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Plano de Trabalho 2010 Reginaldo Braga Arcuri Presidente 01 de dezembro de 2009 Brasília - DF 1.

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1 Plano de Trabalho 2010 Reginaldo Braga Arcuri Presidente 01 de dezembro de 2009 Brasília - DF 1

2 2 Premissas Legais Premissas Legais Metodologia de Elaboração Metodologia de Elaboração Orçamento Programa Orçamento Programa Principais Atribuições na PDP Principais Atribuições na PDP Programas e Projetos Programas e Projetos Índice da Apresentação

3 Premissas Legais 3 Índice

4 4 Atribuições do Conselho Deliberativo – Art. 4º  Deliberar sobre os planos de trabalho anuais e os relatórios de acompanhamento e avaliação  Deliberar sobre a proposta do orçamento- programa e o plano de aplicações apresentados pela Diretoria Executiva Lei – Autoriza a criação da ABDI Decreto nº 5352 – Institui a ABDI

5 5 Firmado com o MDIC em 26/06/ vigência até 31/12/2013 Apresentar a proposta de Plano de Trabalho Anual e Orçamento Programa, contendo:  Aplicação mínima de 50% da receita corrente líquida da Agência em programas, projetos e ações referentes à PDP (Cláusula 1ª)  Detalhamento das metas relativas ao ano subseqüente, acompanhada da respectiva proposta de orçamento-programa (Cláusula 5ª);  Despesas com remuneração, encargos e vantagens de qualquer natureza, excetuando as despesas decorrentes de convênios ou outros instrumentos de repasse de recurso, não excedendo ao limite máximo de 55% da receita corrente líquida da Agência (Cláusula 8ª);  Aprovação do Conselho Deliberativo da ABDI (Cláusula 7ª) Contrato de Gestão

6 Metodologia de Elaboração 6 Índice

7 7 1ª - Em setembro reuniram-se a Direção e seu corpo técnico para uma avaliação físico-financeira e da qualidade das ações e resultados do Plano de Ação Elaboração em três etapas 2ª - Em outubro a mesma equipe discutiu e propôs um portfólio de ações e projetos para o Plano de Ação ª - Em novembro, de posse da projeção de receitas, as propostas foram avaliadas e priorizadas por meio de cinco critérios de avaliação: 1.Importância para implementação da PDP 2.Aderência aos objetivos estratégicos da Agência 3.Viabilidade e economicidade 4.Ação direta nas empresas 5.Articulação com os parceiros

8 Orçamento Programa 8 Índice

9 ORÇAMENTO-PROGRAMA RECEITADESPESAS EspecificaçõesParcialEspecificaçõesTotal Receitas de Contribuições ,00 Despesas de Pessoal ,00 Despesas Administrativas ,00 Receita de Aplicações Financeiras ,00 Despesas em Projetos ,00 Investimentos ,00 Receitas de Exercícios Anteriores ,00Reserva de Contingência ,00 TOTAL ,00TOTAL , Aplicação de 100,0% da sua receita de contribuição, excetuando as despesas de custeio, em programas, projetos e ações referentes à PDP (Limite mínimo de 50% - Parágrafo Único da Cláusula 1ª do Contrato de Gestão) - Aplicação de 50,5% da sua receita de contribuição em despesas com remuneração, encargos e vantagens de qualquer natureza, excetuando as despesas de pessoal com remuneração decorrente de convênios ou outros instrumentos de repasse de recurso (Limite máximo de 55% - Cláusula 8ª do Contrato de Gestão) * Por conceito contábil - receita de contribuição equivale à receita corrente líquida

10 Principais Atribuições na PDP 10 Índice

11 11 Exercer em conjunto com o BNDES e Ministério da Fazenda a Secretaria Executiva da PDP  Monitorar 34 Agendas de Ação referentes aos 4 programas básicos da PDP: 6 Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas 15 Programas para o Fortalecimento da Competitividade 7 Programas para Consolidar e Expandir a Liderança 6 Programas Destaques Estratégicos Secretaria Executiva da PDP

12 12  Coordenar o Programa Destaques Estratégicos  Ampliação das Exportações  Fortalecimento das Micro e Pequenas Empresas  Integração Produtiva com a América Latina e Caribe  Integração Produtiva com a África  Regionalização  Produção Limpa e Desenvolvimento Sustentável Secretaria Executiva da PDP

13 Programas e Projetos 13 Índice

14 Programa de Competitividade Setorial (PCS) Frutas Processadas Têxtil e Confecção Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos - HPPC Equipamentos Médicos, Hospitalares e Odontológicos Plásticos Aeronáutico Couro, Calçados e Artefatos Eletrônica para Automação Automotivo Complexo Industrial da Defesa Construção Civil Indústria Marítima

15 Programa de Promoção da Política de Desenvolvimento Produtivo (PPP) RENAPI (Rede Nacional de Política Industrial) Monitoramento, Gestão e Avaliação da PDP Ambiente Jurídico: Investimento e Inovação

16 Programa de Promoção da Inovação (PPI) Talentos para Inovação Gestão do Portal Inovação Promoção do Empreendedorismo, Inovação e Venture Capital

17 Programa de Áreas Estratégicas (PAE) Estratégia Nacional de Biotecnologia Estratégia Nacional de Nanotecnologia Estratégia Nacional de TICs 5 - Programa de Inteligência Competitiva (PIC) Inteligência Industrial

18 Programa de Inserção Internacional (PII) Diálogo de Inovação Brasil-EUA Projeto internacional para formação e intercâmbio de recursos humanos em TICs, empreendedorismo e inovação Cooperação Industrial com a Suécia Integração Produtiva do MERCOSUL Projeto de Apoio à Inserção Internacional de PMEs Brasileiras (PAIIPME) Cooperação Industrial com a América Latina e Caribe Cooperação Industrial com a África

19 2007 / /2009 Planejamento Elaboração de diagnósticos empresariais, planejamentos estratégicos e seminários de boas práticas de fabricação para a estruturação de novos núcleos regionais.Elaboração de diagnósticos empresariais, planejamentos estratégicos e seminários de boas práticas de fabricação para a estruturação de novos núcleos regionais. - Promover a gestão do conhecimento e a difusão de informações no setor por meio da realização de pesquisa de hábitos e atitudes, elaboração de caderno de tendência e de manual sobre gestão tributária. Promover a gestão do conhecimento e a difusão de informações no setor por meio da realização de pesquisa de hábitos e atitudes, elaboração de caderno de tendência e de manual sobre gestão tributária. - Atender 20 empresas no âmbito nacional com atividades de boas práticas de fabricação. Atender 20 empresas no âmbito nacional com atividades de boas práticas de fabricação. - Realização de seminários e rodada tecnológica para promover a tecnologia e inovação. Realização de seminários e rodada tecnológica para promover a tecnologia e inovação. -Elaboração de apostila e diagnóstico sobre coleta seletiva de resíduos sólidos (meio ambiente).Elaboração de apostila e diagnóstico sobre coleta seletiva de resíduos sólidos (meio ambiente). -Elaboração de uma ATS.Elaboração de uma ATS. -Elaboração de três projetos de captação de recursos para ações da ATSElaboração de três projetos de captação de recursos para ações da ATS Acompanhamento do F ó rum de Competitividade de HPPC. PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE SETORIAL – PCS PCS – 003 Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm é ticos Plano Estratégico Setorial - PES Estudo Prospectivo Panorama Setorial Rotas Tecnológicas Agenda Tecnológica Setorial - ATS Ações de apoio à competitividade do setor Rotas Estratégicas Acompanhamento da PDP CD

20 PLANO ESTRATÉGICO SETORIAL Plano de competitividade de uma cadeia produtiva com um horizonte temporal de 15 anos com ações definidas e aprovadas pela iniciativa privada e governo, que tem como escopo medidas, projetos, metas, cronograma e recursos para elevar o patamar competitivo do setor produtivo envolvido. Os produtos desse plano são: Panorama Setorial Estudo Prospectivo Setorial Agenda de Competitividade Setorial VOLTAR

21 PANORAMA SETORIAL Levantamento da situação atual do setor com abrangência nacional e internacional analisada em seis dimensões: Mercado, Talentos, Investimentos, Tecnologia, Infraestrutura Física e Infraestrutura político-institucional. VOLTAR

22 ESTUDO PROSPECTIVO A partir do Panorama Setorial, o estudo identifica tendências, questões relevantes e perspectivas para um segmento do setor (no caso de Plásticos – Embalagens), buscando um aumento da competitividade dentro de um horizonte temporal de 15 anos. As ações são construídas e aprovadas com o apoio de um comitê gestor, composto pela iniciativa privada e de governo. Os produtos desse plano são: Rotas Estratégicas; e Rotas Tecnológicas. VOLTAR

23 ROTA ESTRATÉGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Estratégicas são as definições de MERCADO, CAPACITAÇÃO E GESTÃO DA INOVAÇÃO, INFRAESTRUTURA E AMBIENTE INSTITUCIONAL, e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no Estudo Prospectivo. VOLTAR

24 ROTA TECNOLÓGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Tecnológicas são as definições de GESTÃO DE PRODUTO E PROCESSO, MATERIAIS, MAQUINAS E FERRAMENTAS, ACABAMENTOS, MONTAGENS E EMBALAGENS, e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no Estudo Prospectivo. VOLTAR

25 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/2009 O objetivo é fortalecer e alavancar o setor de HPPC, visando à ampliação da capacidade inovadora das empresas e a mudança do seu patamar competitivo, a partir de ações voltadas à regularização, ao desenvolvimento e difusão de inovações tecnológicas e organizacionais, e à capacitação empresarial, com ênfase na melhoria da gestão de processos e produtos. (ABDI, SEBRAE e ABIHPEC). 1. Diagnóstico Empresarial; 2. Planejamento Estratégico; 3. regularização sanitária ; 4. Boas práticas (de fabricação e laboratoriais); 5. Produção mais limpa; 5. Inovação de processos e produtos; 6. Gestão empresarial (financeira, administrativa, mercadológica e de pessoas); e 7. Gestão do meio ambiente. As ações atenderam188 empresas do setor localizadas em nove núcleos regionais VOLTAR

26 AGENDA TECNOLÓGICA SETORIAL Construída a partir das recomendações da Rota Estratégica e do Estudo Prospectivo, em articulação com as diretrizes da PDP, com as instâncias representativas do setor privado e com o PACTI (Plano de Ação de Ciência e Tecnológica para o Desenvolvimento Nacional). Detalha as ações priorizadas com informações sobre mecanismos e instrumentos de apoio, dimensiona os recursos necessários e identifica mecanismos de acesso aos mesmos, de forma a viabilizar sua implementação por meio da mobilização das instâncias de decisão. VOLTAR

27 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

28 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2010 Ampliar o atendimento a novas empresas localizadas em outros pólos produtivos, utilizando-se da mesma metodologia desenvolvida e aplicada com sucesso em As ações têm como objetivo fortalecer as micro e pequenas empresas do setor, para que possam competir no mercado através de capacitação, conhecimento, informação e tecnologia, visando ampliação de seus mercados, por meio de eficácia em seus processos produtivos, de forma sustentável (ABDI e ABIHPEC). 1. Diagnóstico Empresarial 2. Planejamento Estratégico. 3. Conhecimento sobre Hábitos e Atitudes e Tendência de Mercado. 4. Cartilha: Como Abrir Empresa do setor de HPPC. 5. Capacitação Tributária. 6. Newsletter. 7. Formação de rede de Laboratórios. 8. Rodada tecnológica. 9. Adequação técnica de produtos e rótulos para mercado externo. 10. Mapeamento da cadeia Produtiva de HPPC. 11. Regularização e Adequação Sanitária 12. Gerenciamento Pós Consumo. 14. Produção mais limpa. VOLTAR

29 PLANEJAMENTO ESTRUTURAÇÃO E ARTICULAÇÃO DE NOVOS NÚCLEOS REGIONAIS 1. Elaboração de 02 Diagnóstico Empresariais: mapear as realidades regionais, conforme vocação industrial do setor, e diagnosticar o estágio de desenvolvimento industrial, gerencial e as principais dificuldades em que se encontram as empresas. 2. Elaboração de 02 Planejamentos Estratégicos: basedo no diagnóstico anterior, será realizada Oficina de Trabalho, com a participação das empresas e entidades parceiras, para a elaboração do Planejamento Estratégico e assim estruturar um plano de trabalho que vislumbre a mudança no patamar competitivo, conforme necessidades identificadas no diagnóstico. VOLTAR

30 PLANEJAMENTO ESTRUTURAÇÃO E ARTICULAÇÃO DE NOVOS NÚCLEOS REGIONAIS 3. Capacitação Técnica dos Novos Núcleos Regionais: capacitar as empresas dos novos núcleos regionais em temas específicos, visto que nesses estados não existe a cultura e conhecimento do setor de HPPC. Serão 02 seminários que ocorrerão conforme demanda identificada nos seguintes temas técnicos: serviço de atendimento ao consumidor, cosmetovigilância, qualificação de fornecedores, boas práticas em pesquisa e desenvolvimento, e controle de qualidade. VOLTAR

31 PLANEJAMENTO 2010 – GESTÃO DO CONHECIMENTO E DIFUSÃO DE INFORMAÇÕES 1.Elaboração de uma pesquisa de hábitos e atitudes nos núcleos: Coleta de dados estruturados sobre hábitos e atitudes do consumidor e compra de produtos nas áreas geográficas que representam 85% da população. 2.Elaboração de um caderno de tendências: caderno com informações de mercado e análise sobre as principais tendências (cores, tecnologias, embalagem, lançamentos, novos produtos, concorrência, canais de distribuição, globalização das empresas, etc.). VOLTAR

32 PLANEJAMENTO 2010 – GESTÃO DO CONHECIMENTO E DIFUSÃO DE INFORMAÇÕES (CONT.) 3. Elaboração de um manual sobre gestão tributária: com esse manual pretende-se capacitar as empresas ou atualizá-las em gestão tributária básica incluindo as medidas complementares relacionadas à Substituição Tributária – previsão de 250 empresas participantes. VOLTAR

33 2007 / /2009 Planejamento Desenvolvimento do capital humanos por meio de cartilhas e treinamentos.Desenvolvimento do capital humanos por meio de cartilhas e treinamentos. -Elaboração de diagnósticos de gestão e inovação visando o desenvolvimento da competitividade e acesso ao mercado.Elaboração de diagnósticos de gestão e inovação visando o desenvolvimento da competitividade e acesso ao mercado. - Promover o acesso à tecnologia por meio de encontros tecnológicos, oficinas e distribuição de manual de boas práticas de produção. Promover o acesso à tecnologia por meio de encontros tecnológicos, oficinas e distribuição de manual de boas práticas de produção. PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE SETORIAL – PCS PCS – 005 PDS e PES de Plásticos Plano Estratégico Setorial - PES Estudo Prospectivo Panorama Setorial Rotas Tecnológicas Agenda Tecnológica Setorial - ATS Ações de apoio à competitividade do setor Rotas Estratégicas Acompanhamento da PDP -Elaboração de uma ATS.Elaboração de uma ATS. -Elaboração de três projetos de captação de recursos para ações da ATSElaboração de três projetos de captação de recursos para ações da ATS - Acompanhamento do Fórum de Competitividade de Plásticos e Brinquedos CD

34 PLANO ESTRATÉGICO SETORIAL Plano de competitividade de uma cadeia produtiva com um horizonte temporal de 15 anos com ações definidas e aprovadas pela iniciativa privada e governo, que tem como escopo medidas, projetos, metas, cronograma e recursos para elevar o patamar competitivo do setor produtivo. Os produtos desse plano são: Panorama Setorial Estudo Prospectivo Setorial Agenda de Competitividade Setorial VOLTAR

35 PANORAMA SETORIAL Levantamento da situação atual do setor com abrangência nacional e internacional analisada em seis dimensões: Mercado, Talentos, Investimentos, Tecnologia, Infraestrutura Física e Infraestrutura político-institucional. VOLTAR

36 ESTUDO PROSPECTIVO A partir do Panorama Setorial, o estudo identifica tendências, questões relevantes e perspectivas para um segmento do setor (no caso de Plásticos – Injetados e Laminados), buscando um aumento da competitividade dentro de um horizonte temporal de 15 anos. As ações são construídas e aprovadas com o apoio de um comitê gestor, composto pela iniciativa privada e de governo. Os produtos desse plano são: Rotas Estratégicas; e Rotas Tecnológicas. VOLTAR

37 ROTA ESTRATÉGICA - Segmento de Injetados A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Estratégicas são as definições de gestão e capacitação empresarial; inovação; responsabilidade socioambiental; inserção global e disponibilidade de recursos, e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

38 ROTA TECNOLÓGICA - Segmento de Laminados A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Tecnológicas são as definições de insumos, processos produtivos, serviços e linhas tecnológicas portadoras de inovações, e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

39 Ações de apoio à competitividade do setor – 2008/2009 O objetivo é o fortalecimento das empresas, bem como desenvolver e propiciar condições de competitividade das indústrias de transformação de plástico, visando ao amplo aproveitamento da oportunidade de expansão do fornecimento de matérias-primas na região do ABC (ABDI, Prefeitura de Santo André e SINDIPLAST). 1. Desenvolvimento do capital humano (Cartilha de treinamento em técnicas e gestão da produção, gestão da qualidade e gestão de pessoas); 2. Acesso à tecnologia (Newsletters sobre mercado, inovação e tecnologia; Rodada Tecnológica; elaboração do Manual de Boas Práticas de Produção; Oficina de Design e Palestra sobre Propriedade Intelectual); 3. Acesso ao crédito (cartilha e workshop de elaboração de projetos para financiamento); e 4. Acesso ao mercado (Pesquisa de Mercado Nacional e Internacional; e Estudo: Gargalos da 3ª Geração – Região do ABC ). Foram mais de 300 empresas beneficiadas em ao menos 01 (uma) ou mais ações do projeto VOLTAR

40 AGENDA TECNOLÓGICA SETORIAL Construída a partir das recomendações da Rota Estratégica e do Estudo Prospectivo, em articulação com as diretrizes da PDP, com as instâncias representativas do setor privado e com o PACTI (Plano de Ação de Ciência e Tecnológica para o Desenvolvimento Nacional). Detalha as ações priorizadas com informações sobre mecanismos e instrumentos de apoio, dimensiona os recursos necessários e identifica mecanismos de acesso aos mesmos, de forma a viabilizar sua implementação por meio da mobilização das instâncias de decisão. VOLTAR

41 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

42 PLANEJAMENTO DESENVOLVIMENTO DO CAPITAL HUMANO O objetivo é difundir técnicas e boas práticas de gestão de pessoas, produtos, qualidade, responsabilidade social, inovação e manejo responsável de forma a ampliar os conhecimentos de supervisores e gerentes das empresas na busca de conhecimento. 1.Elaboração de 02 cartilhas 2.Realização de 05 eventos para treinamento VOLTAR

43 PLANEJAMENTO DESENVOLVIMENTO DA COMPETITIVIDADE E ACESSO AO MERCADO (CONT.) Elaboração do Diagnóstico de Gestão e Diagnóstico de Inovação: avaliação e modelação dos aspectos de gestão e inovação das empresas (determinação de pontos fortes e fracos de cada empresa com indicação de pontos de melhoria) VOLTAR

44 PLANEJAMENTO 2010 – ACESSO À TECNOLOGIA (CONT.) 01 Encontro Tecnológico: promover a aproximação de pesquisadores especialistas das Universidades e Centros de Pesquisa com a Cadeia visando estimular o desenvolvimento de projetos conjuntos e a transferência de tecnologia. 01 Oficina de Design: realizar oficina de trabalho informando sobre as novas tecnologias, tendência, hábitos de consumo e uso. Distribuição de Manual de Boas Práticas de Produção: reedição do manual elaborado no projeto em Santo André de extrema relevância para as empresas que aborda aspectos cotidianos da produção com a aplicação das boas práticas de produção. VOLTAR

45 2007 / /2009 Planejamento Ação estruturante de mobilização, coordenação e capacitação de agentes econômicos (Convênio – IBRAF ) - Prospecção de novas parcerias para ampliação desse projeto para outras regiões produtoras de frutas, já que a metodologia desenvolvida tem apresentado excelentes resultados. Prospecção de novas parcerias para ampliação desse projeto para outras regiões produtoras de frutas, já que a metodologia desenvolvida tem apresentado excelentes resultados. Acompanhamento do F ó rum de Competitividade do setor. PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE SETORIAL – PCS PCS – 001 PDS FRUTAS PROCESSADAS Ações de apoio à competitividade do setor Acompanhamento da PDP CD Ações de apoio à competitividade do setor

