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Fábio Lavratti Fontes de recursos Os recursos podem ser: Próprios – reservas (depreciação, exaustão e amortização) e lucros retidos Terceiros – Ações.

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2 Fábio Lavratti Fontes de recursos Os recursos podem ser: Próprios – reservas (depreciação, exaustão e amortização) e lucros retidos Terceiros – Ações (ordinárias e preferenciais) e empréstimos (bancos e debêntures) Os tipos de financiamento: Bancos comerciais Bancos de desenvolvimento Bancos de desenvolvimento e bancos múltiplos Financeiras Arrendamento mercantil – leasing Factoring Fundos de pensão Fundos de investimento LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, 2002.

3 Fábio Lavratti Financiamento Requisitos: Situação fiscal e previdenciária em dia; Cadastro satisfatório; Bom retrospecto; Projeto viável e enquadrável nas políticas operacionais e de risco de crédito do BRDE; Comprovação da disponibilidade dos recursos próprios necessários à realização do empreendimento; Entrega das informações e documentação básica para enquadramento e para a posterior análise do financiamento. Lembre que a disponibilidade de informações sobre a empresa e o empreendimento e a presteza no fornecimento da documentação solicitada são fatores determinantes para a velocidade com que tramitará a solicitação de financiamento.

4 Fábio Lavratti Financiamento Caracterização da Empresa/Grupo breve histórico das atividades da empresa, destacando apenas os fatos mais relevantes; setores de atuação e principais produtos/marcas; unidades industriais e sua localização; grau de capacitação tecnológica; faturamento nos mercados interno e externo nos 3 (três) últimos exercícios (em US$ mil); número de empregados (informar também, se possível, o nº de empregos indiretos); principais aspectos organizacionais/gerenciais; informações sucintas sobre o grupo empresarial do qual faz parte a empresa, destacando:  principais empresas e setores de atuação;  faturamento consolidado do grupo nos mercados interno e externo nos 3 (três) últimos exercícios (em US$ mil);  número de empregados.

5 Fábio Lavratti Financiamento Objetivos, Metas e Fundamentação Descrição sumária dos objetivos do projeto ( Ex: implantação, expansão, relocalização, modernização, qualidade e produtividade, capacitação tecnológica, conservação do meio ambiente, etc) e sua localização. Nos casos de implantação ou relocalização, comentar os principais fatores que justificam a localização do projeto. Abordar também os seguintes aspectos: - justificativas e fundamentação para a realização do projeto; - metas a serem atingidas; - regularidade ambiental (licenciamento, TAC – termo de ajustamento de conduta, ações civis públicas); - benefícios ambientais (dos sistemas de controle, das tecnologias de produção e programas específicos de redução de insumos – matéria prima, energia, água – recuperação e reciclagem); - principais ganhos de qualidade e produtividade a serem obtidos com a realização do projeto; - inovações tecnológicas a serem incorporadas; - prazo de implantação; - empregos diretos e indiretos a serem gerados pelo projeto; - disponibilidade de insumos; - outros aspectos julgados relevantes pela empresa.

6 Fábio Lavratti Fontes de recursos de curto prazo As empresas muitas vezes precisam buscar empréstimos de curto prazo para financiar os ativos circulantes. I.Capitais próprios II.Capitais de terceiros a)Crédito comercial 1.Crédito de fornecedores 2.Créditos de impostos e obrigações sociais 3.Outros créditos operacionais b)Crédito bancário 1.Desconto de títulos Desconto de duplicatas Desconto de notas promissórias Empréstimos por contrato 2.Créditos rotativos 3.Operação de vendor 4.Factoring LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, 2002.

7 Fábio Lavratti Fontes de recursos de curto prazo I.Capitais próprios São originados do Patrimônio Líquido por meio da:  Autogeração de recursos e reinvestimento (uso dos lucros retidos)  Subscrição e integralização de capital social (chamada de capital, lançamento de ações ou outros títulos) LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, I Capitais próprios

8 Fábio Lavratti Fontes de recursos de curto prazo II.Capitais de terceiros Representam o endividamento da empresa. Demandam pagamento de encargos financeiros (juros). Servem para financiar o capital de giro das empresas. a)Crédito comercial b)Crédito bancário LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, II Capitais de terceiros

