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1 Feita com Você!. 3. Sistema Financeiro Nacional 3.1 Estrutura do SFN 3.2 Subsistema normativo 3.3 Subsistema de intermediação 3.4 Títulos públicos negociados.

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1 1 Feita com Você!

2 3. Sistema Financeiro Nacional 3.1 Estrutura do SFN 3.2 Subsistema normativo 3.3 Subsistema de intermediação 3.4 Títulos públicos negociados no MF 3.5 Principais papéis privados negociados no MF 6/17/20142

3 3.1 - Estrutura do SFN Conjunto de instituições financeiras e instrumentos financeiros que visam transferir recursos dos agentes econômicos (pessoas, empresas, governo) superavitários para os deficitários. Conjunto de instituições financeiras e instrumentos financeiros que visam transferir recursos dos agentes econômicos (pessoas, empresas, governo) superavitários para os deficitários. Órgão normativo máximo: CMN Órgão normativo máximo: CMN Lei de Reforma Bancária de 1964 Lei de Reforma Bancária de 1964 Lei do Mercado de Capitais de 1965 Lei do Mercado de Capitais de 1965 Lei de criação dos Bancos Múltiplos de 1988 Lei de criação dos Bancos Múltiplos de /17/20143

4 Estrutura do SFN 6/17/20144 SISTEMAFINANCEIRONACIONAL(SFN) SUBSISTEMANORMATIVO SUBSISTEMA DE INTERMEDIAÇÃO

5 Estrutura do SFN 6/17/20145 SUBSISTEMANORMATIVO CONSELHOMONETÁRIO NACIONAL (CMN) BANCOCENTRAL(BACEN) (CVM) COMISSÃO VALORESMOBILIÁRIOS INSTITUIÇÕESESPECIAIS B.B. BNDES CEF ComissõesConsultivas Responsável pelo funcionamento do mercado financeiro e de suas instituições.

6 Estrutura do SFN 6/17/20146 Instituições Financeiras Bancárias SUBSISTEMADEINTERMEDIAÇÃO Instituições Financeiras não Bancárias Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) InstituiçõesAuxiliares Instituições não Financeiras Composto pelas instituições bancárias e não bancárias que atuam em operações de intermediação financeira.

7 3.2 - Subsistema Normativo 6/17/20147 SUBSISTEMANORMATIVO CONSELHOMONETÁRIO NACIONAL (CMN) BANCOCENTRAL(BACEN) (CVM) COMISSÃO VALORESMOBILIÁRIOS INSTITUIÇÕESESPECIAIS B.B. BNDES CEF ComissõesConsultivas Responsável pelo funcionamento do mercado financeiro e de suas instituições.

8 CMN 6/17/20148 FINALIDADE PRINCIPAL: FORMULAÇÃO DE TODA A POLÍTICA DE MOEDA E DO CRÉDITO, OBJETIVANDO ATENDER AOS INTERESSES ECONÔMICOS E SOCIAIS DO PAÍS. Fixar diretrizes e as normas da política cambialFixar diretrizes e as normas da política cambial Regulamentar as operações de câmbioRegulamentar as operações de câmbio Controlar a paridade da moeda e o equilíbrio do Balanço de PagamentosControlar a paridade da moeda e o equilíbrio do Balanço de Pagamentos Regulamentar as taxas de jurosRegulamentar as taxas de juros Regular a constituição e o funcionamento das instituições financeirasRegular a constituição e o funcionamento das instituições financeiras Fixar índices de encaixe, capital mínimo e normas de contabilizaçãoFixar índices de encaixe, capital mínimo e normas de contabilização Acionar medidas de prevenção ou correção de desequilíbriosAcionar medidas de prevenção ou correção de desequilíbrios Disciplinar o crédito e orientar na aplicação dos recursosDisciplinar o crédito e orientar na aplicação dos recursos Regular as operações de redesconto e as operações no mercado abertoRegular as operações de redesconto e as operações no mercado aberto