46 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR 2007/2008 A ABDI vem desenvolvendo desde 2007 um projeto que objetiva a ampliação do mercado para industrialização das frutas produzidas no país, bem como seus possíveis efeitos para o desenvolvimento regional. São atividades voltadas ao apoio técnico para o fortalecimento das empresas, com ações de capacitação de fornecedores e pequenos agricultores, de inclusão social e econômica, e de qualidade e segurança na gestão de negócios (ABDI e IBRAF). Principais resultados: 1.Portal de Informação para o setor de frutas processadas com informações de natureza tecnológica, econômica e mercadológica. 2.Termo de Referência para Educação e Formação Profissional com objetivo de definir o perfil profissional adequado para a gestão e operacionalização dos agronegócios de frutas. VOLTAR

47 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR 2007/2008 (CONT.) 3.Identificação de produtores com volume de produção em escala compatível com as necessidades de uma empresa âncora para desenvolver e implantar um sistema de organização integrado entre os diferentes segmentos de produção e industrialização. 4.Implantação de Sistemas de Organização Agroindustrial. 5.Identificação de produtores familiares e de necessidades de capacitação e treinamento. Além do detalhamento da produção por município e potencial de crescimento e diversificação frutícola. 6.Elaboração de três planos de negócios: análises relativas ao ambiente institucional para apoio econômico e financeiro; aspectos regionais de suprimento frutícola; perfis mercadológicos; principais usuários; caracterização da empresa parceira; projeto econômico- financeiro; aspectos produtivos; investimentos necessários; assim como análise de viabilidade econômica. 7.Reestruturação de cooperativas de produtores do Pará e da Bahia. 8.Elaboração de um “Manual de Boas Práticas de Fabricação e Garantia de Qualidade para a Indústria Agroalimentar no Segmento de Polpas e Sucos de Frutas Semi-elaborados.” VOLTAR

48 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR 2008/ Apoio à implantação de uma empresa âncora para processamento de polpas e sucos de frutas semi-elaboradas - maracujá, manga, abacaxi e acerola – empresa com certificação HACCP, de acordo com as exigências dos Estados Unidos, assim como as certificações Kocher, para atender as exigências judaicas, e a SGF International e V., que estabelece os padrões para o Sure Global Fair. 2.Realização de estudo e definição do modelo organizacional e tecnológico do condomínio Agroindustrial - Abacaxi Tocantins. 3.Apoio ao envolvimento da Fundação Odebrecht como empresa parceira, tendo sido redefinida a região de implantação do projeto como a Bahia do Baixo Sul, especialmente no município de Tancredo Neves, onde cerca de 100 Unidades Família estão envolvidas com o projeto. 4.Prestação de Serviços de Transformação Primária – Planta Móvel. VOLTAR

49 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR 2008/2009 (CONT.) 5.Implementação do projeto Clínica Técnica de apoiar ao desenvolvimento da agroindústria brasileira de transformação primária das frutas - executado pela Fundação André Tosello e coordenado pelo Instituto Brasileiro de Frutas, 6.Elaboração de planos de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) para fabricação de polpas industriais. Atualmente encontra-se na fase de levantamento de boas práticas e planos APPCC. 7.Elaboração do diagnóstico do setor por meio de contrato de gestão com a Fundação André Tosello. 8.Promoção do desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva das frutas na Região da Mata de Minas Gerais – convênio com IBRAF iniciado em Realização do diagnóstico das empresas para adoção de novas tecnologias (emergentes) de processo, de controle e embalagens dos produtos no setor de frutas processadas na União Européia aplicáveis as PMEs. VOLTAR

50 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

51 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR O objetivo é fortalecer as micro e pequenas empresas do setor, para que possam competir no mercado através de capacitação, conhecimento, informação e tecnologia, visando ampliação de seus mercados, por meio de eficácia em seus processos produtivos, de forma sustentável (ABDI e IBRAF). 1.Ações estruturantes de Mobilização, Coordenação e Capacitação de Agentes Econômicos - Plano de negócios (Estudo de viabilidade técnica econômica na região da Mata de Minas Gerais). 2.Finalização do diagnóstico de mercado para produção na região da Zona da Mata Mineira. 3.Apresentação de proposta de projeto ao Ministério do Desenvolvimento Agrário a respeito da região do extremo sul do Rio Grande do Sul (Estudo da viabilidade técnica econômica na região do extremo sul do RS). VOLTAR

52 2007 / /2009 Planejamento Programa de certificação – Selo Qual com um versão do RAC (Regulamento de Avaliação das Conformidades) elaboradoPrograma de certificação – Selo Qual com um versão do RAC (Regulamento de Avaliação das Conformidades) elaborado -Desenvolvimento do pólo têxtil de Americana/SP com um levantamento e análise da situação atual das empresas do pólo elaboradoDesenvolvimento do pólo têxtil de Americana/SP com um levantamento e análise da situação atual das empresas do pólo elaborado -Elaboração de uma ATS.Elaboração de uma ATS. -Elaboração de três projetos de captação de recursosElaboração de três projetos de captação de recursos -Comitê de Compras Governamentais -Sistema Moda Brasil -Fóruns de competitividade do setor. PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE SETORIAL – PCS PCS – 002 PES e PDS Têxtil e Confecção Plano Estratégico Setorial - PES Estudo Prospectivo Panorama Setorial Agenda Tecnológica Setorial - ATS Ações de apoio à competitividade do setor Acompanhamento da PDP Rotas Estratégicas Rotas Tecnológicas CD

53 PLANO ESTRATÉGICO SETORIAL Plano de competitividade de uma cadeia produtiva com um horizonte temporal de 15 anos com ações definidas e aprovadas pela iniciativa privada e governo, que tem como escopo medidas, projetos, metas, cronograma e recursos para elevar o patamar competitivo do setor produtivo. Os produtos desse plano são: Panorama Setorial Estudo Prospectivo Setorial Agenda de Competitividade Setorial VOLTAR

54 PANORAMA SETORIAL Levantamento da situação atual do setor com abrangência nacional e internacional analisada em seis dimensões: Mercado, Talentos, Investimentos, Tecnologia, Infraestrutura Física e Infraestrutura político-institucional. VOLTAR

55 ESTUDO PROSPECTIVO A partir do Panorama Setorial, o estudo identifica tendências, questões relevantes e perspectivas para um segmento do setor (no caso de Têxtil – Têxtil e Confecções), buscando um aumento da competitividade dentro de um horizonte temporal de 15 anos. As ações são construídas e aprovadas com o apoio de um comitê gestor, composto pela iniciativa privada e de governo. Os produtos desse plano são: Rotas Estratégicas; e Rotas Tecnológicas. VOLTAR

56 ROTA ESTRATÉGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas’”que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Estratégicas são as definições de MERCADO, CAPACITAÇÃO E GESTÃO DA INOVAÇÃO, INFRAESTRUTURA E AMBIENTE INSTITUCIONAL, e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

57 ROTA TECNOLÓGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Tecnológicas são as definições de GESTÃO DE PRODUTO E PROCESSO, MATERIAIS, MAQUINAS E FERRAMENTAS, ACABAMENTOS, MONTAGENS e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

58 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/2009 No ano de 2008 o maior avanço do projeto foi promover articulações que subsidiassem a definição e priorização de projetos que efetivamente desenvolvessem ações estruturantes capazes de produzir resultados nas empresas do setor, bem como contribuir para o alcance das metas previstas na PDP. 1.A ABDI acompanhou em conjunto com SENAI/CETIQT, INT, SEBRAE- NA e MDIC os trabalhos destinados ao estudo antropométrico - pesquisa de medição do brasileiro adulto. O INT/RJ ficou com a incumbência de iniciar o estudo, e recebeu um body scanner a laser, financiado pela Petrobras e FINEP para realizar um estudo antropométrico dos operadores em plataformas petrolíferas da Petrobras. VOLTAR

59 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/ Foi desenvolvido, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT), o Programa de Autorregulamentação de Roupas Profissionais, no modelo de certificação denominada QUAL, com a certificação da empresa W Work Uniformes Profissionais. 2.A ABDI mapeou a cadeia produtiva de têxtil e confecção, obtendo uma visão detalhada e sistêmica de cada elo da cadeia. Esse mapeamento levantou informações para cada elo em sete dimensões: tecnologia, recursos humanos, mercado, investimentos, relações institucionais, meio ambiente e regulação. VOLTAR

60 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/ O Projeto participou ativamente do Comitê de Compras Governamentais, realizando diversas ações em 2009, além da articulação com atores públicos e privados, dentre elas, destaca-se a avaliação da alteração da Lei nº 8.666/93 proposta pela ABIT. 5.Foi assinado um Acordo de Cooperação Técnica com a FAI-UFSCAR e o Pólo Tec Tex para apoiar o desenvolvimento do Pólo Tecnológico Têxtil de Americana (Polo Tec Tex), que engloba os municípios de Americana, Hortolândia, Nova Odessa, Santa Bárbara d´Oeste e Sumaré, por meio do fornecimento de cursos e consultorias envolvendo ferramentas da qualidade. VOLTAR

61 AGENDA TECNOLÓGICA SETORIAL Construída a partir das recomendações da Rota Estratégica e do Estudo Prospectivo, em articulação com as diretrizes da PDP, com as instâncias representativas do setor privado e com o PACTI (Plano de Ação de Ciência e Tecnológica para o Desenvolvimento Nacional). Detalha as ações priorizadas com informações sobre mecanismos e instrumentos de apoio, dimensiona os recursos necessários e identifica mecanismos de acesso aos mesmos, de forma a viabilizar sua implementação por meio da mobilização das instâncias de decisão. VOLTAR

62 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

63 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR Realizar a segunda etapa do Selo QUAL, que envolve submeter o projeto ao INMETRO para avaliação de possibilidade de criação de um programa de certificação no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade; e 2. Realizar o levantamento e análise da situação atual das empresas do pólo têxtil de Americana/SP para iniciar as ações de treinamento e capacitação em ferramentas de inovação. VOLTAR

64 2007 / /2009 Planejamento Internalização de 20 Normas IEC/ISO elaboradas por meio de seminários. Internalização de 20 Normas IEC/ISO elaboradas por meio de seminários. -Aperfeiçoamento de marco regulatório para o setor com a elaboração e divulgação de manuais.Aperfeiçoamento de marco regulatório para o setor com a elaboração e divulgação de manuais. PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE SETORIAL – PCS PCS – 004 PDS e PES de Equipamentos Médicos Plano Estratégico Setorial - PES Estudo Prospectivo Panorama Setorial Rotas Tecnológicas Agenda Tecnológica Setorial – ATS Ações de apoio à competitividade do setor Rotas Estratégicas Acompanhamento da PDP Ações de apoio à competitividade do setor -Elaboração de uma ATS.Elaboração de uma ATS. -Elaboração de três projetos de captação de recursos para ações da ATSElaboração de três projetos de captação de recursos para ações da ATS Acompanhamento do Fórum do Complexo Industrial da Saúde - foco EMHO. CD

65 PLANO ESTRATÉGICO SETORIAL Plano de competitividade de uma cadeia produtiva com um horizonte temporal de 15 anos com ações definidas e aprovadas pela iniciativa privada e governo, que tem como escopo medidas, projetos, metas, cronograma e recursos para elevar o patamar competitivo do setor produtivo. Os produtos desse plano são: Panorama Setorial Estudo Prospectivo Setorial Agenda de Competitividade Setorial VOLTAR

66 PANORAMA SETORIAL Levantamento da situação atual do setor com abrangência nacional e internacional analisada em seis dimensões: Mercado, Talentos, Investimentos, Tecnologia, Infraestrutura Física e Infraestrutura político-institucional. VOLTAR

67 ESTUDO PROSPECTIVO A partir do Panorama Setorial, o estudo identifica tendências, questões relevantes e perspectivas para um segmento do setor buscando um aumento da competitividade dentro de um horizonte temporal de 15 anos. As ações são construídas e aprovadas com o apoio de um comitê gestor, composto pela iniciativa privada e de governo. Os produtos desse plano são: Rotas Estratégicas; Rotas Tecnológicas. VOLTAR

68 ROTA ESTRATÉGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Estratégicas foram baseadas nos seguintes segmentos estratégicos: neonatal (incubadoras para recém nascidos), hemodiálise (máquinas e filtros), imagens médicas (radiologia digital e ultrassom) e equipamentos Médicos fundamentados em Ótica (endoscópios e similares). As rotas visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

69 ROTA TECNOLÓGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. No caso de EMHO foi desenhada uma Rota Tecnológica (ultrassom) e duas Agendas Tecnológicas (incubadoras neonatal e máquinas de hemodiálise), que visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no Estudo Prospectivo. VOLTAR

70 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR 2007/2008 Objetiva ampliar a capacidade de diferenciação de produtos e inovação de processos com base em normas brasileiras e de estimular a adequação dessas às normas técnicas internacionais. Principais resultados: 1.Elaboração o Manual de Boas Práticas de Fabricação. 2.Elaboração da “Cartilha de Financiamento para o Setor”. 3.Elaboração dos manuais: “Manual Para Regularização de Equipamentos Médicos na ANVISA” e “Manual para Regulamentação de Implantes Ortopédicos na ANVISA”. 4.Realização do “Seminário de Capacitação em Processos de Registro de Produtos para Saúde – Área de Equipamentos Médicos” – 150 empresas participantes. 5.Realização do “Seminário de Capacitação em Processos de Regularização de Produtos para Saúde – Área de Ortopedia/Implantes Ortopédicos” – 44 empresas participantes. 6.Realização de cursos, em parceria com o SENAI-SP, para formação de agentes de BPF beneficiando 09 empresas. VOLTAR

71 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/2009 Tem como objetivo promover a melhoria da gestão de processos e de produtos para fortalecer e modernizar a produção nacional, como também ampliar a capacidade inovadora das empresas e elevar o patamar competitivo de base tecnológica instalada no país. 1.Elaboração do “Manual de Adequação de Processos de Manufatura e Garantia da Qualidade”, com o objetivo de estabelecer o cumprimento de Boas Práticas de Fabricação (BPF) por parte das empresas, 2.Realização do curso PAQP - Planejamento Avançado da Qualidade do Produto - com ênfase em Produtos Médicos, no SENAI-SP. 3.Realização do “Seminário de Inovações Nano-Biotecnológicas aplicadas ao setor de Equipamentos Médicos” - 50 representantes do setor. 4.Elaboração do Manual de Registro de Produtos para as áreas de Materiais e de Laboratórios (Edição 2009). 5.Elaboração/adequação de 24 normas aplicáveis ao setor – Apoio à Internalização de Normas IEC/ISO VOLTAR

72 AGENDA TECNOLÓGICA SETORIAL Construída a partir das recomendações da Rota Estratégica e do Estudo Prospectivo, em articulação com as diretrizes da PDP, com as instâncias representativas do setor privado e com o PACTI (Plano de Ação de Ciência e Tecnológica para o Desenvolvimento Nacional). Detalha as ações priorizadas com informações sobre mecanismos e instrumentos de apoio, dimensiona os recursos necessários e identifica mecanismos de acesso aos mesmos, de forma a viabilizar sua implementação por meio da mobilização das instâncias de decisão. VOLTAR

73 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

74 PLANEJAMENTO Será dada continuidade ao trabalho de harmonização normativa, fornecendo apoio às atividades de elaboração/adequação e intenalização de normas (IEC e ISO) por meio de parceria entre ABDI - ABIMO - ABNT. Serão elaboradas 20 normas e encaminhadas para aprovação e publicação pela ABNT; e 2.No campo do Marco Regulatório do Setor será publicado um Manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF) e um manual de Procedimentos de Registros de Produtos para Saúde. Está prevista, também, a divulgação dos produtos em seminários junto ao setor. VOLTAR

75 CD 2007 / /2009 Planejamento 2010 PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO - PPP PPP – 001 RENAPI Curso de Formação de Agentes de Políticas Industrial e Seminários RENAPI Núcleos RENAPI Atendimento Direto à empresa RENAPI Núcleos RENAPI RENAPI Capacitação RENAPI Capacitação Atendimento Direto à empresa RENAPI - Implantação e avaliação de metodologia de gestão da inovação em emp. emergentes. Núcleos RENAPI -2 núcleos estaduais instalados;2 núcleos estaduais instalados; -5 agendas estaduais (núcleos) elaboradas; e5 agendas estaduais (núcleos) elaboradas; e - 4 seminários "Dia do Estado" realizados; 4 seminários "Dia do Estado" realizados; RENAPI Capacitação - RENAPI em foco: 6 newsletters “RENAPI em FOCO” divulgadas

76 AGENTES DE POLÍTICAS INDUSTRIAL E SEMINÁRIOS RENAPI A primeira ação da RENAPI nos Estados constituiu-se na realização de eventos de mobilização e sensibilização sobre a Política Industrial brasileira e seus instrumentos operacionais, de modo a contribuir para o aumento da competitividade das empresas brasileiras – primeiramente, Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE), depois Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP). Os eventos foram direcionados, prioritariamente, a empresários e/ou responsáveis pela elaboração de projetos tecnológicos e pela captação de recursos nas empresas. As informações repassadas durante os eventos também tiveram como público interessado, gestores estaduais e municipais, pesquisadores e demais profissionais interessados no tema. Durante todo esforço (2006 a 2008) foram percorridas 24 capitais brasileiras mobilizando e sensibilizando cerca de participantes em todas as regiões do Brasil. VOLTAR

77 RENAPI CAPACITAÇÃO A RENAPI assinou um contrato com a instituição Pró-Inovação Tecnológica (PROTEC) para a realização de 20 cursos de orientação na elaboração de projetos para captação de recursos por empresas. Por meio deste contrato, foram realizados dois cursos em 2008 (um em São Paulo, em parceria com a ABIMO, e outro no Rio de Janeiro, em parceria com o IPD-FARMA), sendo que os restantes foram realizados em VOLTAR

78 NÚCLEOS RENAPI O Núcleo é uma instância de governança que visa à articulação e concertação das ações dos governos estaduais, da iniciativa privada e do governo federal em temas relacionados à PDP. Busca auxiliar os atores locais na implementação da agenda de desenvolvimento industrial do Estado. Os principais produtos dos Núcleos são: capacitação conforme demandas; identificação de oportunidades para construção de propostas conjuntas; priorização de projetos/iniciativas estaduais com potencial interseção com a PDP. Em 2008 foram instalados três núcleos (Goiás, Acre e Sergipe), e apoiados 10 projetos estratégicos: quatro realizados com o objetivo de apoiar o desenvolvimento de fornecedores da indústria da região norte do país, e outros seis voltados para atender as Agendas de Ação da PDP. VOLTAR

79 ATENDIMENTO DIRETO À EMPRESAS – RENAPI Apoio a implementação de Núcleos de Gestão da Inovação em Empresas (NUGIN) em 4 Estados Brasileiros A metodologia NUGIN foi desenvolvida pelo IEL de Santa Catarina e tem como foco promover a geração de ambientes inovadores, fomentando e apoiando as empresas na gestão da inovação. Seus objetivos são: sistematizar metodologias de gestão da inovação, desenvolver e apoiar o uso de ferramentas, estimular a criação de núcleos de inovação nas empresas, articular projetos e parcerias e construir e manter uma base de conhecimento. A ABDI está analisando proposta encaminhada pelo IEL-SC para multiplicação da metodologia de forma a disseminá-la amplamente no ambiente industrial com potencial inovador -Identificação de demandas empresariais nas regiões beneficiadas com a RENAPI Capacitação -Baseado na lista de presença dos cursos já realizados, foram contatados 102 empresas e encaminhado um questionário para levantamento de demandas empresariais. Este mesmo trabalho está sendo desenvolvido para outras 350 empresas, identificadas como emergentes a partir de critérios do IPEA. VOLTAR

80 RENAPI CAPACITAÇÃO Realização de 10 cursos de elaboração de projetos (CG) – Foram realizados 24 cursos e uma oficina de capacitação em elaboração de projetos em cooperação com a Política de Biotecnologia. VOLTAR

81 NÚCLEOS RENAPI Foram instalados mais 8 núcleos RENAPI, fazendo um total de foram instalados - Goiás, Acre e Sergipe 2009 foram instalados – Rondônia, Rio Grande do Sul, Alagoas, Minas Gerais, Roraima, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. VOLTAR

