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T EORIA DA A DMINISTRAÇÃO T AYLORISMO – F AYLORISMO – F ORDISMO E SCOLA C LÁSSICA DE A DMINISTRAÇÃO E SCOLA R ELAÇÕES H UMANAS E SCOLA C ONTINGENCIAL Fundamentos.

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1 T EORIA DA A DMINISTRAÇÃO T AYLORISMO – F AYLORISMO – F ORDISMO E SCOLA C LÁSSICA DE A DMINISTRAÇÃO E SCOLA R ELAÇÕES H UMANAS E SCOLA C ONTINGENCIAL Fundamentos de Administração Profª Norma Bandeira Costa S EMINÁRIO

2 Pesquisa e apresentação: Afonso Souza (Matrícula ) Ariolino Sabóia (Matrícula 2051) Francisco Jhonatan Pinto (Matrícula ) Normando Ribeiro (Matricula ) Thiago Rian (Matrícula ) Roberlânio Nascimento (Matrícula )

3 Objetivo da pesquisa: O objetivo principal deste trabalho é resgatar a história da Administração bem como analisar, de forma concisa, sua evolução através dos tempos.

4 Conceito de Administração Para entender Administração é preciso ir além da interpretação da palavra. É preciso compreender o papel que a administração desempenha para as organizações e sociedade. A palavra ADMINISTRAÇÃO vem do latim, AD (junto de) e MINISTRATIO (prestação de serviço), e significa a ação de prestar serviço ou ajuda.

5 O que é Administrar? O processo de administrar é inerente a qualquer situação onde haja pessoas que utilizam recursos para atingir um objetivo. É obter resultados através do esforço coletivo orientado; É fixar objetivos e motivar o pessoal para atingí-los; É a ação coordenada de recursos para se atingir objetivos da empresa. Administrar Recursos Financeiros, Produtivos, Materiais, Físicos, Humanos etc.; coordenando tudo com o objetivo da maximização da produtividade. É saber interpretar tendências e estar sempre à frente dos acontecimentos, percebendo-se as transformações, antecipando-se à concorrência. (Quem dá o primeiro passo, garante o mercado). É desenvolver Recursos Humanos para a expansão, que é o objetivo maior e dependente de Recursos Humanos que a sustenha. Portanto, Administrar é educar. Como produto do trabalho educativo da Gerência participativa e inovadora, obteremos a cooperação espontânea da equipe.

6 O processo administrativo abrange cinco tipos principais de decisões, também chamadas processos ou funções: Planejamento Organização Liderança Execução Controle

7 A Importância da Administração A administração é importante em qualquer escala de utilização de recursos para realizar objetivos – individual, familiar, grupal, organizacional ou social (cidade, estado, sociedade global). O processo administrativo exerce grande impacto sobre o desempenho das organizações. Conforme aumenta a quantidade de recursos empregados, mais complexo se torna o processo de administrar. O principal motivo para a existência das organizações é o fato de que certos objetivos só podem ser alcançados por meio da ação coordenada de grupos de pessoas.

8 Como são tão importantes para a realização de objetivos sociais, as organizações afetam a qualidade de vida, tanto positivamente (se bem administradas) quanto negativamente (se mal administradas)

9 As organizações transformam recursos em produtos e serviços, com o propósito de resolver problemas de seus usuários e das pessoas que as criaram. Duas palavras são usadas para indicar que uma organização tem desempenho de acordo com as expectativas dos usuários: Eficácia: é a palavra usada para indicar que a organização realiza seus objetivos. Quanto mais alto o grau de realização dos objetivos, mais a organização é eficaz. Eficiência: é a palavra usada para indicar que a organização utiliza produtivamente, ou de maneira econômica seus recursos. Quanto mais alto o grau de produtividade ou economia na utilização dos recursos, mais eficiente e a organização.

