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Fraturas: Fratura aberta e relato de lesão exposta patelar Unisc – Universidade de Santa Cruz do Sul Curso de Educação Física – Bacharelado Prescrição.

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1 Fraturas: Fratura aberta e relato de lesão exposta patelar Unisc – Universidade de Santa Cruz do Sul Curso de Educação Física – Bacharelado Prescrição e Controle para Populações Especiais Acadêmicos: Joana, Vanessa, Jose, Diana, Sabine Professor: Leandro Burgos 1

2 1. Índice 1.Sistema ósseo 2.Fratura: 2.1 Conceito e etiologia 2.2 Tipos de Fratura e Classificação 2.3 Mecanismo do Trauma 2.4 Tipos de Traço, extensão, estabilidade, desvio, exposição 2.5Complicações das fraturas 2.6 Investigação clínica adicional 3. Fratura aberta (exposta) 4. Relato sobre fratura de joelho 2

3 2. Sistema Ósseo O osso é um tecido vivo, complexo e dinâmico. Uma forma sólida de tecido conjuntivo, altamente especializado que forma a maior parte do esqueleto e é o principal tecido de apoio do corpo. O tecido ósseo participa de um contínuo processo de remodelamento dinâmico, produzindo osso novo e degradando osso velho. 3

4 O osso é formado por vários tecidos diferentes: tecido ósseo, cartilaginoso, conjuntivo denso, epitelial, adiposo, nervoso e vários tecidos formadores de sangue. 4

5 Cabeça = 22 Crânio = 08 Face = 14 Pescoço = 8 Tórax = costelas 12 vértebras 1 esterno Abdômen = 7 5 vértebras lombares 1 sacro 1 cóccix Membro Superior = 32 Cintura Escapular = 2 Braço = 1 Antebraço = 2 Mão = 27 Membro Inferior = 31 Cintura Pélvica = 1 Coxa = 1 Joelho = 1 Perna = 2 Pé = 26 Ossículos do Ouvido Médio = 3 N ú mero de Ossos do Corpo Humano: É cl á ssico admitir o n ú mero de 206 ossos. 5

6 Classificação dos Ossos: Os ossos são classificados de acordo com a sua forma em: OSSOS LONGOS: Tem o comprimento maior que a largura e são constituídos por um corpo e duas extremidades. Eles são um pouco encurvados, o que lhes garante maior resistência. O osso um pouco encurvado absorve o estresse mecânico do peso do corpo em vários pontos, de tal forma que há melhor distribuição do mesmo. Os ossos longos tem suas diáfises formadas por tecido ósseo compacto e apresentam grande quantidade de tecido ósseo esponjoso em suas epífises. Exemplo: Fêmur. 6

7 OSSOS CURTOS: São parecidos com um cubo, tendo seus comprimentos praticamente iguais às suas larguras. Eles são compostos por osso esponjoso, exceto na superfície, onde há fina camada de tecido ósseo compacto. Exemplo: Ossos do Carpo. 7

8 OSSOS LAMINARES (PLANOS): São ossos finos e compostos por duas lâminas paralelas de tecido ósseo compacto, com camada de osso esponjoso entre elas. Os ossos planos garantem considerável proteção e geram grandes áreas para inserção de músculos. Exemplos: Frontal e Parietal. Além desses três grupos básicos bem definidos, há outros intermediários, que podem ser distribuído em 5 grupos: Alongados Pneumáticos Irregulares Sesamóides Suturais 8

9 Estrutura dos Ossos Longos: A disposição dos tecidos ósseos compacto e esponjoso em um osso longo é responsável por sua resistência. Os ossos longos contém locais de crescimento e remodelação, e estruturas associadas às articulações. As partes de um osso longo são as seguintes: Diáfise: é a haste longa do osso. Ele é constituída principalmente de tecido ósseo compacto, proporcionando, considerável resistência ao osso longo. Epífise: as extremidades alargadas de um osso longo. A epífise de um osso o articula, ou une, a um segundo osso, em uma articulação. Cada epífise consiste de uma fina camada de osso compacto que reveste o osso esponjoso e recobertas por cartilagem. Metáfise: parte dilatada da diáfise mais próxima da epífise. 9

