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A MISSA Memória de Jesus no coração da vida..  A missa é a celebração central de nossa fé, centro e raiz da vida de qualquer comunidade cristã, em qualquer.

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1 A MISSA Memória de Jesus no coração da vida.

2  A missa é a celebração central de nossa fé, centro e raiz da vida de qualquer comunidade cristã, em qualquer tempo, em qualquer Igreja.  Os irmãos ortodoxos costumam chamá- la de “divina liturgia”;  os irmãos da reforma protestante falam da “ceia do Senhor”.

3  Nós, católicos, continuamos dizendo “missa”, embora tenha havido um esforço para falar de “celebração eucarística” ou “celebração da eucaristia”.  A missa não é uma reza – é um encontro.  É uma ação comunitária e tem tudo a ver com nossa vida pessoal e social.  Não pode mais ser feita pelo padre para o povo assistir – todos somos chamados a participar.

4 A missa e a vida  A missa não pode ficar alheia aos acontecimentos da vida, à realidade pessoal, social e política – é expressão da presença dinâmica do Cristo Ressuscitado e do Espírito vivificador de Deus que está presente em tudo e que renova todas as coisas.

5 Nova compreensão AAAA proposta é de olharmos a missa com olhos novos, buscando uma compreensão renovada e, sobretudo, uma prática celebrativa e uma vivência espiritual renovadas. OOOO ponto de partida será aquilo que nós fazemos na missa: a ação, o rito, o corpo se expressando, dentro do contexto da vida diária, da vida pessoal e social. AAAA ferramenta principal que temos para fazer esta ação é nosso CORPO!

6 A missa se faz com o corpo  A missa se faz com o corpo: andamos, chegamos, sentamo-nos, dobramos o joelho, ficamos em pé, cumprimentamos... Fazemos o sinal da cruz, levantamos os braços, juntamos as mãos, beijamos o altar, a bíblia... Acendemos vela, molhamos a mão na água, queimamos incenso, trazemos pão, vinho; comemos, bebemos...  Só que “corpo” é mais que carne e osso, é mais que nervos e musculatura...

7 Quem é o corpo?  Nosso corpo somos nós mesmos: corpo que faz, que pensa, corpo que sente.  Fazer, pensar e sentir deveriam andar juntos, formar uma coisa só.

8 Nossa atitude na missa  Muitas vezes fazemos determinado gesto, mas não “pensamos”, nem “sentimos” o gesto. Estamos pensando em outra coisa qualquer e o coração está longe.  Podemos supor que na última Ceia Jesus estava compenetrado. Estava centrado naquilo que estava fazendo com seus amigos. Estava ligado ao Pai ao qual quis entregar toda a sua vida.

9 Jesus totalmente concentrado  Seu corpo, sua mente, seu coração estavam unidos e concentrados num único gesto, numa única ação simbólica:  Pai, te dou graças... Tomem e comam, tomem e bebam... Isto é meu corpo, meu sangue, minha vida entregue por vocês.

10 um exercício:  Vamos tentar fazer o mesmo? Em cada momento da missa, vamos agir de forma sensível e consciente?  Por exemplo: acompanhar atentamente a procissão de entrada, cantar com alma, ouvir atentamente a Palavra, fazer silêncio para acolher a Palavra....

11 Sinal da cruz FFFFazer o sinal da cruz, conscientemente. Isto é, saber o que estamos fazendo! Acompanhem o gesto da mão com a mente. Façam este gesto sensivelmente, com devoção, de todo o coração. VVVVamos repetir, uma, duas três vezes...

12 O que se passou conosco?  O que vimos? O que sentimos? Fomos capazes de juntar gesto, pensamento e sentimento?  Conseguimos entrar em comunhão com o Mistério no silêncio?

13 As partes da missa  Ritos iniciais, ritos de acolhida.  LITURGIA DA PALAVRA  LITURGIA EUCARÍSTICA  Ritos finais, de envio em missão

14 Lembretes: celebração da missa  As missas aos domingos e dias de festa são mais importantes do que as possíveis missas durante a semana. Isto deve aparecer no estilo festivo, no uso de elementos rituais complementares (incenso, água de cheiro, o canto do glória, dramatização do evangelho, clima de alegria pelo encontro dos irmãos...)

15 Perigos a evitar  Na celebração da missa, há dois perigos a evitar: a tentação da constante novidade e a mesmice da rotina. A solução está em fazer os mesmos gestos de forma consciente e sensível, de modo que pareçam como novos a cada celebração.

16 Preparação cuidadosa  A preparação cuidadosa de tudo o que é necessário para a missa, constitui um verdadeiro ministério: altar, estante da palavra, cadeiras dos ministros, vestes litúrgicas, toalhas do altar, velas, flores, cálice, patena, pão, água, vinho, corporal, sanguíneo, toalha de mão, livros, microfones...