82 ARTICULAÇÃO ESTADUAL – 2010 RENAPI (Rede Nacional de Política Industrial) – Será dada continuidade ao apoio à promoção da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) por meio da mobilização, sensibilização e capacitação de agentes públicos e privados para operar e divulgar seus instrumentos 1.Atendimento direto à empresa: será implantado e avaliado uma metodologia de gestão da inovação em empresas emergentes 2.RENAPI Capacitação: Geração, coleta e disseminação periódica e sistemática de informações relevantes para os participantes da Rede 3.Núcleos RENAPI: Instância de governança que visa coordenar e articular ações dos governos estaduais, iniciativa privada e governo federal em temas relacionados à PDP. VOLTAR

83 CD 2007 / /2009 Planejamento Relatórios e workshops de acompanhamento e avaliação da PDP Relatórios e workshops de acompanhamento e avaliação da PDP PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO - PPP PPP – 002 Monitoramento e Gestão da PDP Acompanhamento da PITCE Acompanhamento da PDP

84 ACOMPANHAMENTO DA PITCE– 2007/2008 O projeto visou melhorar o processo de coleta, análise e difusão de informações sobre a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior - PITCE, bem como definir e desenvolver, indicadores de desempenho e de impacto. Foram assinados vários Termos de Cooperação com instituições como APEX – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, MBC – Movimento Brasil Competitivo e NAE – Núcleo de Assuntos Estratégicos, com a finalidade de estreitar e consolidar as relações institucionais com os atores envolvidos na execução e implementação da PITCE, bem como nas atividades industriais. VOLTAR

85 ACOMPANHAMENTO DA PDP– 2008/2009 O objetivo do projeto é acompanhar e monitorar a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) para subsidiar a ABDI na sua missão de promover a execução da política Industrial em consonância com as políticas de Comércio Exterior e de Ciência e Tecnologia, bem como apoiar sua atuação enquanto parte da Secretaria Executiva da PDP, juntamente com o Ministério da Fazenda e BNDES. Para o alcance dos objetivos foi contratada uma consultoria para desenvolver os indicadores de desempenho e impacto da PDP, e desenvolvido o sistema de acompanhamento da PDP, que visa organizar as informações recebidas dos parceiros, bem como interagir com os mesmos, além de disponibilizar os indicadores de desempenho e impacto. Também foram elaborados relatórios bimestrais e um anual de acompanhamento da PDP. VOLTAR

86 ACOMPANHAMENTO DA PDP – 2010 A ABDI dará continuidade as ações de apoio da Secretaria Executiva da PDP, como sua integrante, promovendo o monitoramento dos resultados e do cumprimento das metas estabelecidas. Para 2010 está previsto, além do acompanhamento sistêmico das metas, o acompanhamento das medidas legais no âmbito da PDP, a elaboração de relatórios quadrimestrais e anual para todos os setores, e a realização de pelo menos um workshop de avaliação. VOLTAR

87 2007 / /2009 Acompanhamento da execução da Estratégia -Intercâmbio de experiências internacionais: 1 relatório sobre o tema “BRICs: sistema tributário, comércio exterior e desenvolvimento”Intercâmbio de experiências internacionais: 1 relatório sobre o tema “BRICs: sistema tributário, comércio exterior e desenvolvimento” Consolidação das normas do registro mercantil -Melhoria do ambiente jurídico - abertura e fechamento de empresas: 1 documento de consolidação das normas de registro mercantil de acordo com o novo marco legal que criou a REDESIM PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO - PPP PPP – 003 Ambiente Jurídico – Investimento e Inovação Projeto faz parte das ações sistêmicas da PDP de promoção de um ambiente jurídico favorável aos negócios no Brasil Acompanhamento da execução da Estratégia Consolidação das normas do registro mercantil Apoio à “Estratégia Nacional de Simplificação do Comércio Exterior” em Parceria com a CAMEX Apoio à instituição do Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (CGSIM) Planejamento 2010 CD

88 AMBIENTE JURÍDICO: INVESTIMENTO E INOVAÇÃO– 2007/2008 O Projeto surgiu, em 2008, da necessidade de consolidar, de forma planejada e monitorada, as ações para aprimorar o ambiente jurídico de investimento produtivo no Brasil, especialmente as que proporcionem regras mais transparentes e atuação mais rápida e previsível dos órgãos e agentes públicos nacionais. O trabalho começou com a definição de quatro áreas temáticas prioritárias para atuação: 1.Comércio Exterior, 2.Abertura e Fechamento de Empresas e Negócios; 3.Inovação; e 4.Poder de Compra do Estado. Os primeiros meses do projeto foram dedicados ao mapeamento dos principais órgãos com atuação nesses temas, bem como de processos de simplificação em curso relativo a essas matérias. VOLTAR

89 ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO DA ESTRATÉGIA – 2008/ Promoção do II Workshop de Simplificação e Cooperação por meio do projeto PAIIPME com o governo Espanhol na definição de operador econômico autorizado no Brasil por meio de intercâmbio de experiências bem-sucedidas de gestão de risco e simplificação do desembaraço aduaneiro com a Espanha. 2.Apoio ao Grupo Técnico de Facilitação do Comércio Exterior da Câmara de Comércio Exterior (GTFAC/Camex) na elaboração e execução da “Estratégia Nacional de Simplificação do Comércio Exterior”, resultado do encontro de Atibaia, em abril de 2008, revisada em workshop realizado em junho de 2009, em Brasília. VOLTAR

90 ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO DA ESTRATÉGIA – 2008/ Realização de diagnóstico piloto no Porto de Santos, em parceria com a CAMEX e a Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, com a participação direta da RFB, MAPA, ANVISA, SECEX/DECEX e IBAMA (principais órgãos anuentes nos portos, aeroportos e postos de fronteira utilizados no comércio exterior) para mapear os processos internos de cada órgão na fiscalização e desembaraço aduaneiro, assim como a interação entre os órgãos. 4.Apoio a pesquisa comparativa entre os sistemas tributários dos países BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). O objetivo principal é analisar o impacto dos sistemas na competitividade desses países no comércio internacional, bem como no seus desenvolvimento. Foi realizado seminário nos dias 13 e 14 de agosto de 2009, em Brasília, e está sendo preparada uma publicação com os resultados completos da pesquisa VOLTAR

91 CONSOLIDAÇÃO DAS NORMAS DO REGISTRO MERCANTIL – 2008/ Revisão do manual de gestão da Estratégia Ambiente Jurídico Brasil; 2.Promoção de um plano de medidas do comitê gestor da REDESIM; e 3.Realização do seminário “Direito e Desenvolvimento – Debates sobre o Impacto do Marco Jurídico no Desenvolvimento Econômico Brasileiro”, que contou com a parceria da Casa Civil, Ministério de Justiça, Supremo Tribunal Federal, Conselho Nacional de Justiça entre outros, e cujo produto a ser desenvolvido em VOLTAR

92 ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO DA ESTRATÉGIA – 2010 Focado na identificação, consolidação, planejamento e monitoramento das ações de melhoria do ambiente jurídico para investimento no Brasil, o projeto tem apoiado diversas ações que buscam proporcionar regras mais transparentes e uma atuação menos burocrática dos órgãos e agentes públicos. 1.Será elaborado uma agenda conjunta de trabalho temática, propositiva e consensada, sobre as relações entre direito e desenvolvimento e as possibilidade de que sejam cada vez mais positivas para o País; 2.Um relatório sobre o intercâmbio de experiências internacionais “BRICs: sistema tributário, comércio exterior e desenvolvimento”; e 3.Promovido a consolidação das normas de registro mercantil de acordo com o novo marco legal que criou a REDESIM. VOLTAR

93 CONSOLIDAÇÃO DAS NORMAS DO REGISTRO MERCANTIL – Realizar consolidação das normas mercantis para legalização de empresas. Esse trabalho está em fase de publicação do edital e deverá ser contratado ainda em 2009 e executado ao longo de Essa será a principal contribuição da ABDI para os trabalhos do Comitê para Gestão da Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de empresas e Negócios (CGSIM). Estão previstas reuniões mensais para tratar do assunto. VOLTAR

94 2007 / /2009 PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA INOVAÇÃO - PPI PPI – 001 Talentos para Inovação Mobilização Institucional e Empresarial para Inovação Talentos para Inovação na Indústria Experiências internacionais Cartilha eletrônica Primeiros passos para a gestão da inovação Iniciativa Nacional de Inovação - INI Núcleo de Inovação Tecnológica - NITs Mobilização para Formação de Recursos Humanos Planejamento 2010 CD Mobilização Institucional e Empresarial para Inovação Documentos talentos para inovação Engenharia, Física, Matemática e Química

95 INICIATIVA NACIONAL DE INOVAÇÃO – INI 2007 / 2008 A idéia inicial para a construção da Iniciativa Nacional pela Inovação brasileira surgiu no âmbito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI). Esse tema foi discutido em reunião do CNDI realizada em 2005 quando foi definido que a ABDI realizaria a articulação com outras instituições brasileiras e com o Innovate America para a construção e execução de uma mobilização empresarial pela inovação. A proposta para a Iniciativa Nacional pela Inovação brasileira seria, então, articulada com as ações do MCT e a política industrial. Desde então, a ABDI está tendo papel importante na construção das ações pela inovação nos âmbitos governamentais e empresariais. VOLTAR

96 INICIATIVA NACIONAL DE INOVAÇÃO – INI 2007 / 2008 O CNDI solicitou ainda que fossem desencadeados estudos e trabalhos prospectivos que permitissem a construção de um panorama abrangente do que são hoje os ativos nacionais de inovação, vistos em relação ao que se passa nos países avançados. Seguindo essa orientação, por solicitação da presidência da ABDI, o Projeto Iniciativa Nacional para Inovação – INI Mobilização teve início em 2006 para a construção de uma iniciativa nacional para mobilização empresarial pela inovação, a partir da apresentação de informações sobre o sistema brasileiro de inovação. De 2006 a 2008, a ABDI contratou a realização de vários estudos sobre o ambiente de inovação no Brasil e no mundo, entre eles destacam-se “Metodologia para Conceber e Executar um Plano de Mobilização Brasileira pela Inovação Tecnológica – MOBIT” e “Parques Tecnológicos no Brasil: Estudo, Análise e Proposições”. VOLTAR

97 MOBILIZAÇÃO INSTITUCIONAL E EMPRESARIAL PARA INOVAÇÃO 2007 / 2008 Esta iniciativa buscou articular e mobilizar o empresariado nacional para a importância da inovação, tanto para a competitividade do seu negócio como para a do País. Para isto, a ABDI apoiou, em 2008, a realização de três grandes eventos de sensibilização pela Inovação: Núcleo “Inovação”, durante a 60º reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência; Inovatec 2008, realizado em Minas Gerais e o 1º Congresso Internacional de Inovação, no Rio Grande do Sul. A equipe da ABDI realizou, também, diversas reuniões específicas com representantes da academia, governo, entidades de classe e empresas para a sensibilização e discussão do tema. VOLTAR

98 FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 2007 / 2008 ABDI promoveu uma série de atividades em conjunto com outros parceiros para estimular o debate sobre as ações e mecanismos que estimulam a demanda industrial por inovação, pela diversificação no processo de organização da pesquisa e formação de recursos humanos, atribuindo habilidades e competências associadas ao desenvolvimento da capacidade inovadora brasileira, num horizonte de 10 anos. Finalizado em 2008, a sistematização dessas informações resultou no documento - “Talentos para Inovação: Engenharias. Física. Química. Matemática”. As principais conclusões, apresentadas nesse documento, referem-se ao fortalecimento da relação entre os grupos de pesquisa das universidades e dos centros tecnológicos e as empresas. VOLTAR

99 MOBILIZAÇÃO INSTITUCIONAL E EMPRESARIAL PARA INOVAÇÃO 2008 / 2009 O projeto teve sua atuação centrada no primeiro semestre de 2009 no apoio à “Mobilização Empresarial pela Inovação” (MEI), que buscou articular e mobilizar o empresariado nacional para a importância da inovação, tanto para a competitividade do seu negócio como para a do País. A iniciativa culminou no 3º Congresso Brasileiro de Inovação, apoiado pela ABDI e numa carta de recomendações e compromissos que foi entregue ao presidente da República. Apoiamos ainda a realização do IX Congresso da ANPEI, em Porto Alegre, no início de junho. Apoiamos ainda a premiação do IDEA Brasil, prêmio de design. No segundo semestre apoiamos o Congresso de Inovação do Rio Grande do Sul, promovido pela FIERGS e o Expo norma, voltado para a questão da certificação e normalização, entre outros. VOLTAR

100 FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 2008 / 2009 A ABDI identificou a necessidade de informações sobre a experiência, no plano internacional, de programas para a qualificação de recursos humanos segundo as necessidades de desenvolvimento futuro da indústria. Esse produto, também finalizado em 2008, resultou no documento “Talentos para Inovação na Indústria: Experiências Internacionais”. O levantamento foi realizado em 22 programas, localizados em nove países (EUA, México, Inglaterra, Irlanda, Espanha, França, Coréia do Sul, China e África do Sul), financiados e/ou sob a responsabilidade de governos nacionais, locais e/ou entidades empresariais, sendo que todos eles têm forte cooperação da indústria. VOLTAR

101 CARTILHA ELETRÔNICA PRIMEIROS PASSOS PARA A GESTÃO DA INOVAÇÃO Disponibilizado em 2009, esse documento introduz o tema gestão da inovação em negócios nas pequenas e médias empresas. O produto desenvolvido está disponível para distribuição e serve como apoio para ações de incentivo à inovação em projetos da própria ABDI, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Confederação Nacional da Indústria (CNI), do SEBRAE, do MBC e de todos os parceiros e entidades que têm trabalhado para elevar a competitividade industrial brasileira. VOLTAR

102 PLANEJAMENTO Realização de reuniões de trabalho para identificar o perfil dos profissionais necessários à estruturação dos NITs. Com isso, será criada uma agenda estratégica, que produzirá recomendações que permitam aos órgãos competentes formularem políticas públicas voltadas para as universidades, com vistas a viabilizar a estruturação dos NITs, dentro de um modelo institucional que de fato propicie maior interação universidade-empresa. VOLTAR

103 PLANEJAMENTO Produzir um diagnóstico da situação atual da formação de recursos humanos à luz das necessidades futuras do desenvolvimento da indústria brasileira. Esse diagnóstico tem por objetivo motivar as agências e instituições públicas e privadas a estabelecerem conexões entre o processo de formação de recursos humanos nos mais diversos níveis: técnico, profissionalizante, superior ou de pós-graduação (Mestrado e Doutorado) de maneira a formar profissionais capazes de atender às demandas da inovação industrial. VOLTAR

104 2007 / /2009 Difusão do Private-Equity- Venture-Capital (PE/VC): -Módulo (curso) auto-instrucional elaborado (2009)Módulo (curso) auto-instrucional elaborado (2009) - Elaboração do censo de PE/VC brasileiro: - 1 documento da pesquisa “Censo da Indústria Brasileira de PE/VC" entregue (2009) Elaboração do censo de PE/VC brasileiro: - 1 documento da pesquisa “Censo da Indústria Brasileira de PE/VC" entregue (2009) -Instrumentos financeiros de apoio à PDP: 1 metodologia para tratamento de informações sobre instituições financeiras elaboradaInstrumentos financeiros de apoio à PDP: 1 metodologia para tratamento de informações sobre instituições financeiras elaborada PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA INOVAÇÃO - PPI PPI – 004 Promoção do Empreendedorismo, Inovação e Venture Capital Internacionalização do Private Equity e Venture Capital Promoção do Empreendedorismo, Inovação e Venture Capital Planejamento 2010 CD

105 INTERNACIONALIZAÇÃO DO PRIVATE EQUITY E VENTURE CAPITAL /2008 O projeto visou fomentar o desenvolvimento do setor de private equity e venture capital no Brasil e ampliar o acesso das PMEs brasileiras ao mercado de capitais, para a realização de investimentos de longo prazo que proporcionem o crescimento de empresas inovadoras. Em 2007, foram realizadas, em parceria com a Associação Brasileira de Venture Capital (ABVCAP), as seguintes atividades: - evento sobre investimentos em private equity & venture capital com fundos de pensão nacionais e internacionais intitulado 1st Institutional Investors Learning Journey (IILJ), com o objetivo de aumentar a disponibilidade dos recursos oferecidos pelo setor de PE/VC para empresas brasileiras; - encontros com investidores internacionais (roadshow internacional) em Londres. VOLTAR

106 PROMOÇÃO DO EMPREENDEDORISMO, INOVAÇÃO E VENTURE CAPITAL /2009 O projeto buscou a ampliação ao acesso das PMEs brasileiras ao mercado de capitais, para a realização de investimentos de longo prazo que proporcionem o crescimento de empreendedores e empresas inovadoras. Principais eventos: 1. US Brazil Venture Capital Entrepreneurship – SP (250 participantes); 2. US Brazil Venture Capital Entrepreneurship – RJ(150 participantes); 3. Life Science Venture Forum Santa Clara – USA (400 participantes); 4. RoadShow do PAC – Atlanta, San Francisco e NY (120 participantes); 5. Brazilian Day – NY(40 investidores); 6. US Brazil Venture Capital Task Force – Second Meeting – Atlanta – USA (20 participantes); 7. 1 st Asia-Brazil Round Table – Brasília (60 investidores de Cingapura e China e cerca 100 participantes brasileiros; 8. Congresso ABVCAP 2008/RJ (300 participantes). VOLTAR

107 PROMOÇÃO DO EMPREENDEDORISMO, INOVAÇÃO E VENTURE CAPITAL / Parceria MDIC – US DoC (eventos com mais de 500 participantes, parceria PUC-Rio e FGV-SP); 10.Articulação ABVCAP/APEX para continuidade do programa de atração de investimentos externos. Convênio ABVCAP/APEX firmado; e 11.Articulação do Setor de PE/VC com setores industriais para favorecer o ambiente de negócios: Petróleo e Gás, Eq. Médico-Hospitalares, Plásticos; VOLTAR

108 PLANEJAMENTO Levantamento dos Fundos de Investimentos brasileiros para divulgação na mídia, via contrato firmado com a FGV, cumprindo as seguintes etapas: Desenvolvimento de metodologia e adequação de infra- estrutura de tecnologia de informação; Pesquisa de campo e validação dos dados; Análise e elaboração de relatório de pesquisa; Entrega de relatório de pesquisa no formato adequado à série “Cadernos da Industria”, publicada pela ABDI; Divulgação nacional e internacional. VOLTAR

109 PLANEJAMENTO Elaboração e divulgação de conteúdo programático para aplicação de curso de Iniciação ao Venture Capital destinado à empreendedores, nas modalidades presencial e auto-intrucional. O curso é composto por: Elaboração de conteúdo programático para aplicação de curso de Iniciação ao Venture Capital - modalidade presencial; Formação de multiplicadores para aplicação do conteúdo programático desenvolvido, por meio de evento específico. Desenvolvimento de conteúdo programático e ferramenta (aplicativo via "web") para aplicação de curso auto-instrucional que será disponibilizado via "down load". Fornecimento dos conteúdos e ferramentas para aplicação do curso, em ambas modalidades, para os parceiros (SEBRAE, FINEP, BNDES, ABVCAP, BB, Fundos de Pensão, IEL e Instituições de ensino superior). VOLTAR

110 PLANEJAMENTO Desenvolvimento de metodologia para tratar as informações de instrumentos financeiros de apoio à PDP; Apresentação e recebimento de contribuições para aperfeiçoamento, internamente na ABDI; Elaboração de Termo de Referência para a contratação de modelagem, sistemática de recepção, tratamento e divulgação dos instrumentos financeiros, com os recortes da política industrial brasileira; Implantação do projeto com alimentação de dados e geração de relatórios periódicos. OBS: Projeto a ser desenvolvido em conjunto com a equipe de Inteligência Industrial, RENAPI, UAPP, PDP, Ambiente Jurídico e Portal Inovação. VOLTAR

111 2007 / / Elaboração de uma cartilha com o tema “Fazendo negócios em Biotecnologia” para promover a cultura de biotec em ambiente empresarial. PROGRAMA EM ÁREAS ESTRATÉGICAS – PAE PAE – 001 Política de Desenvolvimento de Biotecnologia Ações de apoio à competitividade Secretaria Executiva do Comitê Nacional de Biotecnologia Ações de apoio à competitividade Metodologia de acompanhamento da PDB Agenda Tecnológica Setorial Estudo Prospectivo Panorama Setorial Rotas Tecnológicas Rotas Estratégicas Planejamento 2010 CD