9 Fábio Lavratti Fontes de recursos de curto prazo a)Crédito comercial É resultado das negociações entre a empresa e seus fornecedores de bens e serviços. São chamadas de fontes espontâneas de financiamento. Algumas têm custos financeiros (juros) outras não. Resultam das operações comerciais da empresa. 1.Crédito de fornecedores 2.Créditos de impostos e obrigações sociais 3.Outros créditos operacionais LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, II Capitais de terceiros > a) Crédito comercial

10 Fábio Lavratti Fontes de recursos de curto prazo LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, Crédito de fornecedores É a fonte mais importante do crédito comercial. Serve para financiar o capital de giro. É o prazo de pagamento que o fornecedor cede ao comprador. A prática de comprar a prazo é bastante comum e faz parte das negociações. Vantagens: Adequação: Quanto mais a empresa compra, mais crédito consegue dos seus fornecedores. Fonte de crédito: Os fornecedores oferecem o crédito como forma de atrair negócios. Geralmente é fácil conseguir prazo. Agilidade: É mais fácil obter crédito de fornecedores do que de instituições bancárias. Custos financeiros atrativos: Os juros e as multas por atraso são mais baixos do que os dos bancos. Quando não há indicação de juros ou descontos, os custos financeiros já estão embutidos nos valores de compra. II Capitais de terceiros > a) Crédito comercial > 1 Crédito de fornecedores

11 Fábio Lavratti Fontes de recursos de curto prazo LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, Crédito de impostos e obrigações sociais A empresa pode aproveitar os prazos de pagamento de tributos para utilizar o montante como capital de giro. Os bancos podem negociar os prazos, cobrando juros menores do que os pagos pelo atraso no pagamento. Os tributos mais comuns são: ICMS, IPI, COFINS, INSS, IR, IR na Fonte e FGTS. II Capitais de terceiros > a) Crédito comercial > 2 Crédito de impostos e obrigações sociais

12 Fábio Lavratti Fontes de recursos de curto prazo LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, Outros créditos operacionais A pagamentos de salários também pode se caracterizar como um crédito operacional. As empresas têm até o quinto dia útil do mês para pagar os salários. Muitas vezes, referentes à produção de bens e serviços que já foram comercializados pela empresa. As empresas podem cobrar adiantado por algum serviço, ou receber parte do pagamento antes da entrega do bem, quando feito sob encomenda. II Capitais de terceiros > a) Crédito comercial > 3 Outros créditos operacionais

13 Fábio Lavratti Fontes de recursos de curto prazo b)Crédito bancário É uma operação de empréstimo. Feito em bancos comerciais, sociedades de crédito para financiamento e investimentos (financeiras), bancos de investimento e empresas de factoring (instituições não financeiras). 1.Desconto de títulos 2.Créditos rotativos 3.Operação de vendor 4.Factoring Os contratos de crédito envolvem: Valor da operação Custos da operação Encargos tributários Prazos da operação Garantias LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, II Capitais de terceiros > b) Crédito bancário

14 Fábio Lavratti Fontes de recursos de curto prazo LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, Desconto de títulos As empresas geralmente precisam descontar seus títulos para financiar o capital de giro. Isso acontece, na maior parte dos casos, em bancos comerciais. É a troca, antes do prazo, de um valor a ser recebido. A empresa cede ao banco seus direitos de receber o dinheiro. As modalidades são: Desconto de duplicatas Desconto de notas promissórias Empréstimos por contrato II Capitais de terceiros > b) Crédito bancário > 1 Desconto de títulos

15 Fábio Lavratti Desconto de duplicatas Uma duplicata é um documento emitido no ato da venda de um produto. Serve para cobrar esta venda. Podem ser feitas várias duplicatas da fatura, com datas e valores diferentes, para recebimentos parcelados. Uma empresa pode negociar suas duplicatas como forma de obter dinheiro antecipado. Isso gera alguns custos financeiros. Chama- se sacado o devedor da duplicata, que pagará ao banco. Se o sacado não pagar, a empresa emissora assume a dívida. Quando o dinheiro é liberado para a empresa, já há o desconto dos encargos financeiros. N = Valor da duplicata I = Taxa de desconto n = tempo de antecipação da duplicata Fontes de recursos de curto prazo LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, II Capitais de terceiros > b) Crédito bancário > 1 Desconto de títulos > Desconto de duplicatas