17 Quem celebra? QQQQuem celebra a missa é toda a comunidade reunida. Padre, ministros, leitores, acólitos, cantores... fazem parte deste povo. OOOO padre não é o único ministro da celebração eucarística. Ele deve interagir com os outros ministérios necessários para se celebrar.

18 Missa sinal profético  Cada missa deveria ser um sinal profético de como Deus quer a sociedade. O respeito a cada participante e o espírito de comunhão nos alertam contra a discriminação, a exclusão.

19 Voz e vez para todos  A palavra partilhada nos ensina a dar voz e vez a todas as pessoas, por menor ou mais insignificantes que possam parecer.  A partilha do pão e do vinho é sinal que condena a concentração da renda, das terras, do poder... nas mãos de poucos.

20 Cada comunidade com seu estilo  Cada comunidade celebrante deve ir criando seu próprio estilo, expressão de sua cultura: campo, cidade, centro, periferia, jovem...  Duas tendências atuais pedem nossa atenção: a participação das mulheres em igualdade com os homens e a ecologia, a defesa do meio ambiente.

21 Ritos iniciais MMMMomento da chegada, silêncio e oração RRRReunião do povo para a celebração EEEEncontro festivo da comunidade AAAAcolhida fraterna e amiga em nome de Deus, que convoca e reúne em Jesus Cristo, na força do Espírito Santo.

22 A missa começa em casa  A missa só é possível porque nós, cada pessoa participante, resolve sair de casa e se dirigir ao local do encontro.  A missa começa em casa. Começa com esta decisão pessoal: “Vou à missa!”

23 Deus é a referência  Ao entrar pela porta, a realidade que carregamos no corpo, na mente e no coração, entra junto conosco para a celebração.  Pela porta, entramos no recinto sagrado. Transpondo este limiar, reconhecemos que toda a realidade, toda a nossa vida, tudo o que existe e que está de alguma forma presente em nós, tem uma direção, tem um ponto de referência, tem um ponto de chegada: DEUS.

24 Deus nos convocou  Foi Deus quem nos convocou, nos chamou. É em nome dele que nos reunimos: “Em nome do Pai e do...” É a Trindade que nos acolhe, pelo ministério da equipe de acolhimento e pelo presidente da assembléia, que diz: “A graça de Nosso Senhor...”

25 Assembléia: corpo comunitário que ora  Para celebrar a missa, somos chamados a constituir a assembléia litúrgica, a formar juntos um corpo comunitário que ora, adora, bendiz, oferece, canta... a uma só voz, a uma só alma, a um só coração.

26 Ritos iniciais para iniciar o encontro OOOOs ritos iniciais são o momento para juntos buscarmos e criarmos este entrosamento, no Espírito de Jesus: cada pessoa assume seu lugar, situando-se corretamente frente a Deus e em relação às outras pessoas.

27 Os ministérios são serviços  Os vários ministérios: presidente, ministros, animadores, leitores, acólitos, cantores... estão aí para ajudar a assembléia nesta tarefa, assegurando a participação de todos.

28 Constituição da assembléia  Os ritos iniciais, desde a entrada até a oração inicial (coleta), têm por objetivo constituir a assembléia celebrante: fazer com que todas as pessoas presentes se unam num só corpo, um corpo comunitário e ressuscitado.

29 A assembléia se constitui em nome da Trindade e pela Trindade AAAA reunião se faz “em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. Acontece por conta do amor de Jesus – é graça de Deus. DDDDe que modo pode circular este amor? Como nos atinge?

30 Estrutura dos Ritos Iniciais  Procissão de entrada  canto inicial  Beijo do altar  Incensação do altar

31 Estrutura dos Ritos Iniciais  Saudação de quem preside  Apresentação e acolhida das pessoas visitantes – lembrança das pessoas ausentes  Recordação da vida – introduz ao mistério celebrado  Rito Penitencial – aspersão com água  Ladainha do “Kyrie” (Senhor tende piedade)  Hino do Glória  *ORAÇÃO INICIAL (coleta)

32 Lembretes OOOO objetivo principal dos Ritos Iniciais é transformar indivíduos em povo celebrante, assembléia orante, corpo de Cristo animado por seu Espírito, disposto para o encontro pascal e transformador com o Deus vivo.

33 Acolhida  A atitude básica dos Ritos Iniciais é de ACOLHIDA, alegre, afetuosa e fraterna, e, ao mesmo tempo, de recolhimento e oração, de alegria pelo encontro com o Senhor.

