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MATERIAL INSTRUCIONAL DE CAPACITAÇÃO PARA A ASSISTÊNCIA EM PLANEJAMENTO FAMILIAR MINISTÉRIO DA SAÚDE FEBRASGO MÓDULO I.

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1 MATERIAL INSTRUCIONAL DE CAPACITAÇÃO PARA A ASSISTÊNCIA EM PLANEJAMENTO FAMILIAR MINISTÉRIO DA SAÚDE FEBRASGO MÓDULO I

2 CAPACITAÇÃO EM ASSISTÊNCIA EM PLANEJAMENTO FAMILIAR MÓDULO I (42 slides) ATIVIDADE / CONTEÚDO TEMPO OBJETIVOS 1. Abertura do curso10’Apresentação dos objetivos e da metodologia da capacitação 2. Apresentação dos participantes 40’Promover a integração entre os participantes do grupo 3. Aplicação do pré-teste30’Avaliar o grau de conhecimento prévio dos participantes em relação à anticoncepção 4. Inrtervalo10’ 5. Discussão em grupo do caso clínico 1, seguida de discussão no grupo geral. Incentivar a consulta ao manual com os textos complementares 60’ Sensibilizar para a importância do enfoque de gênero na assistência em planejamento familiar, introduzir a discussão sobre os direitos sexuais e reprodutivos, enfatizar a importância de promover o efetivo envolvimento dos homens e a necessidade de estimular a co-responsabilidade masculina nas questões referentes à saúde sexual e reprodutiva. 6. 1ª Aula: Perfil da anticoncepção no Brasil / assistência em planejamento familiar – princípios éticos e filosóficos / eficácia e critérios clínicos de elegibilidade 30’ Apresentar o perfil da anticoncepção no Brasil, com base na Pesquisa Nacional sobre Demografia e Saúde de 1996 (PNDS – 1996), para suscitar reflexão sobre a precariedade da assistência em planejamento familiar Discutir os princípios éticos e filosóficos que devem nortear a assistência em planejamento familiar Enfatizar a importância do enfoque educativo; Falar suscintamente sobre eficácia dos métodos anticoncepcionais e fazer a diferença entre a taxa de falha dos mesmos em uso típico (rotineiro) e em uso correto e consistente Explicar o que são os critérios de elegibilidade clínica desenvolvidos pela OMS em Discussão e perguntas10’ 8. 2ª Aula: Fisiologia da reprodução 40’Realizar uma revisão suscinta sobre a fisiologia reprodutiva 9. Discussão e perguntas10’

3 PERFIL DA ANTICONCEPÇÃO NO BRASIL

4 PESQUISA NACIONAL SOBRE DEMOGRAFIA E SAÚDE (PNDS, 1996) 100% conheciam algum método 75% das mulheres unidas usavam algum método

5 PERFIL DA ANTICONCEPÇÃO NO BRASIL (PNDS, 1996) USO DE MÉTODOS CONTRACEPTIVOS ENTRE MULHERES BRASILEIRAS ATUALMENTE UNIDAS

6 PERFIL DA ANTICONCEPÇÃO NO BRASIL PESQUISA NACIONAL SOBRE DEMOGRAFIA E SAÚDE (PNDS, 1996) 43% das usuárias de métodos anticoncepcionais interrompem o uso durante os 12 meses após a sua adoção. Nos 5 anos que antecederam o estudo, aproximadamente 50% dos nascimentos não foram planejados Até 40% das mulheres usam métodos anticoncepcionais para os quais apresentam contra-indicações.

7 PERFIL DA ANTICONCEPÇÃO NO BRASIL ALGUNS DOS PROBLEMAS EVIDENCIADOS PELA PNDS / 1996 Predominância da esterilização feminina como método anticoncepcional, sendo que as maiores taxas são encontradas nas regiões Centro-Oeste e Norte Baixíssimo índice de vasectomia, que pode refletir uma relação desigual inter-gênero Baixíssimo uso do preservativo masculino

8 PERFIL DA ANTICONCEPÇÃO NO BRASIL ALGUNS DOS PROBLEMAS EVIDENCIADOS PELA PNDS / 1996 Descontinuidade no uso dos métodos anticoncepcionais Desinformação por parte das usuárias em relação aos métodos anticoncepcionais Altos índices de gravidezes não planejadas

9 PERFIL DA ANTICONCEPÇÃO NO BRASIL  Estes problemas refletem a limitada oferta de informações, de métodos anticoncepcionais e de acompanhamento clínico.

10 ASSISTÊNCIA EM PLANEJAMENTO FAMILIAR

11  A assistência em planejamento familiar deve ser parte integrante do conjunto de ações de atenção à mulher, ao homem ou ao casal, dentro de uma visão de atendimento integral à saúde

12 ASSISTÊNCIA EM PLANEJAMENTO FAMILIAR O respeito aos direitos sexuais e reprodutivos deve ser o pilar ético- político dessa assistência

13 ASSISTÊNCIA EM PLANEJAMENTO FAMILIAR PAPEL DO PROFISSIONAL DE SAÚDE: Não tomar decisões pelas (os) clientes Não impor escolhas Não emitir juízo de valor Desenvolver atividades educativas e de aconselhamento Somente realizar prescrição após avaliação Clínica Oferecer acompanhamento periódico

