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Fraturas do Pé Fraturas de calcaneo= são mais graves quando atingem as superficies articulares sub- astragalinas e as que produzem alterações no ângulo.

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1 Fraturas do Pé Fraturas de calcaneo= são mais graves quando atingem as superficies articulares sub- astragalinas e as que produzem alterações no ângulo do ante pé (arco plantar) Fraturas de calcaneo= são mais graves quando atingem as superficies articulares sub- astragalinas e as que produzem alterações no ângulo do ante pé (arco plantar) Mecanismo da fratura: Trauma direto com queda de altura. Mecanismo da fratura: Trauma direto com queda de altura. Clinica: não deambula, edema e dor, equimose Tratamento: geralmente conservador, quando sem desvios e quando desviadas ou articulares cirúrgicas utilizando-se de sínteses com parafusos. Clinica: não deambula, edema e dor, equimose Tratamento: geralmente conservador, quando sem desvios e quando desviadas ou articulares cirúrgicas utilizando-se de sínteses com parafusos.

2 UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA FISIOTERAPIA/ TRAUMATOLOGIA Aula 10 Aula 10 TRAUMA DA PERNA / TORNOZELO/PÉ TRAUMA DA PERNA / TORNOZELO/PÉ Prof. Carlos Victor Mendes Prof. Carlos Victor Mendes

3 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Aspectos anatômicos e biomecânicos relevantes: Aspectos anatômicos e biomecânicos relevantes: Tíbia tem a parte anterior bem sub- cutânea Tíbia tem a parte anterior bem sub- cutânea Tem canal Medular triangular Tem canal Medular triangular

4 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tem compartimentos definidos: anterior, lateral e posterior. Tem compartimentos definidos: anterior, lateral e posterior. Anterior: artéria Tibial, nervo ciático poplíteo externo. Anterior: artéria Tibial, nervo ciático poplíteo externo. Posterior: Abriga artéria Tibial Posterior e fíbular e nervo Tibial posterior. Posterior: Abriga artéria Tibial Posterior e fíbular e nervo Tibial posterior.

5 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA A nutrição da Tíbia é feita pelos vasos medulares e periostais. A artéria nutriente é ramo da artéria Tibial posterior e penetra no córtex na região póstero lateral. A nutrição da Tíbia é feita pelos vasos medulares e periostais. A artéria nutriente é ramo da artéria Tibial posterior e penetra no córtex na região póstero lateral.

6 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Epidemiologia: São as mais comuns fraturas dos ossos longos e representam seis vezes mais comuns que as de fêmur. Epidemiologia: São as mais comuns fraturas dos ossos longos e representam seis vezes mais comuns que as de fêmur. Mecanismo de Fratura: São basicamente fraturas de trauma direto, (futebol), indireto (quedas) e rotacionais ( esqui) e mistas. Mecanismo de Fratura: São basicamente fraturas de trauma direto, (futebol), indireto (quedas) e rotacionais ( esqui) e mistas. Prognóstico: depende do grau de deslocamento ósseo, cominuição e a lesão das partes moles. Prognóstico: depende do grau de deslocamento ósseo, cominuição e a lesão das partes moles.

7 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA TÍBIA Classificação: Classificação: Basea-se quanto: Basea-se quanto: A Integridade da Pele A Integridade da Pele Expostas. Abertas e fechadas Expostas. Abertas e fechadas Quanto ao traço de fratura : Quanto ao traço de fratura : Tranversa, Obliquas, Espirais, simples e cominutivas Tranversa, Obliquas, Espirais, simples e cominutivas Quanto a estabilidade Quanto a estabilidade Instável e Estável Instável e Estável

8 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Diagnóstico Clínico: Diagnóstico Clínico: Dor Dor Edema Edema I.Funcional I.Funcional Deformidade ou Não Deformidade ou Não Crepitação nas fraturas completas, Alterações das partes moles (vascular e neurológico – artéria tibial anterior pode estar lesadas nas fraturas do 1/3 superior) Crepitação nas fraturas completas, Alterações das partes moles (vascular e neurológico – artéria tibial anterior pode estar lesadas nas fraturas do 1/3 superior)

9 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Diagnóstico por imagem: Diagnóstico por imagem: Radiografias são fundamentais. Radiografias são fundamentais.

10 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Objetivo do Tratamento: Objetivo do Tratamento: Alinhar Alinhar Estabilizar Estabilizar Obter a consolidação Obter a consolidação Manter o trofismo muscular Manter o trofismo muscular Manter o arco de movimento do joelho e tornozelo. Manter o arco de movimento do joelho e tornozelo.

11 FRATURAS DIAFISÁRIAS DO OSSO DA TÍBIA TRATAMENTO Tratamento : Tratamento : Conservador, incruento: estáveis, fechadas, sem desvios, fraturas isoladas Conservador, incruento: estáveis, fechadas, sem desvios, fraturas isoladas Cirúrgico, cruento: instáveis, abertas e expostas, cominutivas Cirúrgico, cruento: instáveis, abertas e expostas, cominutivas

12 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tratamento: Tratamento: Conservador pode ser usado com desvios de até 10 graus de desvio antero posterior, 5 graus de rotação e 1cm de encurtamento Conservador pode ser usado com desvios de até 10 graus de desvio antero posterior, 5 graus de rotação e 1cm de encurtamento

13 FRATURAS DIAFISÁRIAS DO OSSO DA TÍBIA TRATAMENTO Fatores que influenciam na indicação do tratamento: Fatores que influenciam na indicação do tratamento: Sindrome compartimental Sindrome compartimental Lesões Vasculares Lesões Vasculares Politrauma Politrauma

14 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Conservador :Manobras do gesso Conservador :Manobras do gesso

15 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tratamento com splints Tratamento com splints

16 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tratamento Cirúrgico: Tratamento Cirúrgico: Placas Placas Haste Intramedular Bloqueável Haste Intramedular Bloqueável

17 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Exemplo de fratura com desvio em valgo Exemplo de fratura com desvio em valgo

18 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tratamento com aparelho gessado com correção em cunhas: Tratamento com aparelho gessado com correção em cunhas:

19 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA

20 Fixadores externos: Fixadores externos:

21 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tratamentos Cirúrgicos: Tratamentos Cirúrgicos:

22 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tratamentos Cirúrgicos: Tratamentos Cirúrgicos:

23 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tratamentos Cirúrgicos: Tratamentos Cirúrgicos:

24 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tratamentos Cirúrgicos: Incisão Tratamentos Cirúrgicos: Incisão

25 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tratamentos Cirúrgicos: Incisão Tratamentos Cirúrgicos: Incisão

26 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tratamentos Cirúrgicos: Tratamentos Cirúrgicos:

27 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tratamentos Cirúrgicos: Tratamentos Cirúrgicos:

28 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tratamentos Cirúrgicos: Tratamentos Cirúrgicos:

29 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Tratamentos Cirúrgicos: Fratura Bilateral Tratamentos Cirúrgicos: Fratura Bilateral

30 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Complicações: Pseudo Artrose, Sindrome Compartimental, Trombose venosa profunda, lesão de nervos, osteomielites Complicações: Pseudo Artrose, Sindrome Compartimental, Trombose venosa profunda, lesão de nervos, osteomielites

31 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Complicações:TVP e Osteomielite Complicações:TVP e Osteomielite

32 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Fraturas expostas Fraturas expostas

33 Fratura exposta Fratura exposta Fraturas expostas Fraturas expostas

34 FRATURAS DIAFISÁRIAS DOS OSSOS DA PERNA Transposição muscular Transposição muscular

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