10 Linha do Tempo da Administração Vejamos alguns destaques 3000 a.C., Mesapotâmia - Civilização suméria. Escrituração de operações comerciais. Primeiros dirigentes e funcionários administrativos profissionais. Século XXVI a.C., Egito - Construção da Grande Pirâmide. Evidências de planejamento, organizações e controle sofisticados. Século VIII a.C., Roma - Começo do Império Romano, que duraria 12 séculos. Os embriões de todas as instituições administrativas modernas são criados nesse período. Século IV a. C., China - Sun-Tzu prescreve princípios de estratégia e comportamento gerencial. Através de seus escritos denominados A Arte da Guerra, ele recomenda evitar a batalha, intimidar psicologicamente o inimigo e usar o tempo, em vez da força, para desgastá-lo e ataca-lo quando estivesse desprevenido. Século XVI, Florença - Maquiavel publica O Príncipe, um tratado sobre a arte de governar, em que são enunciadas as qualidades do dirigente.

11 Linha do Tempo da Administração 1800, Inglaterra - A Fundição Soho, criada por James Watt para fabricar a locomotiva a vapor, é uma coleção de inovações administrativas: procedimentos padronizados de trabalho, especificações de peças e ferramentas, previsão de vendas e planejamento da produção, salários de incentivo, tempos padronizados, festa e bonificações de Natal e sociedade de socorros mútuos para os empregados, contabilidade e auditoria. Século XVIII, Revolução Industrial - As tendências que o mercantilismo havia iniciado foram impulsionadas pela Revolução Industrial, que foi produto de dois eventos: o surgimento das fábricas e a invenção das máquinas a vapor. As principais tendências administrativas criadas e aceleradas pela Revolução Industrial: Substituição do artesão pelo operário especializado; Invenção das fábricas; Crescimento das cidades, originando novas necessidades de administração pública; Surgimento dos Sindicatos; Marxismo. Início do Século XIX, Inglaterra - Criação dos Primeiros Sindicatos de Trabalhadores 1881, Estados Unidos - Joseph Wharton funda a primeira faculdade de administração.

12 Anos 10, Estados Unidos - Em 1910, Henry Ford estabelece a primeira planta dedicada exclusivamente à montagem final, em Kansas City. Ford também adota o dia de trabalho de oito horas e duplica o valor do salário, para cinco dólares por dia. 1916, França - Fayol publica Administração Industrial e Geral. Anos 50, Japão - Especialistas americanas, como Deming, visitam o Japão para ministrar cursos de controle de qualidade. Em 1957, Laoru Ishikawa propõe o Controle de Qualidade da fabricante de carros japonesa Toyota. E começa as vendas nos Estados Unidos. Anos 50-60, Estados Unidos - Guerra Fria entre União Soviética e Estados Unidos. O campo da administração de projetos consolida-se como disciplina. Anos 60-70, escala global - Começa a aplicação intensiva de computadores para o tratamento de problemas administrativos, como administração de pessoal, contabilidade e controle de suprimentos. Linha do Tempo da Administração

13 Anos 70-80, escala global - Dissemina-se o modelo japonês de administração. Anos 80-90, até passagem do século XXI - Acelera-se a utilização de tecnologias de tratamento de informações e comunicação, possibilitando a pulverização de operações das empresas. Computadores, telefones, fax e televisão tornam possível trabalhar, comprar e usar o banco sem sair de casa. Abertura das economias nacionais, enxugamento do Estado, programas de estabilização econômica, mercados globais, nações independentes, necessidade de mecanismos de coordenação global, Internet. Terceiro Milênio - Aumento da ênfase do meio ambiente, terceirização em larga escala, fim do emprego, empreendedorismo, qualidade de vida no trabalho, autogestão, administração do Terceiro Setor. Linha do Tempo da Administração

14 Frederick Winslow Taylor (1856 – 1915) O movimento Taylorismo desenvolveu-se em três períodos: PRIMEIRO PERÍODO Taylor iniciou suas experiências e estudos pelo trabalho do operário e, mais tarde, generalizou as suas conclusões para a Administração geral: sua teoria seguiu um caminho de baixo para cima e das partes para o todo. Este período corresponde à época da publicação do seu livro Administração de Oficinas, 1903, onde se preocupa exclusivamente com as técnicas de racionalização do trabalho do operário, através do Estudo de Tempos e Movimentos (Motion-Time Study).