9 CMN 6/17/20149 Composto por: Ministro da FazendaMinistro da Fazenda Ministro de PlanejamentoMinistro de Planejamento Presidente do Banco CentralPresidente do Banco Central Comissões Consultivas: assessoram em assuntos tais como: Assuntos BancáriosAssuntos Bancários Mercado de Capitais e Mercados FuturosMercado de Capitais e Mercados Futuros Crédito RuralCrédito Rural Crédito IndustrialCrédito Industrial Política MonetáriaPolítica Monetária Política CambialPolítica Cambial

10 BACEN Executor das políticas traçadas pelo CMN e órgão fiscalizador do SFN. Executor das políticas traçadas pelo CMN e órgão fiscalizador do SFN. Banco fiscalizador e disciplinador do MF. Banco fiscalizador e disciplinador do MF. Banco que aplica penalidades, na intervenção e na liquidação extrajudicial de instituições financeiras. Banco que aplica penalidades, na intervenção e na liquidação extrajudicial de instituições financeiras. Banco gestor do SFN ao expedir normas e autorizações e promover o controle das instituições financeiras. Banco gestor do SFN ao expedir normas e autorizações e promover o controle das instituições financeiras. Banco executor da política monetária. Banco executor da política monetária. Banco do Governo. Banco do Governo. 6/17/201410

11 Atribuições do BACEN Fiscalizar as instituições financeiras. Fiscalizar as instituições financeiras. Autorizar o funcionamento, instalação e transferência de sedes, fusões e incorporações das IF. Autorizar o funcionamento, instalação e transferência de sedes, fusões e incorporações das IF. Realizar e controlar operações de redesconto e as de empréstimo no âmbito das IF bancárias. Realizar e controlar operações de redesconto e as de empréstimo no âmbito das IF bancárias. Emitir dinheiro e controlar a liquidez do mercado. Emitir dinheiro e controlar a liquidez do mercado. Controlar o crédito, os capitais estrangeiros e receber os depósitos compulsórios dos bancos. Controlar o crédito, os capitais estrangeiros e receber os depósitos compulsórios dos bancos. Efetuar operações de compra/venda de títulos públicos e federais. Efetuar operações de compra/venda de títulos públicos e federais. Supervisionar o sistema de compensação de cheques. Supervisionar o sistema de compensação de cheques. Receber depósitos compulsórios das IF e executar operações de política monetária. Receber depósitos compulsórios das IF e executar operações de política monetária. 6/17/201411

12 Funções Básicas da CVM Incentivar a poupança no mercado acionário. Incentivar a poupança no mercado acionário. Estimular o funcionamento das bolsas de valores e das instituições operadoras do mercado acionário. Estimular o funcionamento das bolsas de valores e das instituições operadoras do mercado acionário. Assegurar a lisura nas operações de compra/venda de valores mobiliários. Assegurar a lisura nas operações de compra/venda de valores mobiliários. Promover a expansão dos negócios do mercado acionário. Promover a expansão dos negócios do mercado acionário. Proteger aos investidores do mercado acionário. Proteger aos investidores do mercado acionário. 6/17/201412

13 Atuação da CVM 6/17/ CVMCVM Instituições Financeiras do Mercado Instituições Financeiras do Mercado Companhias de Capital Aberto Companhias de Capital Aberto InvestidoresInvestidores

14 Banco do Brasil Sociedade Anônima de capital misto, controlada pela União. Até 1986 foi considerada uma autoridade monetária, atuando na emissão de moeda. O privilégio foi revogado por decisão do CMN. Sociedade Anônima de capital misto, controlada pela União. Até 1986 foi considerada uma autoridade monetária, atuando na emissão de moeda. O privilégio foi revogado por decisão do CMN. Agente financeiro do Governo Federal: na execução de sua política creditícia e financeira sob a supervisão do CMN. Agente financeiro do Governo Federal: na execução de sua política creditícia e financeira sob a supervisão do CMN. Banco Comercial: pode exercer atividades próprias dessas instituições. Banco Comercial: pode exercer atividades próprias dessas instituições. Banco de Investimento e Desenvolvimento: financia atividades rurais, industriais, comerciais e de serviços, além de fomentar a economia de diferentes regiões. Banco de Investimento e Desenvolvimento: financia atividades rurais, industriais, comerciais e de serviços, além de fomentar a economia de diferentes regiões. 6/17/201414