34 Clima para entrar no espírito da celebração  Nos momentos antes do início da missa, devemos evitar agitação e correria da equipe, afinação de instrumentos, teste de microfones... É importante que reine um clima de silêncio para a oração pessoal. Se houver necessidade de um ensaio com todo o povo: seja breve, em clima orante, predispondo as pessoas para a celebração.

35 Canto de entrada expressão de fé  O canto de entrada não é “para acolher o padre” – é expressão de fé da comunidade reunida, como Corpo de Cristo, no Espírito Santo, louvando a Deus. Deve estar relacionado com o tempo litúrgico e com o sentido dos Ritos Iniciais.

36 Anúncio dos cantos  Evitar cacoetes, como: “vamos acolher o celebrante com o canto tal”, ou “vamos cantar o número tal”.  Primeiro: a finalidade do canto inicial não é acolher o celebrante, mas fazer com que a comunidade cantando, já faça a experiência de ser acolhida por Deus em sua casa.

37 Celebrante é a assembléia  Segundo: celebrante é toda a assembléia, e a pessoa que normalmente costumamos chamar de “celebrante” é o presidente da assembléia celebrante.  Terceiro: nunca se canta o “número” e sim o canto, que tem letra e música próprias para o momento celebrativo.

38 Oração da coleta  O único elemento ritual que nunca deve faltar nos Ritos Iniciais é a Oração Inicial (coleta) = porque recolhe as orações do povo feitas em silêncio, depois do convite “Oremos”. Coloca a assembléia reunida diante de Deus que a convocou.

39 Incenso nos dias de festa  Nas celebrações festivas não deveria faltar o incenso, usado nos tradicionais turíbulos, em potes de barro, ou em forma de varetas. Podemos também usar ervas cheirosas: eucalipto, pinho, alfazema...

40 O que é o altar?  O beijo do altar, feito pelo celebrante, logo na chegada, costuma ser um gesto pouco valorizado – é muito significativo. O altar representa o próprio Jesus Cristo. Beijando o altar, o celebrante expressa sua relação íntima com o Senhor, pois é em nome dele que irá presidir a santa liturgia.

41 Quem preside abre a assembléia: Deus  Depois do canto inicial, as primeiras palavras que ouvimos são palavras bíblicas: “Em nome do Pai... A graça de Nosso Senhor...” Parece importante que não se diga nenhuma palavra antes disso, nem “Bom Dia”, nem comentários ou introduções...

42 Recordação da vida  A liturgia cristã é sempre situada historicamente, no aqui e agora da comunidade celebrante. Por isso, não devemos deixar de recordar os fatos mais significativos do dia ou da semana que passou. Neles Deus está presente, atuando com a força do Espírito de Cristo Ressuscitado. Lembramos também que Domingo ou festa é, que mistério da vida de Cristo, que santo ou santa recordamos.

43 Domingo, páscoa semanal  Sendo, cada Domingo, uma Páscoa semanal, seria bom, no lugar do Ato Penitencial, a aspersão com água, lembrando o nosso batismo e nossa imersão em Cristo.

44 Por que o silêncio?  Não esquecer os preciosos momentos de silêncio, que possibilitam a descida de cada pessoa em seu íntimo. Só assim a celebração litúrgica poderá assumir a dor, a angústia, a alegria, a esperança, a vida de cada participante.

45 Quando se faz o abraço da paz?  O abraço da paz pode variar: acolhida após a saudação; reconciliação junto com o rito penitencial; início da liturgia eucarística; expressão de comunhão, antes da comunhão eucarística; despedida ou cumprimento de uma pessoa após a bênção.

46 Símbolos conduzem ao Mistério  Nada impede acrescentar outros elementos, no mesmo espírito dos ritos de acolhida: bacia com água na porta de entrada; breve conversa com quem está perto sobre a semana que passou; passar incenso por toda a assembléia... É importante usar símbolos que ajudam a entender o mistério celebrado.

47 LITURGIA DA PALAVRA  Momento importante e privilegiado  Escuta, a primeira atitude  Resposta através do diálogo  Renovação da aliança  Profissão de fé

48 É CRISTO QUE FALA:  Depois da Oração inicial (coleta), o leitor vai à estante da Palavra e se prepara para fazer a leitura – estamos iniciando a Liturgia da Palavra:  Ouviremos um trecho do Antigo Testamento, ou dos Atos dos Apóstolos, no tempo pascal.

49 O que acontece na liturgia da Palavra  Cantamos um salmo.  Ouvimos uma parte das cartas de um dos Apóstolos: Paulo, Pedro, João, Tiago...  Aclamamos o Evangelho proclamado solenemente.  As leituras são comentadas na homilia.

50 O que acontece na liturgia da Palavra  Fazemos nossa profissão de fé e as preces comunitárias.  Sentados aos pés de Jesus, abrimos o ouvido e o coração. Deixamos que faça em nós seu trabalho criador, renovador, que cure nossas feridas, desperte nosso desejo, reanime nossas forças.

