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Sensibilização das Famílias e Comunidades para o Desenvolvimento da Primeira Infância.

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Apresentação em tema: "Sensibilização das Famílias e Comunidades para o Desenvolvimento da Primeira Infância."— Transcrição da apresentação:

1 Sensibilização das Famílias e Comunidades para o Desenvolvimento da Primeira Infância

2 Sensibilizar Sensibilização- ato de sensibilizar Sensibilizar – tornar sensível, causar abalo, comover

3 O ato de Sensibilizar pressupõe: Conhecimento -Programa, contexto social... Estar sensibilizado - acreditar nos objetivos, na capacidade das pessoas de efetuarem a mudança e nas possibilidades de intervenção no contexto social.

4 É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, à liberdade, à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. Art.227 – Constituição Federal.

5 A Família como agente socializador Introduz a criança no mundo social. Possibilita a aquisição de condutas, valores e conhecimentos básicos da sociedade em que vive. Soma-se às funções da instituição (escola ou centro infantil) e à comunidade.

6 Conhecendo a Comunidade As potencialidades dos recursos humanos, materiais e institucionais. O significado e as origens e costumes da comunidade. O documentos de época, fotografias, utensílios, obras literárias, produções culturais, que possam fornecer informações significativas ligadas àquela comunidade. Levantamento e análise dos saberes presentes no cotidiano das famílias, criam a oportunidade de valorizá- los, destacando a importância que têm na melhoria da qualidade de suas vidas.

7 O saber social É o conjunto de conhecimentos, práticas, diretrizes, procedimentos, valores, símbolos, ritos e sentidos que uma sociedade julga válido para sobreviver, conviver e projetar-se. TORO, José Bernardo – sociólogo colombiano.

8 Técnicas de abordagem Visita Domiciliar: proporciona ao visitador (entrevistador), encontrar a verdade daquela realidade e não a verdade que acredita ou que quer ver. Entrevista: é uma técnica que permite estabelecer uma relação profissional, um vínculo subjetivo e interpessoal entre duas ou mais pessoas, sendo que o que diferencia o seu uso é a maneira e a intenção de quem a pratica. Kisnermann (1978)

9 Reunião Comunitária Consiste num encontro de pessoas e/ou grupos da comunidade para informar ou debater temas de interesse comum. Características: realiza-se num tempo e espaço definido; objetiva socializar informações, avaliar ações de interesse coletivo; promovida por agente interno ou externo.

10 Reunião Comunitária Consiste num encontro de pessoas e/ou grupos da comunidade para informar ou debater temas de interesse comum. Características: realiza-se num tempo e espaço definido; objetiva socializar informações, avaliar ações de interesse coletivo; promovida por agente interno ou externo.

11 Atividade Comunitária É um processo que envolve indivíduos e/ou grupos de uma determinada área geográfica, que estão interessados ou podem vir a interessar-se por serviços ou programas de interesse social, com o propósito de aumentar tais serviços, melhorar sua qualidade e participação ou avançar na gestão. Características: realiza-se num tempo e espaço determinado (início, meio e fim); tem objetivo definido (melhorar as condições sociais, culturais, etc); é protagonizada por pessoas da comunidade, podendo contar com parceria de organismos governamentais; compreende um processo progressivo de aprendizado de participação comunitária.

12 Primeira etapa da entrevista O objetivo é estabelecer uma relação com o entrevistado que proporcione que este : Aceite ser entrevistado. Se interesse em participar da entrevista. Coopere, oferecendo as informações necessárias.

13 Mantenha uma atitude que demonstre sua capacidade profissional. Aparência adequada. Manifestação de respeito. Cordialidade, tratamento caloroso, afetivo. Estabeleça um clima de confiança.

14 No desenvolvimento destas técnicas o entrevistador deve: Evitar comentários, falando apenas o necessário. Deixar o entrevistado falar sem interrompe- lo, não tomar partido, não criticar e nem censurar. Observar para que o entrevistado não se desvie do assunto.

15 Respeitar os silêncios do entrevistado. Dar tempo para a reflexão. Observar atentamente. No desenvolvimento destas técnicas o entrevistador deve:

16 O tipo de atividades, os horários e os espaços utilizados devem contemplar disponibilidade dos familiares. A cultura do contexto. Experiências que passam os familiares sobre temas relacionados à saúde, educação e cuidados com as crianças. Para alcançar a participação das famílias deve ser considerado:

17 Proporcionar um clima adequado para a comunicação, onde os familiares não sejam simples receptores. Parceria com instituições e lideranças da comunidade que possam somar informações. Mostrar a família os resultados que as crianças vem alcançando, durante as visitas, contatos informais ou reuniões sistemáticas. Ajudar os pais a fortalecer a confiança em sua capacidade de educar, criando auto-confiança em sua capacidade de intervir positivamente em sua vida familiar.

18 Ressaltar as habilidades e as atividades positivas que foram desenvolvidas nos aprendizados efetuados, por menores que sejam. Propor avaliação da família sobre o trabalho realizado.


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