15 BNDES Empresa pública vinculada ao Ministério do Planeja- mento, principal instrumento de médio e longo prazo de execução da política de financiamento do Governo Federal. Empresa pública vinculada ao Ministério do Planeja- mento, principal instrumento de médio e longo prazo de execução da política de financiamento do Governo Federal. Objetivo: reequipar e fomentar empresas de interesse ao desenvolvimento do país. Objetivo: reequipar e fomentar empresas de interesse ao desenvolvimento do país. Atua através de agentes financeiros, pagando uma comissão chamada del credere. Atua através de agentes financeiros, pagando uma comissão chamada del credere. Esses agentes são co-responsáveis na liquidação da dívida junto ao BNDES. Esses agentes são co-responsáveis na liquidação da dívida junto ao BNDES. 6/17/201415

16 BNDES 6/17/ FINAME Agência Especial de Financiamento Industrial EMBRAMECMecânica Brasileira S.A. FIBASA Insumos Básicos S.A. - Financiam. e Participações IBRASAInvestimentos Brasileiros S.A. BNDES Participações S.A. - BNDESPAR F U S Ã O

17 BNDESPAR 6/17/ OBJETIVO: PROMOVER A CAPITALIZAÇÃO DA EMPRESA NACIONAL POR MEIO DE PARTICIPAÇÕES ACIONÁRIAS ALTERNATIVAMENTE AO FINANCIAMENTO, O BNDESPAR COMPRA AÇÕES DAS EMPRESAS, INJETANDO RECURSOS PRÓPRIOS (NÃO EXIGÍVEIS) PARA FINANCIAR SEUS INVESTIMENTOS. APÓS CONSOLIDADO O INVESTIMENTO, O BANCO VENDE AS AÇÕES ADQUIRIDAS NO MERCADO. OUTRA FORMA DE ATUAÇÃO É A GARANTIA OFERECIDA NO LANÇAMENTO PÚBLICO DE NOVAS AÇÕES E FINANCIAMENTO PARA QUE OS ACIONISTAS VENHAM A SUBSCREVER O AUMENTO DE CAPITAL DA EMPRESA.

18 CEF As caixas econômicas são instituições financeiras públicas, autônomas e que apresentam um claro objetivo social. As caixas econômicas são instituições financeiras públicas, autônomas e que apresentam um claro objetivo social. A CEF executa atividades características dos bancos comerciais e múltiplos. A CEF executa atividades características dos bancos comerciais e múltiplos. A CEF é o principal agente do SFH, atuando no financiamento da casa própria. A CEF é o principal agente do SFH, atuando no financiamento da casa própria. O SFH foi criado em 1964 e, com a extinção do BNH, a CEF se transformou no seu órgão executivo. O SFH foi criado em 1964 e, com a extinção do BNH, a CEF se transformou no seu órgão executivo. Os recursos para o SFH são originados pelo FGTS, cadernetas de poupança e fundos próprios dos agentes financeiros. Os recursos para o SFH são originados pelo FGTS, cadernetas de poupança e fundos próprios dos agentes financeiros. 6/17/201418

19 CEF Outros objetivos da CEF: Outros objetivos da CEF: – Administrar com exclusividade os serviços de loterias federais – Constituir-se no principal arrecadador do FGTS – Ter o monopólio das operações de penhor, que são empréstimos garantidos com bens de valor e alta liquidez como jóias, metais preciosos, pedras preciosas, etc.. 6/17/201419

20 3.3 - Subsistema de Intermediação 6/17/ Instituições Financeiras Bancárias SUBSISTEMADEINTERMEDIAÇÃO Instituições Financeiras não Bancárias Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) InstituiçõesAuxiliares Instituições não Financeiras Composto pelas instituições bancárias e não bancárias que atuam em operações de intermediação financeira.