15 Frederick Winslow Taylor (1856 – 1915) SEGUNDO PERÍODO Corresponde à época da publicação de seu livro Princípios da Administração Científica (1911), quando concluiu que a racionalização do trabalho operário deveria ser logicamente acompanhada de uma estruturação geral da empresa e que tornasse coerente a aplicação dos seus princípios. Nesse segundo período, desenvolveu os seus estudos sobre a Administração geral, a qual denominou Administração Científica, sem deixar contudo sua preocupação com relação à tarefa do operário.

16 Frederick Winslow Taylor (1856 – 1915) TERCEIRO PERÍODO Aqui ele reforça os princípios da administração científica: 1.Desenvolver uma ciência para cada elemento do trabalho, para substituir o velho método empírico (pesquisa investigativa). 2.Selecionar cientificamente e depois treinar, instruir e desenvolver o trabalhador. 3.Cooperar sinceramente com os trabalhadores, de modo a garantir que o trabalho seja feito de acordo com princípios da ciência que foi desenvolvida. 4.Existe uma divisão quase igual de trabalho e de responsabilidade entre a administração e os trabalhadores. A administração incumbe-se de todo o trabalho para o qual esteja melhor preparada que os trabalhadores.

17 Frederick Winslow Taylor (1856 – 1915) ADMINISTRAÇÃO COMO CIÊNCIA Os elementos da Administração Científica são: 1. Estudo de tempo e padrões de produção; 2. Supervisão funcional; 3. Padronização de ferramentas e instrumentos; 4. Planejamento das tarefas; 5. O princípio da exceção; 6. A utilização da régua de cálculo e instrumentos para economizar tempo; 7. Fichas de instruções de serviço; 8. A ideia de tarefa, associada a prêmios de produção pela sua execução eficiente; 9. Sistemas para classificação dos produtos e do material utilizado na manufatura; 10. Sistema de delineamento da rotina de trabalho.

18 Frederick Winslow Taylor (1856 – 1915) PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA DE TAYLOR A gerência adquiriu novas atribuições e responsabilidades descritas pelos quatro princípios a seguir: Princípio de Planejamento: substitui no trabalho o critério individual do operário, pelos métodos baseados em procedimentos científicos. Substituir a improvisação pela ciência, através do planejamento. Princípio do Preparo: selecionar cientificamente os trabalhadores de acordo com suas aptidões e prepará-los e treiná-los para produzirem mais e melhor, de acordo com o método planejado. Princípio do Controle: controlar o trabalho para se certificar de que o mesmo está sendo executado de acordo com as normas estabelecidas e segundo o plano previsto. A gerência deve cooperar com os trabalhadores, para que a execução seja a melhor possível. Princípio da Execução: distribuir distintamente as atribuições e as responsabilidades, para que a execução do trabalho seja bem mais disciplinada.

19 Henri Fayol (1841 – 1925) Teoria Clássica Administrativa – 1916 Fayol parte da proposição de que toda empresa pode ser dividida em seis grupos: 1. Funções Técnicas, produção de bens ou de serviços; 2. Funções Comerciais, compra, venda e permutação; 3. Funções Financeiras, procura e gerência de capitais; 4. Funções de Segurança, proteção e preservação de bens. 5. Funções Contábeis, inventários, registros, balanços, custos e estatísticas. 6. Funções Administrativas, integração da cúpula das outras cinco funções.

20 Henri Fayol (1841 – 1925) Teoria Clássica Administrativa – 1916 PRINCÍPIOS GERAIS DE ADMINISTRAÇÃO 1. Divisão do trabalho: consiste na especialização das tarefas e das pessoas para aumentar a eficiência. 2. Autoridade e responsabilidade: autoridade é o direito de dar ordens e o poder de esperar obediência, responsabilidade é uma consequência natural da autoridade 3. Disciplina: depende da obediência, aplicação, energia, comportamento e respeito aos acordos estabelecidos. 4. Unidade de comando: cada empregado deve receber ordens de apenas um superior. É o princípio da autoridade única.

