A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL FICHAMENTO DO 1º ENCONTRO HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus WWW.GRUPOSDEHISTORIA.COM 1  FICHAMENTO BASEADO.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL FICHAMENTO DO 1º ENCONTRO HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus WWW.GRUPOSDEHISTORIA.COM 1  FICHAMENTO BASEADO."— Transcrição da apresentação:

1 HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL FICHAMENTO DO 1º ENCONTRO HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus 1  FICHAMENTO BASEADO NO LIVRO

2 TRABALHAR NA TRITICUl. HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus OS PRIMEIROS HABIANTES: da conquista à mestiçagem AMÉRICA CENTRAL E ANDES: Maias, Incas e Astecas (grande população e complexa atividade sócioeconômica) TRIBOS DISPERSAS, NÔMADES E SEMISSEDENTÁRIAS CONVÍVIO, MESTIÇAGEM E DIZIMAÇÃO SÉC. XX: novos conflitos RS HÁ MAIS DE ANOS MIGRAÇÕES GUARANIS HÁ ANOS (tapes, aracanes e carijós): Jacuí, Guaíba, Lagos dos Patos, São José do Norte e 7 Povos Os guaranis vieram da Amazônia para o Sul pelos caminhos hidrográficos da bacia platina, instalando-se desde o sul do Mato Grosso e do Trópico de Capricórnio. p. 10. SÉCULO XVII: expedições bandeirantes para apresamento de 80 mil nativos no litoral de SC e RS e com auxílio do cacique Tubarão (escambo)... com a dizimação dessas populações litorâneas, os bandeirantes paulistas voltaram-se para os guaranis aldeados na região do Tape, situada mais ou menos no que hoje seria a região centro do RS (exceto o planalto – mapa pág. 11), compreendida entre os rio Uruguai e Caí e abrangendo os vales fluviais dos rios Jacuí, Ibicuí e Taquari, entre outros. p 11 e 12. A AÇÃO DOS MISSIONÁRIOS: o português Jerônimo Rodrigues e o espanhol Roque González CATIVO = ‘ADMINISTRADO’ (Viamão) RS mestiço: os filhos do paulista Francisco de Brito Peixoto (que era filho do paulista e fundador de Laguna Domingos de Brito Peixoto) GUERRA GUARANÍTICA: a diáspora guarani CAMPOS DE VIAMÃO GRAVATAÍ S. NICOLAU MEDIDA POMPALINA ( )

3 SUL DA COLÔNIA (XVIII): área de confluência entre portugueses e hispânicos (Laguna, Viamão, Rio Grande) p. 25 e 26 MERCADO INTERNO SUL DA COLÔNIA (XVIII): área de confluência entre portugueses e hispânicos (Laguna, Viamão, Rio Grande) p. 25 e 26 MERCADO INTERNO em Moysés Vellinho: o RS é português porque: bugreiros: Vitorino Cundá e o cacique Doble e os interesses envolvidos p. 18 HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus 1768, o capitão Antônio Pinto Carneiro autorizava o aluguel da mão de obra indígena, fato consentido pela Coroa. p. 14  não adotavam a Língua Portuguesa  não se vestiam  lutavam  saqueavam lavouras A mestiçagem promoveu o gradativo desaparecimento dos nativos, bem como a redução de suas terras OS JÊ/CAINGANGUES mapa pág. 5 rio Piratini rio Pelotas rio Caí (A) horticultura; (B) sem antropofagia; (C) não falavam guarani; (D) extremamente hostis aos brancos (Campos de Vacaria, Nova Petrópolis e 2 Irmãos) p. 16 e 17.  INTERMEDIAÇÃO..., a política oficial em relação ao índio nem sempre era aquela proposta pelos tropeiros e estancieiros, que queriam matar todos os bugres. Os governos imperial e provincial viam o índio como elemento povoador da zona fronteiriça com o Prata. (...) O que lhes interessava era submeter e controlar os nativos e não eliminá-los (aldeamentos ou toldos). p. 18. Séc. XX-XXI: o banimento dos kaingangues de Serrinha e a luta pela terra OS PAMPEANOS minuanominuanocharruacharrua caçadores, coletores, pescadores, nômades e poligâmicos RS URUR COLÔNIA DO SACRAMENTO uma ressalva: p. 22  O brigadeiro José da Silva Pais  O brigadeiro José da Silva Pais (fundador da fortaleza-presídio Jesus-Maria-José em Rio Grande)  André Ribeiro Coutinho  Gomes Freire de Andrade  Francisco e Rafael Pereira Pinto  José Marcelino (açorianos e retomada de Rio Grande)  GARANTIA DE LUSITANIDADE  CONTUDO... A noção de fronteira no período colonial, entendida como espaço de conflito e animosidade mútuas entre portugueses e espanhóis, deve ser relativizada, pois não leva em conta a inexistência de Estados nacionais unificados e territorialmente definidos ao longo do século XVIII. (...) p. 24.