112 PANORAMA SETORIAL O documento apresenta um levantamento da biotecnologia no mundo e no Brasil, consolidando informações oriundas de trabalhos de prospecção previamente realizados por instituições e pesquisadores nacionais e internacionais, com ênfase nas áreas de fronteira da biotecnologia. O Panorama Inclui ainda um estudo bibliométrico sobre a evolução da produção científica e da propriedade intelectual nas áreas de fronteira selecionadas, abrangendo os últimos 10 anos. O Panorama está organizado em cinco seções: (i) produção científica; (ii) propriedade intelectual; (iii) mercado mundial e nacional; (iv) experiências internacionais de sistemas de inovação em biotecnologia; e (v) desafios atuais e gargalos em relação às seis dimensões da INI-Biotecnologia, com foco no Brasil (recursos humanos, infraestrutura, investimentos, marco regulatório, aspectos éticos e de aceitação da sociedade, e aspectos mercadológicos). VOLTAR

113 ESTUDO PROSPECTIVO A partir do Panorama Setorial, o estudo identifica tendências, questões relevantes e perspectivas para uma Visão de Futuro da Biotecnologia no Brasil com o objetivo de subsidiar a Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia. As ações são construídas e aprovadas com o apoio de um comitê gestor, composto pela iniciativa privada e de governo. Os produtos desse plano são: Rotas Estratégicas; e Rotas Tecnológicas. VOLTAR

114 ROTA ESTRATÉGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Estratégicas abrangeram os seguintes setores: Comercialização, produção/processo, inovação/implantação e pesquisa e desenvolvimento, e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

115 ROTA TECNOLÓGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas’ que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Tecnológicas abrangeram os seguintes setores: Investimento, infraestrutura, marco regulatório, talentos, aspectos éticos e mercado e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no Estudo Prospectivo. VOLTAR

116 SECRETARIA EXECUTIVA DO COMITÊ NACIONAL DE BIOTECNOLOGIA - AÇÕES 2007/ Foi elaborado e implantado o regimento interno e o modelo de operação da Secretaria Executiva do Comitê Nacional de Biotecnologia, sob a coordenação da ABDI, e criada a comunidade do Comitê Nacional de Biotecnologia, no portal da ABDI, para divulgação eletrônica dos resultados das atividades do Comitê. 2.Para dar ampla publicidade às ações do Comitê Nacional de Biotecnologia, a ABDI elaborou e publicou 4 Newsletters e 3 Releases, divulgando informações ao setor privado, comunidade acadêmica e instituições governamentais e 1 artigo sobre o ambiente institucional da biotecnologia e seus desafios. VOLTAR

117 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE 2007/ Apoiados os seguintes eventos: a.BOOT CAMP, realizado pela Fundação Biominas b.Workshops para o GT Industrial e de Saúde Humana do Ministério da Saúde. VOLTAR

118 AGENDA TECNOLÓGICA SETORIAL Construída a partir das recomendações do roadmap tecnológico do estudo prospectivo, em articulação com as diretrizes da PDP, com as instâncias representativas do setor privado e com o PACTI (Plano de Ação de Ciência e Tecnológica para o Desenvolvimento Nacional). As ações são detalhadas com informações básicas como mecanismos de apoio às iniciativas, medidas a serem adotadas, recursos a serem alocados e formas de acesso aos mesmos, visando viabilizar sua articulação e implementação no âmbito das instâncias de decisão. VOLTAR

119 METODOLOGIA DE ACOMPANHAMENTO DA PDB – AÇÕES 2008/2009 O objetivo foi de construir um documento contendo ações prioritárias para a implementação da PDB em cada um dos eixos estruturantes. Esta ação foi fundamental para o início das atividades do GT de Saúde Humana. 1.Foram realizados os Marcos Lógicos do GT de Saúde Humana e do GT de Agronegócios. VOLTAR

120 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE 2008/ Participação da ABDI nas reuniões do subgrupo de investimentos do GT de Saúde. 2.Realização do Seminário de Nanobiotecnologia aplicada a produtos médicos, odontológicos e de laboratório. 3.Apresentação e cadastro de empresas de biotecnologia no Portal Inovação durante a Biolatina Apresentação das propostas do Projeto de Bioetanol da ABDI no Fórum de Competitividade de Biotecnologia. 5.Articulação junto à ANVISA para a sua participação do GT de Saúde Humana. 6.Realização do Workshop de Produtos Biológicos: Uma abordagem sobre biofármacos. VOLTAR

121 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE 2008/ Realização de workshop para definição de prioridades na implantação da Política de Desenvolvimento da Biotecnologia no segmento agropecuário – GT de Agronegócios. 8.Realização do Seminário “Experiências Empresariais da Inovação Biotecnológica no Brasil”. 9.Realização da Biolatina 2008 com a presença de mais de 870 inscritos. 10.Distribuídas a Newsletter “Bio in Foco” para mais de 400 pessoas relacionadas com o tema da biotecnologia 11.Elaboração de um diretório (Português / Inglês / Espanhol) sobre instituições governamentais e empresas de biotecnologia, e um estudo de benchmark sobre estratégias internacionais na área VOLTAR

122 PLANEJAMENTO - AÇÕES 2010 Elaboração de 01 cartilha “Fazendo negócios em Biotecnologia” que ensina como iniciar uma empresa em incubadoras; negociação de royalties e patentes; gestão de projetos; o papel do pesquisador e do administrador. VOLTAR

123 2007 / / Atualização e divulgação do Bluebook Brasil. Atualização e divulgação do Bluebook Brasil. -1 missão internacional de divulgação do Bluebook Brasil realizada.1 missão internacional de divulgação do Bluebook Brasil realizada. PROGRAMA EM ÁREAS ESTRATÉGICAS – PAE PAE – 005 Estratégia Nacional de TICs Lançamento TV Digital PADIS / BlueBook Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas CI-Brasil Semicondutores BlueBook TICs TICs + Semicondutores Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas Estudos/Relatórios Acompanhamento da PDP -Acompanhamento das reuniões do Comitê Gestor – Adensamento da Cadeia Produtiva.Acompanhamento das reuniões do Comitê Gestor – Adensamento da Cadeia Produtiva. - Acompanhamento da agenda de trabalho de TV Digital e SBTVD Acompanhamento da agenda de trabalho de TV Digital e SBTVD - Acompanhamento da agenda de trabalho do Programa Eletrônica para Consumo Acompanhamento da agenda de trabalho do Programa Eletrônica para Consumo Oficinas Planejamento 2010 CD

124 TICs 2008/2009 O objetivo do projeto é desenvolver uma agenda comum, de longo prazo, envolvendo todos os segmentos representativos do setor, incorporando diferentes linhas de ação, desde a inserção das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) nas atividades sociais e econômicas, até ações para estruturação dos segmentos ofertantes no Brasil. Para isso, foi elaborado uma pré-consulta estruturada e um exercício Delphi envolvendo diversos atores públicos e privados para elaboração de um relatório de lacunas em Políticas Públicas na área de TICs. Esse trabalho deu inicio à elaboração do estudo prospectivo em TICs. VOLTAR

125 TICs - PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS 2007/2008 Por meio do projeto foi elaborado um estudo/parecer técnico de viabilidade de produção nacional de hardware especificado no projeto UCA. – Programa "Um Computador por Aluno" e realizados 3 workshops setoriais estratégicos para a formulação da estratégia nacional do setor de TICs, articulada com os diversos atores de governos e da iniciativa privada. VOLTAR

126 SEMICONDUTORES O objetivo principal do projeto é promover ações que visem à atração de investimentos na indústria de semicondutores – inclusive displays, painéis fotovoltaicos e dispositivos optoeletrônicos – para o Brasil, em qualquer etapa da cadeia produtiva (design, front-end, back-end, insumos, máquinas, EDA), isoladamente ou em conjunto, além de apoiar as atividades de design houses do Programa CI-Brasil, especialmente na captação de projetos junto ao setor privado, no Brasil e no exterior. Os principais parceiros nessa linha são o BNDES e o MDIC. VOLTAR

127 SEMICONDUTORES PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS 2007/ Software e Serviços de TI: a ABDI sediou o encontro dos quatro GTs definidos pelo Fórum: Exportação e Internacionalização de Empresas, Formação de RH, Marco Regulatório e Inovação e apoio às MPMEs. - Microeletrônica: a ABDI acompanhou todo o processo de desoneração tributária, centros tecnológicos, atração de investimentos estrangeiros, capacitação e treinamento. - Display: apoiou os trabalhos de atração de investimentos, capacitação e treinamento, e patrocinou o evento “Latin Display 2008”. - Inclusão Digital: integra o Fórum do SBTVD e acompanha o processo de implantação e progressão da TV Digital no Brasil. VOLTAR -

128 SEMICONDUTORES PADIS E BLUE BOOK 2007/2008 PADIS: Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores. Inclusão de medida eliminando a restrição de acesso aos incentivos do Programa na aquisição de máquinas e equipamentos usados. Blue Book – Elaboração de “Guia” brasileiro para o setor de semicondutores - O Blue Book apresenta o cenário econômico geral brasileiro em especial da indústria de microeletrônica, com foco em semicondutores: As políticas de governo, infra-estrutura, programas e parcerias, bem como todos os incentivos disponíveis. a. Levantamento de dados b. Criação de mídias c. Rodadas de divulgação d. Abordagem de alvos VOLTAR

129 CI BRASIL 2007/2008 Para desenvolver o setor de microeletrônica brasileiro, o Programa CI-Brasil desenvolverá ações buscando o estabelecimento de um ciclo contínuo de desenvolvimento, capacitação e implantação de infra-estrutura na área, a fim de inserir o Brasil no mercado mundial de projetos de Cis (Circuitos Integrados). a.Design houses b.Executive IC Summit VOLTAR

130 JUNÇÃO DOS PROJETOS DE SEMICONDUTORES e TICs O projeto de Semicondutores foi incorporado ao projeto da Estratégia Nacional em TICs. O encerramento deste projeto foi motivado pela avaliação de que seu escopo tinha total aderência ao escopo do projeto de TICs, como se fosse um subconjunto deste último, o que levou à decisão pela sua absorção. VOLTAR

131 TICs – PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS 2008/ Estudo da Cadeia Produtiva em TICs (CGEE). - Plano de Ações e medidas da PDP para cada subgrupo de TIC. - GT de Marco Regulatório do Fórum de SW e Serviços TI - Compilação e análise do Marco Legal no setor. - Ações de implantação do PAIED (Programa de Atração de Investimentos em Displays). - Patrocínio ao evento “Latin Display. - Acompanhar a agenda de reuniões junto ao Comitê Gestor de Adensamento da Cadeia. - Patrocínio à Oficina de Inclusão Digital. - Reformulação da Marca Brasil IT. VOLTAR

132 ESTUDOS/RELATÓRIOS 2008/ Apresentados 26 relatórios que abrangem desde a conceituação do termo “TIC”, suas aplicações e como proporcionam o desenvolvimento de um país pela sua capacidade de afetar todos os setores da economia. Foi apresentada também uma visão do cenário de infra- estrutura tecnológica, de políticas públicas e os principais gargalos a serem solucionados. 2.A ABDI em parceria com o Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia do Instituto de Economia da Unicamp, lançou em agosto de 2008, o “Relatório de Acompanhamento Setorial – Tecnologia de Informação e Comunicação”, de periodicidade semestral. O relatório apresenta uma análise da conjuntura do setor de telecomunicações, especialmente a questão da inclusão digital. VOLTAR

133 OFICINAS 2008/ Realizada Oficina de Trabalho: "Visão de Futuro e Agenda INI-TIC: “. Durante a oficina, a construção da visão de futuro do desenvolvimento de aplicações mobilizadoras das TIC no Brasil foram estruturadas em dinâmicas de grupo em torno das aplicações abaixo: a. serviços convergentes de telecomunicações; b. TV Digital interativa; c. sistemas aplicados à segurança pública; d. sistemas aplicados à saúde humana; e. sistemas aplicados à energia; f. sistemas de rastreabilidade de animais, alimentos e madeira; g. sistemas eletrônicos e de simulação aplicados à navegabilidade. VOLTAR

134 BLUEBOOK 2008/2009 Blue Book - “Guia” brasileiro para o setor de semicondutores que apresenta o cenário econômico geral brasileiro em especial da indústria de microeletrônica, com foco em semicondutores: - As políticas de governo, infra-estrutura, programas e parcerias, bem como todos os incentivos disponíveis. a. Relatório bluebook com os dados do setor b. Mídias de divulgação em inglês c. Folder, Site, CD e apresentação PPT d. Realização de missões para divulgação do setor e. Identificação e abordagem de empresas com potencial interesse em investimentos VOLTAR

135 LANÇAMENTO DA TV DIGITAL 2008/ Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Equipamentos para a TV Digital – PATVD a. Assento no GTC Brasil/Japão e Fórum TV Digital VOLTAR

136 CI BRASIL 2008/2009 Para desenvolver o setor de microeletrônica brasileiro, o Programa CI-Brasil vem desenvolvendo ações buscando o estabelecimento de um ciclo contínuo de desenvolvimento, capacitação e implantação de infra-estrutura na área, a fim de inserir o Brasil no mercado mundial de projetos de Cis (Circuitos Integrados). a. O Brasil formou a segunda turma de projetistas de circuitos integrados - 96 novos projetistas de circuitos integrados, que receberam o treinamento no CT2, localizado em Campinas. VOLTAR

137 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

138 PLANEJAMENTO - AÇÕES Atualização dos documentos do Bluebook Brasil, que são os diferentes tipos de material para das suporte às diferentes iniciativas de atração de investimentos para o setor. - Realização de 01 missão internacional de divulgação do Bluebook para encontros com potenciais investidores. VOLTAR

139 2008/2009 PROGRAMA INSERÇÃO INTERNACIONAL - PII PII – 001 Integração Produtiva do MERCOSUL Integração Produtiva MERCOSUL Cadeia Automotiva Cadeia de Petróleo e Gás Coordenação Nacional do Grupo de Integração Produtiva (GIP) Coordenação do Grupo de Integração Produtiva (GIP) - Elaborar um relatório consolidado de acompanhamento das ações incluídas no cronograma oficial do GIP Planejamento 2010 CD Projeto FOCEM Projeto FOCEM Atividades em 2009

140 INTEGRAÇÃO PRODUTIVA DO MERCOSUL O Projeto de Integração Produtiva do Mercosul tem como objetivo acelerar o processo de integração e melhor explorar a complementaridade das economias dos países do Mercosul, contribuindo para o tratamento das assimetrias econômicas existentes no bloco. Responsável pela coordenação deste projeto no âmbito da PDP, a ABDI vem desenvolvendo diversas ações e atividades voltadas a aceleração do processo de integração produtiva com países do MERCOSUL, explorando a complementaridade de suas economias e fomentando o adensamento e integração das cadeias produtivas coincidentes. VOLTAR

141 COORDENAÇÃO NACIONAL DO GRUPO DE INTEGRAÇÃO PRODUTIVA (GIP) A ABDI exerce a Coordenação do Grupo de Integração Produtiva do Mercosul (GIP), conjuntamente com as Chancelarias e Ministérios de Indústria e Comércio da Argentina, do Paraguai, do Uruguai e da Venezuela. Em outubro e novembro de 2008, respectivamente, a ABDI organizou, em conjunto com o Ipea e a CEPAL, um workshop e um seminário internacionais sobre o tema integração produtiva no Mercosul, à luz das experiências européias e asiáticas. VOLTAR

142 ATIVIDADES EM Em 2009 foi promovido o intercâmbio tecnológico entre quatro especialistas e entidades congêneres de suporte ao desenvolvimento empresarial (SEBRAE, SENAI, INMETRO etc.) além de elaborado o mapeamento de empresas da cadeia produtiva de petróleo e gás no MERCOSUL. - A ABDI foi delegada pelo MDIC, por Portaria, para formulação, execução e/ou gestão de projetos contemplados no Programa “Desenvolvimento da Competitividade”. Com isso, dois projetos de fomento aos setores de Petróleo e Gás e Automotivo, foram apresentados ao FOCEM com o objetivo de contribuir para a diminuição das assimetrias econômicas existentes no bloco e proporcionar às cadeias regionais ganhos sistêmicos de competitividade mundial. VOLTAR

143 CADEIA AUTOMOTIVA O Programa contempla três eixos de atuação para que se amplie a integração da cadeia automotiva do bloco: Promoção da competitividade de fornecedores de autopeças; Desenvolvimento de sistemas de informação para a promoção de novos negócios no bloco regional; Fomento à inovação e ao desenvolvimento tecnológico na cadeia automotiva regional Destaques: - Encaminhamento da proposta do projeto para o setor automotivo ao FOCEM para tramitação oficial. VOLTAR

144 CADEIA DE PETRÓLEO E GÁS O Programa deverá ser desenvolvido com o apoio de entes públicos e a articulação da rede de fornecedores do setor de petróleo e gás do MERCOSUL e objetiva promover a complementaridade da cadeia na região, por meio de ações estratégicas voltadas a: Melhoria da qualidade, inovação e preço, para o alcance de padrões internacionais; Aumento da participação de empresas do bloco nas vendas para companhias petroleiras com operações na região; Apoio técnico a cadeia de fornecedores para possibilitar ganhos sistêmicos de competitividade. Destaques: - Encaminhamento da proposta do projeto para o setor automotivo ao FOCEM para tramitação oficial; VOLTAR

145 FOCEM – PROJETO AUTOMOTIVO O Fundo para a Convergência Estrutural e Fortalecimento Institucional do Mercosul (FOCEM) tem por finalidade aprofundar o processo de integração regional no Cone Sul. Nesse sentido, a ABDI iniciou algumas ações visando a integração desta cadeia no MERCOSUL, tais como: Viabilização de intercâmbios tecnológicos de especialistas com entidades de suporte ao desenvolvimento empresarial; Elaboração de um relatório da política automotiva para o MERCOSUL com vistas a subsidiar as negociações entre os países- membro, e possibilitar uma análise mais sistêmica das assimetrias entre as empresas do setor; Formulação e apresentação do projeto voltado ao aumento da competitividade ao FOCEM. VOLTAR

146 FOCEM – PROJETO PETRÓLEO E GÁS O Fundo para a Convergência Estrutural e Fortalecimento Institucional do Mercosul (FOCEM) tem por finalidade aprofundar o processo de integração regional no Cone Sul. Nesse sentido, a ABDI elaborou e apresentou ao FOCEM o projeto que deve apoiar tecnicamente o aumento da competitividade desta cadeia na região. O primeiro passo para integrar a cadeia de Petróleo e Gás no MERCOSUL será o mapeamento das empresas fornecedoras e potenciais fornecedoras para as empresas-âncora nos países- membro. Para tanto a ABDI está compilando os cadastros da ONIP, da CAPIPE, das empresas da RedePetro e de empresas indicadas pelos Governos do Paraguai e Uruguai. VOLTAR

147 PLANEJAMENTO ACOMPANHAMENTO DA PDP Um relatório consolidado de acompanhamento das ações incluídas no cronograma oficial do GIP. As ações incluídas nos projetos relacionados ao FOCEM não se encontram refletidas nas metas 2010 do projeto porque ainda não foram aprovadas pelos órgãos decisórios do Mercosul. VOLTAR

148 2008 / 2009 PROGRAMA INSERÇÃO INTERNACIONAL - PII PII – 004 PROGRAMA DE COOPERAÇÃO INDUSTRIAL COM A AMÉRICA LATINA E CARIBE Cooperação Industrial Cuba Peru Bolívia Argentina Uruguai Paraguai Caderno técnico de empreendimentos industriais Integração Industrial Cadeias produtivas Prospecção setorial Plano de Trabalho Projeto de implantação de fábricas Venezuela Estruturação da Operação na Venezuela Diversificação do parque fabril Coordenação da cooperação industrial com a América Latina e Caribe - 1 relatório consolidado de acompanhamento das ações realizadas no âmbito da cooperação industrial Planejamento 2010 CD

149 COOPERAÇÃO INDUSTRIAL Em cumprimento aos Programas de Integração Produtiva dos destaques estratégicos da PDP, o projeto promove a integração produtiva em setores industriais, explorando não apenas oportunidades comerciais, mas o desenvolvimento de competências industriais nos Estados contraparte, alinhadas à política externa e ao momento de internacionalização das empresas brasileiras. O “Programa de Trabalho em Matéria de Cooperação Industrial”, que norteia as atividades para a cooperação bilateral, identifica segmentos estratégicos para o país parceiro e de interesse para a indústria brasileira, e apóia a viabilização dos investimentos necessários ao seu desenvolvimento na América Latina e Caribe. VOLTAR