51 Palavra alimenta  Na Liturgia da Palavra, os textos bíblicos, proclamados e meditados, se tornam palavra viva, que vem alimentar nossas vidas, no aqui e agora de nossa realidade. Mas, convém perguntar: como é que isso acontece? Como isso é feito?

52 Como são escolhidas as leituras? AAAA escolha de uma passagem da Sagrada Escritura não é feita ao acaso. Existem listas, preparadas, após longo estudo, com indicação das três leituras e o salmo para cada Domingo.

53 Três anos: Mt, Mc e Lc  Resolveu-se repartir as leituras ao longo de três anos, e caracterizar cada um destes anos por um dos evangelhos, chamados “sinóticos”:  Ano A = Mateus  Ano B = Marcos  Ano C = Lucas

54 O evangelho de João  O Evangelho de João é lido, em parte, no Ano B, e em parte nas festas e tempos fortes do ano litúrgico, quaresma e tempo pascal.  A primeira leitura, do AT, é escolhida em função do evangelho do dia. O salmo combina com a primeira leitura, é como uma resposta.

55 A segunda leitura  A segunda leitura não tem preocupação com as outras leituras.  A aclamação ao Evangelho muitas vezes tem um verso tirado do próprio evangelho do dia.  Uma equipe de liturgia que se preza fará toda a Liturgia da Palavra convergir para a proclamação do Evangelho.

56 Inculturação da celebração  Numa missa onde se procura expressar a fé, levando em conta a cultura do povo, podemos fazer a procissão com a Bíblia (Lecionário) de muitas maneiras: dançando, percorrendo com o livro toda a assembléia: trazendo o livro num andor, num cesto, numa peneira... cheio de flores, fitas coloridas e outros enfeites; cantando o aleluia, acompanhado com bate- palmas, com instrumentos, trazendo incenso, colocando veste festiva, jogando pétalas de flores...

57 Quem proclama o evangelho  A proclamação do evangelho é função diaconal, em muitas comunidades é confiado a leigos e leigas.

58 Leituras na liturgia cristã NNNNão há liturgia cristã sem leituras bíblicas, ouvidas e comentadas. A palavra, humana e divina, ocupa um espaço importante na liturgia. No entanto, a comunicação mais profunda não cabe em palavras.

59 O que conta é a proclamação  Por isso, a comunicação verbal não é tudo. Muitas coisas serão ditas de outra forma: através de movimentos, gestos e ações simbólicas, olhares, música, desenhos e pinturas, e, principalmente através do silêncio.

60 Como fazer a proclamação?  Existe o perigo de queremos encher todo o espaço da liturgia da Palavra com palavras, falas, discursos... Seria impossibilitar que a Palavra nasça, cresça, seja recebida no mais recôndito de nós mesmos, que sejamos fecundados pelo Espírito, sopro de vida.

61 Palavra presença de Cristo  A palavra é sinal da presença de Cristo, Verbo de Deus, Palavra viva, manifestação visível do Pai.  O silêncio, os gestos, os símbolos... são sinais do Espírito, presença escondida, velada, que só se percebe com os olhos e os ouvidos do coração.

62 ESTRUTURA DA LITURGIA DA PALAVRA RRRRefrão meditativo para criar clima de escuta ou procissão com o livro Sagrado. PPPPrimeira leitura – introduzida por breve motivação. SSSSalmo responsorial SSSSegunda leitura – introduzida por breve motivação. AAAAclamação ao Evangelho.

63 PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO  Homilia  Breve silêncio  Profissão de fé  Oração dos fiéis

64 Lembretes  O objetivo da Liturgia da Palavra é reavivar o diálogo da Aliança entre Deus e o seu povo, receber do Senhor uma orientação para a nossa vida, estreitar os laços de amor e fidelidade.

65 Atitudes de Escuta e resposta  A atitude básica é de ESCUTA, respeitosa e amorosa, para que Deus possa dizer sua Palavra no momento atual de nossa vida.  É também de RESPOSTA, adesão, tomada de posição, decisão... para que a Palavra possa frutificar.

66 Onde ser faz a proclamação?  Normalmente, toda a proclamação da Palavra se faz da Estante da Palavra: as leituras, o evangelho, o salmo e a oração dos fiéis.

67 Requisitos com o microfone  Quando há microfone, é necessário que uma pessoa fique atenta aos problemas práticos: levantar e abaixar volume, subir e descer o microfone, resolver a microfonia.

68 Ministério dos leitores  Os leitores são ministros da Palavra. Através do seu ministério, Cristo vai falar ao seu povo reunido. Por isso, não se deve improvisar uma proclamação. Não se deve arrebanhar leitores cinco minutos antes do início da celebração.