4 : os portugueses são expulsos da Colônia do Sacramento HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus INTEGRAÇÃO NO MERCADO INTERNO SUL-AMERICANO, p. 26 MOTIVAÇÕES ESTRUTURAIS: crise da mineração potosina e ascensão das Minas Gerais MOTIVAÇÕES CONJUNTURAIS: contenção das rebeliões indígenas UMA QUESTÃO DE TRATADOS: TORDESILHAS (1494) UNIÃO IBÉRICA ( ) DOMÍNIO PORTUGUÊS SOBRE BUENOS AIRES (1545) (...) O seu maior interesse consistia em captar, pelo contrabando, uma parte da prata espanhola proveniente de Potosí. p. 29. “por 2 frentes: os espanhóis não aceitavam a autonomia lusitana e os holandeses ocupavam Angola e o Nordeste do Brasil”. p : fundação da Colônia do Santíssimo Sacramento (‘moeda de troca’ dos portugueses: 1º para tirar os jesuítas espanhóis do RS e 2º para legitimar a ‘conquista do oeste’ (Tratado de Utrecht, pág. 31): 2ª fundação da Colônia e o recenseamento feito pelo governador de Sacramento Antônio Pedro de Vasconcelos ( ) revelando a riqueza da Colônia, o nº de habitantes e as classes sociais que ali estavam. 1735: inúmeros ataques de tropas espanholas à Sacramento levando a fugas e a fundação – pelos portugueses – de Rio Grande em 1737 O TRATADO DE MADRI reconheceu o princípio do uti possidetis (quem usa tem a posse) Vantagem dos portugueses através do diplomata Alexandre de Gusmão (rei D. João V) porque – cederiam Sacramento – e receberiam praticamente todo o RS e os 7 Povos TRATADO DE EL PARDO (1761): anula o de MADRID... Os espanhóis invadem Sacramento e Rio Grande p. 33 (1763, Tratado de Paris): (1763, Tratado de Paris): Sacramento novamente devolvida aos portugueses OS PORTUGUESES REOCUPARAM RIO GRANDE p. 35 OS ESPANHÓIS INVADEM COLÔNIA E SC

