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METODOLOGIA DA PESQUISA METODOLOGIA DA PESQUISA Metodologia é o ramo da lógica que se ocupa dos métodos utilizados nas diferentes ciências. Pode-se conceituá-la.

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2 METODOLOGIA DA PESQUISA METODOLOGIA DA PESQUISA

3 Metodologia é o ramo da lógica que se ocupa dos métodos utilizados nas diferentes ciências. Pode-se conceituá-la ainda como parte de uma ciência que estuda os métodos aos quais ela própria recorre. Tais métodos caracterizam-se como o corpo de regras e diligências estabelecidas para realizar uma pesquisa. (MICHALISZYN; TOMASINI, 2007, p. 47). METODOLOGIA

4 investigar questionar procurar buscar interpretar avaliar Processo de busca que parte de um feito ou fato menos elaborado (F1) e vai até um feito ou fato mais elaborado (F2), mas nunca terminado. PESQUISA

5 É neste momento que o estagiário/pesquisador deverá apresentar como, onde, com quem, com que instrumentos, quanto e quando será feita a pesquisa. É nesta parte do trabalho que o estágio/pesquisador fará a descrição das características do tipo de pesquisa que será desenvolvido durante o estudo e deverá conter o tipo de estudo, caracterizar quanto a forma de abordagem, quanto aos objetivos/fins e quanto aos procedimentos de coleta de dados/meios para pesquisa. ASPECTOS METODOLÓGICOS

6 TIPOS DE PESQUISA O problema de pesquisa, as questões (ou hipóteses) e, principalmente, os objetivos que o pesquisador definiu vão nortear a escolha do tipo mais adequado de pesquisa entre os vários tipos possíveis.

7 TIPOS DE PESQUISA A partir do modelo de pesquisa científica de Patton e do modelo de consultoria de Schein, Roesch (1999) construiu uma tipologia com os principais estudos em estágio, conforme a autora, a maioria dos estágios encaixam-se nos seguintes tipos: Pesquisa aplicada; Pesquisa-diagnóstica; Proposição de planos; Avaliação formativa; Avaliação de resultados.

8 TIPOS DE PESQUISA A pesquisa aplicada, segundo Roesch (1999), visa a geração de soluções para problemas humanos, levanta questões importantes para a sociedade e deve contribuir com soluções alternativas a partir das teorias utilizadas. Uma pesquisa deve contribuir para a ampliação do conhecimento geral.

9 TIPOS DE PESQUISA A pesquisa-diagnóstico dá ênfase ao diagnóstico para a organização, ou seja, o estagiário deverá levantar e definir problemas. Roesch (1999) explica, ainda, que o estagiário, poderá fazer este estudo na organização como um todo, ou em um setor específico, ou com cargos específicos.

10 TIPOS DE PESQUISA A proposição de planos é o tipo de estágio mais desenvolvido pelos alunos em geral. Consiste na proposta de soluções a partir de um diagnóstico já realizado na organização. Isto não significa que o aluno não possa fazer diagnóstico e proposição, esta situação, aliás, é a mais corriqueira, principalmente em empresas de pequeno porte. De acordo com Roesch (1999), são considerados estudos constantes nesta categoria as propostas, sistemas, manuais e programas.

11 TIPOS DE PESQUISA Já a avaliação formativa consiste na melhoria ou no acompanhamento para a implantação de algum plano ou programa. Este seria o passo seguinte da proposição de planos (ROESCH, 1999). Neste tipo de estudo, você deverá deter um bom conhecimento sobre os processos e sistemas estudados.

12 TIPOS DE PESQUISA A avaliação de resultados que, como o próprio nome sugere, visa a verificação da efetividade de um programa, política ou plano implantado. (ROESCH, 1999). Na realidade, a partir do seu estudo, você deverá avaliar se as metas da intervenção foram ou não atingidas.

13 QUANTITATIVAS QUALITATIVAS ABORDAGEM DO PROBLEMA

14 Considera que tudo pode ser quantificável, o que significa traduzir em números opiniões e informações para classificá-los. Requer o uso de recursos e de técnicas estatísticas (percentagem, média, moda, mediana, desvio padrão, coeficiente de correlação, análise de regressão, etc...). QUANTITATIVO

15 Considera que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, isto é, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito que não pode ser traduzido em números. A interpretação dos fenômenos, bem como a atribuição de significados, são básicos no processo de pesquisa qualitativa. Não requer o uso de métodos e técnicas estatísticas. O ambiente natural é a fonte direta para coleta de dados e o pesquisador é o instrumento chave. QUALITATIVO

16 MEIOS DE COLETA DE DADOS Para decidir sobre que estratégias ou meios de coleta de dados serão utilizados na fase empírica da pesquisa, o pesquisador precisa refletir, principalmente sobre as perguntas ou hipóteses de pesquisa que formulou, perguntando-se que dados deverá buscar e como poderá buscá-los.

17 MEIOS DE COLETA DE DADOS Laville e Dionne (1999) classificam os tipos de pesquisa segundo as estratégias ou meios empregados na busca da informação em: pesquisa com dados criados e pesquisas com dados existentes.