21 Henri Fayol (1841 – 1925) Teoria Clássica Administrativa – Unidade de direção: uma cabeça é um plano para cada grupo de atividades que tenham o mesmo objetivo. 6. Subordinação de interesses individuais aos interesses gerais: os interesses gerais devem sobrepor-se aos interesses particulares. 7. Remuneração do pessoal: deve haver justa e garantida satisfação para os empregados e para a organização em termos de retribuição. 8. Centralização: refere-se a concentração da autoridade no topo da hierarquia da organização. 9. Cadeia escalar: é a linha de autoridade que vai do escalão mais alto ao mais baixo. É o princípio de comando.

22 Henri Fayol (1841 – 1925) Teoria Clássica Administrativa – Ordem: um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar. É a ordem material e humana. 11. Equidade: amabilidade e justiça para alcançar a lealdade do pessoal. 12. Estabilidade e duração (num cargo) do pessoal: a rotação tem um impacto negativo sobre a eficiência da organização. Quanto mais tempo uma pessoa permanecer num cargo melhor. 13. Iniciativa: a capacidade de visualizar um plano e assegurar seu sucesso.

23 Henri Fayol (1841 – 1925) Teoria Clássica Administrativa – Espírito de equipe: harmonia e união entre as pessoas são grandes forças para a organização. A teoria Clássica concebe a organização em termos de estrutura, forma e disposição das partes que a constituem, além do inter- relacionamento entre as partes. Para a Teoria Clássica, os aspectos organizacionais são analisados de cima para baixo (da direção para execução) e do todo para as partes (da síntese para análise), exatamente ao contrário da abordagem da Administração Científica.

24 Henry Ford (1863 – 1947) Foi um empreendedor americano, fundador da Ford Motor Company e o primeiro empresário a aplicar a montagem em série de forma a produzir em massa automóveis em menos tempo e a um menor custo. Foi responsável pela criação de um sistema industrial chamado de fordismo.Ford Motor Company

25 Henry Ford (1863 – 1947) Fordismo é um sistema de produção, criado pelo empresário norte- americano Henry Ford, cuja principal característica é a fabricação em massa. Henry Ford criou este sistema em 1914 para sua indústria de automóveis, projetando um sistema baseado numa linha de montagem.

26 Henry Ford (1863 – 1947) Objetivo do sistema O objetivo principal deste sistema era reduzir ao máximo os custos de produção e assim baratear o produto, podendo vender para o maior número possível de consumidores. Desta forma, dentro deste sistema de produção, uma esteira rolante conduzia o produto, no caso da Ford os automóveis, e cada funcionário executava uma pequena etapa. Logo, os funcionários não precisavam sair do seu local de trabalho, resultando numa maior velocidade de produção.

27 Henry Ford (1863 – 1947) Henry Ford não fazia segredos de suas técnicas, que passaram a ser usadas por todas as empresas dos Estados Unidos. Depois da Segunda Guerra, empresas como Volkswagem, Renault, Fiat e Mercedez-Benz copiaram o modelo Ford e estavam produzindo em escala comparável às empresas americanas, das quais eram cópias virtuais. O fordismo foi o sistema de produção que mais se desenvolveu no século XX, sendo responsável pela produção em massa de mercadorias das mais diversas espécies.

28 Henry Ford (1863 – 1947) Ford foi grande inovador em muitos outros aspectos. Também em 1914, adotou o dia de trabalho de 8 horas e duplicou o valor do salário, para 5 dólares por dia, medida que não foi vista com simpatia por seus concorrentes. Ford achava que seus operários deveriam poder comprar o produto que fabricavam, o que sem dúvida é opinião avançada até mesmo nos dias em que vivemos.

29 O Filme Tempos Modernos: foi uma crítica ao Fordismo – produzido e estrelado pelo inglês Charles Chaplin

30 Escola Clássica de Administração

31 O que é Escola Clássica de Administração? Conjunto de contribuições teóricas que buscaram identificar princípios racionais e universais de gestão que tornariam a organização mais eficiente. O primeiro período que marcou o estabelecimento do capitalismo foi caracterizado pela reposta não sistemática e desordenada aos desafios colocados pelos novos espaços e relações de trabalho, presentes, principalmente, nas fábricas.