16 Fábio Lavratti Desconto de nota promissória A nota promissória é emitida pela empresa junto ao banco como forma de tomar dinheiro emprestado. O banco pode exigir que avalistas assinem o documento. É uma forma fácil e rápida de pegar dinheiro emprestado de um banco para as empresas. Fontes de recursos de curto prazo LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, II Capitais de terceiros > b) Crédito bancário > 1 Desconto de títulos > Desconto de nota promissória

17 Fábio Lavratti Empréstimo por contrato As empresas podem pegar dinheiro emprestado dos bancos e apresentar notas promissórias ou duplicatas como garantia. Também é necessário haver avalista para a operação. Quando a necessidade de dinheiro é momentânea, as empresas apelam para o hot money, de curtíssimo prazo. Mas se houver certa freqüência nas necessidades, é melhor optar pelo crédito rotativo. Fontes de recursos de curto prazo LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, II Capitais de terceiros > b) Crédito bancário > 1 Desconto de títulos > Empréstimo por contrato

18 Fábio Lavratti Fontes de recursos de curto prazo LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, Créditos rotativos É uma forma de empréstimo em que o banco coloca um limite de crédito à disposição da empresa. É como uma conta corrente em que é possível sacar a descoberto. O banco cobra taxas somente sobre os períodos de saldo negativo. Por isso as taxas são altas. II Capitais de terceiros > b) Crédito bancário > 2 Créditos rotativos

19 Fábio Lavratti Fontes de recursos de curto prazo LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, Operação de vendor O banco antecipa o valor da venda para o vendedor. É uma forma de financiar as vendas, de garantir crédito para o comprador. Se o comprador não pagar, o vendedor assume a dívida. O fornecedor vende a prazo e transfere o crédito ao banco, mantendo a garantia de pagamento se o comprador falhar. O comprador recebe o produto e fica devendo ao banco. O banco paga à vista para o vendedor e cobra do comprador. II Capitais de terceiros > b) Crédito bancário > 3 Operação de vendor

20 Fábio Lavratti Fontes de recursos de curto prazo LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, Factoring Também chamado fomento mercantil. O vendedor troca seus títulos na empresa de factoring, que assume os riscos pelo não recebimento do devedor. Vantagens: Maior flexibilidade de financiamento Redução de custos financeiros disfarçados Eliminação do risco II Capitais de terceiros > b) Crédito bancário > 4 Factoring

21 Fábio Lavratti Decisões de longo prazo A decisão de investimento de longo prazo é a decisão mais importante que o administrador financeiro pode tomar, devido a uma série de fatores: O impacto da decisão é de longo prazo; Risco envolvido; Dificuldade de conhecer o momento adequado; O orçamento de capital é uma processo que proporciona a melhoria da decisão; O orçamento de capital pode melhorar a decisão de financiamento. Esta decisão envolve a empresa em algumas questões: O projeto maximizará a riqueza dos acionistas? O projeto se pagará? Ele traz riscos adicionais à empresa? A empresa só aceita projetos que maximizem a riqueza dos acionistas. LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, 2002.

22 Fábio Lavratti Decisões de investimento de longo prazo As decisões de longo prazo são decisões estratégicas para a empresa e implicam a alocação de recursos financeiros por prazo superior a um ano. Orçamento de capital é o processo de ordenamento das premissas e informações que visam à montagem do fluxo de caixa projetado para a tomada de decisão de investimento de longo prazo. Objetivos empresariais estratégicos atendidos pelo orçamento: Maximizar a riqueza dos acionistas mediante investimentos nos projetos mais rentáveis; Criar sinergia entre os diversos projetos; Substituis ativos obsoletos, desgastados e antieconômicos; Proteger mercado; Conhecer e dominar novas tecnologias; Dominar novos mercados; Inibir concorrentes; Aproveitar recursos existentes e potencial de crédito e de novas captações; Reduzir custos e deficiências; Aproveitar novas oportunidades. LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, 2002.

23 Fábio Lavratti Orçamento de capital Estudos contemplados: Análise de mercado Localização física Análise de suprimentos Análise de custos Análise da carga tributária Análise de preços a serem praticados Análise de financiamento Elaboração do fluxo de caixa do projeto Determinação do custo de capital LEMES JUNIOR, A. B. RIGO, C. M. CHEROBIN, A. P. M. S. Administração financeira. Campus: São Paulo, 2002.


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