5 NO NOVO MUNDO, conversão dos nativos 1534, criação da Cia. de Jesus 7 POVOS PARA PORTUGAL HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus TRATADO DE SANTO ILDEFONSO (1777) 7 Povos + Sacramento aos espanhóis, sem contrapartida (aumenta a presença lusitana no RS) CUIDADO COM OS ‘CAMPOS NEUTRAIS’: Sta. Vitória do Palmar (Taim) e Chuí (...) A região missioneira continuou espanhola, mas entrou em franca decadência com a expulsão dos jesuítas em 1768 e o início de uma administração leiga dos índios. p. 35. SACRAMENTO PARA ESPANHA A EXPERIÊNCIA MISSIONEIRA, p. 37 AS MISSÕES ESPANHOLAS NO RS, Locais: rios Paraná, Paraguai, Paranapanema e região da Bacia do Prata (Uruguai). p 38. 1ª) efêmera: 16 reduções no Uruguai e no Tape destruídas pelos bandeirantes (os guaranis dominavam a agricultura). p. 39 2ª) duradoura: fundação dos 7 Povos (40 mil índios aldeados) em virtude as criação da Colônia do Sacramento. “Nunca surgiu um estado jesuíta ou coisa parecida, pois... p FASES Com a intensificação dos ataques dos bandeirantes, os padres jesuítas transferiram-se para o lado ocidental do rio Uruguai, levando alguns índios missioneiros, mas deixando na região do Tape (ver mapa na página 12) uma boa parte do gado de suas estâncias, situadas na denominada Vacaria del Mar. (...) p. 39. (...) Devemos pensar nos jesuítas como colaboradores dos interesses da monarquia espanhola e não como seus adversários. (...) p. 40. EMPREGO DOS ÍNDIOS MISSIONEIROS, p. 41 MILÍCIA OBRAS CONST. FUNCIONAMENTO INTERNO DAS MISSÕES (A) Cabildo (Câmaras Municipais): caciques sob coordenação dos padres jesuítas; (B) Cacicado: formado pelos capitães do exército guarani GADO + ERVA-MATE + ALGODÃO + TECIDOS + MANDIOCA + MILHO + FEIJÃO PRODUTOS

6 Diferentemente dos Campos de Viamão, em Rio Grande não existiu uma corrente de povoamento lagunense, já que a essa altura (1738), a vila de Laguna não contava com um excedente populacional disponível. (...) p. 53. HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus DIÁSPORA GUARANI: consequências do Tratado de Madri GUERRA GUARANÍTICA ( ) A REGIÃO DOS 7 POVOS NÃO FOI DESOCUPADA PELOS ESPANHÓIS MORTE DE SEPÉ TIARAJÚ, MIGUEL MAYRÁ, NICOLAS NHENGUIRU e PASQUAL YAGUAPÓ... O ataque português (José Borges do Canto e Manuel dos Santos Pedroso) às Missões foi precedido de um entendimento com os principais caciques guaranis (mediadores culturais), que se comprometeram a auxiliar na ação contra o poder dos corregedores espanhóis, administradores dos 7 Povos. p. 45. O TRATADO DE BADAJÓZ INCORPOROU ÍNDIOS AO RS O POVOAMENTO INICIAL DO CONTINENTE, p. 47 CAMPOS DE VIAMÃO (reservas de gado) RIO MAMPITUBA O. ATLÂNTICO LAGO GUAÍBA LAGOA DOS PATOS OCUPAÇÃO LUSITANA, HISPÂNICA, INDÍGENA E AFRICANA RS, caminho de passagem: URUGUAI + RS (Registro, p. 49) + LAGUNA + CURITIBA + SOROCABA = atividade dos tripeiros em direção às Minas Gerais Escravidão nos Campos de Viamão, ver página 49. p : O sesmeiro madeirense Jerônimo de Ornelas (Morro de Santana) e Ana da Guerra, a proprietária de indígenas na região do Beira Rio. Estratégia dos portugueses: controlar a região da Lagoa dos Patos, porta de entrada marítima para o interior do continente, garantir o fluxo de gado proveniente da Colônia do Sacramento. P. 52 LEMBRETE: p : os espanhóis atacam Rio Grande (motivo, p. 54) e as estratégias de acentuar a ocupação pelos portugueses: ASSENTAR AÇORIANOS + ABOLIAR A ESCRAVIDÃO INDÍGENA + CONSTUIR FORTES + FOMENTAR A AGRICULTURA p. 54

7 HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL FICHAMENTO DO 2º ENCONTRO HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus 1  FICHAMENTO BASEADO NO LIVRO

