terceira Geração 1974 – Revolução dos Cravos AUTORES José Saramago - Prêmio Nobel de Literatura - Discurso Psicanalítico; - Fusão das falas da personagem e do narrador; - Meandros do pensamento humano. 3ª Geração do Modernismo

26 MODERNISMO Ariano Suassuna Em algumas ocasiões lanço mão do riso para me defender, porque, como sertanejo, não gosto de ser visto dominado pela emoção

27 MODERNISMO Ariano Suassuna Ariano Vilar Suassuna nasceu em João Pessoa, então "Cidade da Paraíba em 16 de junho de 1927, é um dramaturgo, romancista e poeta brasileiro. Filho do ex-governandor João Suaçuna ( ). Ariano é um dos mais importantes dramaturgos brasileiros, autor dos célebres Auto da Compadecida e "A Pedra do Reino", é um defensor militante da cultura brasileira.

28 MODERNISMO Ariano Suassuna Seu nascimento acabou por ocasionar a parada de uma procissão que ocorrera em frente do palácio do governo do estado.

29 MODERNISMO Ariano Suassuna Aos três anos de idade (1930), Ariano passou por um dos momentos mais complicados de sua vida com o assassinato de seu pai, no Rio de Janeiro, por motivos políticos, durante a Revolução de 1930, o que obrigou sua mãe, Cássia Vilar Suassuna, a levar toda a família a morar na cidade de Taperoá.

30 MODERNISMO Ariano Suassuna De 1933 a 1937, Ariano residiu em Taperoá, onde "fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de improvisação seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral." [

31 MODERNISMO Ariano Suassuna Em 1956, afasta-se da advocacia e se torna professor de Estética da Universidade Federal de Pernambuco, onde se aposentaria em Em 1976, defende sua tese de livre-docência, intitulada "A Onça castanha e a Ilha Brasil: uma reflexão sobre a cultura brasileira"

32 MODERNISMO Ariano Suassuna Auto da compadecida é uma peça de teatro, em forma de auto, em três atos escrita e em 1955 por Ariano Suassuna. Sua primeira encenação foi em 1956, em Recife, Pernambuco. É uma comédia de tipo sacramental que põe em relevo problemas e situações peculiares da cultura do Nordeste do Brasil. Insere elementos da tradição da literatura de cordel, apresenta traços do barroco católico brasileiro, mistura cultura popular e tradição religiosa. Esta peça projetou Suassuna em todo o país e foi considerada, em 1962, por Sábato Magaldi "o texto mais popular do moderno teatro brasileiro".


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