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UTFPR – Termodinâmica 2 Análise de Exergia (Disponibilidade) Princípios de Termodinâmica para Engenharia Capítulo 7.

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1 UTFPR – Termodinâmica 2 Análise de Exergia (Disponibilidade) Princípios de Termodinâmica para Engenharia Capítulo 7

2 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Objetivos Analisar e Projetar sistemas térmicos usando os princípios de conservação de massa e energia, juntamente com a Segunda Lei; Determinar perdas e rejeitos, em termos de sua localidade, tipo e valores, para com isso maximizar o uso eficiente da energia empregada.

3 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Introduzindo Exergia Com o passar do tempo a quantidade de energia permanece constante, mas o potencial para uso diminuí devido as irreversibilidades.

4 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Introduzindo Exergia Seguindo o exemplo anterior percebe-se, que: Embora a quantidade de energia em (a), (b) e (c) seja a mesma, a combinação inicial (a) possui um valor econômico bem maior e mais útil; O potencial inicial é gradativamente destruído devido à natureza irreversível do processo; Exergia é entendida como o potencial de uso de um sistema.

5 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Definindo Exergia Exergia ambiente de referência de exergiaExergia é o maior trabalho teórico possível de ser obtido quando um ambiente de referência de exergia interage com o sistema de interesse, e permite-se que eles atinjam o ponto de equilíbrio.

6 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Ambiente de Referência para Exergia Vizinhanças Imediatas Sistema Ambiente de referência para Exergia (Ambiente) onde as propriedades intensivas podem variar com a interação com o sistema. onde as propriedades intensivas não são influenciadas pela interação com o sistema.

7 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Modelando o ambiente Ambiente é modelado como um sistema simples compressível; Grande em extensões; Propriedades intensivas são constantes; Temperatura T 0 e pressão p 0 são uniformes; As propriedades extensivas variam com a seguinte equação:

8 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Estado Morto É um sistema onde uma quantidade fixa de matéria está selada e não há interação com o ambiente; Também encontra-se em equilíbrio nas condições T 0 e p 0, e em repouso em relação ao ambiente; Neste estado sistema e ambiente possuem energia, mas o valor da exergia é zero.

9 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Avaliando a Exergia Sistema Fechado Ambiente Sistema CombinadoSistema Fechado (sistema de interesse + vizinhanças próximas) + Ambiente = Sistema Combinado HipótesesHipóteses: trabalho –As únicas transferências de energia na fronteira do sistema combinado são de trabalho; volumeconstante –O volume total é constante.

10 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Balanço de Energia para o Sist. Comb. OBS.: U 0, V 0 e S 0 são os valores das propriedades, para o sistema no estado morto. (I)

11 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Balanço de Entropia para o Sist. Comb. Voltando em (I): (II)

12 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Avaliando a Exergia Para o trabalho máximo teórico: Exergia de um sistema Em (II): OBS.: A : Exergia E : Energia

13 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Aspectos da Exergia É a medida do afastamento do estado de um sistema em relação ao estado do ambiente; O valor da exergia não pode ser negativo; A Exergia não é conservada, mas pode ser destruída pelas irreversibilidades; do estado mortoExergia também pode ser vista como o valor teórico mínimo de fornecimento de trabalho para levar o sistema do estado morto para um determinado estado;

14 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Avaliando a Exergia Exergia específica:, onde: logo: finalmente, Variação de Exergia entre dois estados de um sistema fechado:

15 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Balanço de Exergia para Sistema Fechado Balanço de EnergiaBalanço de Entropia

16 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Balanço de Exergia para Sistema Fechado Taxa temporal do balanço de exergia para um sistema fechado:

17 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Interpretando o Balanço de Exergia Transferência de exergia associada ao calor Transferência de exergia associada ao trabalho

18 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Exemplo 7.1

19 Problemas (5th edition Moran e Shapiro) One kilogram of water initially at 1.5 bar and 200C cools at constant pressure with no internal irreversibilities to a final state where the water is a saturated liquid. For the water as the system, determine the work, the heat transfer, and the amounts of exergy transfer accompanying work and heat transfer, each in kJ. Let T o = 20C, p o =1 bar One kilogram of helium initially at 20C and 1 bar is contained within a rigid, insulated tank. The helium is stirred by a paddle wheel until its pressure is 1.45 bar. Employing the ideal gas model, determine the work and the exergy destruction for the helium, each in kJ. Neglect kinetic and potential energy and let T o = 20C, p o = 1 bar.