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11 CONFIGURAÇÃO INTERNA DOS OSSOS As diferenças entre os dois tipos de osso, compacto e esponjoso ou reticular, dependem da quantidade relativa de substâncias sólidas e da quantidade e tamanho dos espaços que eles contém. Todos os ossos tem uma fina lâmina superficial de osso compacto em torno de uma massa central de osso esponjoso, exceto onde o último é substituído por uma cavidade medular. O osso compacto do corpo, ou diáfise, que envolve a cavidade medular é a substância cortical. A arquitetura do osso esponjoso e compacto varia de acordo com a função. O osso compacto fornece força para sustentar o peso. Nos ossos longos planejados para rigidez e inserção de músculos e ligamentos, a quantidade de osso compacto é máxima, próximo do meio do corpo onde ele está sujeito a curvar-se. Os ossos possuem alguma elasticidade (flexibilidade) e grande rigidez. 11

12 Periósteo e Endósteo: O Periósteo é uma membrana de tecido conjuntivo denso, muito fibroso, que reveste a superfície externa da diáfise, fixando-se firmemente a toda a superfície externa do osso, exceto à cartilagem articular. Protege o osso e serve como ponto de fixação para os músculos e contém os vasos sangüíneos que nutrem o osso subjacente. O Endósteo se encontra no interior da cavidade medular do osso, revestido por tecido conjuntivo. 12

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14 Tecido ósseo compacto Contém poucos espaços em seus componentes rígidos. Dá proteção e suporte e resiste às forças produzidas pelo peso e movimento. Encontrados geralmente nas diáfises.diáfises Tecido ósseo esponjoso Constitui a maior parte do tecido ósseo dos ossos curtos, chatos e irregulares. A maior parte é encontrada nas epifises.epifises 14

15 FRATURAS 15

16 O que é ? É uma interrupção da continuidade do osso que leva à incapacidade de transmissão de carga devido à perda da sua integridade estrutural. A incidência é maior no sexo masculino, devido há uma exposição maior aos traumas, porém se inverte na idade avançada em virtude da osteoporose pós – menopausa. 16

17 Etiologia É causada por uma força aplicada ao tecido ósseo com intensidade suficiente para vencer sua resistência. Traumática Espontânea Patológica Fadiga, sobrecarga, stress 17

18 Mecanismo do Trauma Direto Indireto Contração muscular Compressão 18

19 Tipos de Fratura Quanto a localização: Epifisária Metafisária Diafisárisa Ela pode ser classificada em : Simples Complexa Multifragmentar Segmentar 19

20 Traço da fratura: transversa, oblíqua curta, oblíqua longa, espiroide, cominutiva, segmentar. Extensão: completa, incompleta (fissura, galho verde). Estabilidade: estável e instável. Desvios: sem desvios, desviados, impactados. Exposisão óssea: fechada e aberta, ou expostas. 20

21 Consolidação óssea É o processo de regeneração do tecido ósseo pós- fratura que leva a formação de tecido idêntico ao original. Diferente da cicatrização. Cura com formação de tecido idêntico ao original. 21

22 Consolidação óssea: A – fratura B - alinhamento C - inflamatória D - reparativa E - remodelamento 22

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26 Tipos Primária - direta - sem formação de calo ósseo - depende de estabilidade absoluta - osteossíntese estável Secundária - indireta - formação de calo ósseo - estabilidade relativa - pacientes não operados 26

27 Fratura Exposta Interrupção da continuidade do osso na qual há comunicação entre o foco fraturário e o meio externo. A exposição óssea pode não ser visível, mas há comunicação entre o hematoma fraturário e o meio externo contaminado. Fratura + ferida Grave pelo risco de infecção óssea (osteomielite pós – traumática) 27