150 COOPERAÇÃO COM A VENEZUELA Por determinação da Presidência da República, atendendo o interesse demonstrado pelo Governo da Venezuela, a ABDI “instalou” um escritório na Venezuela, e assim passou a coordenar todos os trabalhos relacionados à cooperação industrial. Em fase de conclusão no final de 2009, o projeto atuou na identificação dos setores prioritários para a diversificação do parque fabril da Venezuela, na elaboração de projetos fabris, na seleção das empresas brasileiras interessadas no aproveitamento das oportunidades geradas para o fornecimento de equipamentos e serviços e até mesmo na implantação e incorporação das fábricas. Além de sua importância para a política externa brasileira, a cooperação com a Venezuela permitiu a ABDI desenvolver uma metodologia de integração produtiva, capaz de se adaptar às diferentes realidades dos outros países. VOLTAR

151 AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009 Venezuela: O plano de trabalho para instalação dos projetos fabris estabeleceu as etapas para aquisição dos bens de capital. Tais foram contemplados nos projetos e a lista de empresas fornecedoras de bens de capital e de serviços selecionadas por editais. O plano foi apresentado para os presidentes dos dois países. Além disso a ABDI tem acompanhado a Fundação CERTI nas negociações com o Governo Venezuelano, para detalhamento das propostas de integração dos projetos fabris. Outra relevante iniciativa é a construção de um Plano de Trabalho que viabilize a colaboração do Brasil na formulação de uma Política de Desenvolvimento Produtivo para a Venezuela. VOLTAR

152 COOPERAÇÃO INDUSTRIAL COM A CUBA CADERNOS INDUSTRIAIS Utilizando-se da mesma metodologia desenvolvida, a ABDI vem trabalhando para a identificação das oportunidades de cooperação com Cuba.Após a realização de diversas reuniões com o governo cubano e a realização de missão empresarial a Havana, a ABDI deverá se debruçar na análise do mercado regional para as prioridades estabelecidas por Cuba e na identificação da viabilidade técnico-econômica dos investimentos. Após esta etapa, serão ainda desenvolvidos os pré-projetos fabris e dado apoio técnico aos interessados em sua incorporação. AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009 A ABDI coordenou visitas às empresas de auto-peças com potencial interesse em uma parceria produtiva, priorizando a utilização das instalações fabris de Cuba. Foi feita a apresentação das potencialidades do mercado e dos produtos de interesse. Foi realizada ainda uma missão empresarial ao País para apresentação dos interesses de Cuba e identificação das ofertas das empresas brasileiras VOLTAR

153 COOPERAÇÃO INDUSTRIAL COM A BOLÍVIA PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DE FÁBRICAS A cooperação Brasil / Bolívia tem seu foco no plano de desenvolvimento boliviano e nas áreas estratégicos para as quais o Brasil pode contribuir. Destacando-se aí os setores têxteis, madeira e processamento de alimentos. A ABDI, de acordo com a metodologia aplicada à cooperação industrial, após estudo do interesse da industria brasileira na exploração dessa oportunidade e das possibilidades de colaboração das instituições de apoio aos principais setores sugeridos pelo governo boliviano, iniciou a elaboração do detalhamento técnico dos projetos (Cadernos Técnicos), que deverá resultar na elaboração das especificações dos empreendimentos industriais (Cadernos Fabris) necessários ao desenvolvimento da industria boliviana. VOLTAR

154 AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009 Bolívia: A cooperação foi oficializada em 2009, onde na oportunidade da missão realizada à Bolívia foram discutidos os prováveis temas da cooperação, sendo eles: madeira, vidro, açúcar, carne e têxtil. Para atendimento das necessidades expressas do governo boliviano, foram feitos encaminhamentos específicos a cada tema, incluindo pré-projetos de fábricas para o segmento sucroalcooleiro e têxtil. VOLTAR

155 COOPERAÇÃO INDUSTRIAL COM O PERU INTEGRAÇÃO INDUSTRIAL - TÊXTIL Inicialmente, a principal demanda apresentada pelo governo boliviano no âmbito da cooperação foi o fortalecimento de sua industria têxtil. Para isso, a ABDI está elaborando um documento técnico que detalha as principais possibilidades de integração produtiva neste setor. Outras áreas de interesse indicadas pelo governo do Peru para cooperação bilateral no setor industrial são: madeira, autopeças, turbinas e em especial, os bicombustíveis. VOLTAR

156 AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009 Peru: Em reunião na embaixada do Peru no Brasil, representantes dos dois países discutiram as perspectivas da Cooperação Industrial como início formal das negociações. As áreas de interesse indicadas pelo Peru são: madeira, autopeças, bicombustíveis e turbinas. Destaca-se ainda os avanços no tema de bicombustíveis, que já possui segunda etapa de projeto de cooperação com a Embrapa para a substituição de cultivos de entorpecentes. VOLTAR

157 COOPERAÇÃO INDUSTRIAL COM A ARGENTINA CADEIAS PRODUTIVAS O escopo dessa cooperação, está na identificação das possibilidades de complementaridade entre as cadeias produtivas dos dois países, em especial nas Cadeias Produtivas: Automotiva e Petróleo e Gás. A ABDI está elaborando um documento técnico detalhado sobre o comportamento dessas cadeias produtivas nos dois países, o que permitirá o apoio a implementação das ações necessárias a complementação da produção. AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009: A ABDI participou da Reunião Bilateral Argentina-Brasil, organizada pelo MDIC, em Buenos Aires, em que foram apresentadas as ações de cooperação industrial da ABDI. VOLTAR

158 COOPERAÇÃO INDUSTRIAL COM O URUGUAI PROSPECÇÃO SETORIAL O projeto de cooperação industrial com o Uruguai está em fase de prospecção dos setores estratégicos para o plano de desenvolvimento do Uruguai. No entanto, foi possível identificar inicialmente potenciais setores: software, cosméticos/fitoterápicos e navipeças. AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009: Foi realizada uma videoconferência entre o Embaixador do Uruguai no Brasil, Presidente da ABDI e o Diretor Nacional de Industriais do Ministério da Indústria, Energia e Minas (MIEM),a fim de identificar os setores para potencial cooperação bilateral. Os setores apontados foram: aeronáutica, naval, autopeças, farmacêutico e farmacêutico veterinário, plástico, eletrônica e software, biotecnologia e nanotecnologia. VOLTAR

159 COOPERAÇÃO INDUSTRIAL COM O PARAGUAI PLANO DE TRABALHO O projeto está em fase adiantada e já conta com um plano operacional para a cooperação bilateral, composto de cinco tópicos de interesse: [1] Capacitação para o setor de confecções; [2] Capacitação para o setor metal-mecânico; [3] Apoio à formulação da política industrial; [4] Apoio à estruturação do sistema paraguaio de promoção de empreendimentos inovadores; [5] Apoio à estruturação da unidade de análise de competitividade do MIC. A expectativa é de que pelo menos dois tópicos sejam trabalhados ainda em VOLTAR

160 AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009 Paraguai: Foi realizada uma missão à Assunção, para detalhar as atividades de cooperação bilateral e assinar o documento que prevê a elaboração, assinatura e execução de projeto de cooperação técnica (PCT). O Plano Operacional desenvolvido prevê a capacitação para os setores (i) metal-mecânico e (ii) confecções. Além de um suporte à análise de competitividade do MIC paraguaio, o Brasil também está apoiando o governo do país na formulação de uma política industrial, a exemplo da PDP, e na estruturação do sistema de promoção de empreendimentos inovadores em três frentes: i) transferência da experiência brasileira em matéria de promoção de incubadoras e primeiras experiências de empresas; ii) desenho de um produto paraguaio com base no Programa Primeira Empresa (PRIME) do Brasil; e iii) assistência brasileira na implementação de um projeto piloto. VOLTAR

161 PLANEJAMENTO 2010 A meta da ABDI para 2010 é a produção de um relatório consolidado de acompanhamento das ações realizadas no âmbito da cooperação industrial, já que o estabelecimento de metas operacionais torna-se muito difícil tendo em vista a falta de governança da ABDI sobre a disponibilidade de agenda das autoridades estrangeiras, bem como sobre as modificações de cronograma propostas pelos mesmos ao longo das negociações. No entanto, o relatório deverá permitir uma avaliação dos resultados alcançados por cada uma das ações realizadas em cada projeto incluído no Programa de Cooperação Industrial, bem como da eficácia da área internacional da Agência. VOLTAR

162 Cooperação Industrial 2008 / 2009 Planejamento 2010 PROGRAMA INSERÇÃO INTERNACIONAL - PII PII – 005 Cooperação Industrial com a África Cooperação Industrial Angola Moçambique Líbia Caderno Técnico Estágio técnico Rodada de Negócios Workshop empresarial CD Coordenação da cooperação industrial com a África - 1 relatório consolidado de acompanhamento das ações realizadas no âmbito da cooperação industrial

163 COOPERAÇÃO INDUSTRIAL O projeto de cooperação industrial tem como objetivo promover de forma coordenada com os movimentos empresariais brasileiros, o desenvolvimento de setores industriais de países do Continente Africano e a sua conexão às cadeias e sistemas produtivos estabelecidos no Brasil. As ações estão sendo feitas com Angola, Moçambique e Líbia. VOLTAR

164 CADERNO TÉCNICO - ANGOLA Após definição dos temas de cooperação, será elaborado um caderno com o panorama do setor. O caderno deverá incluir uma lista de empresas aptas ao fornecimento de serviços para elaboração de pré-projetos industriais e produtos correlacionados à implantação e operação de plantas fabris na África. AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009: O presidente da ABDI reuniu-se com representantes do governo angolano onde forma discutidas oportunidades para investimento de empresas brasileiras naquele país. VOLTAR

165 ESTÁGIO TÉCNICO O estágio técnico é uma visita de três representantes moçambicanos na ABDI (2 representantes do Governo e 1 do setor privado) com o objetivo de fornecer informações sobre a estrutura de apoio governamental à competitividade e ao desenvolvimento industrial (interesse declarado pelo contraparte na gestão da PDP), assim como oferecer oportunidades de interação com entidades empresariais brasileiras. RODADA DE NEGÓCIOS Reuniões entre empresários brasileiros e moçambicanos no intuito de identificar oportunidades de desenvolvimento de setores industriais em alinhamento com as agendas dos dois países. VOLTAR

166 AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009 MOÇAMBIQUE Por meio de missões internacionais e negociações entre representantes brasileiros e deste país, a ABDI concluiu que os setores prioritários da política industrial do Governo moçambicano para o desenvolvimento do país são: têxtil, metal-mecânico e agroindústria alimentar. Foram definidas as bases para um estágio de 2 semanas de 2-3 técnicos da Moçambique na ABDI. VOLTAR

167 WORKSHOP EMPRESARIAL Missão empresarial à Líbia com a participação de representantes de empresas brasileiras já comprometidas com a iniciativa de parceria com empresas líbias, para realização de reuniões de negócios. O setor de construção civil recebeu um destaque especial. VOLTAR

168 AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009 LÍBIA Assinado o Memorando de Entendimento – MoU entre o Brasil (MDIC) e Líbia. A partir do MoU, foram definidos os passos de Cooperação e formalizado o cronograma inicial de trabalho entre ABDI e o Housing and Infraestructure Board – HIB. A ABDI enviou ao HIB panorama da construção civil brasileira e recebeu daquela instituição lista de fábricas do setor existentes no mercado líbio. Foram contratadas as empresas Odebrecht e a Andrade Gutierrez, que já operam na Líbia, com vistas a obter informações sobre o mercado líbio de construção civil, sistema tributário, e quais incentivos e investimentos oferecidos por aquele Governo. Identificadas 06 empresas do setor de materiais de construção civil com interesse na cooperação industrial com a Líbia. VOLTAR

169 PLANEJAMENTO 2010 Relatório consolidado de acompanhamento das ações realizadas no âmbito da cooperação industrial. A estrutura de trabalho será: Serão identificados potenciais setores para cooperação, por meio de missão de prospecção Será elaborado um Programa de Trabalho em que foram formalizados os pontos de interesse e as contrapartes envolvidas; Será identificado como atuar e quais empresas/entidades que de fato irão investir na Angola Serão identificados propostas de cadernos de encargos fabris de acordo com os setores previamente selecionados. VOLTAR

170 Chamada à Ação Brasil - EUA 2008 / 2009 PROGRAMA INSERÇÃO INTERNACIONAL - PII PII – 006 Diálogo de Inovação Brasil-EUA Diálogo de Inovação Brasil-EUA Diálogo de inovação Brasil- EUA Cooperação Setorial – reunião bilateral Prêmio de Inovação Brasil-EUA Evento “2 º US-Brazil Innovation Summit” Planejamento 2010 CD Laboratórios de Inovação Atividades Atividades

171 CHAMADA À AÇÃO BRASIL - EUA O objetivo da ação é estabelecer uma agenda comum de construção de economias baseadas na inovação e planejar ações para o aumento da competitividade e da produtividade em longo prazo e de forma sustentável, com fundamentação em três premissas: talento, investimento e infra-estrutura 1.Cooperação setorial Workshop entre Brazil-EUA no tema de energia: eficiência energética, energia renovável e smart grids. 2.Prêmio de Inovação Brasil-EUA Série de workshops que reúne líderes da indústria, governo e academia do Brasil e dos EUA para debater temas relacionados à inovação nos dos países (energia, TICs, ciências da vida, venture capital, ambiente jurídico e regulatório, etc.), gerar propostas para os setores envolvidos e identificar e desenvolver parcerias bilaterais. 3.Evento “2º US-Brazil Innovation Summit” Conferência bilateral reunindo líderes do Brasil e dos EUA na promoção de parcerias e cenários de inovação. VOLTAR

172 LABORATÓRIO DE INOVAÇÃO O objetivo dos laboratórios é gerar oportunidades concretas de internacionalização de empresas brasileiras, bem como de negócios e de cooperação tecnológica. VOLTAR

173 AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009 Os laboratórios realizados em 2009 resultaram três iniciativas, que se encontram em fase de negociação e planejamento entre os parceiros empresariais e governamentais de ambos os países: Colaboração em Smart Grids, voltado a energias renováveis e redes inteligentes, sob a coordenação da CEMIG e diversas empresas americanas; Colaboração em Co-Incubação, sob a responsabilidade da Amprotec, Incubadoras da Universidade do Arizona – Sky Song e Incubadora de San José; Clean Tech Open Brazil que tem como proposta o desenvolvimento de startups de tecnologia limpa e está sob a responsabilidade da FIERGS, California Clean Tech Open e Departamento de Energia americano. VOLTAR

174 AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009 Em 2008, foram realizados por meio de parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e com o Council on Competitiveness (CoC) americano, 6 Laboratórios de Aprendizagem em Inovação, nos dois países, nos seguintes lugares: Porto Alegre, Chicago, São Paulo, Silicon Valley, Rio de Janeiro, Denver e Belo Horizonte. Nessas oportunidades, a parceria Brasil-EUA para inovação foi fortalecida, e estabelecido o foco do trabalho na competitividade e sustentabilidade com base em inovação, empreendedorismo e parcerias público-privadas; produção de idéias, análises e recomendações para ações governamentais e privadas, além de construção de consensos que suportem a agenda de competitividade e inovação da 2ª Conferência de Inovação Brasil-EUA, a ser realizada em VOLTAR

175 PLANEJAMENTO 2010 DIÁLOGO DE INOVAÇÃO BRASIL-EUA O projeto promove internacionalmente os avanços institucionais realizados no Brasil, particularmente no que tange ao ambiente para inovação e investimentos, e fomenta o desenvolvimento de negócios e iniciativas binacionais de apoio à inovação e ao desenvolvimento tecnológico - 2nd US - Brazil Innovation Summit realizados - 2 laboratórios de aprendizagem e inovação Brasil-EUA realizados VOLTAR

176 2008 / 2009 PROGRAMA INSERÇÃO INTERNACIONAL - PII PII – 007 FORMAÇÃO E INTERCÂMBIO DE RH EM TICs, EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO ABDI - SCSI Apoio ao intercâmbio de profissionais brasileiros com instituto norte- americano ICSI visando inserção de profissionais num ambiente de alta inovação Atividades Planejamento 2010 CD

177 ABDI - SCSI Em 2008, A ABDI assinou um Memorando de Entendimento com o International Computer Sciences Institute (ICSI). O acordo visa aliar o desenvolvimento de competências tecnológicas específicas na área de tecnologias da informação e comunicação com o desenvolvimento de competências de negócios e de redes de relacionamentos brasileiras em ambientes altamente inovadores e destacados no cenário internacional de inovação, além da promoção de competitividade global para empresas brasileiras, por meio de programas que incluem treinamento e a construção de redes de contatos. O projeto está baseado no apoio ao intercâmbio de tecnologias, desenvolvimento de negócios e a inserção internacional de profissionais e empresas brasileiras. As ações visam promover negócios colaborativos, pesquisa e projetos de transferência de tecnologia entre o ICSI e instituições brasileiras industriais, de negócios e de pesquisa, tendo como expectativa promover o desenvolvimento da inovação de utilidade pública, privada e acadêmica. VOLTAR

178 AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009 Assinatura de um Memorando de Entendimento com o International Computer Sciences Institute (ICSI) e a ABDI. O diretor e a gerente de operações do ICSI reuniram-se no Brasil com representantes da ABDI para participarem de um workshop introdutório ao ICSI na FGV-SP, sobre inovação no Brasil, com participação de representantes do GVCepe, ABIMO, ABINEE, BRASSCOM, Fundação Certi, CIETEC/USP, Porto Digital e TECNOPUC. A delegação visitou ABINEE e USP (LSI e LARC, da POLI), em São Paulo; o CENPRA, Instituto Von Braun, CPqD e Unicamp (INOVA / FEEC), em Campinas; a PUC-RJ (Instituto Gênesis) e UFRJ (COPPE), no Rio de Janeiro; e participou de reunião de planejamento da cooperação ABDI-ICSI, na ABDI, em Brasília. Início do processo para a viabilização da contratação do ICSI, visando ao envio de profissionais brasileiros ao ICSI para desenvolver projetos e pesquisas conjuntas, e vivenciarem um processo de imersão no ambiente de alta inovação promovido pelo ICSI e a comunidade de Berkeley, Bay Area e Silicon Valley. VOLTAR

179 PLANEJAMENTO 2010 INTERCÂMBIO DE PROFISSIONAIS 1.Programa de Intercâmbio Profissional a.Apoio ao envio de duas empresas ou dois profissionais/pesquisadores brasileiros ao exterior VOLTAR

180 2008/2009 PROGRAMA INSERÇÃO INTERNACIONAL - PII PII – 008 Cooperação com a Suécia Cooperação industrial com a Suécia por meio da parceria com a agência VINNOVA na realização de um laboratório de aprendizagem e inovação Mapa de Ações Industriais Brasil – Suécia Planejamento 2010 CD Atividades 2009

181 MAPA DE AÇÕES INDUSTRIAIS BRASIL – SUÉCIA O projeto teve início com ações coordenadas para identificar oportunidades bilaterais visando o desenvolvimento industrial e inovação entre empresas brasileiras e suecas. A partir do acordo entre MDIC e Ministério da Suécia, um grupo de trabalho terá em sua agenda temas ligados a alta tecnologia em parceria com a agência sueca VINNOVA. VOLTAR

182 AÇÕES REALIZADAS EM 2009 Por ocasião da Reunião de Cúpula da Parceria Estratégica Brasil – União Européia, realizada em Estocolmo, em outubro de 2009, os governos do Brasil e Suécia assinaram o Protocolo Adicional sobre Cooperação em Alta Tecnologia Industrial Inovadora ao Acordo entre o Brasil e o Governo da Suécia sobre Cooperação Econômica, Industrial e Tecnológica (1984). Este Protocolo Adicional cria um Comitê de Trabalho identificando a ABDI como uma das organizações brasileiras, ao lado do MDIC e MRE, responsáveis pelos planos de trabalho do Comitê. O governo sueco, por sua vez, indicou a VINNOVA como a contraparte da ABDI para os temas e trabalhos ligados a alta tecnologia e inovação. A ABDI foi designada formalmente pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior– MDIC para coordenar, pelo lado brasileiro, um grupo de trabalho para reforçar a cooperação entre o Brasil e a Suécia. Seu objetivo é o fomento de atividades no campo das altas tecnologias industriais inovadoras, em áreas de interesse comum para a cooperação em pesquisa, desenvolvimento e inovação. VOLTAR

183 PLANEJAMENTO 2010 PARCERIA ABDI – VINNOVA 1.Cooperação Industrial e Tecnológica entre Brasil e Suécia Um laboratório de aprendizagem e inovação realizado VOLTAR