20 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Exergia de Fluxo

21 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Exergia de Fluxo Quando a massa escoa ao longo das fronteiras de um volume de controle, existe uma transferência de exergia que acompanha o fluxo de massa; Além disso, existe uma transferência que acompanha o trabalho de fluxo; A soma dessas duas transferências é a exergia de fluxo, dada por:

22 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Balanço de Exergia para V.C. Taxa de variação temporal de exergia em um V.C. Taxa de variação temporal de exergia por transferência de calor em um V.C. Taxa de variação temporal de exergia por transferência de trabalho em um V.C. (excluído fluxo de massa e trabalho de fluxo) Taxa de variação temporal de exergia associada ao fluxo de massa e ao trabalho de fluxo em um V.C. Taxa de temporal de destruição de exergia devido irreversibilidades em um V.C.

23 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Formulações em Regime Permanente Balanço de exergia sob a forma de taxa em regime permanente: Se existe apenas uma única entrada e uma única saída:

24 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Eficiência Exergética Quando se usa mais energia do que o necessário está ocorrendo desperdício; Diz-se que o uso final não está ajustado à fonte, sendo usado de forma ineficiente. Eficiência energética Eficiência exergética

25 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) (ou) Eficiência de Segunda Lei Uso mais eficiente em aplicações industriais, onde há altas temperaturas de uso. Uso menos eficiente no aquecimento de ambientes, onde há leve aquecimento do ar.

26 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Estimando a Perda de Calor A perda de exergia no sistema anterior, possuí um valor termodinâmico, que está significativamente relacionado com a temperatura em que ela ocorre. E como isso está diretamente ligado ao custo gasto em combustível, é primordial melhorar a eficiência de uso.

27 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Eficiência Exergética de Componentes Efetividade de turbina Eficiência exergética de compressor (bomba)

28 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Eficiência Exergética de Trocadores Trocador sem Mistura Trocador de Contato Direto

29 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Uso das Eficiências Exergéticas Útil para estabelecer qual meio de utilização de energia é mais eficaz; Medir o potencial de melhorias no desempenho de um sistema térmico; Importante para saber até onde é economicamente viável um aumento de eficiência;

30 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Métodos de Otimização Co-geração: produção seqüencial de potência e transferência de calor; Recuperação de Potência: captura alguma exergia que seria perdida em compressão ou expansão espontânea; Recuperação de Calor Rejeitado: captura parte da exergia que seria descarregada na vizinhança em forma de calor.

31 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Termoeconomia Para o projeto de um sistema térmico é preciso levar em conta conceitos de: –Termodinâmica; –Mecânica dos Fluídos; –Transmissão de calor; –Materiais; –Fabricação; –Projeto mecânico; –Engenharia econômica. O termo termoeconomia pode ser entendido nessa ultima área acima, mas também é usado para designar um conjunto de metodologias que combinam exergia e economia.

32 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Usando Exergia no Projeto Unidade geradora de potência Caldeira recuperadora de calor Corrente elétrica Produtos de combustão Água de alimentação Vapor com potencial de utilização A diferença entre a temperaturas é uma medida de irreversibilidades

33 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Custos X Irreversibilidades Ponto ótimo

34 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Exergia e Termoeconomia Outro aspecto da termoeconomia é o uso da exergia para agregação de custos aos produtos de um sistema; Associar a cada produto o custo para produzi-lo (combustível, insumos, operação, manutenção); Com isso pode-se determinar o custo de geração de cada utilidade.

35 ANÁLISE DE EXERGIA (DISPONIBILIDADE) Referências MORAN, Michel J. & SHAPIRO, Howard N. Princípios de termodinâmica para engenharia. 4ª edição. LTC


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