21 Instituições Financeiras Bancárias Bancos Comerciais: Bancos Comerciais: – Constituídas em forma de S.A. – Executam operações de crédito de curto prazo – Capacidade de criar moeda – Tendência a concentração via fusões – Prestação de serviços, pagamento de cheques, cobranças, transferências, ordens de pagamentos, aluguel de cofres, custódia de valores, operações de câmbio – Classificação: Bancos de varejo: trabalham com muitos clientes Bancos de varejo: trabalham com muitos clientes Bancos de negócios: voltados a grandes operações Bancos de negócios: voltados a grandes operações Private bank: atende pessoas físicas de renda/patrimônio elevado Private bank: atende pessoas físicas de renda/patrimônio elevado Personal bank: atende pessoas físicas de renda elevada e pequenas e médias empresas Personal bank: atende pessoas físicas de renda elevada e pequenas e médias empresas Corporate bank: atende pessoas jurídicas de grande porte Corporate bank: atende pessoas jurídicas de grande porte 6/17/201421

22 Instituições Financeiras Bancárias Bancos Múltiplos: formados com base nas atividades (carteiras) de quatro instituições: banco comercial, banco de investimento e desenvolvimento, sociedade de crédito, financiamento e investimento e sociedade de crédito imobiliário. Bancos Múltiplos: formados com base nas atividades (carteiras) de quatro instituições: banco comercial, banco de investimento e desenvolvimento, sociedade de crédito, financiamento e investimento e sociedade de crédito imobiliário. Para ser configurada como Banco Múltiplo, uma instituição deve operar pelo menos duas das carteiras mencionadas, sendo uma delas a de Banco Comercial ou Banco de Investimento. Para ser configurada como Banco Múltiplo, uma instituição deve operar pelo menos duas das carteiras mencionadas, sendo uma delas a de Banco Comercial ou Banco de Investimento. Sua criação foi uma evolução do mercado, que mostrava que a segregação de operações impunha restrições ao setor financeiro com grandes disponibili- dades em algumas IF e déficits em outras. Sua criação foi uma evolução do mercado, que mostrava que a segregação de operações impunha restrições ao setor financeiro com grandes disponibili- dades em algumas IF e déficits em outras. 6/17/201422

23 Instituições Financeiras não Bancárias Não têm capacidade de criação de moeda. Não têm capacidade de criação de moeda. Bancos de Investimento: grandes fornecedores de créditos de médio e longo prazo, suprindo os agentes carentes de recursos com fundos para capital de giro e capital fixo. Bancos de Investimento: grandes fornecedores de créditos de médio e longo prazo, suprindo os agentes carentes de recursos com fundos para capital de giro e capital fixo. Realizam operações de maior escala como repasse de recursos oficiais e recursos do exterior. Realizam operações de maior escala como repasse de recursos oficiais e recursos do exterior. Avais, fianças, custódias, administração de carteiras de títulos e valores mobiliários, etc. Avais, fianças, custódias, administração de carteiras de títulos e valores mobiliários, etc. Usam recursos de terceiros provenientes da colocação de CDB, vendas de cotas de fundos de investimento, empréstimos contratados no país e no exterior. Usam recursos de terceiros provenientes da colocação de CDB, vendas de cotas de fundos de investimento, empréstimos contratados no país e no exterior. 6/17/201423

24 Instituições Financeiras não Bancárias Não têm capacidade de criação de moeda. Não têm capacidade de criação de moeda. Bancos de Desenvolvimento: instituições públicas estaduais que visam promover o desenvolvimento econômico e social da região de atuação. Bancos de Desenvolvimento: instituições públicas estaduais que visam promover o desenvolvimento econômico e social da região de atuação. Apoiam o setor privado da economia por meio de empréstimos, financiamentos e arrendamento mer- cantil. Apoiam o setor privado da economia por meio de empréstimos, financiamentos e arrendamento mer- cantil. Sua constituição e funcionamento dependem de autorização do Banco Central. Sua constituição e funcionamento dependem de autorização do Banco Central. 6/17/201424

