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COMISSÃO DE OH-MO CONSELHO REGIONAL DE ODONTOLOGIA RIO DE JANEIRO.

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Apresentação em tema: "COMISSÃO DE OH-MO CONSELHO REGIONAL DE ODONTOLOGIA RIO DE JANEIRO."— Transcrição da apresentação:

1 COMISSÃO DE OH-MO CONSELHO REGIONAL DE ODONTOLOGIA RIO DE JANEIRO

2 CONCEITUAÇÃO

3 Não é necessária a definição do local de atuação. O conceito fundamental é a necessidade da ação do CD baseada em conhecimentos e protocolos médico- odontológicos. Integra várias especialidades reconhecidas no Brasil, incluindo a atuação clínica no ambiente hospitalar (fora do escopo da CTBMF).

4 Pacientes Especiais (incluindo Odontopediatria e Odontogeriatria) Odontologia do Sono Periodontia Médica Dor OrofacialEstomatologia Medicina Oral Áreas de atuação correspondentes

5 Analgesia Inalatória FitoterapiaHomeopatiaAcupunturaLaserterapia Medicina Oral Outros recursos terapêuticos e clínicos

6 Se relaciona a atuação do CD na alta complexidade. Pode ser clínica (onde seguirá os protocolos da Medicina Oral). Pode se relacionar a Anatomopatologia onde atua o Patologista Bucal. Pode englobar ainda a Imaginologia Odontológica atuando em um serviço de imagem hospitalar.

7 Odontologia Hospitalar CTBMF, Imaginologia, Patologia Bucal, Odontologia Clínica baseada em Medicina Oral Odontologia Domiciliar e Móvel Odontologia Ambulatorial (e.g. clínica privada) Atuação Odontológica Quanto ao local do exercício clínicoprofissional

8 Conforto e saúde bucal ao paciente hospitalizado. Promoção de prevenção, tratamento e controle clínico das doenças bucais. Obediência aos critérios gerenciais da alta complexidade: - missão, visão e objetivos

9 Treinamento especializado Aprofundamento em epidemiologia (OBE) Conhecimento das doenças sistêmicas

10 CONCEITOS DE MEDICINA ORAL • Lidar com doenças de estruturas orais e periorais • Usar princípios de medicina aplicados à boca • Pesquisar nos campos da biologia, patologia e clínica Martin Greenberg (AAOP)

11 • Monitorar repercussões sistêmicas do tratamento bucal • Lidar com alterações bucais de doenças sistêmicas • Tratar problemas bucais de pacientes comprometidos sistemicamente Martin Greenberg - AAOP

12 EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS Revisão Sistemática: 5 estudos observacionais, prospectivos sobre condições bucais de pacientes internados de várias idades. Conclusão A hospitalização foi associada a deterioração da saúde bucal especialmente em pacientes entubados. Sjögren, Evidence-Based Dentistry 12, 48 (2011)

13  POSSIBILIDADE DE INTERNAÇÃO DE PACIENTES  PERMITE ATUAÇÃO EM CENTRO CIRÚRGICO  MONITORIZAÇÃO TRANSOPERATÓRIA  RECURSOS EM EMERGÊNCIAS MÉDICAS  CAPACITAÇÃO E SUPERVISÃO DE EQUIPES DE ENFERMAGEM

14  EXAMES AVANÇADOS – FACILIDADE DIAGNÓSTICA  AVALIAÇÃO INTERDISCIPLINAR EM CURTO PRAZO  PRESCRIÇÕES ESPECIAIS PRÉ, TRANS E PÓS OPERATÓRIAS  ATUAÇÃO EM PROTOCOLOS INTERDISCIPLINARES E.g.: preparo para radioterapia, pré operatório cardíaco e transplantes

15 1 - NA ODONTOLOGIA CONVENCIONAL ATENÇÃO BÁSICA MÉDIA COMPLEXIDADE CONSULTÓRIOS PRIVADOS 2 - NA ODONTOLOGIA DOMICILIAR 3 - NA ODONTOLOGIA HOSPITALAR

16 Diretas Estomatologia, pacientes especiais, DTM-dor orofacial, patologia bucal, imagenologia odontológica, periodontia. odontopediatria, odontogeriatria, cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial.

17 Indireto Prótese dentária, prótese bucomaxilofacial, implantodontia, ortodontia, ortopedia dos maxilares, endodontia, dentisteria, odontologia legal, odontologia do trabalho.

18 ESSENCIAIS Laserterapia, analgesia inalatória Basic Life Support (médica) IMPORTANTES Acupuntura, fitoterapia, homeopatia Odontologia do sono (não reconhecida)

19 - Pouco tempo de formação na graduação? - Pós graduação fragmentada? - Pouca ênfase no conhecimento médico? - Isolamento interdisciplinar? - Desconhecimento dos níveis de atuação?

20 INTEGRAÇÃO ENTRE CDs DE DIVERSOS SERVIÇOS HOSPITALARES, ACADÊMICOS, NÍVEIS DE ATUAÇÃO, ESPECIALIDADES E ÁREAS DE EXERCÍCIO PROFISSIONAL.

