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ANÁLISE DE PAVIMENTOS PARA PASSAGENS DE NÍVEL RENATA CRISTINA DO CARMO MRS Logística VÂNIA BARCELLOS GOUVÊA CAMPOS Instituto Militar de Engenharia São.

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1 ANÁLISE DE PAVIMENTOS PARA PASSAGENS DE NÍVEL RENATA CRISTINA DO CARMO MRS Logística VÂNIA BARCELLOS GOUVÊA CAMPOS Instituto Militar de Engenharia São Paulo Julho

2 INTRODUÇÃO Passagem de Nível (PN): Cruzamentos de dois importantes modais de transporte: o rodoviário e o ferroviário. A PN tem que ser revestida para trânsito rodoviário, pelo menos nas faixas destinadas aos veículos e nos trechos mínimos em tangente e nível. (NB 114) SEGURANÇA!

3 INTRODUÇÃO Pavimento asfáltico Deteriora nas regiões próximas ao trilho. Torna a manutenção da PN demorada. Risco para os usuários. Impacto para a comunidade.

4 PISOS ALTERNATIVOS Placas de borracha: Sistema modular composto por placas de borracha conectadas por tirantes em toda a extensão da PN. Placas de Concreto Pré- moldadas: placas de concreto armado, pré-moldadas instaladas entre os trilhos e nas laterais, podendo ser removidas individualmente para substituição ou manutenção.

5 CARACTERÍSTICAS AVALIADAS Tempo de instalação Tempo de remoção Vida útil Necessidade de equipamentos Interferência com outras áreas Material utilizado Capacidade de adaptação Acabamento final Custos Segurança

6 ANÁLISE COMPARATIVA Os dois tipos de piso foram instalados na cidade de Juiz de Fora, MG, na ferrovia MRS Logística S. A.. PN R. Benjamin ConstantPN R. Pinto de Moura

7 ANÁLISE COMPARATIVA

8

9

10 Instalação - Piso de borracha

11 Instalação - Piso de concreto ANÁLISE COMPARATIVA

12 CONCLUSÕES As condições do pavimento são muito importantes no que diz respeito à segurança dos usuários de uma PN. O estado de conservação inadequado do pavimento pode provocar redução de velocidade nos veículos e até paradas indevidas sobre a via férrea, podendo causar um acidente. O pavimento asfáltico apresenta baixa vida útil e se deteriora nas regiões mais próximas aos trilhos. Dois tipos de piso foram instalados e seu comportamento foi avaliado por um período de seis meses.

13 CONCLUSÕES A literatura mostra que os pisos têm vida útil semelhante, sendo que o piso de concreto supera o piso de borracha em algumas circunstâncias. Na experiência realizada o comportamento das placas de concreto não foi satisfatório. Seis meses após a instalação do piso de concreto ele foi totalmente removido e substituído pelo pavimento asfáltico. O piso de borracha, durante o período de avaliação, não necessitou de nenhum tipo de manutenção.

14 CONCLUSÕES Os custos de aquisição são semelhantes. No curto prazo comparados aos custos da pavimentação asfáltica, os custos são superiores. Contudo, há ganhos com a instalação de pisos alternativos que não são mensuráveis, como: aumento da segurança, baixa necessidade de manutenção, diminuição do impacto para a população, melhoria da imagem da companhia ferroviária perante a comunidade.

15 CONCLUSÕES O piso de borracha se mostrou uma alternativa ao uso do pavimento asfáltico em passagens de nível, pois é um piso de alta performance e segurança, com maior vida útil, livre de manutenção, possibilita uma manutenção na PN mais ágil e, acima de tudo, com menor impacto para a comunidade.

16 FIMOBRIGADA!


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