18 Pesquisa Bibliográfica: elaborada a partir de material já publicado, constituído principalmente de livros, artigos de periódicos e atualmente com material disponibilizado na Internet. Pesquisa Documental: elaborada a partir de materiais que não receberam tratamento analítico. Levantamento: quando a pesquisa envolve a interrogação direta das pessoas cujo comportamento se deseja conhecer. Estudo de caso: quando envolve o estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos de maneira que se permita o seu amplo e detalhado conhecimento. MEIOS DE COLETA DE DADOS

19 Exploratória. Descritiva. Explicativa. OBJETIVOS/FINS

20 Visa proporcionar maior familiaridade com o problema com vistas a torná-lo explícito ou construir hipóteses. Envolvem levantamento bibliográfico; entrevistas com pessoas que tiveram experiências práticas com o problema pesquisado; análise de exemplos que estimulem a compreensão. EXPLORATÓRIA

21 Visa descrever as características de determinada população ou fenômeno ou o estabelecimento de relações entre variáveis. Envolvem o uso de técnicas padronizadas de coleta de dados: questionário e observação. DESCRITIVA

22 Visa identificar os fatores que determinam ou contribuem para a ocorrência dos fenômenos. Aprofunda o conhecimento da realidade porque explica a razão, o porquê das coisas. Quando realizada nas ciências naturais requer o uso do método experimental e nas ciências sociais requer o uso do método observacional. EXPLICATIVA

23 FONTE DOS DADOS Primários: aqueles que você, como pesquisador, está coletando pela primeira vez junto à população em estudo (entrevistas, questionários, observação). Secundários: aqueles que já foram coletados por outros e receberam do pesquisador, o tratamento adequado (livros, artigos científicos, teses, dissertações, revistas, jornais, relatórios técnicos, legislação e outros divulgados no meio eletrônico).

24 FONTE DOS DADOS No caso de coleta de dados primários, você deverá explicar qual a população que compõe o seu estudo. População, conforme Barbeta (1998, p.19) é o [...] conjunto de elementos que queremos abranger em nosso estudo e que são passíveis de serem observados, com respeito às características que pretendemos levantar, ou seja, é composta por todos os elementos que podem fornecer dados referentes ao seu estudo.

25 FONTE DOS DADOS Após definida a população, se ela for muito grande, faz-se necessário o processo de amostragem, que de acordo com Barbeta (1998) tem a seu favor a economia financeira e de tempo, maior confiabilidade dos dados coletados e maior facilidade na operacionalização do estudo.

26 FONTE DOS DADOS As amostras podem ser classificadas em probabilísticas e não probabilísticas. Existem vários tipos de amostras probabilísticas, isto é, amostras em que os elementos são selecionados de tal maneira, que cada elemento da população tem certa chance de ser escolhido como parte da amostra. São tipos de amostras probabilísticas: amostra aleatória simples, estratificada, sistemática e de grupo.

27 FONTE DOS DADOS Amostra aleatória simples: todas as unidades da população têm uma chance igual e independente de serem selecionadas. Amostra estratificada: envolve uma divisão a priori da população em grupos homogêneos de acordo com certas características conhecidas e a seleção de amostras separadas de cada grupo. Amostra sistemática: selecionada através de sorteios com intervalos definidos, dos elementos (por exemplo, selecionar todos os múltiplos de cinco de uma lista de elementos).

28 FONTE DOS DADOS Amostra de grupo: seleciona unidades de populações em grupos (clusters). O grau de generalização dos resultados é determinado, simultaneamente, pelo tamanho e pelo tipo de amostra. O tipo de amostra que permite maiores generalizações é a amostra aleatória (random), seguida das amostras estratificadas, sistemáticas e de grupo. Lembre-se de listar os critérios de aleatoriedade, no caso de amostragem aleatória.

29 FONTE DOS DADOS Amostra não probabilística Não se baseia em probabilidades, mas em julgamentos subjetivos do pesquisador. No caso das amostras intencionais, devem-se listar os critérios de intencionalidade.

30 FONTE DOS DADOS Lembre-se... Nas pesquisas com dados primários o período de estudo, que normalmente corresponde aos Estágios II e III, deverão ser relatados.

31 OBSERVAÇÃO Quando se utilizam os sentidos na obtenção de dados de determinados aspectos da realidade. A observação pode ser: a)assistemática, isto é, que não tem planejamento e controle previamente elaborados; b)sistemática: tem planejamento, realiza-se em condições controladas para responder aos propósitos preestabelecidos; c)não-participante: o pesquisador presencia o fato, mas não participa; d)participante: quando o pesquisador vivencia o ambiente pesquisado como ator. INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE COLETA DE DADOS INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE COLETA DE DADOS

32 ENTREVISTA É a obtenção de informações por meio de entrevistas que podem ser: Estruturada: roteiro previamente estabelecido. Não-estruturada: não existe rigidez de roteiro. INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE COLETA DE DADOS INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE COLETA DE DADOS

33 QUESTIONÁRIO É uma série ordenada de perguntas que devem ser respondidas por escrito pelo informante. Deve ser objetivo, limitado em extensão e estar acompanhado de instruções. As instruções devem esclarecer o propósito de sua aplicação, ressaltar a importância da colaboração do informante e facilitar o preenchimento. As perguntas do questionário podem ser: abertas e fechadas. INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE COLETA DE DADOS INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE COLETA DE DADOS

34 O questionário deverá ser construído em blocos temáticos obedecendo a uma ordem lógica na elaboração das perguntas. A redação das perguntas deverá ser feita em linguagem compreensível ao informante. A formulação das perguntas deverá evitar a possibilidade de interpretação dúbia, sugerir ou induzir a resposta. RECOMENDAÇÕES ÚTEIS À CONSTRUÇÃO DE UM QUESTIONÁRIO

35 Cada pergunta deverá focar apenas uma questão para ser analisada pelo informante. O questionário deverá conter apenas as perguntas relacionadas aos objetivos da pesquisa. Perguntas que já se sabe que não serão respondidas com honestidade devem ser evitadas. A aplicação de pré-teste é fundamental para corrigir os erros do instrumento. RECOMENDAÇÕES ÚTEIS À CONSTRUÇÃO DE UM QUESTIONÁRIO


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