8 (A) 1ª FASE (A) 1ª FASE FREGUESIAS DE PRESENÇA AÇORIANA: STO. ANTÔNIO + TAQUARI + MORRO GRANDE DAS LOMBAS + OSÓRIO + MOSTARDAS + SANTO AMARO RIO PARDO OBJETIVO: ocupar a região dos 7 Povos (1757) HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus OS AÇORIANOS NO RS: : 2278 pessoas p. 55 OS AÇORIANOS NO RS: : 2278 pessoas p. 55 POAPOAVIAMÃOVIAMÃO STO. AMARO VIAMÃOVIAMÃO RIO GRANDE AUMENTO DEMOGRÁFICO p. 56 Porto de Dorneles (devido à Jerônimo de Ornellas), e – após o assassinato do ilhéu D. Agostinho Castell Branco – Porto dos Casais (1757). EM SANTO AMARO, aspectos curiosos entre os açorianos: (A) Padrão da família nuclear tradicional (pai/mãe/filho); (B) Classes sociais em virtude da presença de escravos; B.1) alguns chegaram com maiores posses que outros. B.1) alguns chegaram com maiores posses que outros. INSERÇÃO NO MERCADO BRASILEIRO TRIGO (açorianos) TRIGO (açorianos) PECUÁRIA RJ + BA + PE CRISE: 1) ferrugem; 2) concorrência EUA; 3) serviço militar 4) falta armazéns O ouro das Geraes (início séc. XVIII) contribuiu para a ocupação efetiva e para difusão do gado bovino, cavalar e muar (mercado interno). p. 60 Não esquecer o papel dos tropeiros ligando o RS à Sorocaba (...) A sociedade que surgia no RS diferia muito da sociedade mineira; no Continente, a vida era tipicamente rural, enquanto nas Minas Gerais era fortemente urbana; Surgia assim uma sociedade militarizada, com base em uma economia subsidiária (dependente e complementar daquela do centro da colônia) e voltada para um mercando interno em formação, não vinculado diretamente à atividade agroexportadora. (...) p. 61 PRODUÇÃO DE CHARQUE (B) 2ª FASE (B) 2ª FASE 2

9 1º) Tratado de Sto. Ildefonso (1777): mais terras ao RS HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus 2º) seca no Nordeste (séculos XVIII e XIX) 3º) aumento da população no centro da colônia os principais consumidores: RJ + BA + PE 70 % 2 FASES DAS CHARQUEADAS: (A) : supremacia do cheque platino (B) : supremacia gaúcha em virtude da Guerra da Cisplatina. p. 62. ALGUMAS CHARQUEADAS: AS LIMITAÇÕES DA CHARQUEADA RS (a) falta de cercamentos; (b) inexistência de protecionismo (charque patino); (c) dificuldades de escoamento pelo porto de Rio Grande (1) economia da região centrada na pecuária (gado, cavalo e mula) e na produção de erva-mate. p INDÍGENAINDÍGENAAFRICANAAFRICANA De administrados ao Diretório dos Índios. P. 66 Viamão = 42% Piauí = 55% P. 67 e 68: a grande maioria tinha um número muito pequeno de escravos, típico de uma sociedade de modestos lavradores escravistas. Apenas uns poucos tinham grandes contingentes de cativos. ATENÇÃO: Francisco Xavier de Azambuja (8), Jerônimo de Ornellas (8), Francisco Pinto Bandeira (37). 3