184 2007 / / Execução do Programa de desenvolvimento de fornecedores para a indústria aeroespacial Execução do Programa de desenvolvimento de fornecedores para a indústria aeroespacial PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE SETORIAL – PCS PCS – 006 PES Aeronáutico Plano Estratégico Setorial - PES Estudo Prospectivo Panorama Setorial Rotas Tecnológicas Agenda Tecnológica Setorial – ATS Ações de apoio à competitividade do setor Rotas Estratégicas Acompanhamento da PDP -Elaboração de uma ATS.Elaboração de uma ATS. -Elaboração de três projetos de captação de recursos para ações da ATSElaboração de três projetos de captação de recursos para ações da ATS Acompanhamento do Fórum do Complexo Industrial da Saúde (CIS). Planejamento 2010 CD

185 PLANO ESTRATÉGICO SETORIAL Plano de competitividade de uma cadeia produtiva com um horizonte temporal de 15 anos com ações definidas e aprovadas pela iniciativa privada e governo, que tem como escopo medidas, projetos, metas, cronograma e recursos para elevar o patamar competitivo do setor produtivo envolvido. Os produtos desse plano são: Panorama Setorial Estudo Prospectivo Setorial Agenda de Competitividade Setorial VOLTAR

186 PANORAMA SETORIAL Levantamento da situação atual do setor com abrangência nacional e internacional analisada em seis dimensões: Mercado, Talentos, Investimentos, Tecnologia, Infraestrutura Física e Infraestrutura político-institucional. VOLTAR

187 ESTUDO PROSPECTIVO A partir do Panorama Setorial, o estudo identifica tendências, questões relevantes e perspectivas para um segmento do setor buscando um aumento da competitividade dentro de um horizonte temporal de 15 anos. As ações são construídas e aprovadas com o apoio de um comitê gestor, composto pela iniciativa privada e de governo. Os produtos desse plano são: Rotas Estratégicas; Rotas Tecnológicas. VOLTAR

188 ROTA ESTRATÉGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Ações Estratégicas estão agrupadas nos seguintes seguimentos: Fortalecimento da base de P&D, Aperfeiçoamento da institucionalidade setorial e Adensamento da cadeia industrial aeronáutica. As rotas visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

189 ROTA TECNOLÓGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. No caso do setor Aeronáutico foram desenhadas Agendas de Tecnologias para a competitividade P&D onde os desafios da aviação são encarados sob a perspectiva da indústria fabricante de aeronaves, de peças e de componentes aeronáuticos. Assim, visando subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no Estudo Prospectivo. VOLTAR

190 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/ Foram realizadas diversas reuniões de articulação com parceiros para elaboração do plano executivo do setor e, também, para execução da proposta do P&D pré-competitivo. 2.Apresentada uma proposta para a Agenda de Ação do Comitê Executivo (PDP) da Indústria Aeronáutica. 3.Realizado um seminário em São José dos Campos para divulgação e sensibilização das empresas fornecedoras do setor aeroespacial. O evento reuniu aproximadamente 65 empresários. 4.Elaborado uma proposta de Regime Tributário Especial para a cadeia aeronáutica, e como resultado do acompanhamento da Agenda de Ação da PDP, foram desenvolvidas ações no âmbito do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores para a Indústria Aeroespacial. Todas as ações executadas foram voltadas a possibilitar a elevação da competitividade do setor aeronáutico, pelo fortalecimento da capacidade inovativa das empresas brasileiras inseridas em sua cadeia produtiva. VOLTAR

191 AGENDA TECNOLÓGICA SETORIAL Construída a partir das recomendações da Rota Estratégica e do Estudo Prospectivo, em articulação com as diretrizes da PDP, com as instâncias representativas do setor privado e com o PACTI (Plano de Ação de Ciência e Tecnológica para o Desenvolvimento Nacional). Detalha as ações priorizadas com informações sobre mecanismos e instrumentos de apoio, dimensiona os recursos necessários e identifica mecanismos de acesso aos mesmos, de forma a viabilizar sua implementação por meio da mobilização das instâncias de decisão. VOLTAR

192 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

193 PLANEJAMENTO Em 2010 o projeto estará focado no Programa de Desenvolvimento de Fornecedores para a Indústria Aeroespacial, promovendo, por meio do Projeto de Apoio à Inserção Internacional de PMEs Brasileiras (MDIC/ABDI/UE) o conhecimento das melhores práticas empresariais e a elaboração e disseminação de manuais de requisitos e competências exigidas pelo mercado. a.Elaboração de um documento com requisitos e competências para PMEs b.Elaboração de um documento com informações sobre políticas e ações governamentais de incentivos às PMEs c.Realização de 02 seminários para divulgação do programa e resultados. VOLTA

194 2007 / /2009 -Diagnóstico de campo para identificação de máquinas críticas na indústria de calçados elaborado.Diagnóstico de campo para identificação de máquinas críticas na indústria de calçados elaborado. -Incorporação de atributos tecnológicos de ecodesign e de design-moda tendo como resultado um relatório de pesquisa e decodificação do ciclo de implementação da inovação via design elaborado (fanzines).Incorporação de atributos tecnológicos de ecodesign e de design-moda tendo como resultado um relatório de pesquisa e decodificação do ciclo de implementação da inovação via design elaborado (fanzines). -Certificação pelo conforto: métodos de quantificação do conforto do calçado brasileiro baseado no desenvolvimento de norma técnica para conforto em calçados na ABNT/CB11 apoiado.Certificação pelo conforto: métodos de quantificação do conforto do calçado brasileiro baseado no desenvolvimento de norma técnica para conforto em calçados na ABNT/CB11 apoiado. -Intercâmbio tecnológico de maquinas para couro e calçados.Intercâmbio tecnológico de maquinas para couro e calçados. -1 agenda tecnológica elaborada1 agenda tecnológica elaborada -3 projetos de captação de recursos elaborados3 projetos de captação de recursos elaborados Acompanhamento do F ó rum de Competitividade do setor. PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE SETORIAL – PCS PCS – 007 PES e PDS COURO, CALÇADOS E ARTEFATOS Plano Estratégico Setorial - PES Estudo Prospectivo Panorama Setorial Rotas Tecnológicas Agenda Tecnológica Setorial - ATS Ações de apoio à competitividade do setor Rotas Estratégicas Acompanhamento da PDP Planejamento 2010 CD

195 PLANO ESTRATÉGICO SETORIAL Plano de competitividade de uma cadeia produtiva com um horizonte temporal de 15 anos com ações definidas e aprovadas pela iniciativa privada e governo, que tem como escopo medidas, projetos, metas, cronograma e recursos para elevar o patamar competitivo do setor produtivo. Os produtos desse plano são: Panorama Setorial Estudo Prospectivo Setorial Agenda de Competitividade Setorial VOLTAR

196 PANORAMA SETORIAL Levantamento da situação atual do setor com abrangência nacional e internacional analisada em seis dimensões: Mercado, Talentos, Investimentos, Tecnologia, Infraestrutura Física e Infraestrutura político-institucional. VOLTAR

197 ESTUDO PROSPECTIVO A partir do Panorama Setorial, o estudo identifica tendências, questões relevantes e perspectivas para um segmento do setor, buscando um aumento da competitividade dentro de um horizonte temporal de 15 anos. As ações são construídas e aprovadas com o apoio de um comitê gestor, composto pela iniciativa privada e de governo. Os produtos desse plano são: Rotas Estratégicas; e Rotas Tecnológicas. VOLTAR

198 ROTA ESTRATÉGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Estratégicas são as definições de Diferencial competitivo, Manutenção da competitividade e Incorporação de tecnologias portadoras de futuro, e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no Estudo Prospectivo. VOLTAR

199 ROTA TECNOLÓGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Tecnológicas são as definições de Desenvolvimento de produto, design e moda, Materiais, Couro, Nanotecnologia, Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), Interface com a eletrônica, Normatização e Meio Ambiente, e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no Estudo Prospectivo. VOLTAR

200 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/2009 O objetivo é fortalecer e alavancar o setor de COURO, CALÇADO E ARTEFATOS, visando à ampliação da capacidade inovadora das empresas e a mudança do seu patamar competitivo, a partir de ações voltadas à regularização, ao desenvolvimento e difusão de inovações tecnológicas e organizacionais, e à capacitação empresarial, com ênfase na melhoria da gestão de processos e produtos. (ABDI, Abrameq, Abest, Assintecal, Apex). 1.Celebração de convênio entre a ABDI e ABRAMEQ com o objetivo de qualificar a indústria na aplicação de Set-up rápido no desenvolvimento de máquinas e equipamentos. 2.Celebração de convênio entre a ABDI e ASSINTECAL com o objetivo de incorporação de atributos tecnológicos de Ecodesign e de Design-Moda que visam subsidiar o desenvolvimento de produtos das empresas da cadeia de suprimentos do setor de calçados, bolsas e artefatos. VOLTAR

201 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/ Foi realizado do 13º Seminário Nacional da Indústria de Calçados. 4.Foi realizada a missão à Europa que teve o objetivo de verificar áreas vitais para a internacionalização das PMEs brasileiras. 5.Disseminação de melhores práticas com a participação das instituições representativas empresariais. VOLTAR

202 AGENDA TECNOLÓGICA SETORIAL Construída a partir das recomendações da Rota Estratégica e do Estudo Prospectivo, em articulação com as diretrizes da PDP, com as instâncias representativas do setor privado e com o PACTI (Plano de Ação de Ciência e Tecnológica para o Desenvolvimento Nacional). Detalha as ações priorizadas com informações sobre mecanismos e instrumentos de apoio, dimensiona os recursos necessários e identifica mecanismos de acesso aos mesmos, de forma a viabilizar sua implementação por meio da mobilização das instâncias de decisão. VOLTAR

203 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

204 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR Para 2010 o projeto trabalhará na qualificação da produção e diferenciação de produtos do setor, com a implantação de ações voltadas ao apoio a modernização do parque tecnológico e exploração de novas oportunidades de mercado com o fortalecimento do design, conforto, ecodesign e marca. 1.Qualificação da indústria para aplicação de setup rápido (Abrameq): 1 diagnóstico de campo para identificação de máquinas críticas na indústria de calçados elaborado 2.Incorporação de atributos tecnológicos de Ecodesign e de Design-Moda (Assintecal): 1 relatório de pesquisa e decodificação do ciclo de implementação da inovação via design elaborado (fanzines) 3.Certificação pelo conforto: métodos de quantificação do conforto do calçado brasileiro: 1 processo de desenvolvimento de norma técnica para conforto em calçados na ABNT/CB11 apoiado. VOLTAR

205 2007 / /2009 PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE SETORIAL – PCS PCS – 008 PES de Eletrônica para Automação Plano Estratégico Setorial - PES Estudo Prospectivo Panorama Setorial Rotas Tecnológicas Agenda Tecnológica Setorial – ATS Ações de apoio à competitividade do setor Rotas Estratégicas Acompanhamento da PDP Elaboração e encaminhamento de 20 Normas IEC / ISO para aprovação e publicação pela ABNT. -Elaboração de uma ATS.Elaboração de uma ATS. -Elaboração de três projetos de captação de recursos para ações da ATSElaboração de três projetos de captação de recursos para ações da ATS Acompanhamento do F ó rum de BK ou TICs Planejamento 2010 CD

206 PLANO ESTRATÉGICO SETORIAL Plano de competitividade de uma cadeia produtiva com um horizonte temporal de 15 anos com ações definidas e aprovadas pela iniciativa privada e governo, que tem como escopo medidas, projetos, metas, cronograma e recursos para elevar o patamar competitivo do setor produtivo. Os produtos desse plano são: Panorama Setorial Estudo Prospectivo Setorial Agenda de Competitividade Setorial VOLTAR

207 PANORAMA SETORIAL Levantamento da situação atual do setor com abrangência nacional e internacional analisada em seis dimensões: Mercado, Talentos, Investimentos, Tecnologia, Infraestrutura Física e Infraestrutura político-institucional. VOLTAR

208 ESTUDO PROSPECTIVO A partir do Panorama Setorial, o estudo identifica tendências, questões relevantes e perspectivas para um segmento do setor (no caso de Plásticos – Injetados e Laminados), buscando um aumento da competitividade dentro de um horizonte temporal de 15 anos. As ações são construídas e aprovadas com o apoio de um comitê gestor, composto pela iniciativa privada e de governo. Os produtos desse plano são: Rotas Estratégicas; e Rotas Tecnológicas. VOLTAR

209 ROTA ESTRATÉGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. Foram considerados os seguintes aspectos: prioridades, objetivos estratégicos e diretrizes estratégicas delineadas pelo governo. E as dimensões analisadas foram: Mercado, Investimentos, Infraestrutura Sócio-Político- Institucional, Tecnologia, Talentos e Infraestrutura Física. As rotas visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

210 ROTA TECNOLÓGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Tecnológicas são as definições de indústria de automação, Tecnologia, Tecnologias Transversais e Categoria de Produtos. As dimensões analisadas foram: grau de emprego, viabilidade econômica, necessidade de formação de talentos com qualificação adequada, necessidade de desenvolvimento de infraestrutura física e sócio-político-institucional. As rotas visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

211 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/2009 V oltado ao fortalecimento e modernização do setor de Automação Industrial, Comercial e Predial, o projeto visa à ampliação da capacidade inovadora das empresas e a mudança do seu patamar competitivo. 1.Realização do curso “Capacitação para Elaboração de Projetos de Captação de Recursos – em média 40 empresas participantes. 2.Apoio, através de recursos do projeto PAIIPME/POA3, para realização de palestras com especialistas da União Européia (UE) no evento ABINEE TEC Realização da Reunião Geral do IEC-2008 e a ABINEE TEC Disseminação das informações dos relatórios síntese do Panorama Setorial e Estudo Prospectivo. 5.Elaboração de Cartilha/Guia Orientativo de Linhas de Crédito para o setor Eletro-eletrônico. VOLTAR

212 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/2009 (CONT.) 6.Apresentação dos resultados da Reunião Geral IEC no Brasil (2008), pelo COBEI, onde foram debatidas oportunidade de ações conjuntas ABDI-COBEI nas áreas de interesse do setor, pertinentes à atuação e projetos da ABDI e alinhadas à diretrizes da PDP. 7.Articulação/Inclusão do Setor (ABINEE/FEET) no Programa de Desenvolvimento e Modernização Indústria de Automação – Parceria ABDI/APEX/BNDES/SEBRAE/ ABINEE/FEET: VOLTAR

213 AGENDA TECNOLÓGICA SETORIAL Construída a partir das recomendações da Rota Estratégica e do Estudo Prospectivo, em articulação com as diretrizes da PDP, com as instâncias representativas do setor privado e com o PACTI (Plano de Ação de Ciência e Tecnológica para o Desenvolvimento Nacional). Detalha as ações priorizadas com informações sobre mecanismos e instrumentos de apoio, dimensiona os recursos necessários e identifica mecanismos de acesso aos mesmos, de forma a viabilizar sua implementação por meio da mobilização das instâncias de decisão. VOLTAR

214 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

215 PLANEJAMENTO INTERNALIZAÇÃO DE NORMAS IEC / ISO Além de realizar o acompanhamento intensivo das ações desenvolvidas no âmbito da PDP, em 2010, o projeto, frente a necessidade identificada na reunião do IEC realizada em 2009, dará continuidade ao apoio para realização de ajustes em um conjunto de normas técnicas fundamentais para a competitividade do setor. 1.Internalização de normas IEC / ISO: 20 normas elaboradas e encaminhadas para aprovação e publicação pela ABNT VOLTAR

216 2007 / / Extensão empresarial no setor de autopeças: 1 metodologia de curso (gerencial e tecnológica) elaborada Extensão empresarial no setor de autopeças: 1 metodologia de curso (gerencial e tecnológica) elaborada - Estudo da competitividade da indústria automotiva: Estudo da competitividade da indústria automotiva: -1 Relatório analisando as tendências e os movimentos do setor automotivo;1 Relatório analisando as tendências e os movimentos do setor automotivo; -1 Relatório analisando a competitividade da indústria automotiva brasileira nos mercados mundiais;1 Relatório analisando a competitividade da indústria automotiva brasileira nos mercados mundiais; -1 Relatório com indicação de agendas para incrementar a competitividade da indústria automotiva brasileira1 Relatório com indicação de agendas para incrementar a competitividade da indústria automotiva brasileira - Elaboração de uma ATS. Elaboração de uma ATS. - Elaboração de três projetos de captação de recursos Elaboração de três projetos de captação de recursos - Participação nos principais eventos relacionados à indústria automotiva Participação nos principais eventos relacionados à indústria automotiva - Acompanhamento do Fórum de Competitividade do setor Acompanhamento do Fórum de Competitividade do setor PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE SETORIAL – PCS PCS – 010 PES e PDS INDÚSTRIA AUTOMOTIVA Plano Estratégico Setorial - PES Estudo Prospectivo Panorama Setorial Rotas Tecnológicas Agenda Tecnológica Setorial - ATS Ações de apoio à competitividade do setor Rotas Estratégicas Acompanhamento da PDP Planejamento 2010 CD

217 PLANO ESTRATÉGICO SETORIAL Plano de competitividade de uma cadeia produtiva com um horizonte temporal de 15 anos com ações definidas e aprovadas pela iniciativa privada e governo, que tem como escopo medidas, projetos, metas, cronograma e recursos para elevar o patamar competitivo do setor produtivo. Os produtos desse plano são: Panorama Setorial Estudo Prospectivo Setorial Agenda de Competitividade Setorial VOLTAR

218 PANORAMA SETORIAL Levantamento da situação atual do setor com abrangência nacional e internacional analisada em seis dimensões: Mercado, Talentos, Investimentos, Tecnologia, Infraestrutura Física e Infraestrutura político-institucional. VOLTAR

219 ESTUDO PROSPECTIVO A partir do Panorama Setorial, o estudo identifica tendências, questões relevantes e perspectivas para um segmento do setor (no caso Automotivo – Indústria Automotivo), buscando um aumento da competitividade dentro de um horizonte temporal de 15 anos. As ações são construídas e aprovadas com o apoio de um comitê gestor, composto pela iniciativa privada e de governo. Os produtos desse plano são: Rotas Estratégicas; Rotas Tecnológicas. VOLTAR

220 ROTA ESTRATÉGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As rotas estratégicas implicaram a definição dos objetivos estratégicos e ações para o setor automotivo dividido em dois grupos: Veículos Elétricos e à Combustão, para os quais se buscou analisar o mercado, investimentos, a infra estrutura político institucional, a tecnologia, as competências e a infra estrutura física existente e necessária, visando subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

221 ROTA TECNOLÓGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As rotas tecnológicas são as definições dos elementos e linhas tecnológicas passíveis de serem desenvolvidas nos próximos 25 anos. Assim, foram delimitados como elementos tecnológicos básicos os (i) veículos com propulsão a combustão e os (ii) os veículos elétricos, para os quais procurou-se definir os requisitos fundamentais para o desenvolvimento dessas linhas tecnológicas. Portanto, propiciam subsídios para a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

222 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/2009 O objetivo é fortalecer e alavancar o setor AUTOMOTIVO, visando à ampliação da capacidade inovadora das empresas e a mudança do seu patamar competitivo, a partir de ações voltadas à regularização, ao desenvolvimento e difusão de inovações tecnológicas e organizacionais, e à capacitação empresarial, com ênfase na melhoria da gestão de processos e produtos. 1.A ABDI participou de reuniões sobre: certificação de componentes e sistemas automotivos (Sindipeças, Anfavea, Inmetro, MDIC); a estruturação de programa para especialização de engenheiros automotivos (SAE); estruturação de observatório de inovações na cadeia automotiva (ANPROTEC, SAE); monitoramento do mercado de veículos no Brasil (FIPE); e diálogo institucional junto ao Sindipeças. VOLTAR

223 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/ Articulou uma parceria junto ao Sindipeças com o objetivo de apoiar a execução de quatro ações junto ao setor: curso de gestão da inovação a gestores de empresas do Complexo Automotivo; especialização para engenheiros automotivos em parceria com a SAE; consultoria e extensão tecnológica para mais de 30 empresas; apoio à elaboração do projeto preliminar da Universidade do Automóvel. VOLTAR

224 AGENDA TECNOLÓGICA SETORIAL Construída a partir das recomendações da Rota Estratégica e do Estudo Prospectivo, em articulação com as diretrizes da PDP, com as instâncias representativas do setor privado e com o PACTI (Plano de Ação de Ciência e Tecnológica para o Desenvolvimento Nacional). Detalha as ações priorizadas com informações sobre mecanismos e instrumentos de apoio, dimensiona os recursos necessários e identifica mecanismos de acesso aos mesmos, de forma a viabilizar sua implementação por meio da mobilização das instâncias de decisão. VOLTAR