69 Onde se encontram as leituras? AAAAs leituras a serem proclamadas encontram-se na Bíblia, ou no Lecionário, que já as traz na ordem da celebração e do tempo litúrgico. MMMMuitos ainda estão usando “jornaizinhos” ou folhetos, por considerá-los mais práticos. Os leitores podem levá-los para casa e fazer suas anotações.

70 O leitor lê e a assembléia escuta  O certo mesmo é ter uma Bíblia, ou Lecionário, para a proclamação das leituras. Somente o leitor é que deve ler o texto bíblico; as outras pessoas são convidadas a terem as mãos, os olhos e o coração livres para escutar.

71 Quantas leituras fazer? QQQQuantas leituras se deve fazer? O lecionário do Domingo prevê três; o lecionário para os dias de semana oferece duas. Tudo isso para que tenhamos maiores oportunidades para ouvir as Sagradas Escrituras. O melhor é ficar com todas as leituras indicadas.

72 É possível encenar as leituras?  Algumas passagens do evangelho se prestam muito bem para encenações. É bom lembrar que dramatização na liturgia não é uma representação teatral.  Dependendo das circunstâncias, é preferível que a homilia seja dialogada. O Espírito Santo fala a toda a comunidade.

73 A profissão de fé  O creio é uma profissão de fé individual. É uma afirmação daquilo que cremos: a obra da criação do Pai, a redenção pelo Filho, e a santificação pelo Espírito Santo.  Para facilitar a participação de todas as pessoas na oração dos fiéis, podemos também propor uma resposta cantada.

74 LITURGIA EUCARÍSTICA  Há duas partes bem distintas na missa: a Liturgia da Palavra e a Liturgia da Eucaristia.  Não se trata de dois momentos estanques, desligados um do outro. Os dois momentos ajudam a viver um único encontro, com uma mesma pessoa: Jesus Cristo.

75 O que Jesus fez na última ceia?  Para compreender e viver a missa, principalmente, a Liturgia Eucarística, será preciso voltar à Última Ceia de Jesus: o que Jesus fez? Como as comunidades dos discípulos entenderam a Ceia?

76 O que Jesus fez...  Naquela noite, em que ia ser entregue, Jesus sentou-se à mesa com os seus. Na intimidade da comunhão fraterna, entregou aos seus o segredo de sua vida e missão: amaria os seus até o fim, até a doação total de sua vida e confiava no Pai, acreditando que este gesto não seria em vão.

77 Atitude de Jesus  “Isto é meu corpo entregue, meu sangue derramado, minha vida oferecida a Deus, a favor de vocês...”  Apesar do momento trágico, carregado de tristeza e de morte, um quê de alegria e de vitória se insinuava: “Desejei ardentemente comer esta Páscoa com vocês antes de sofrer!”

78 O que acontece quando celebramos a missa?  Cada vez que nos sentamos à mesa para fazer a Ceia em memória do Senhor, estabelece-se a mesma cumplicidade, a mesma comum união, o mesmo compromisso, a mesma alegria e anúncio de vitória:  “Anunciamos, Senhor, a vossa morte!  Proclamamos a vossa Ressurreição!  Vinde, Senhor Jesus!”

79 O que acontece na missa?  Na missa, fazemos memória da Última Ceia de Jesus, de sua morte/ressurreição.  O que Jesus fez na Última Ceia, ele o faz de novo com seu povo reunido: toma o pão e o vinho, dá graças, parte o pão e o distribui, entrega o cálice para todos beberem, em sinal da nova e eterna aliança, em sinal da libertação pascal.

80 ESTRUTURA DA LITURGIA EUCARÍSTICA  A – Preparação das Oferendas  - Jesus tomou o pão e o cálice com vinho  B – Oração Eucarística  - Jesus deu graças ao Pai  C – Ritos de Comunhão  - Jesus partiu o pão e deu o pão e o cálice com vinho a seus discípulos.

81 PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS  O primeiro gesto na Liturgia Eucarística é a apresentação das oferendas e a preparação da mesa. Pão e vinho são trazidos, simbolizando a nossa realidade: fruto da terra, fruto da videira e do trabalho humano.

82 Pão e vinho sobre a mesa EEEE o que fazemos com o pão e o vinho? Colocamos sobre a mesa e bendizemos a Deus que, em sua bondade, nos proporcionou tudo isso. Não é propriamente um ofertório.

83 É apenas preparação  Estamos apenas preparando a oferta, a oblação que será feita na Oração Eucarística, no memorial do Senhor, quando toda a nossa vida é entregue ao Pai e assumida no mistério pascal de Jesus Cristo, juntamente com a vida de Jesus.