25 Instituições Financeiras não Bancárias Não têm capacidade de criação de moeda. Não têm capacidade de criação de moeda. Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento: conhecidas como financeiras, dedicam-se a financiar bens duráveis às pessoas físicas por meio do mecanismo de crédito direto ao consumidor (CDC). Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento: conhecidas como financeiras, dedicam-se a financiar bens duráveis às pessoas físicas por meio do mecanismo de crédito direto ao consumidor (CDC). Além dos recursos próprios, a fonte de recursos destas IF, consiste no aceite e colocação de LC no mercado. Além dos recursos próprios, a fonte de recursos destas IF, consiste no aceite e colocação de LC no mercado. As LC são emitidas pelo devedor e aceitas pela IF. As LC são emitidas pelo devedor e aceitas pela IF. Crédito com interveniência: a IF compra os créditos comerciais de uma loja. A empresa comercial emite as LC e a financeira as aceita. Crédito com interveniência: a IF compra os créditos comerciais de uma loja. A empresa comercial emite as LC e a financeira as aceita. 6/17/201425

26 Instituições Financeiras não Bancárias Não têm capacidade de criação de moeda. Não têm capacidade de criação de moeda. Sociedades de Arrendamento Mercantil: realizam operações de leasing de bens nacionais, adquiridos de terceiros e destinados ao uso dos arrendatários. Sociedades de Arrendamento Mercantil: realizam operações de leasing de bens nacionais, adquiridos de terceiros e destinados ao uso dos arrendatários. Os recursos são levantados pela emissão de debêntures e empréstimos no país e no exterior. Os recursos são levantados pela emissão de debêntures e empréstimos no país e no exterior. Os principais tipos de leasing são: Os principais tipos de leasing são: – Operacional: similar a um aluguel, realizado pelas empresas fabricantes dos bens. – Financeiro: realizado por bancos múltiplos e sociedades de arrendamento mercantil. No final do prazo pode ser exercido o direito de compra pelo valor residual. – Lease - back: venda e aluguel automático de um bem. 6/17/201426

27 Instituições Financeiras não Bancárias Não têm capacidade de criação de moeda. Não têm capacidade de criação de moeda. Cooperativas de Crédito: voltadas a viabilizar créditos a seus associados, além de prestar determinados serviços. Cooperativas de Crédito: voltadas a viabilizar créditos a seus associados, além de prestar determinados serviços. Sociedades de Crédito Imobiliário: voltam-se ao financiamento de operações imobiliárias, que envol- vem compra e venda de imóveis. Prestam apoio a outras operações do setor imobiliário como loteamen- tos, incorporações, etc. Os recursos são levantados por meio de letras imobiliárias e cadernetas de poupança. Sociedades de Crédito Imobiliário: voltam-se ao financiamento de operações imobiliárias, que envol- vem compra e venda de imóveis. Prestam apoio a outras operações do setor imobiliário como loteamen- tos, incorporações, etc. Os recursos são levantados por meio de letras imobiliárias e cadernetas de poupança. Associações de Poupança e Empréstimo: IF que atuam também na área habitacional, por meio de financia- mentos imobiliários. Associações de Poupança e Empréstimo: IF que atuam também na área habitacional, por meio de financia- mentos imobiliários. 6/17/201427

28 6/17/ SBPE CEFSociedadesdeCréditoImobiliárioAssociaçõesde Poupança e EmpréstimoBancosMúltiplos A CAPTAÇÃO DE RECURSOS DESTAS INSTITUIÇÕES É FEITA ATRAVÉS DAS CADERNETAS DE POUPANÇA E DOS FUNDOS PROVENIENTES DO FGTS

29 6/17/ INSTITUIÇÕESAUXILIARES BolsasdeValoresSociedadesCorretoras de Valores MobiliáriosSociedadesDistribuidoras MobiliáriosAgentesAutônomosdeInvestimento

30 Bolsas de Valores Proporcionam liquidez aos títulos negociados, atuando por meio de pregões contínuos. Proporcionam liquidez aos títulos negociados, atuando por meio de pregões contínuos. Têm responsabilidade pela fixação de preços justos, formados pelo mecanismo da oferta e da procura. Têm responsabilidade pela fixação de preços justos, formados pelo mecanismo da oferta e da procura. Obrigam-se a divulgar todas as operações realizadas no menor tempo possível. Obrigam-se a divulgar todas as operações realizadas no menor tempo possível. Atuam em diversos tipos de mercados: Atuam em diversos tipos de mercados: – A vista – A termo – Opções – Futuros 6/17/ Mercado de Balcão: resume operações realizadas com diversos papeis, sem necessidade de registro com diversos papeis, sem necessidade de registro em bolsa. Não possui lugar físico. As Caixas de Liquidação (clearing) atuam nos pregões e têm a função de registrar, liquidar e compensar as diversas operações.