10 HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus ENTRE ESCRAVOS E LIVRES, p. 67 MUHERES HOMENS P. 68: (...) O sistema escravista não funcionava somente na base da repressão, também havia uma política senhorial de concessão de benefícios, o que com certeza amenizava o cativeiro, gerando a paz nas senzalas, fato que não excluiu fugas e formação de quilombos...  SER ESCRAVO NO RS  (página 70) AGRICUL. + PECUÁR. + COMÉRCIO P. 70 e 71: 2ª metade do século XIX... O RS tornou- se exportador de escravos para outras regiões do Brasil, na medida em que os preços dos cativos aumentaram consideravelmente no mercado brasileiro, tornando bom negócio a venda de cativos, em particular, para o Sudeste. (...) RS : fundação do Centro Abolicionista pelo militar e membro do Partido Liberal Joaquim Pedro Salgado. No RS, 9% (62.000) da população era escrava. Às vésperas da abolução esta cifra era de 1% A GUERRA DA CISPLATINA ( ): a chegada de D. João VI levou ao assalto de Montevidéu, os interesses portugueses centravam-se em (1º) atuar no comércio local, (2º) frear uma futura ameaça portenha (Revolução de Maio de 1810, embrião da independência da Argentina que ocorreu em 1816) e (3º) depor o tenente José Gervásio Artigas (revolução agrária) com o apoio da oposição platina. RESULTADOS: os pecuaristas gaúchos adonaram-se das terras fronteiriças, bem como os charqueadores passaram a desfrutar do fluxo de gado A REVOLTA FARROUPILHA CAUSAS/2 TEMAS BÁSICOS páginas 75, 76 e 77 (A) ECONÔMICA: entrada de charque platino (B) POLÍTICA: B.1) centralização da Constituição de 1824 em que o presidente da província era nomeado por D. Pedro I; B.2) combrança de impostos por Antônio Rodrigies Fernandes Braga. 4

11 HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus A REVOLTA FARROUPILHA (E) + classes sociais: nem todos os comerciantes participaram; pouca participação dos setores urbanos; alguns imigrantes alemães aderiram aos farrapos P. 80:..., os revoltosos sul-rio- grandenses, diante das dificuldades econômicas que enfrentavam, aproveitaram-se dos seus contatos para acessar o porto de Montevidéu e assim continuar exportando o charque. Pág. 81: Paz de Poncho Verde A GUERRA DO BRASIL CONTRA A ALIANÇA MANUEL ORIBE (blanco-Uruguai) e JUAN MANUEL ROSAS (Argentina), confronto também conhecido como A Guerra do Prata (1852) PARA DERROTAR ESTA ALIANÇA O BRASIL CONTOU COM O APOIO DO PARTIDO COLORADO DO gal. argentino JUSTO JOSÉ DE URQUIZA (Entrerrios e Corrientes) formação dos Estados nacionais da região  TRATADOS DESIGUAIS  p ) TRATADO DE ALIANÇA: o Brasil passa a intervir em assuntos uruguaios; 2) TRATADO DE EXTRADIÇÃO: todo criminoso envolvido em roubo de gado seria extraditado, bem como os escravos do Brasil que fugiam para o Uruguai; 3) TRATADO DE PRESTAÇÃO DE SOCORROS: o Brasil assume a dívida externa do vizinho, mas cobra o controle da alfândega de Montevidéu; 4) TRATADO DE COMÉRCIO E NAVEGAÇÃO: beneficiava os estancieiros gaúchos em virtude do livre trânsito de gado RS-Uruguai; 5) TRATADO DE LIMITES: aumento do território do RS (rio Quaraí, e não o rio Ibicuí) A IMIGRAÇÃO NO RS A BASE ORIGINAL, p. 85 ÍNDIOÍNDIO PORT.PORT.AFRIC.AFRIC. (1) aliviar as tensões sociais fruto da industrialização, do cercamento dos campos e do inerente êxodo rural; (2) O Império do Brasil carecia de recursos materiais, diversidade produtiva e mais soldados nas fronteiras do Prata; (3) O Império do Brasil carecia de recursos materiais (alimentos= diversidade produtiva) e mais soldados no às fronteiras do Prata; (4) constituição de uma elite para enfrentar os latifundiários 5