84 O que levar nas oferendas?  Na preparação das oferendas, temos o costume de trazer muitos outros símbolos do nosso viver, além do pão e do vinho. Podem variar de acordo com o momento litúrgico ou com os acontecimentos da vida da comunidade: flores e frutas, alimentos para a refeição fraterna ou para a campanha contra a fome, instrumentos de trabalho, material para um mutirão, dinheiro do dízimo, coleta para o sustento da comunidade...

85 ESTRUTURA DA PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS  Preparação do Altar – colocar toalhas, corporal, sangüíneo, cálice, missal (livro do altar), velas, flores...  Canto durante a preparação das oferendas – silêncio ou música instrumental.  Procissão com as oferendas – pão, vinho, outros dons para serem partilhados ou objetos simbolizando a vida.

86 ESTRUTURA DA PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS  Apresentação do pão  Mistura da água no vinho  Apresentação do vinho  Oração silenciosa do presidente  Incensação das oferendas e do altar – pelo presidente

87 ESTRUTURA DA PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS  Incensação do presidente e do povo – pelo diácono  “Lavabo”- o presidente lava as mãos, em silêncio  Convite à oração sobre as oferendas  Resposta da Assembléia  Oração sobre as oferendas.  nem todos estes elementos entrarão em todas as missas.

88 LEMBRETES: PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS 1 – Até agora, a celebração foi feita em torno da estante da Palavra com a Bíblia: o padre ficou sentado na sua cadeira. Só agora é que ele vai ocupar a mesa da Eucaristia. 1 – Até agora, a celebração foi feita em torno da estante da Palavra com a Bíblia: o padre ficou sentado na sua cadeira. Só agora é que ele vai ocupar a mesa da Eucaristia.

89 O que é importante colocar no altar? 2 – O mais importante na procissão com as oferendas é o pão e o vinho. Não vamos colocar nada em cima do altar que não seja estritamente necessário, para que o nosso olhar se concentre no pão e no cálice com vinho. 2 – O mais importante na procissão com as oferendas é o pão e o vinho. Não vamos colocar nada em cima do altar que não seja estritamente necessário, para que o nosso olhar se concentre no pão e no cálice com vinho.

90 Como se faz o pão ázimo? 3 – Recomenda-se fazer pão sem fermento. Receita: misture farinha, uma pitada de sal, água, um pouco de óleo: sove bastante e espalhe até conseguir uma camada fina (3 a 4 cm), formando um pão redondo de 10 a 15 cm. Leve ao forno para assar. Se ficar duro, embrulhe em pano úmido, uma hora antes da celebração. 3 – Recomenda-se fazer pão sem fermento. Receita: misture farinha, uma pitada de sal, água, um pouco de óleo: sove bastante e espalhe até conseguir uma camada fina (3 a 4 cm), formando um pão redondo de 10 a 15 cm. Leve ao forno para assar. Se ficar duro, embrulhe em pano úmido, uma hora antes da celebração.

91 Outros pães para as crianças 4 – Além do pão para a Eucaristia, podemos trazer um ou vários outros pães para serem distribuídos após a comunhão, principalmente às crianças e outras pessoas que não participam da comunhão eucarística. 4 – Além do pão para a Eucaristia, podemos trazer um ou vários outros pães para serem distribuídos após a comunhão, principalmente às crianças e outras pessoas que não participam da comunhão eucarística.

92 ORAÇÃO EUCARÍSTICA  Em que momento da missa você costuma agradecer?  A maioria das pessoas responde: “Depois da comunhão”.  Costumam agradecer pela própria comunhão, pela presença de Jesus em sua vida e na hóstia consagrada...

93 O que Jesus fez?  No entanto, Jesus primeiro deu graças, depois entregou o pão e o vinho para comer e beber. É importante recuperar esta seqüência = o pão e o vinho da comunhão recebem seu sentido da ação de graças feita antes.  O momento de fazer esta ação de graças é a Oração Eucarística.  Eucaristia = Ação de Graças.

94 ESTRUTURA DA ORAÇÃO EUCARÍSTICA  Diálogo inicial = entre presidente e assembléia  Prefácio – que termina com o “santo”  Epíclese (invocação do Espírito Santo) sobre o pão e o vinho.  Narrativa da Instituição = Última Ceia  Anamnese (memorial) e oblação (oferta)  Epíclese da comunhão  Intercessões – mementos, lembranças...  Doxologia – Por Cristo, com Cristo e em Cristo...  Amém – “Ele merece! Ele merece!”