31 Sociedades Corretoras Instituições que efetuam, com exclusividade, a inter- mediação financeira nos pregões das bolsas de valo-res, das quais são associadas, por meio da compra de um título patrimonial. Instituições que efetuam, com exclusividade, a inter- mediação financeira nos pregões das bolsas de valo-res, das quais são associadas, por meio da compra de um título patrimonial. – Promovem ou participam de lançamentos públicos de ações. – Administram e custodiam carteiras de títulos e valores. – Organizam e administram fundos e clubes de investimento. – Efetuam a intermediação em títulos e valores mobiliários. – Efetuam compra/venda de metais preciosos. – Operam em bolsas de mercadorias e futuros. – Operam em câmbio. – Prestam assessoria técnica em assuntos inerentes ao mercado financeiro. 6/17/201431

32 Outras Instituições Auxiliares Sociedades distribuidoras: também intermediam em títulos e valores mobiliários, assemelhando-se seus objetivos aos das corretoras. Sociedades distribuidoras: também intermediam em títulos e valores mobiliários, assemelhando-se seus objetivos aos das corretoras. – Intermediação em títulos e valores mobiliários de renda fixa e variável. – Operações no mercado aberto. – Participação em lançamento público de ações. Agentes autônomos de investimentos: são pessoas físicas credenciadas pelas IF intermediadoras para atuarem na colocação de títulos e valores mobiliários e outros serviços, pelo recebimento de uma comissão. Agentes autônomos de investimentos: são pessoas físicas credenciadas pelas IF intermediadoras para atuarem na colocação de títulos e valores mobiliários e outros serviços, pelo recebimento de uma comissão. 6/17/201432

33 Instituições não Financeiras Sociedades de Fomento comercial: conhecidas como empresas de factoring, são empresas comerciais que operam por meio da compra de duplicatas, cheques e outros títulos, de forma similar ao desconto bancário. A empresa de factoring assume o risco do título negociado. Sociedades de Fomento comercial: conhecidas como empresas de factoring, são empresas comerciais que operam por meio da compra de duplicatas, cheques e outros títulos, de forma similar ao desconto bancário. A empresa de factoring assume o risco do título negociado. – Seus recursos são empréstimos bancários ou fundos próprios. Companhias Seguradoras: são consideradas no sistema financeiro porque têm a obrigação de aplicar parte de suas reservas no mercado de capitais. Companhias Seguradoras: são consideradas no sistema financeiro porque têm a obrigação de aplicar parte de suas reservas no mercado de capitais. 6/17/201433

34 3.4 -Títulos Públicos negociados no Mercado Financeiro São títulos federais, estaduais e municipais. São títulos federais, estaduais e municipais. Os títulos federais são adquiridos no mercado primário por meio de leilões promovidos pelo BC e podem, posteriormente, ser negociados no mercado secundário para outras instituições financeiras ou não financeiras. Os títulos federais são adquiridos no mercado primário por meio de leilões promovidos pelo BC e podem, posteriormente, ser negociados no mercado secundário para outras instituições financeiras ou não financeiras. – Consecução da política monetária do Governo, regulando o fluxo dos meios de pagamento da economia. – Financiar o déficit orçamentário e de caixa do Governo. – Prover fundos ao Governo para investimentos públicos. Os títulos estaduais e municipais atendem os mesmos objetivos, exceto o de gestão monetária. Os títulos estaduais e municipais atendem os mesmos objetivos, exceto o de gestão monetária. 6/17/201434