225 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

226 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR Para 2010, frente à nova realidade do mercado, o projeto estará voltado ao desenvolvimento de um detalhado e amplo estudo de competitividade da indústria automotiva, que seja capaz de subsidiar não apenas a priorização das medidas de apoio a serem implantadas pelo governo, mas acima de tudo a construção de uma agenda estratégica para a indústria. 1.Extensão empresarial no setor de autopeças: 1 metodologia de curso (gerencial e tecnológica) elaborada. VOLTAR

227 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR Estudo da competitividade da indústria automotiva: 2.1 Relatório analisando as tendências e os movimentos do setor automotivo. 2.2 Relatório analisando a competitividade da indústria automotiva brasileira nos mercados mundiais. 2.3 Relatório com indicação de agendas para incrementar a competitividade da indústria automotiva brasileira. VOLTAR

228 2008/ Elaboração de um diagnóstico do complexo industrial da defesa. Elaboração de um diagnóstico do complexo industrial da defesa. - Elaboração de um plano de incentivo à certificação e homologação de processos e produtos por PMEs; Elaboração de um plano de incentivo à certificação e homologação de processos e produtos por PMEs; - Um plano de treinamento em gestão de negócios Um plano de treinamento em gestão de negócios PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE SETORIAL – PCS PCS – 011 PES do Complexo Industrial da Defesa Ações de apoio à competitividade do setor Acompanhamento da PDP Acompanhamento do Fórum de BK ou TICs. Planejamento 2010 CD

229 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/2009 Desenvolver uma proposta de um Plano Estratégico para a Indústria de Defesa, em articulação com PDP e o Plano Nacional de Defesa, que estava em revisão pelo Ministério da Defesa à época, e apoiar a implantação e monitoramento das atividades propostas. 1.Apoio a realização do “Seminário Financiamento e Suporte ao Desenvolvimento da Indústria de Defesa” - aproximadamente, 100 representantes de empresas, Forças Armadas, entidades empresariais e governo. 2.Apoio à elaboração da proposta geral do modelo de helicóptero, cooperação industrial e transferência de tecnologia para o Brasil. 3.Participação da missão técnica à fábrica da Eurocopter, em Marselle, França, junto com os representantes da Força Aérea e Marinha. VOLTAR

230 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/ Negociada com a ABIMDE uma proposta de elaboração de diagnóstico e de construção de um banco de dados com informações setoriais (Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a ABDI e a ABIMDE). 5. Acompanhamento do Programa de Apoio aos fornecedores da Cadeia Produtiva de Helicópteros. 6. Participação do grupo de trabalho de Compensação e Cooperação Industrial do programa H-XBR. VOLTAR

231 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

232 PLANEJAMENTO 2010 Em 2010, a ABDI espera concluir a elaboração do diagnóstico do complexo industrial de defesa, e apoiar um programa de certificação e homologação de processo e produto para PMEs do setor, com planos de incentivo à certificação e homologação, e de treinamento em gestão de negócios. 1.Complexo industrial de defesa brasileira : Diagnóstico do complexo industrial de defesa brasileira elaborado 2.Certificação e homologação de processo e produto por PMEs : um plano de incentivo à certificação e homologação elaborado um plano de treinamento em gestão de negócios elaborado VOLTA

233 2007 / / Levantamento dos impactos da implantação nas normas BIM (Building Information Modeling) e da coordenação modular e divulgação. Levantamento dos impactos da implantação nas normas BIM (Building Information Modeling) e da coordenação modular e divulgação. - Desenvolvimento de uma biblioteca virtual BIM (Building Information Modeling). Desenvolvimento de uma biblioteca virtual BIM (Building Information Modeling). PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE SETORIAL – PCS PCS – 013 PES de Construção Civil Plano Estratégico Setorial - PES Estudo Prospectivo Panorama Setorial Rotas Tecnológicas Agenda Tecnológica Setorial – ATS Ações de apoio à competitividade do setor Rotas Estratégicas Acompanhamento da PDP -Elaboração de uma ATS.Elaboração de uma ATS. -Elaboração de três projetos de captação de recursos para ações da ATSElaboração de três projetos de captação de recursos para ações da ATS Acompanhamento do F ó rum de BK ou TICs Planejamento 2010 CD

234 PLANO ESTRATÉGICO SETORIAL Plano de competitividade de uma cadeia produtiva com um horizonte temporal de 15 anos com ações definidas e aprovadas pela iniciativa privada e governo, que tem como escopo medidas, projetos, metas, cronograma e recursos para elevar o patamar competitivo do setor produtivo. Os produtos desse plano são: Panorama Setorial Estudo Prospectivo Setorial Agenda de Competitividade Setorial VOLTAR

235 PANORAMA SETORIAL Levantamento da situação atual do setor com abrangência nacional e internacional analisada em seis dimensões: Mercado, Talentos, Investimentos, Tecnologia, Infraestrutura Física e Infraestrutura político-institucional. VOLTAR

236 ESTUDO PROSPECTIVO A partir do Panorama Setorial, o estudo identifica tendências, questões relevantes e perspectivas para um segmento do setor, buscando um aumento da competitividade dentro de um horizonte temporal de 15 anos. As ações são construídas e aprovadas com o apoio de um comitê gestor, composto pela iniciativa privada e de governo. Os produtos desse plano são: Rotas Estratégicas; Rotas Tecnológicas. VOLTAR

237 ROTA ESTRATÉGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Estratégicas consideraram as seguintes dimensões: Mercado, Tecnologia, Investimento, Talentos, Infraestrutura física e Político Social, e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

238 ROTA TECNOLÓGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Tecnológicas foram definidas de duas formas: Market-In (tecnologias identificadas a serem incorporadas nos componentes para atendimento dos requisitos prospectados) e Technology-out (tecnologias identificadas agrupadas e avaliados os ciclos de evolução desde P&D à aplicação, incorporadas nos elos da cadeia produtiva do futuro), e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

239 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/2009 Tem com objetivo planejar e executar, em conjunto com os setores público e privado, ações e planos executivos para o setor, visando a promoção e o desenvolvimento da indústria nacional, por meio de estímulo à inovação tecnológica de produtos e processo, principalmente aquelas que causem impacto no aumento da produtividade, na redução de perdas, na geração de empregos e na redução do déficit habitacional, em especial o da habitação de interesse social (HIS). 1.Assinado contrato entre ABDI – FEC para a execução de atividades ligadas à identificação, análise e divulgação dos impactos da implantação da Coordenação Modular Decimal e das normas do Building Information Modelling (BIM) no setor da Construção. VOLTAR

240 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/ Participação da reunião do MDIC e DECONCIC com a ABRAMAT e associados para avaliação das propostas do projeto DECONCIC/MDIC e seus impactos nesse elo da cadeia produtiva; 3.Participação da reunião do MDIC e DECONCIC com a FINEP para avaliação das propostas do projeto DECONCIC/MDIC, com foco no marco regulatório, visando levar projetos para a 1ª reunião do Fórum de Competitividade da Indústria da Construção Civil. 4.Apoio tecnico ao MDIC e entidades do setor na discussão, análise e aprovação de propostas relativas à capacitação e qualificação da mão-de-obra do setor da Construção, como foi o caso do Plano de Trabalho “Capacitação de Subempreiteiros” apresentado pela ABRAMAT ao MDIC/Fórum de Competitividade da Construção Civil. VOLTAR

241 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/ Apoio institucional e suporte técnico ao MDIC e FIESP na articulação, coordenação e acompanhamento de execução das ações relativas à Agenda PDP e inclusas nos Convênios MDIC-FEC e FIESP-FEC. 6.Integração e participação no Grupo Técnico (GT) do SiNAT, coordenado pelo Ministério das Cidades. 7.Articulação junto ao setor de materiais de construção visando a realização de um Workshop entre o setor e representantes da Líbia para debate de oportunidades e viabilização de parcerias de integração Brasil-Líbia. VOLTAR

242 AGENDA TECNOLÓGICA SETORIAL Construída a partir das recomendações da Rota Estratégica e do Estudo Prospectivo, em articulação com as diretrizes da PDP, com as instâncias representativas do setor privado e com o PACTI (Plano de Ação de Ciência e Tecnológica para o Desenvolvimento Nacional). Detalha as ações priorizadas com informações sobre mecanismos e instrumentos de apoio, dimensiona os recursos necessários e identifica mecanismos de acesso aos mesmos, de forma a viabilizar sua implementação por meio da mobilização das instâncias de decisão. VOLTAR

243 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

244 PLANEJAMENTO IMPACTOS DA IMPLANTAÇÃO DAS NORMAS BIM E DA COORDENAÇÃO MODULAR Em 2010 o projeto busca desenvolver uma biblioteca virtual BIM, além de elaborar um relatório de avaliação do impacto da implantação das normas no setor e divulgá-lo por meio de seminários 1.Desenvolvimento de Arquivos Biblioteca virtual BIM que permitirá a classificação de produtos e componentes para suplantar uma barreira do setor. 2.Impactos da implantação nas normas de BIM e da coordenação modular: 2 relatórios elaborados (implantação nas normas de BIM e da coordenação modular) 2 seminários de disseminação dos resultados realizados VOLTAR

245 2008/ Realizar quatro seminários para divulgação do catálogo Navipeças. Realizar quatro seminários para divulgação do catálogo Navipeças. PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE SETORIAL – PCS PCS – 014 PDS e PES Indústria Marítima Panorama Setorial Ações de apoio à competitividade do setor Acompanhamento da PDP Acompanhamento do F ó rum de Competitividade do setor. CD Planejamento 2010

246 PANORAMA SETORIAL Levantamento da situação atual do setor com abrangência nacional e internacional analisada em seis dimensões: Mercado, Talentos, Investimentos, Tecnologia, Infraestrutura Física e Infraestrutura político-institucional. VOLTAR

247 AÇÕES DE APOIO À COMPETITIVIDADE DO SETOR – 2008/2009 O objetivo é fortalecer e alavancar o setor de Indústria Marítima, visando à ampliação da capacidade inovadora das empresas e à mudança do seu patamar competitivo, a partir de ações voltadas à regularização, ao desenvolvimento e à difusão de inovações tecnológicas e organizacionais, e à capacitação empresarial, com ênfase na melhoria da gestão de processos e produtos. 1.Elaborado Catálogo Eletrônico de Navipeças com o objetivo de promover o fortalecimento da cadeia de suprimentos de navipeças, mediante o desenvolvimento de um catálogo de fornecedores brasileiros e da realização de roadshows de divulgação. Em 2009 foram realizados três RJ, SP, MG. 2.Assinado acordo de cooperação entre o SINAVAL e a Federácion da Industria Naval Argentina (Fina) para integração das atividades da indústria marítima e naval no Mercosul. VOLTAR

248 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

249 PLANEJAMENTO ESTRUTURAÇÃO E ARTICULAÇÃO DE NOVOS NÚCLEOS REGIONAIS Em 2010 serão realizados pelo menos mais 04 seminários para sua divulgação e disponibilização. VOLTAR

250 2007 / Planejamento 2010 PROGRAMA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA E GESTÃO DA PDP – PIC PIC – 003 Inteligência Industrial Publicações e Estudos Café com a Indústria -Acompanhamentos setoriais das indústrias brasileiras.Acompanhamentos setoriais das indústrias brasileiras. -Inovação Setorial.Inovação Setorial. -Política Industrial.Política Industrial. -Indicadores conjunturais de inovação.Indicadores conjunturais de inovação. Publicações Indicadores de Inovação CD Café com a Indústria

251 AÇÕES 2007/2008 – PUBLICAÇÕES E ESTUDOS O projeto tem por objetivo estruturar e implementar um núcleo de inteligência industrial que possibilite acompanhar a evolução e as características da indústria brasileira, consolidando as relações institucionais com os principais atores envolvidos. 1.Foram realizadas 03 publicações do Boletim de Conjuntura Industrial (janeiro, fevereiro e dezembro de 2007). 2.O Panorama da Indústria Brasileira foi elaborado por meio de uma parceria entre a ABDI e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). 3.Realizou-se o acompanhamento Setorial dos setores de Plásticos e Naval, por meio de um convênio com a FECAMP – Fundação Economia de Campinas. 4.Houve a elaboração de um termo de referência para contratação de uma fundação para elaboração do livro Estudo da Inovação. VOLTAR

252 AÇÕES 2007/2008 – ESTUDOS 5.Foram publicados 20 boletins referentes aos setores: Aeronáutico, Couro e Calçados, Automotivo, Cosméticos, Têxtil e confecções, Madeira e Móveis, Transformados Plásticos, Indústria Naval, Frutas Processadas, Construção Civil, TICs e Complexo da Saúde; sendo que a periodicidade de publicação é semestral. 6.Publicação de quatro Boletins de Conjuntura Industrial (março, junho, julho e dezembro). 7.Um Panorama da Indústria. 8.Dois relatórios dos estudos setoriais de Inovação do complexo automotivo e de couro e calçados. VOLTAR

253 AÇÕES 2007/2008 – CAFÉ COM A INDÚSTRIA 1.Foram realizadas 05 apresentações sobre temas relevantes para o desenvolvimento da indústria brasileira, de maneira a estimular e subsidiar a discussão Interna da ABDI e da Agência com outros órgãos do Governo envolvidos na formulação, implementação e acompanhamento da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP). a. Análise dos dados preliminares do estudo de inovação das empresas líderes em diversos segmentos industriais e análise do Boletim de Conjuntura Industrial de junho/08. b. “Análise Conjuntural da Indústria” e “Inovação Tecnológica no Brasil – Onde Estamos em Relação ao Mundo”. c. “Análise Conjuntural da Indústria com Foco no Investimento” e “Inovação no Complexo Automotivo e Couro e Caçados”. d. “Políticas de incentivo a Inovação Tecnológica” e “Crise Internacional: Impactos Sobre Comércio Exterior Brasileiro”. e. “Análise Conjuntural da Indústria: Investimento Estrangeiro Direto” e “Nova Regionalização do Brasil: Fundamentos e Objetivos”. VOLTAR

254 AÇÕES 2009 – PUBLICAÇÕES 1.Quatro boletins de conjuntura industrial nos meses de março e junho, abrangendo de forma conjuntural produção física, emprego e comércio exterior. 2.Dez relatórios setoriais: Tecnologia de Informação e Comunicação, Transformados Plásticos, Aeronáutica, Autopeças, Cosméticos, Couro e Calçados, Frutas Processadas, Construção Naval, Edificações, e Têxtil e Confecção. 3.Sete estudos setoriais de inovação : Madeira e Móveis, Plásticos, Tecnologia da Informação e Comunicação, Têxtil e Confecção, Aeronáutico, Bens de Capital, e Naval. VOLTAR

255 AÇÕES 2008/2009 – CAFÉ COM A INDÚSTRIA 5.O encontro tem por objetivo discutir os assuntos conjunturais e estruturais mais relevantes para o desenvolvimento industrial do País. Nesse período foram realizados 05 encontros. VOLTAR

256 AÇÕES 2008/2009 – INDICADORES DE INOVAÇÃO 1. Assinado contrato com o IPEAD para elaboração de indicadores trimestrais de inovação, visando acompanhar, em especial, os investimentos privados para monitoramento da macrometa de inovação da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP). VOLTAR

257 PLANEJAMENTO 2010 Em 2010, o núcleo de inteligência industrial desenvolverá novos estudos setoriais e se aprofundará nas análises de conjuntura da indústria brasileira, em levantamentos de investimento e inovação no País, bem como em estudos comparativos de políticas industriais e na análise dos resultados da PDP, conforme os produtos e metas identificados abaixo. 1.Acompanhamentos setoriais da indústria brasileira a.10 relatórios de acompanhamentos setoriais elaborados b.1 documento sobre o levantamento do investimento direto estrangeiro elaborado. c.4 boletins de conjuntura consolidada da indústria brasileira elaborados. d.1 seminário de apresentação dos resultados da PDP realizado. e.6 eventos “Café da Indústria” realizados. VOLTAR

258 PLANEJAMENTO 2010 (CONT.) 2.Indicadores conjunturais de inovação a.2 sondagens de inovação elaboradas. b.2 relatórios de monitoramento restropectivo e prospectivo elaborados. c.1 relatório sobre a evolução da fronteira tecnológica elaborado. 3. Inovação setorial. a.2 relatórios de inovação setorial elaborados. b.1 documento sobre análises setoriais e diretrizes de políticas de inovação tecnológica no Brasil elaborado. 4.Política industrial a.1 relatório comparativo de políticas industriais elaborado VOLTAR

259 Reforço da capacidade de instituições brasileiras selecionadas que fornecem serviços técnicos às PMEs. Reforço da capacidade de instituições brasileiras selecionadas que fornecem serviços técnicos às PMEs. Promoção e apoio à capacitação profissional para internacionalização das PMEs. Promoção e apoio à capacitação profissional para internacionalização das PMEs / /2009 Planejamento 2010 Fortalecimento do diálogo público privado e cooperação e intercâmbio com instituições européias relevantes. Fortalecimento do diálogo público privado e cooperação e intercâmbio com instituições européias relevantes. Melhoria dos serviços e sistemas de inteligência comercial dirigidos às PMEs exportadoras. Melhoria dos serviços e sistemas de inteligência comercial dirigidos às PMEs exportadoras. Apoio à execução de programas locais de internacionalização de PMEs brasileiras. Apoio à execução de programas locais de internacionalização de PMEs brasileiras. PROGRAMA INSERÇÃO INTERNACIONAL – PII PII – 002 Apoio à inserção Internacional de PMEs Brasileiras - UE Capacitação de operadores e quadro técnico de PMEs Apoio a projetos específicos Diálogo público-privado Melhoria do sistema de informação Inteligência Comercial Acesso a serviços técnicos pelas PMEs Melhoria do Ambiente Global de Negócios Reforço institucional (serviços não –financeiros) Incremento da Competitividade e capacidade exportadora PAIIPME Ações Realizadas CD

260 PAIIPME O PAIPME tem como objetivo contribuir para a inserção competitiva do Brasil na economia mundial e, em especial, para o reforço das relações econômicas e comerciais entre o Brasil e a União Européia. Esta inserção será promovida pela internacionalização de pequenas e médias empresas no mercado internacional, com foco no europeu. Contando com a parceria de 29 instituições públicas e privadas e um orçamento global de €44 milhões, o PAIIPME constitui-se no maior programa de apoio a internacionalização de PMEs do Brasil e no projeto mais importante que a União Européia possui com países latino- americanos VOLTAR

261 MELHORIA DO AMBIENTE GLOBAL DE NEGÓCIOS Este componente macro visa promover atividades de fortalecimento dos parceiros institucionais do Projeto, familiarizando-os com as melhores práticas internacionais para a promoção da internacionalização, especialmente em matéria de simplificação de formalidades administrativas, financeiras, logísticas e fiscais das operações de exportação. VOLTAR

262 REFORÇO INSTITUCIONAL A segunda linha de ação do PAIIPME procura reforçar instituições brasileiras de nível intermediário, públicas e privadas, no aprimoramento de sua capacidade de prover serviços não-financeiros de alta qualidade para as PME, nos domínios da informação, da inteligência comercial, metrologia, avaliação da conformidade e certificação de produtos e processos produtivos. VOLTAR

263 INCREMENTO DA COMPETITIVIDADE E CAPACIDADE EXPORTADORA Esta é a terceira linha de ação do PAIIPME, que dá atenção a empresas organizadas em agrupamentos cooperativos (arranjos produtivos, consórcios de exportação, etc.); realiza-se por meio da capacitação de agentes de comércio exterior e empresários e do apoio a projetos locais. VOLTAR

264 DIÁLOGO PÚBLICO-PRIVADO Reforçar o diálogo institucional público-privado entre instituições brasileiras e o intercâmbio destas com instituições européias congêneres e relevantes para o desenvolvimento e internacionalização das PMEs brasileiras. MELHORIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO Melhorar os sistemas de informação estatística de apoio à tomada de decisão em matéria de políticas e programas de apoio ao desenvolvimento e à internacionalização de PMEs brasileiras. VOLTAR

265 INTELIGÊNCIA COMERCIAL Racionalizar e melhorar a qualidade, especialização e acessibilidade dos serviços e sistemas existentes de informação e inteligência comercial dirigidos aos exportadores das PME. A ação visa concentrar esforços na promoção de intercâmbio envolvendo capacitação e transferência de conhecimento na gestão de observatórios. Intercâmbio e Formação de competência técnica, produtos e processos de apoio à inserção internacional de PMEs. Assistência Técnica Internacional visando atender demandas em áreas e temas relacionados à internacionalização. Fornecimento de equipamentos para atender necessidade de eliminação de barreiras técnicas. VOLTAR