95 Temos 14 orações eucarísticas OOOOração Eucarística I – II – III – IV – V PPPPara Missas com Crianças I – II – III SSSSobre Reconciliação I – II PPPPara Diversas Circunstâncias I – II – III – IV

96 Quem proclama a oração eucarística?  A Oração Eucarística é proclamada pelo presidente, mas a assembléia toda tem um papel ativo. É a assembléia que dá graças a Deus, por meio do ministério do presidente.  Nas atuais Orações Eucarísticas estão previstas várias intervenções da assembléia. Isto facilita e expressa melhor a participação do povo.

97 O povo faz as aclamações  Estas aclamações pertencem ao povo. Não é o padre que deve dizer ou cantá- las. Se for preciso, uma pessoa da Equipe de Liturgia poderá dizer ou cantar para o povo repetir.  Na Oração Eucarística não cabe fundo musical, porque toda a nossa atenção deverá estar voltada para a própria oração/ação eucarística.

98 O amém solene  Também não cabem cânticos ou aclamações eucarísticas devocionais = “Deus está aqui...”  O “AMÉM” após a doxologia final é o ponto alto. É a ratificação de toda a Oração Eucarística por parte da assembléia = que seja vibrante, contagiante, de preferência cantado, todos poderão levantar os braços, bater palmas ao ritmo da música.

99 RITOS DE COMUNHÃO  “Felizes os convidados para a Ceia do Senhor!”  Não podemos perder de vista a unidade entre preparação das oferendas, oração eucarística e comunhão: trazemos o pão e o vinho e outros dons que representam nossa vida recebida das mãos de Deus; ficamos em torno da mesa do Senhor para a ação de graças sobre o pão e o vinho; agora vamos tomar estes mesmos alimentos em sinal de nossa profunda comum união com o Senhor e entre nós.

100 Comunhão é ação comunitária  Comungar não é um ato individualista, é uma ação comunitária. É assumir, como Igreja/comunidade, o projeto da vida de Jesus; é prontificar-se a continuar a missão dele, mesmo sabendo de todas as nossas limitações.

101 ESTRUTURA DOS RITOS DE COMUNHÃO  Convite ao Pai Nosso  Pai Nosso – livrai-nos... – Vosso é o Reino...  Oração pela Paz.  Convite ao abraço da paz – abraço da paz  Fração do Pão – canto: Cordeiro de Deus – “Commixtio”, um pedaço do pão é colocado no cálice.  Oração individual do presidente – em silêncio

102 Estrutura dos ritos de comunhão  Apresentação do pão e do vinho para a comunhão  Distribuição do pão e do vinho - canto  Purificação dos vasos sagrados usados para a comunhão  possamos viver lá fora, na vida do dia a dia, aquilo que experimentamos na celebração.

103 Estrutura dos ritos de comunhão  Silêncio  Salmo ou hino de louvor após a comunhão  Oração após a comunhão  nem todos estes elementos entrarão em todas as missas.

104 PAI NOSSO  Desde há muito tempo, o Pai Nosso foi colocado no início dos Ritos de Comunhão. Em parte é como que um prolongamento do louvor da Oração Eucarística, em parte se parece com as preces.

105 Pai nosso  A recitação da oração do Senhor – oração que Jesus nos deixou – vem precedida de um convite. Por quê? Para que todos possamos dizer juntos: “Pai Nosso...” Nome precioso e carinhoso que o Espírito clama em nós.

106 Pode se cantar o Pai nosso?  Em muitas comunidades o Pai Nosso é cantado. É coisa boa quando cantamos com a própria letra desta oração bíblica que vem de longa tradição e que temos em comum com as outras Igrejas.

107 DAI-NOS A PAZ! AAAA comunhão com o corpo e o sangue de Cristo é, ao mesmo tempo, comunhão entre nós, que comungamos do mesmo pão e bebemos do mesmo cálice com vinho. Por isso, não é de estranhar que a liturgia eucarística prevê o abraço da paz entre os participantes.

108 Sentido do abraço da paz  Damos uns aos outros o abraço, desejando a paz, porque a paz está sempre para ser conquistada, num difícil equilíbrio a ser buscado a todo momento.

109 VAMOS PARTIR O PÃO?  Partir juntos o pão é sinal de intimidade, de aliança, de solidariedade, de comunhão nos mesmos valores, comunhão de vida, de missão, de destino. Jesus parte o pão conosco.

110 VAMOS PARTIR O PÃO?  Partimos o pão uns com os outros, em nome de Jesus. Queremos continuar lutando por um mundo onde se repartem os bens e onde ninguém passe necessidade.

111 Fração é momento importante  O rito da fração do pão é um momento importante. Por ele, Jesus faz para nós hoje o que fez na última ceia.  Assim sendo, sugere-se que a ação seja visível para todos, e nunca enquanto o povo, eventualmente, ainda esteja saudando-se no abraço da paz.

