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LEFE-USP: Projetos em Psicologia para aproximar os profissionais e a sociedade; Atendimento dado a dois batalhões da Polícia Militar do Estado de São.

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2 LEFE-USP: Projetos em Psicologia para aproximar os profissionais e a sociedade; Atendimento dado a dois batalhões da Polícia Militar do Estado de São Paulo

3 O serviço de Psicologia em instituições tem características que tornam os projetos únicos. Contato entre o LEFE e a PM se iniciou em 2000, com um pedido do Conseg (Conselho Regional de Segurança) da região em questão: Demanda inicial pela verificação do nível de estresse na corporação.

4 Coordenação do LEFE monta uma equipe para refletir sobre possíveis respostas ao pedido; Todos os seus projetos são iniciados por pedidos feitos pelo comando das instituições. É importante contemplar as demandas dos integrantes, não se focando apenas no pedido dado pelo topo da hierarquia, para um atendimento satisfatório.

5 A cartografia: É necessário compreender as demandas da instituição, metaforicamente mapeando o serviço que será dado; Os policiais: Em várias conversas, diziam das severas obrigações, das situações de risco de morte, do contato com a miséria humana, e deixavam claro o quanto era difícil conviver com essa realidade opressora.

6 O estresse já era percebido pelos policiais e isso ajudou a definir o foco de atuação: Era necessário oferecer a eles a oportunidade de retomarem-se como sujeitos. Prática focada na colocação de psicólogos/estagiários à disposição para que os policiais buscassem o atendimento conforme desejassem.

7 Houveram momentos em que a procura aos plantonistas cessou, o que levantou hipóteses focadas nos policiais. Era necessário pensar sobre a prática do plantão na instituição, e não apenas nos sujeitos a serem atendidos.

8 Em atividades anteriores observou-se: O grupo de plantonistas acabou aderindo aos ideais da instituição, sendo contaminado por eles, deixando os policiais inseguros quanto ao atendimento. Os policiais sentiam como se estivessem falando com alguém da própria instituição.

9 Houve a necessidade de permitir que os policiais explicitassem suas impressões pessoais sobre o serviço, para que este fosse aprimorado a partir das informações levantadas.

10 Ambivalência na postura dos policiais acerca do plantão: prática necessária, porém perigosa. Existe certo receio por parte dos policiais de recorrer ao atendimento. Primeiro para aceitar para si mesmos que precisa de ajuda; depois para assumir isso aos colegas.

11 O resgate do sujeito por trás do policial implica em retomar responsabilidades diante da própria existência; O policial não se sente autorizado a pedir ajuda. A posição que lhe é atribuída é a de apenas ajudar, sem ser ajudado.

12 Vida pessoal em segundo plano: A instituição priva o policial de si mesmo, mas lhe garantem em contrapartida, um lugar de pertencimento. Os policiais apresentaram dificuldade em compreender o uso que poderiam fazer do plantão: Restringiam o discurso à prática profissional até que lhes fosse explicada a possibilidade de falar de si mesmos.

13 A supervisão do plantão teve importância crítica durante todo o período da atividade, para tratar desde as dificuldades na prática até as demandas dos plantonistas acerca de sua prática na instituição.

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