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30 Fratura – clínica História clínica = trauma Sintomas = dor, impotência funcional Sinais clínicos = aumento de volume, dor a palpação, equimose, deformidade, crepitação óssea, mobilidade anormal, impotência funcional. 30

31 Fratura – exames complementares Estudo radiológico. Tomografia axial computadorizada. Fraturas graves: 1.Articulares ; 2.Fraturas da pelve; 3.Fraturas da coluna. 31

32 Fratura – calo ósseo Hematoma fraturário; Hematoma se organiza: 1.Formação de tecido fibroso (calo fibroso); 2.Formação de tecido ósseo (calo ósseo primário); 3.Remodelação do calo ósseo (calo ósseo definitivo). 32

33 Complicações das fraturas Imediatas – Precoces: Exposição óssea; Lesão vascular; Lesão nervosa; Embolia gordurosa. Tardias na Evolução: Retardo de consolidação; Consolidação viciosa; Pseudoartrose. 33

34 Retarde de consolidação Atraso no processo de consolidação da fratura que não está acontecendo dentro do período de tempo esperado para o tipo de fratura e idade do paciente. 34

35 Pseudatrose Interrupção do processo de consolidação da fratura que não irá consolidar sem intervenção cirúrgica. 35

36 Consolidação viciosa Consolidação da fratura em uma posição inadequada de mal alinhamento e deformidade. 36

37 Causas da diminuição da resistência óssea Fisiológicas: linha epifisária (jovens) Osteoporose. Patológicas: Tumores; Infecção óssea (osteomielite) ; Osteogênesis imperfeita; Distúrbio do metabolismo. 37

38 O tempo de consolidação vai depender de: Espessura do osso; Tipo de fratura; Aporte sanguíneo; Idade do paciente; Forma de redução; Meio de síntese. 38

39 Sinais e sintomas constantes em pacientes fraturados: Dor Impotência funcional; Espasmo Muscular reflexo; Edema; deformidade;. 39

40 Prognóstico da fratura aberta Quantidade de partes moles desvitalizados; Intensidade do trauma; Grau de contaminação da ferida; Urgência no início do tratamento. 40

41 Classificação das lesões das partes moles: Tipo I: lesão menor que 1 cm ; Tipo II: lesão maior que 1 cm com lesão de pele e laceração; Tipo III: lesão extensa, maior que 10 centímetros. Grandes lesões de partes moles: fáscias, músculos e feixes vásculo –nervosas: Tipo III A: é possível cobrir a fratura com partes moles. Tipo III B: não é possível cobrir o foco com pele. Tipo III C: está associada à lesão arterial. 41

42 Relato de caso: fratura exposta de lesão patelar Paciente: J. B.; Idade: 23 anos; Diagnóstico: Fratura exposta de MIE, especificamente de patela. Fratura por trauma (acidente de moto); Data do acidente: Procedimento cirúrgico: Reconstrução patelar com pinos e fio; 42

43 TRATAMENTO HOSPITALAR: cirúrgico, medicamentoso e fisioterapia; 3 DIAS DE RECUPERAÇÃO DE PO NO HOSPITAL: fisioterapia 2x ao dia com exercícios isométricos e metabólicos (retorno venoso). Recebe alta no terceiro dia. REABILITAÇÃO NO CONSULTÓRIO: fisioterapia 5x semana, duração de uma hora. Realiza TENS para reforço muscular, crioterapia, isometria (quadríceps, adutores, abdutores, gastrocnêmio/sóleo), metabólicos e exercícios para ADM joelho E. Deambulação com auxílio de muletas, apoio parcial de peso na perna esquerda. Após o primeiro mês de PO, larga uma muleta e passa a realizar fisioterapia 3x semana. Terceiro mês inicia reforço muscular na academia 2x semana e permanece realizando fisioterapia 3x semana. 43

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50 Obrigada! 50

51 Referências 51 Clínica Cirúrgica Ortopédica - Abertoni e Leite; Cirurgia Ortopédica de Campbell – Canale; Fraturas : Princípios e prática – Teloken; Consulta a materiais na internet;


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