14 ASSISTÊNCIA EM PLANEJAMENTO FAMILIAR Primeiro ouça, depois pergunte e depois posicione-se. IMPORTANTE

15 EFICÁCIA E CRITÉRIOS CLÍNICOS DE ELEGIBILIDADE

16 EFICÁCIA Taxa de falha de anticoncepcionais (Número de gravidez por cada 100 mulheres no primeiro ano de uso)

17 Taxa de falha de anticoncepcionais (Número de gravidez por cada 100 mulheres no primeiro ano de uso) EFICÁCIA

18 CRITÉRIOS CLÍNICOS DE ELEGIBILIDADE DA OMS CATEGORIA DA OMS AVALIAÇÃO CLÍNICA 1O método pode ser usado sem restrições 2O método, em geral, pode ser usado com restrições. As vantagens geralmente superam os riscos. Deve ser feito um acompanhamento mais rigoroso 3O método, em geral, não deve ser usado. Os riscos possíveis e comprovados superam os benefícios 4O método não deve ser usado, pois apresenta um risco inaceitável

19 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO

20 CÓRTEX SISTEMA LÍMBICO HIPOTÁLAMO HIPÓFISE GÔNADAS

21 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO ÓRGÃOS REPRODUTIVOS FEMININOS

22 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO ÓRGÃOS REPRODUTIVOS FEMININOS

23 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO ÓRGÃOS REPRODUTIVOS FEMININOS

24 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO SISTEMA HORMONAL FEMININO GnRH FSH E LH Estrogênio E Progesterona Hipotálamo Hipófise anterior Ovário

25 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO O sistema nervoso identifica as mudanças do meio ambiente externo e interno, transmitindo a informação ao hipotálamo. O sistema límbico, juntamente com o hipotálamo, promove a integração do sistema nervoso com o sistema endócrino e controla o comportamento emocional.

26 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO O hipotálamo sintetiza e secreta de forma pulsátil o GnRH que controla a secreção dos hormônios gonadotrópicos (FSH e LH) da hipófise anterior. Este neuro-hormônio alcança a hipófise anterior pela circulação porta-hipofisária A hipófise, fisiologicamente, pode ser dividida em hipófise anterior ou adeno- hipófise e hipófise posterior ou neuro- hipófise

27 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO A hipófise anterior sintetiza e secreta o FSH e o LH que regulam a atividade dos ovários e testículos, estimulando a maturação de gametas e a produção de hormônios pelas gônadas Os ovários secretam o estrogênio e a progesterona. Os estrógenos são os responsáveis pelo desenvolvimento das características sexuais femininas primárias e secundárias. As progestinas destinam-se à preparação final do útero para a gravidez e das mamas para a amamentação

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29 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO SISTEMA HORMONAL FEMININO  A regulação hormonal se dá por um mecanismo de feedback, em que a produção de hormônios por uma glândula interfere na produção hormonal de outra

30 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO SISTEMA HORMONAL FEMININO  Os diferentes hormônios são secretados em quantidades acentuadamente diferentes nas diversas fases do ciclo menstrual

31 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CICLO MENSTRUAL  O período reprodutivo feminino caracteriza-se por alterações rítmicas mensais na secreção dos hormônios femininos e por alterações nos órgãos sexuais ciclo menstrual.

32 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CICLO MENSTRUAL  O ciclo menstrual caracteriza-se pelo espaço de tempo decorrente entre duas menstruações, que geralmente é de 28 dias. O ciclo tem início no 1º dia do fluxo menstrual.

33 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CICLO MENSTRUAL Apenas um só óvulo maduro é, em geral, liberado pelos ovários a cada mês O endométrio uterino é preparado para a implantação do óvulo fertilizado

34 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CICLO MENSTRUAL FASE PROLIFERATIVA OU FOLICULAR OU PRÉ-OVULATÓRIA Tem a duração aproximada de 10 a 14 dias. Há um predomínio do estrogênio. FASE LUTEÍNICA OU SECRETÓRIA OU PÓS-OVULATÓRIA Dura normalmente 14 dias. O folículo rompido transforma-se em corpo lúteo (corpo amarelo). Há um predomínio de progesterona.

35 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CICLO MENSTRUAL

36 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CICLO MENSTRUAL Ao final da fase lútea do ciclo menstrual anterior, há um aumento do FSH que é concomitante à diminuição da progesterona, do estradiol e da inibina A. O FSH age estimulando o crescimento folicular. Mas, apenas um folículo atingirá o amadurecimento completo - folículo de Graaf (tem em torno de 20 mm) - liberando um óvulo em torno do 14 dia do ciclo (meio do ciclo)

37 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CICLO MENSTRUAL A seleção do folículo que irá ovular – folículo dominante – ocorre aproximadamente no 5º dia da fase folicular, enquanto os outros folículos recrutados entram progressivamente em atresia. O folículo dominante tem uma maior produção de estradiol.

38 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CICLO MENSTRUAL 24 a 48 horas antes da ovulação, ocorre um pico na produção do LH e em menor grau, do FSH É esse aumento considerável do nível de LH que faz com que a ovulação ocorra

39 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CICLO MENSTRUAL Após a ovulação, o folículo se reorganiza para formar o corpo lúteo ou amarelo que secreta grande quantidade de progesterona e estrogênio e secreta ainda o hormônio inibina Se a fertilização do óvulo e/ou a implantação não ocorre, o corpo lúteo entra em remissão e degenera-se totalmente ao fim do 12º dia de sua vida, havendo acentuada diminuição de estrogênio e progesterona, ocorrendo a menstruação

40 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CICLO MENSTRUAL

41 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CICLO MENSTRUAL  Em geral, o óvulo permanece viável e capaz de ser fertilizado por até 24 horas, ao passo que os espermatozóides sobrevivem por 24 a 72 horas após a ejaculação FERTILIDADE FEMININA

42 FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO FISIOLOGIA DO CICLO MENSTRUAL  Para que haja fertilização, a relação sexual geralmente tem de ocorrer em algum momento entre 1 ou 2 dias antes da ovulação e 1 dia depois dela FERTILIDADE FEMININA


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