266 ACESSO A SERVIÇOS TÉCNICOS PELAS PMES Aprimorar os serviços técnicos especializados que condicionam o acesso aos mercados de destino, com ênfase nos mercados da U.E. Intercâmbio e Formação para reforçar as relações comerciais entre Brasil e U.E. Assistência Técnica Internacional em assuntos específicos para facilitar a penetração de exportações. Fornecimento de equipamentos para prover as exigências técnicas do mercado externo. VOLTAR

267 CAPACITAÇÃO DE OPERADORES E QUADRO TÉCNICO DE PMES Apoiar a capacitação profissional de operadores e quadros técnicos de PME, bem como a de agentes de comércio exterior, em matérias relevantes para a internacionalização das PME APOIO A PROJETOS ESPECÍFICOS Apoiar projetos específicos de instituições brasileiras intermediárias para promover a internacionalização de PME ou grupos de PME que já exportam ou que reúnem condições mínimas para iniciar operações internacionais VOLTAR

268 AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009 Aprovação e assinatura da Adenda nº 1, formalizando a ABDI como órgão executor do Projeto; Preparação e encaminhamento do Convênio MDIC/ABDI e do Plano de Trabalho ao MDIC; Realizados três grandes processos licitatórios públicos internacionais: (i) provisão de recursos técnicos especializados, (ii) aquisição de equipamentos e (iii) concessão de subvenção a projetos regionais e locais (21 contratos para vinculação dos recursos comunitários recebidos). 30 assistências internacionais por meio de missões: 6 (UGP), 1 (MDIC), 14 (INMETRO), 3 (CNI), 2 (IEL), 2 (MAPA), 2 (ASSINTECAL) e 1 (ABRAMEQ). 2 estudos, sendo um referente à Cadeia de Alimentos: Mecanismo de Acesso ao Mercado da U.E., e outro da Cadeia Produtiva do Biodiesel e de Etanol da U.E. VOLTAR

269 AÇÕES REALIZADAS EM 2008/2009 (CONT.) 2 lotes de equipamentos adquiridos em favor do INMETRO e do LANAGRO/MAPA com objetivo de prover serviço técnico, tornando exportações brasileiras adequadas às exigências técnicas do mercado externo, principalmente do mercado europeu. Programa para estabelecer diálogo e transferência de conhecimento entre entidades brasileiras e européias realizado por meio de missão para Valencia-Espanha a respeito da análise de resíduos de agrotóxicos em produtos de origem vegetal por meio das técnicas de LC/TOF. VOLTAR

270 PLANEJAMENTO Fortalecimento do diálogo público privado e cooperação e intercâmbio com instituições européias relevantes. a.Realização de 3 ações de intercâmbio e formação 2.Melhoria dos serviços e sistemas de inteligência comercial dirigidos às PMEs exportadoras. a.Realização de 1 ação envolvendo diálogo com entidades européias e atividades de formação VOLTAR

271 PLANEJAMENTO Reforço da capacidade de instituições brasileiras selecionadas que fornecem serviços técnicos às PMEs a.Realização de 1 ação para estabelecimento de diálogo e transferência de conhecimento entre entidades brasileiras e européias 4. Promoção e apoio à capacitação profissional para internacionalização das PMEs. a.Realização de 2 capacitações envolvendo estabelecimento de diálogos entre entidades brasileiras e européias e formação técnica de agentes brasileiros. VOLTAR

272 PLANEJAMENTO Apoio à execução de programas locais financiados para a internacionalização de PMEs brasileiras a.Apoio a 12 projetos de internacionalização de PMEs com objetivo de gerar competência técnica e produtos e serviços de apoio a exportação e internacionalização de PMEs. VOLTAR

273 2007 / /2009 Planejamento 2010 PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA INOVAÇÃO - PPI PPI – 003 Gestão do Portal Inovação Ampliação das fontes de informações Eventos/Divulgação Infraestrutura - Aumento no número de parceiros cadastrados. -Desenvolvimento de novas funcionalidades para acompanhamento do programa PRIME/FINEP. - Realização de oficinas de sensibilização e mobilização para inovação. Eventos/Divulgação Consolidação e ampliação do Portal CD

274 AÇÕES 2007/2008 – INFRAESTRUTURA Consolidação de instrumento de referência no tema da inovação, estimulando a interação entre empresas, pesquisadores, especialistas, instituições de pesquisas, ICTs, universidades, gestores públicos e demais partes interessadas. 1.Adquiridos os novos equipamentos de informática. 2.Realizada a migração do sistema de dados Oracle para o sistema de dados Caché e foi concretizada a hospedagem do Portal Inovação nas instalações da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa – RNP, em Brasília. 3. Elaboração da Política de Segurança Interna do Portal, do plano de comunicação e da definição e gestão dos conteúdos para o Portal. VOLTAR

275 AÇÕES 2007/2008 – EVENTOS/DIVULGAÇÃO 1.Participou de todos os eventos da RENAPI e de seminários voltados para o tema inovação, com o objetivo de divulgar o Portal Inovação aos empresários. 2.A ABDI participou também dos Encontros para Inovação, focados nos setores da PITCE, em parceria com a PROTEC, bem como de outros eventos relacionados ao projeto INI Mobilização. VOLTAR

276 AÇÕES 2008/2009 – AMPLIAÇÃO DAS FONTES DE INFORMAÇÕES 1.Firmadas cooperações técnicas com a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC), INMETRO e Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que permitiram uma agregação de indicadores estratégicos às bases de informações e sistemas de conhecimento do Portal. 2.Foi criado um recorte temático - PMEs Inovadoras - que possibilitou a organização, disponibilização e interação do banco de dados da ANPROTEC com o meio acadêmico e fomentadores de inovação. Esse recorte propiciou ao Portal Inovação, o credenciamento em sua plataforma de, aproximadamente, 600 empresas. VOLTAR

277 AÇÕES 2008/2009 – AMPLIAÇÃO DAS FONTES DE INFORMAÇÕES (CONT.) 3. Destaca-se, também, dentro do Portal PMEs Inovadoras, o Sistema de Acompanhamento de Parques e Incubadoras (SAPI). 4. A cooperação com o INPI permitiu transferir para o Portal Inovação cópia da sua base de registros de 20 anos de patentes. A partir daí, foi programado um sistema de espelhamento da base de dados do INPI para o Portal. 5. Novos módulos de conhecimento para os atores – Especialista; Empresas; Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTIs); Núcleo de Inovação Tecnológica e Agentes de inovação (NITs) VOLTAR

278 AÇÕES 2008/2009 – AMPLIAÇÃO DAS FONTES DE INFORMAÇÕES (CONT.) 6. Novos módulos de gestão do conhecimento. a.Sistemas de Informação Estratégicas. b.Sistemas de redes de relacionamento (e mapas de competências). c.Sistemas de Comunidade de Prática. 7. integração entre o Portal Inovação e o Programa Primeira Empresa Inovadora - PRIME da FINEP VOLTAR

279 AÇÕES 2008/2009 – CONSOLIDAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO PORTAL 1.Referente aos processos de integração de sistemas tecnológicos, a ABDI identificou junto ao INPI e ao INMETRO interesses e oportunidades de criação de serviços de informação, combinando as dimensões de propriedade intelectual com cooperação tecnológica/ inovação. a. No âmbito da parceria com o INPI, foi realizada pesquisa, concepção e elaboração de um modelo de integração dos dados fornecidos pelo órgão sobre propriedade intelectual contemplando a criação, desenvolvimento e adição de serviços ao Portal Inovação. VOLTAR

280 AÇÕES 2008/2009 – CONSOLIDAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO PORTAL (CONT.) b. Na parceria com o INMETRO foi identificada a necessidade de complementação em alguns sistemas do Portal Inovação para agregar recursos de busca e localização de informações, no âmbito de alguns serviços tecnológicos fornecidos pelo INMETRO. c. Foi elaborado Protocolo de Intenções entre o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e a ABDI, cujo objeto é promoção comercial conjunta, visando à promoção de investimentos e a internacionalização de empresas brasileiras, mediante ações concertadas e a facilitação de acesso a informações pertinentes à matéria, inclusive nos sítios BrazilTradeNet e Portal DCTEC, ambos do MRE, e Portal Inovação). VOLTAR

281 AÇÕES 2008/2009 – CONSOLIDAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO PORTAL (CONT.) 2. Foi alcançada a meta de aumento em 25% no número de registros no Portal Inovação, para empresas e especialistas. VOLTAR

282 AÇÕES 2008/2009 – EVENTOS/DIVULGAÇÃO 1.Com o objetivo de sensibilizar e mobilizar empresários, para difundir a cultura da inovação, mediante a divulgação de programas e instrumentos de apoio à inovação foi feita uma parceria do Portal com o Programa Nacional de Sensibilização e Mobilização para a Inovação (Pró-Inova), via participação efetiva na agenda de ações e eventos do Pró-Inova. a. Foram realizados 09 eventos, que capacitaram cerca de empresários. O Portal teve um espaço de divulgação e apresentação dos serviços da sua plataforma, disseminando o seu acesso. VOLTAR

283 AÇÕES 2008/2009 – EVENTOS/DIVULGAÇÃO (CONT.) 2. Foi desenvolvido um Kit de Divulgação com o objetivo de criar um sistema que permita a inclusão do Portal em sites governamentais, como fonte de referência direta às consultas realizadas naquele site público. a. como teste piloto, o Kit foi instalado no CGEE, no Instituto Stela, e no site do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), servindo para a atualização do manual de instalação. VOLTAR

284 AÇÕES 2008/2009 – EVENTOS/DIVULGAÇÃO (CONT.) 3. O Portal participou da agenda do Programa Nacional de Sensibilização e Mobilização para a Inovação (Pró Inova). a.a agenda de eventos contou com 17 eventos, que foram organizados pelo MBC e CNI e que teve a participação do Portal Inovação em 08 eventos. 4.Atuou em parceria junto a 04 Seminários RENAPI. 5.Apoiou 14 eventos, seja por meio de apresentação em stands ou palestras, que possuem um caráter técnico-científico visando aprofundar novas abordagens acerca da inovação tecnológica, promovendo, assim, o intercâmbio a partir de experiências do setor produtivo com o mundo acadêmico. Aumento de 60% no número de acessos e acréscimo de 900 empresas credenciadas. VOLTAR

285 AÇÕES 2008/2009 – EVENTOS/DIVULGAÇÃO (CONT.) 6. Ocorreu uma oficina específica para a RENAPI com o objetivo de capacitá-los na ferramenta do Portal e na disseminação do seu uso quando dos eventos da RENAPI. 7. Oficina realizada em agosto para as Unidades de Pesquisa do MCT. Outras: FIEG/SETEC - Goiânia – agosto, Inova SENAI/Campina Grande – outubro, (INOVATEC - Belo Horizonte – outubro. VOLTAR

286 AÇÕES 2008/2009 – EVENTOS/DIVULGAÇÃO (CONT.) 8. Participação do encontro nacional de Inovação Tecnológica em Biotecnologia ENCONIT – Biotec, onde foram realizadas palestras para empresários e agentes de inovação no Encontro nacional de Inovação Tecnológica em Biotecnologia ENCONIT – Biotec com cerca de 300 participantes. 9. Participação da IX Conferência ANPEI, com um espaço de divulgação conjunta com as instituições do Pró – Inova/MCT, onde foi lançada a versão beta do Manual Eletrônico de Inovação, instrumento de apoio a competitividade empresarial para um público estimado de 700 pessoas. VOLTAR

287 AÇÕES 2008/2009 – EVENTOS/DIVULGAÇÃO (CONT.) 10. Participação da Feira da Indústria e Inovação Tecnológica de Sergipe – FITEC por meio de palestras para empresários e agentes de inovação; do Congresso ABVCAP, que vem se consolidando como o maior evento de Private Equity e Venture Capital da América Latina, e contou com a presença de cerca de 500 conferencistas. VOLTAR

288 PLANEJAMENTO Cadastramento de parceiros: a.Número de registros de empresas e especialistas aumentados em 10%. 2. Desenvolvimento de novas funcionalidades: a.Ampliação do módulo de acompanhamento do programa PRIME/FINP, que consiste na inclusão de cortes segundo as fases atuais das empresas do PRIME, a geração de gráfico com a evolução de fase das empresas por Agente Prime e uma redefinição da interface gráfica tornando o site mais semelhante ao PI. 3. Oficinas de sensibilização e mobilização para inovação : a.50 profissionais de organizações de fomento e apoio à inovação capacitados. VOLTAR

289 2007 / /2009 Planejamento 2010 PROGRAMA EM ÁREAS ESTRATÉGICAS – PAE PAE – 004 Política de Desenvolvimento de Nanotecnologia - Palestras para apresentação da nano no desenvolvimento industrial, newsletters “Nano em Foco” divulgadas e elaboração de documento sobre “Aplicações da nanotecnologia para o desenvolvimento industrial” como meios de divulgar as aplicações de nanotecnologia para o desenvolvimento industrial. Palestras para apresentação da nano no desenvolvimento industrial, newsletters “Nano em Foco” divulgadas e elaboração de documento sobre “Aplicações da nanotecnologia para o desenvolvimento industrial” como meios de divulgar as aplicações de nanotecnologia para o desenvolvimento industrial. Estudo Prospectivo Panorama Setorial Rotas Tecnológicas Rotas Estratégicas Acompanhamento da PDP Crescimento da inovação nos setores Estratégia Nacional de Nanotecnologia Estratégia Nacional de Nanotecnologia Divulgação e sensibilização do setor Agenda Tecnológica Setorial – ATS Acompanhamento do Fórum de Competitividade CD

290 PANORAMA SETORIAL O documenta apresenta um levantamento da Nanotecnologia no Brasil e no mundo, consolidando informações oriundas de trabalhos de prospecção previamente realizados por instituições nacionais e internacionais. O documento está organizado em quatro seções: (i) produção científica; (ii) propriedade intelectual; (iii) mercado; e (iv) quadro da situação atual das dimensões da INI – Nanotecnologia no Brasil. Os conteúdos das duas primeiras seções são baseados em um estudo bibliométrico recente, de cobertura internacional, realizado pela Science-Metrix 1, contemplando os campos da nanociência e da nanotecnologia. VOLTAR

291 ESTUDO PROSPECTIVO A partir do Panorama Setorial, o estudo identifica tendências, questões relevantes e perspectivas para uma Visão de Futuro da Nanotecnologia no Brasil com o objetivo de subsidiar a Iniciativa Nacional de Inovação em Nanotecnologia. As ações são construídas e aprovadas com o apoio de um comitê gestor, composto pela iniciativa privada e de governo. Os produtos desse plano são: Rotas Estratégicas; e Rotas Tecnológicas. VOLTAR

292 ROTA ESTRATÉGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas” que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Estratégicas abrangeram os seguintes setores: Comercialização, produção/processo, inovação/implantação e pesquisa e desenvolvimento, e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

293 ROTA TECNOLÓGICA A partir do Panorama Setorial e das análises prospectivas, os resultados são apresentados em forma de “Rotas’ que organizam um conjunto de ações de curto, médio e longo prazo. As Rotas Tecnológicas abrangeram os seguintes setores: Investimento, infraestrutura, marco regulatório, talentos, aspectos éticos e mercado e visam subsidiar a formulação e implementação de programas e políticas públicas que possam vir a fortalecer a competitividade e o desempenho inovador do segmento selecionado no estudo Prospectivo. VOLTAR

294 AÇÕES 2007/ CRESCIMENTO DA INOVAÇÃO NOS SETORES Realização de ações com alguns setores verticais da indústria brasileira para identificar e apoiar ações pontuais, objetivando o crescimento da inovação nos setores. 1.ABIHPEC - Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos: foi apresentada uma proposta para divulgação de Inovação e Nanotecnologia no setor, e realizado um evento de Nanotecnologia aplicada ao setor de Cosméticos, com apoio da BASF, BRASKEM, O BOTICÁRIO, SEBRAE, FINEP, ABIQUIM, MCT, INMETRO, ABIFRA, ABC, INPI. VOLTAR

295 AÇÕES 2007/ CRESCIMENTO DA INOVAÇÃO NOS SETORES (CONT.) 2. ABIT - Associação Brasileira da Indústria Têxtil: foram articuladas ações no âmbito dos Projetos de Nano da ABDI e do MCT, os quais previram em seu escopo o fortalecimento da inserção dessa tecnologia no Setor Têxtil. 3. CTA/IEAv, Embraer e Parque Tecnológico de São José dos Campos: apoiada a realização do Seminário de micro e nano aplicadas ao setor aeroespacial “3º Workshop de Nanotecnologia Aeroespacial - NanoAeroespacial 2007”. VOLTAR

296 AÇÕES 2007/ CRESCIMENTO DA INOVAÇÃO NOS SETORES (CONT.) 4. FIEPE (Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco) e CETENE (Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste, MCT): realizado o evento “NanoTecNE - Fórum para o Desenvolvimento de Inovações em Nanotecnologia no Nordeste”. VOLTAR

297 AÇÕES 2007/ ESTRATÉGIA NACIONAL DE NANOTECNOLOGIA Foram realizadas várias reuniões sobre as ações e perspectivas para a construção da agenda estratégica de nanotecnologia, e a construção de um documento sobre o estágio atual da área, que foi o primeiro passo para a construção do projeto na ABDI. Foram realizadas reuniões setoriais com o objetivo específico de apoiar a construção de agendas estratégicas para o desenvolvimento, difusão e utilização das nanotecnologias, envolvendo questões de marco legal, competitividade internacional e desenvolvimento de parceria público-privada para P&D pré- competitivo. VOLTAR

298 AÇÕES 2008/2009 – DIVULGAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO DO SETOR 1.“Fórum - Desenvolvimento Industrial em Nanotecnologia no Nordeste (NanotecNE)”: Recife (PE), Salvador (BA) e Fortaleza (CE). 2.“Seminário - Oportunidades da Nanotecnologia para a Indústria Coureiro, Calçadista e de Artefatos”: Novo Hamburgo (RS). 3.“Oficina - Estudo Prospectivo: Visão de Futuro e Agenda INI-Nanotecnologia: ”: São Paulo (SP). 4.“Seminário - A Inovação Nano-biotecnológica Aplicada ao Setor de Produtos para a Saúde”.: São Paulo (SP). 5.Publicação de 08 Newsletters: Nano in Foco. 6.Mobilização e divulgação institucional e empresarial (Elaboração material institucional sobre o ENNanotec. 7.Apoio e participação em eventos nacionais e internacionais selecionados). 8.Disponibilização da Estratégia Nacional de Nanotecnologia no Portal ABDI. 9.1º evento - “Inovação e Nanotecnologia na Indústria do Plástico”, reunindo aproximadamente 80 pessoas. VOLTAR

299 AÇÕES 2008/2009 – ESTRATÉGIA NACIONAL DE NANOTECNOLOGIA 1.As ações da ABDI voltaram-se para o apoio na construção da estratégia nacional de nanotecnologia, enfocando a sua inserção setorial para o desenvolvimento da competitividade da indústria brasileira. 2.Foi apoiada a construção da agenda de nanotecnologia para o setor de cosméticos a partir da realização de seminário sobre as aplicações dessa tecnologia para o desenvolvimento do setor e em rodada tecnológica realizada. A partir dessa experiência, a ABDI apoiou a construção da proposta para a Política de Desenvolvimento Produtivo – Nanotecnologia e planejou e apoiou a realização de outros eventos para divulgação setorial em VOLTAR

300 AGENDA TECNOLÓGICA SETORIAL Construída a partir das recomendações do roadmap tecnológico do estudo prospectivo, em articulação com as diretrizes da PDP, com as instâncias representativas do setor privado e com o PACTI (Plano de Ação de Ciência e Tecnológica para o Desenvolvimento Nacional). As ações são detalhadas com informações básicas como mecanismos de apoio às iniciativas, medidas a serem adotadas, recursos a serem alocados e formas de acesso aos mesmos, visando viabilizar sua articulação e implementação no âmbito das instâncias de decisão. VOLTAR

301 ACOMPANHAMENTO DA PDP Com o lançamento da PDP, em maio/2008, a ABDI passou a acompanhar o fórum de competitividade do setor. E a partir de seus estudos, contribuiu para a construção da agenda de ação e para o desenvolvimento de iniciativas de apoio técnico. VOLTAR

302 PLANEJAMENTO AÇÕES Aplicações da nanotecnologia para o desenvolvimento industrial: a.02 palestras de apresentação da nano para o desenvolvimento industrial realizadas. b.07 newsletters “Nano em Foco” divulgadas. c.01 documento sobre “Aplicações da nanotecnologia para o desenvolvimento industrial” elaborado. VOLTAR


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