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CONCEITO E FINALIDADE A MEDIUNIDADE AO LONGO DA HISTÓRIA INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS EM NOSSAS VIDAS CLASSIFICAÇÃO DOS FENÔMENOS MEDIÚNICOS.

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2 CONCEITO E FINALIDADE A MEDIUNIDADE AO LONGO DA HISTÓRIA INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS EM NOSSAS VIDAS CLASSIFICAÇÃO DOS FENÔMENOS MEDIÚNICOS

3 “Faculdade que possibilita o ser humano colocar-se num estado alterado de consciência, permitindo-lhe comunicação psíquica com outro ser humano, no mesmo ou em outros níveis existênciais” Adenáuer CONCEITO:

4 A mediunidade é inerente aos seres humanos Atributo do Espírito Termo mais apropriado a comunicação entre Espíritos

5 “No exercício mediúnico de qualquer modalidade, a epífise [glândula pineal] desempenha o papel mais importante. Através de suas forças equilibradas, a mente humana intensifica o poder de emissão e recepção de raios peculiares à nossa esfera.” Alexandre- Missionários da Luz- André Luiz FUNCIONAMENTO:

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7 FINALIDADES: Direcionada para a evolução espiritual do médium -Demonstrar a continuidade da vida após a morte -Esclarecimento do ser humano -Desenvolvimento moral e espiritual do homem -Desenvolvimento da sensibilidade psíquica

8 FENÔMENOS FÍSICOS  Combinação dos fluidos do médium com os fluidos do Espírito comunicante alterando as condições do ambiente, influindo nas propriedades físicas da matéria FENÔMENOS INTELIGENTES:  Mesmo com a ligação perispiritual, ocorrem na intimidade da mente do médium

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10 Materialização – De Espíritos ou de objetos Transfiguração – Modificação dos traços fisionômicos do médium Levitação Transporte Bilocação – Aparecimento do médium desdobrado em lugar diferente do corpo físico Voz Direta(Pneumatofonia)- O Espírito pode emitir vozes Escrita direta(Pneumatografia) Tiptologia – Comunicação por pancadas ou sinais Sematologia – Movimento de objetos traduzindo vontade ou sentimentos

11 De Espíritos De objetos Através da liberação de ectoplasma

12 Mudança de aspecto de um corpo vivo Propriedades do perispírito

13 Suspensão de corpos, inertes ou não, no espaço, sem ponto de apoio.

14 Combinação dos fluidos do médium e do Espírito para isolar, tornar invisível e mover o objeto que se deseja transportar Lírio de ± 1,82m surgido numa das seções com Mme. D’Esperance.

15 Aparecimento do médium desdobrado em lugar diferente do corpo físico

16 Comunicação por pancadas ou sinais

17 Movimento de objetos traduzindo vontade ou sentimentos

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19 Intuição Vidência Audiência Psicometria Psicofonia Psicografia

20  Resulta da manifestação da faculdade anímica  Decorre da faculdade mediúnica

21 Os médiuns videntes são dotados da faculdade de ver os Espíritos. Há os que gozam dessa faculdade em estado normal, perfeitamente acordados, guardando lembrança precisa do que viram. Outros só a possuem em estado sonambúlico ou aproximado ao sonambulismo. O médium vidente acredita ver pelos olhos, mas na realidade é a alma que vê, e por essa razão eles tanto vêem com os olhos abertos ou fechados.

22 Na audição mediúnica, só o médium ouve. As vezes é uma voz íntima que se faz ouvir no foro interior; de outras vezes é uma voz exterior, clara e distinta como a de uma pessoa viva.

23 “É uma faculdade psíquica de certas pessoas que as possibilita advinhar a história ou eventos ligados ao objeto material com o qual se ponham em contato direto” Hermínio Miranda “Diversidade dos carismas”

24 É o fenômeno mediúnico no qual um Espírito se comunica através da voz de um médium

25 É a capacidade atribuída a certos médiuns de escrever mensagens ditadas por Espíritos

26 A mediunidade como faculdade inerente ao ser humano sempre esteve presente na história da humanidade e, de acordo com a época, foi tratada de diferentes formas: Homem primitivo Práticas ritualistas Índia - Vedas Crença na existência dos Espíritos

27 China Evocação dos Espíritos dos ancestrais Egito Magos dos faraós realizavam prodígios Hebreus – Proibiçao de Moisés Grécia Pitonisas evocavam os deuses Roma Sibilas interrogavam os Espíritos

28 Por desconhecimento das leis divinas esses fenômenos foram considerados, por muito tempo, como sobrenaturais e demoníacos Na Idade Média acreditava-se que a mediunidade era sintoma de loucura ou bruxaria Algumas religiões chegam a proibir seu uso invocando o texto bíblico como apoio a essa proibição ( Deuteronômio 18:9-13)

29 “A mediunidade é o que há de mais importante no mundo. Quase todos os profetas, missionários,mensageiros de amor, de justiça e de verdade, foram médiuns, no sentido em que se comunicavam com o invisível, com o infinito.” Léon Dennis

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31 Foi no séc. XIX que a relação da mediunidade com o ser humano mudou. O fenômeno das mesas girantes, que inundaram os salões da Europa, chamaram à atenção de vários intelectuais, entre eles, Hippolyte L. D. Rivail, que passou a estudar os fenômenos com critérios científicos Inicia-se,assim, uma nova fase que resultou numa melhor compreensão da mediunidade

32 “Os Espíritos influem sobre nossos pensamentos e nossas ações?” “Nesse sentido, a sua influência é maior do que supondes, porque muito frequentemente são eles que vos dirigem.” L.E - 459

33 Intenções Idéias A lei das atrações e correspondências rege todas as coisas; as vibrações, atraindo vibrações similares, aproximam e vinculam as almas, os corações, os pensamentos...” No Invisível – Leon Dennis

34 INFLUÊNCIAS BENIGNAS Espíritos protetores, familiares ou simpáticos INFLUÊNCIAS MALIGNAS Espíritos obsessores, vingativos, etc

35 “O desabrochar da mediunidade provoca algumas perturbações na vida do indivíduo, justamente pelo inusitado dos indícios, bem como pela cultura preconceituosa a respeito, que desaparecem com o início do estudo e vinculação a um grupo espírita sério.” Adenáuer

36 “O desenvolvimento da faculdade geralmente se dá também com o auxílio dos bons Espíritos que adotam o candidato sério ao exercício da mediunidade, buscando orientá-lo, inspirando-o no estado de vigília ou durante o sono, quanto ao seu desempenho.” Adenáuer

37 “ Não se deve dar tratamento especial aos médiuns, mas, sim, o mesmo que se dispensa a qualquer pessoa.” No Espiritismo, não há posição de destaque nem hierarquia que possa colocar o trabalhador da mediunidade em posição de superioridade a qualquer outro.

38 “Não é a mediunidade que te distingue, é aquilo que fazes dela.”

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