21 Integração entre CDs de diversos serviços hospitalares, acadêmicos, níveis de atuação, especialidades e áreas de exercício profissional.

22 OBJETIVOS E AÇÕES: 1- Político e jurídica (Presid. do CRO-RJ) 2- Institucional (Comissão de OH-MO)

23 OBJETIVOS E AÇÕES: SUBCOMISSÕES 3- Científica e Acadêmica 4- Atuação privada da MOOH 5- Atuação pública da MOOH 6- Apoio da Iniciativa Privada

24 A única entidade responsável pelo exercício profissional na Odontologia brasileira é o CFO e seus representantes estaduais, os CROs.

25 Ao contrário das entidades similares da Medicina não conferem titulações. Atuam apenas como divulgação profissional e acadêmica.

26 Prestam consultoria quando solicitadas pelo CFO. Dificuldade em lidar com conflitos de interesses interdisciplinares: e.g. dermatologia oral, cirurgia craniomaxilofacial, descaso de convênios médicos, chancela MEC para cursos lato sensu.

27 Dificuldade para planejamento conjunto em prol da MOOH. Recursos limitados para atingir opinião pública e divulgação das especialidades.

28 Podem ajudar na divulgação da MOOH e na elaboração dos protocolos técnicos específicos. Mas não tem autonomia institucional para legitimar pós-graduações e titulações.

29 NOME SUGERIDO DA ÁREA MEDICINA ORAL NOME SUGERIDO DA CAPACITAÇÃO MEDICINA ORAL E ODONTOLOGIA HOSPITALAR

30 Medicina Oral é um termo internacionalmente utilizado e aceito Não há qualquer restrição ao seu uso no Brasil CFM nº 1.845/2008

31 O uso do termo duplo – MOOH - pode dar maior abrangência a atuação, pois não restringe a ação à alta complexidade e permite envolvimento de diversas especialidades.

32 PÓS-GRADUAÇÃO FORMATO IDEAL: RESIDÊNCIA COM 2 ANOS DE DURAÇÃO E 5860 hs. RESID. EM ÁREA DA SAÚDE X RESID. MULTIPROFISSIONAL: 1ª - ESPECÍFICA PARA A ODONTOLOGIA (GERAL) 2ª - ESPECÍFICA PARA PROBLEMA INTERDISCIPLINAR (FOCADA)

33 VANTAGEM Formação ampla, tempo para amadurecimento, aprendizado em serviço, remuneração, vivência em diversos níveis de complexidade e desenvolvimento de habilidades em diversas especialidades e habilitações envolvidas com a MOOH.

34 DESVANTAGEM EXIGÊNCIAS DO MINIST. DA EDUCAÇÃO, RESTRITA A GRANDES CENTROS, LONGA FORMAÇÃO PARA DEMANDA ATUAL DA MOOH.

35 CAPACITAÇÃO FORMATO PROVISÓRIO ATÉ QUE SEJA AUTORIZADA A RESIDÊNCIA EM VÁRIOS CENTROS : CARGA HORÁRIA DE 540 hs. PARA CDs ESPECIALISTAS OU COM EXPERIÊNCIA PRÉVIA EM MOOH. NECESSIDADE DE VIVÊNCIA EM ESTRUTURA HOSPITALAR EM OUTROS NÍVEIS DE COMPLEXIDADE PARA REALIZAÇÃO DO CURSO.

36 RECONHECIMENTO DE PROFISSIONAIS JÁ QUALIFICADOS Similar ao processo de 2002 – CFO memorial prova escrita prova oral

37 RECONHECIMENTO DE PROFISSIONAIS JÁ QUALIFICADOS → Valorização: de especialistas nas áreas diretas já atuantes em MOOH CDs com mais de 2 anos de formados

38 ENTIDADE REGULADORA Federal – CFO Comissão específica, ou Delegação de função para entidade a ser designada, a semelhança de Sociedades Médicas (maior flexibilidade nas ações?). Estaduais – Comissões Estaduais de MOOH Ou seções estaduais de entidade nacional

39 POSSILIBIDADES FUTURAS - Fusão ou agregação de especialidades e habilitações essenciais ao curso de MOOH. - Ação frente a Ministério da Educação e Saúde

40 POSSILIBIDADES FUTURAS - Posição frente ANVISA, ANS, planos de saúde - Buscar apoio jurídico, da iniciativa privada, do meio acadêmico, opinião pública, entidades odontológicas...

41 POSSIBILIDADES FUTURAS - Afirmação em projetos interdisciplinares com outras áreas da saúde. - Recomendações capacitação para profissionais auxiliares e inserção destes na MOOH.

42 NÓS DESEJAMOS, IDEALIZAMOS, PLANEJAMOS... SÓ FALTA CONCRETIZAR E TORNÁ-LA REALIDADE... "A maior riqueza é a saúde." (Ralph Waldo Emerson)

43 ...Vamos viver tudo Que há pra viver Vamos nos permitir... Música: Tempos Modernos Composição:LULU SANTOS


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