32 Escola Clássica de Administração Dividida em três grandes correntes: Movimento de administração científica; Gestão administrativa; Teoria da burocracia.

33 Movimento de Administração Científica Surgiu como uma resposta eficiente à questão da existência de uma nova força de trabalho, desqualificada e barata (imigrantes).

34 Gestão Administrativa Abordou os princípios gerais de administração, Henri Fayol, foi o principal representante dessa corrente.

35 Teoria da Burocracia O termo burocracia é uma conjugação do termo francês bureau que significa escritório ou espaço de trabalho, com o sufixo grego kratia que se refere ao poder, à regra. Logo burocracia significa poder do escritório.

36 Teoria da Burocracia Defendida pelo Sociólogo Max Weber, sustenta que a burocracia, tendo por base princípios como a impessoalidade e a racionalidade técnica, é o modelo ideal de estruturação das organizações da sociedade capitalista.

37 Princípios da Teoria da Burocracia * Formalização: existem regras definidas e protegidas da alteração arbitrária ao serem formalizadas por escrito. * Divisão do trabalho: cada elemento do grupo tem uma função específica, de forma a evitar conflitos na atribuição de competências. * Hierarquia: o sistema está organizado em pirâmide, sendo as funções subalternas controladas pelas funções de chefia, de forma a permitir a coesão do funcionamento do sistema. * Impessoalidade: as pessoas, enquanto elementos da organização, limitam-se a cumprir as suas tarefas, podendo sempre serem substituídas por.

38 Princípios da Teoria da Burocracia * Competência técnica e Meritocracia: a escolha dos funcionários e cargos depende exclusivamente do seu mérito e capacidades - havendo necessidade da existência de formas de avaliação objetivas. * Separação entre propriedade e administração: os burocratas limitam-se a administrar os meios de produção - não os possuem. * Profissionalização dos funcionários. * Completa previsibilidade do funcionamento: todos os funcionários deverão comportar-se de acordo com as normas e regulamentos da organização a fim de que esta atinja a máxima eficiência possível.

39 Movimento de relações humanas Movimento de reação e oposição à escola clássica de administração, que reconhece os limites do controle burocrático como forma de regulamentação social e que se propõe a valorizar as dimensões relacionais e sociais no ambiente de trabalho.

40 Base do Movimento de Relações Humanas Integração social do indivíduo é fator determinante de seu nível de produtividade; O comportamento do indivíduo é determinado pelas normas de funcionamento do grupo a que pertence; As organizações são compostas por diferentes grupos informais, que não coincidem com sua estrutura formal; Uma supervisão mais cooperativa e preocupada com os trabalhadores aumenta a eficiência organizacional.

41 A E SCOLA C ONTINGENCIAL

42 Escola Contingencial A palavra Contingência significa algo incerto ou eventual. Dentro de um aspecto mais amplo, a Abordagem Contingencial salienta que não se atinge a eficácia organizacional seguindo um único e exclusivo modelo organizacional. Não existe uma forma única que seja melhor para organizar no sentido de alcançar os objetivos altamente variados das organizações dentro de um ambiente também altamente variado. Os estudos atuais sobre as organizações complexas levaram a uma nova perspectiva teórica: a estrutura de uma organização e seu funcionamento são dependentes da interface com o ambiente externo.

43 A Teoria da Contingência Nasceu a partir de uma série de pesquisas feitas para verificar os modelos de estruturas organizacionais mais eficazes em determinados tipos de indústrias. Os pesquisadores, cada qual isoladamente, procuraram confirmar se as organizações eficazes de determinados tipos de indústrias seguiam os pressupostos da Teoria Clássica, como a divisão do trabalho, a amplitude de controle, a hierarquia de autoridade etc. Os resultados surpreendentemente conduziram a uma nova concepção de organização: a estrutura de uma organização e o seu funcionamento são dependentes da interface com o ambiente externo. Em outros termos, não há uma única e melhor forma de organizar.


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