35 Títulos Públicos negociados no Mercado Financeiro Os Títulos da Reforma Agrária, foram criados para indenizar proprietários de terras desapropriadas pelo Governo Federal, conforme a política de Reforma Agrária. Têm pouca credibilidade e se negociam com deságio. Os Títulos da Reforma Agrária, foram criados para indenizar proprietários de terras desapropriadas pelo Governo Federal, conforme a política de Reforma Agrária. Têm pouca credibilidade e se negociam com deságio. Os Certificados de Privatização foram emitidos pelo Tesouro Nacional para promover a adquisição de ações de empresas estatais em seu processo de privatização. Foram colocadas compulsoriamente nas IF privadas, companhias de seguros e de assistência privada. Negociados com deságio. Os Certificados de Privatização foram emitidos pelo Tesouro Nacional para promover a adquisição de ações de empresas estatais em seu processo de privatização. Foram colocadas compulsoriamente nas IF privadas, companhias de seguros e de assistência privada. Negociados com deságio. 6/17/201435

36 3.5 - Principais papéis privados negociados no MF Ações Ações Depositary Receipts Depositary Receipts Commercial Papers e Export Notes Commercial Papers e Export Notes Debêntures Debêntures Letras de Câmbio Letras de Câmbio Certificados de Depósitos Bancários (CDB) Certificados de Depósitos Bancários (CDB) Recibos de Depósitos Bancários (RDB) Recibos de Depósitos Bancários (RDB) Certificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI) Certificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI) 6/17/201436

37 Principais papéis privados negociados no MF Ações: menor parcela do capital social de uma S.A. Têm valores negociáveis e são distribuídos aos subscritores de acordo com sua participação monetária. Podem ser emitidas com e sem valor nominal. Ações: menor parcela do capital social de uma S.A. Têm valores negociáveis e são distribuídos aos subscritores de acordo com sua participação monetária. Podem ser emitidas com e sem valor nominal. Ações ordinárias: direito a voto. Dividendo obrigatório fixado por lei ou o indicado nos estatutos. Ações ordinárias: direito a voto. Dividendo obrigatório fixado por lei ou o indicado nos estatutos. Ações Preferenciais: sem direito a voto. Ações Preferenciais: sem direito a voto. – Preferência no recebimento dos dividendos – Preferência no reembolso do capital Ações de Gozo ou Fruição: montante em ações, que caberia aos acionistas em caso de dissolução da companhia. Ações de Gozo ou Fruição: montante em ações, que caberia aos acionistas em caso de dissolução da companhia. 6/17/201437

38 Vantagens dos investidores em ações Dividendos: parte dos resultados da empresa, pago aos acionistas em dinheiro no final de cada exercício social. Dividendos: parte dos resultados da empresa, pago aos acionistas em dinheiro no final de cada exercício social. Bonificação: emissão e distribuição gratuita aos acionistas, em quantidades proporcionais ao capital, de novas ações resultantes de aumento de capital pela incorporação de reservas. Bonificação: emissão e distribuição gratuita aos acionistas, em quantidades proporcionais ao capital, de novas ações resultantes de aumento de capital pela incorporação de reservas. Valorização: valorização das ações no mercado. Valorização: valorização das ações no mercado. Direito de subscrição: direito que cabe aos atuais acionistas de serem previamente consultados em todo aumento de capital. Direito de subscrição: direito que cabe aos atuais acionistas de serem previamente consultados em todo aumento de capital. 6/17/201438

39 Principais papéis privados negociados no MF Depositary Receipts: são recibos de depósitos de ações depositadas em custódia em uma instituição financeira custodiante, responsável por manter a guarda dos títulos. O DR é emitido com base nesse lastro de ações, por um banco depositário no exterior. Depositary Receipts: são recibos de depósitos de ações depositadas em custódia em uma instituição financeira custodiante, responsável por manter a guarda dos títulos. O DR é emitido com base nesse lastro de ações, por um banco depositário no exterior. ADR: American Depositary Receipt, são recibos lançados em Estados Unidos. ADR: American Depositary Receipt, são recibos lançados em Estados Unidos. IDR: Internacional DR, são recibos emitidos em outros países. IDR: Internacional DR, são recibos emitidos em outros países. BDR: recibos representativos de valores mobiliários emitidos no país, por empresas sediadas no exterior e negociados no Brasil. BDR: recibos representativos de valores mobiliários emitidos no país, por empresas sediadas no exterior e negociados no Brasil. 6/17/201439