12 P : MISÉRIA + MESSIANISMO = Mucker, Sapiranga entre 1872/74. Os Maurer e os Klein, junto com seus seguidores foram massacrados pelo Exército imperial HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus 1ª) (fase de subsistência): marcada pelo pagamento das dívidas da viagem, enfrentamento com nativos, atuação na Guerra da Cisplatina e na Guerra dos Farrapos. Nesta época ocorreu a ocupação de São Leopoldo, Montenegro e Taquara. P. 86 e 87. 2ª) (fase de expansão do comércio): marcada pela ocupação Feliz, Bom Princípio, Estrela, Lajeado, Santa Cruz do Sul (tabaco), Venâncio e São Lourenço do Sul. Palco também de atuação do comerciante alemão que pagava barato e vendia caro; 3ª) 1870 (fase da industrialização): marcada pelo investimento dos comerciantes em cervejarias, fábrica de calçados, curtumes, construção naval, etc. Aqui se destacam as famílias Renner, Gerdau, Mentz... P. 87 (A) proveniente do capital comercial, fatos que prejudicava os pequenos agricultores. P. 88. (B) proveniente do burguês imigrante, trouxeram capitais para investir em pequenas indústrias (Rheingantz, tecidos e Neugebauer, doces) VALE DESTACAR QUE OS IMIGRANTES ALMÃES SOMENTE TIVERAM ACESSO AO PODER POLÍTICO NO RS A PARTIR DA LEI SARAIVA (1881), DOCUMENTO QUE CONCEDEU O DIREITO DE VOTO AOS NÃO- CATÓLICOS E AOS ESTRANGEIROS NATURALIZADOS. E AOS ALEMÃES POBRES? MUCKER A IMIGRAÇÃO ITALIANA PARA O RS CAUSAS:  1) meio século depois (1875), vieram pelas mesmas razões que os alemães; PARA ONDE? :  1) cafezal paulista;  2) Garibaldi, Bento Gonçalves e Caxias... depois, São Marcos, Nova Pádua e Antônio Prado; 6

13 HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus A IMIGRAÇÃO ITALIANA PARA O RS P R O D U Ç Ã O P R O D U Ç Ã O MILHO + TRIGO + VINHO + MADEIRA (móveis) E ACERCA DA INDÚSTRIA Páginas 94 e 95:..., Abramo Eberle, filho de Giuseppe Aberle, comerciante e administrador financeiro, criou no final do século XIX, uma funilaria que fabricava lamparinas, dando origem a uma grande metalúrgica. (...) A IMIGRAÇÃO JUDAICA  M O T I V O:  M O T I V O: (A) p. 95: fugidos dos czares (antissionistas russos); 3 GRUPOS DISTINTOS NO RS: 1) Colônia Phillipson (de SM ao Bonfim); 2) 4 Irmãos, da madeira à imprensa); 3) Porto Alegre, comerciantes, em virtude de sua origem, chamados de sefaradins. A PROVÍNCIA DO RS NO 2º REINADO ( ) a) AGREMIAÇÕES POLÍTICAS a.1) Partido Liberal PL (estancieiros) a.2) Partido Conservador PC (1848) a.3) Liga (liberal + conserv.) (1852) a.3) Contra-Liga (liberal + conserv.) embrião do PLP (Partido Liberal Progressista) embrião do PLP (Partido Liberal Progressista) a.4) ressurgimento do PL (1860) a.5) PC contrário ao Ventre Livre a.6) PC entre Os liberais tinham um discurso reformista, mas quando no poder, entre 1878 e 1885, se mostraram tão conservadores quanto os seus adversários. Essa postura conservadora possibilitou a articulação de um novo partido de oposição, o PRR, fundado em 1882 por um grupo de profissionais liberais, filhos de fazendeiros, alguns dos quais retornavam de sus estudos na faculdade de Direito de SP, como o jovem Júlio de Castilhos. (...) p

14 HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus FATOS E OCORRÊNCIAS: 1) 1864: a deposição de Atanásio Cruz Aguirre (Partido Blanco) favoreceu os sul-rio- grandenses; 2) : o exército solanista (Solanno Lopez) invade S. Borja, Itaqui e Uruguaiana, evento que revelou o despreparo do Exército do Império e, por conseguinte, dos militares gaúchos e a vulnerabilidade da região. 8

15 HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL FICHAMENTO DO 3º ENCONTRO HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus 1  FICHAMENTO BASEADO NO LIVRO EM BREVE!


Carregar ppt "HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL FICHAMENTO DO 1º ENCONTRO HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL Prof. Alexander Magnus WWW.GRUPOSDEHISTORIA.COM 1  FICHAMENTO BASEADO."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google