112 Contempla-se o rito do repartir o pão...  Enquanto o pão é repartido, contemplando o mistério de Cristo se partindo para nós, a assembléia prorrompe num canto muito significativo que acompanha esse rito: Cordeiro de Deus...  O canto acompanha contemplativamente o rito da fração do pão e entra no seu mistério.

113 Mistura do pão com o vinho  O gesto de deixar cair um pedacinho da hóstia no cálice – commixtio – expressa que o pão e o vinho formam uma unidade: embora separados, significam conjuntamente a memória da paixão e ressurreição do Senhor

114 TOMAI E COMEI, TOMAI E BEBEI TODOS  O mesmo pão e vinho que são trazidos em procissão são oferecidos na ação de graças e devem agora também ser distribuídos para todos comerem e beberem, em sinal de comunhão com Jesus Cristo e entre nós que estamos reunidos, participando da celebração.

115 Comunhão na mão ou na boca?  Somente crianças muito pequenas recebem a comida na boca. O povo de Deus não quer ser infantilizado por mais tempo. Se alguém preferir na boca, deve-se respeitar.  Comunhão de todos no cálice com vinho? O mais prático é que os ministros entreguem a hóstia e cada pessoa molhe no cálice com vinho.

116 PROVEM E VEJAM COMO O SENHOR É BOM!  O pão e o vinho partilhados na comunidade, em memória de Jesus, nos fazem experimentar, saborear, o quanto Deus é bom! O sabor do pão, o gosto do vinho, a alegria de servir e ser servido, a convivência da gente que procura se entender e querer bem por causa de Jesus..., tudo isso é sacramento, é sinal e meio de comunhão com Deus.

117 Deus nos alimenta  É Deus que nos alimenta, é Deus que nos dá força. Nossa ligação nele e com ele nos enche de alegria e felicidade, mesmo vivendo situações muito difíceis.

118 Servir é importante  Servir os irmãos e irmãs na mesa sagrada é um ministério importante. É o próprio Cristo que, através de nossas mãos, entrega o pão e o vinho.  Comunhão para todos? Não parece muito indicado que alguém diga no momento da comunhão: “Somente quem está preparado pode comungar...” A comunhão é dom, é graça: é para gente que está a caminho, que erra, que falha..., que busca viver o evangelho.

119 Lembretes  Depois da comunhão, alguém (ministro) purifica os utensílios usados: cálice, cibório, patena... Não deve ser feito sobre o altar, mas numa mesinha à parte ou na sacristia.

120 O que se faz após a comunhão?  Depois da comunhão, cabe um tempo de silêncio, de intimidade com o Senhor; não tanto para pedir ou dar graças, mas para mergulhar no mistério de nossa comum união com o Senhor.

121 Partilha do para as crianças  Em muitas comunidades se reparte pão bento entre todos, ou outros alimentos. Isto é importante para incluir as crianças e outras pessoas que não receberam o pão eucarístico.

122 Oração depois da comunhão  Encerra-se o rito de comunhão com a Oração depois da Comunhão. Não é uma oração de agradecimento, é antes uma oração voltada para a missão no mundo: que possamos viver lá fora, na vida do dia a dia, aquilo que experimentamos na celebração.

123 RITOS FINAIS  A comunhão foi como que um momento culminante, de síntese, de todo o movimento da celebração: viemos para nos encontrar com Deus, para fazer a memória de Jesus, para nos encontrar uns com os outros – e a comunhão nos fez viver tudo isso, profundamente.

124 Antes de partir e dispersar-se  Agora estamos chegando ao final de nossa reunião. A oração depois da comunhão já nos lembrou a tarefa que nos espera lá fora. Dentro em breve, a assembléia vai se desfazer: cada uma e cada um de nós vai voltar para sua casa, seu trabalho...

125 A missão  Voltamos revigorados, refeitos, reanimados em nossa fé e em nossa disposição para a missão. Buscamos redirecionar todo o nosso ser, nosso pensar e agir de acordo com o ser, pensar e agir de Jesus.

126 Sentido dos avisos  Antes de sair, vamos ouvir os avisos sobre a vida e a missão da comunidade: reuniões, encontros e outras atividades, das quais somos convidados a participar ou pelas quais vamos nos interessar e rezar.

127 A bênção final  O presidente da celebração estende as mãos sobre a comunidade reunida e invoca a bênção de Deus sobre nós nesta nova semana que vamos iniciar.

128 Final deve ser breve  Prolongar demais os Ritos Finais (muitas mensagens e cantos), pode cansar e fazer perder de vista o essencial. Um canto em homenagem a Maria, poderá encerrar a celebração.

129 ESTRUTURA DOS RITOS FINAIS  Avisos  Bênção  Canto: Homenagem a Maria, mãe de Jesus  Despedida (envio)  Saída - música


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