40 Principais papéis privados negociados no MF Commercial Papers: nota promissória de curto prazo emitida por sociedade tomadora de recursos para financiar seu capital de giro. A garantia do título é o desempenho da empresa e os títulos podem ser adquiridos pelas IF para sua própria carteira ou para repasse aos seus clientes. Commercial Papers: nota promissória de curto prazo emitida por sociedade tomadora de recursos para financiar seu capital de giro. A garantia do título é o desempenho da empresa e os títulos podem ser adquiridos pelas IF para sua própria carteira ou para repasse aos seus clientes. Export Notes: representa a cessão de créditos de contratos de exportação de empresas brasileiras. O exportador transfere a um investidor, por este título, seus direitos sobre uma exportação realizada recebendo em troca o pagamento em moeda nacional. Este título é negociável no MF. Export Notes: representa a cessão de créditos de contratos de exportação de empresas brasileiras. O exportador transfere a um investidor, por este título, seus direitos sobre uma exportação realizada recebendo em troca o pagamento em moeda nacional. Este título é negociável no MF. 6/17/201440

41 Principais papéis privados negociados no MF Debêntures: títulos de crédito emitidos por sociedades anônimas, tendo por garantia seus ativos. Os recursos gerados por esta emissão se usam para o financiamento do capital de giro e o capital fixo das empresas. Debêntures: títulos de crédito emitidos por sociedades anônimas, tendo por garantia seus ativos. Os recursos gerados por esta emissão se usam para o financiamento do capital de giro e o capital fixo das empresas. Oferecem juros, participação nos lucros e prêmios de reembolso. Se emitidas com cláusula de conver- sibilidade, por opção do debenturista, a debênture é resgatada no vencimento em dinheiro ou em seu equivalente em ações. Oferecem juros, participação nos lucros e prêmios de reembolso. Se emitidas com cláusula de conver- sibilidade, por opção do debenturista, a debênture é resgatada no vencimento em dinheiro ou em seu equivalente em ações. 6/17/201441

42 Principais papéis privados negociados no MF Letras de Câmbio: são emitidas pelos financiados dos contratos de crédito. Após do aceite, a LC é vendida a investidores através do MF. São a principal fonte de recursos para financiar bens duráveis (CDC), utilizadas pelas Sociedades Financeiras. Letras de Câmbio: são emitidas pelos financiados dos contratos de crédito. Após do aceite, a LC é vendida a investidores através do MF. São a principal fonte de recursos para financiar bens duráveis (CDC), utilizadas pelas Sociedades Financeiras. Certificados de Depósitos Bancários (CDB): é uma obrigação de pagamento futura de um capital aplicado em depósito a prazo fixo em IF. Transferível. Certificados de Depósitos Bancários (CDB): é uma obrigação de pagamento futura de um capital aplicado em depósito a prazo fixo em IF. Transferível. Recibos de Depósitos Bancários (RDB): similar ao anterior, intransferível, obrigatoriamente nominativos. Recibos de Depósitos Bancários (RDB): similar ao anterior, intransferível, obrigatoriamente nominativos. 6/17/201442

43 Principais papéis privados negociados no MF Certificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI): títulos emitidos pelas instituições que participam do mercado financeiro. Certificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI): títulos emitidos pelas instituições que participam do mercado financeiro. As taxas negociadas não sofrem normalmente intervenções oficiais diretas, refletindo as expec- tativas do mercado com relação ao comporta- mento das taxas de juros da economia. As taxas negociadas não sofrem normalmente intervenções oficiais diretas, refletindo as expec- tativas do mercado com relação ao comporta- mento das taxas de juros da economia. A taxa CDI pode ser entendida como taxa básica do mercado financeiro que influencia a formação das demais taxas de juros. A taxa CDI pode ser entendida como taxa básica do mercado financeiro que influencia a formação das demais taxas de juros. 6/17/201443


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