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INSTITUTO NACIONAL DE SAÚDE Dr. Ricardo Jorge Semana da Ciência e Tecnologia emSaúde 24 a 28 de Novembro de 2008.

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1 INSTITUTO NACIONAL DE SAÚDE Dr. Ricardo Jorge Semana da Ciência e Tecnologia emSaúde 24 a 28 de Novembro de 2008

2 Semana_da_CIÊNCIA_e_TECNOLOGIA_em_SAÚDE_2008 Tema Central: COMO SE MEDE SAÚDE? Públicos-Alvo: Grupos de escolas públicas e privadas por faixas etárias Alunos de idades entre 8-10 anos Alunos de idades entre anos Alunos de idades entre anos Alunos de idades entre anos População em Geral na Freguesia do Lumiar Junta de Freguesia do Lumiar Universidade da Terceira Idade (Lumiar) Sporting Clube de Portugal

3 Semana_da_CIÊNCIA_e_TECNOLOGIA_em_SAÚDE_2008 Segunda-feira, dia 24 de Novembro de 2008 DEPARTAMENTO DE DOEN Ç AS INFECCIOSAS Tema: Infec ç ões Sexualmente Transmiss í veis – O que precisamos saber? Acções para o DDI: Manhã:10h00- 11h00 – Sessão de palestras Anfiteatro do INSA • Vírus do Papiloma Humano Ângela Pista/Nuno Verdasca • HIV/SIDA Helena Cortes Martins Tarde: 14h00-15h00 – Sessão de palestras Anfiteatro do INSA • Vírus do Papiloma Humano Ângela Pista/Nuno Verdasca • Chlamydia, Gonorrea, Sífilis Maria José Borrego Manhã e tarde: Laboratório Interactivo intitulado: Da placa ao gene - Diagnóstico Laboratorial das Doenças Infecciosas. Exposições interactivas e filme. Carlos Florindo Mónica Oleastro Rita Matos Público-alvo : Alunos com idades entre anos e adultos. Moderadores para a tertúlia : Helena Cortes Martins Ângela Pista Maria José Borrego

4 Semana_da_CIÊNCIA_e_TECNOLOGIA_em_SAÚDE_2008 Ter ç a-feira, dia 25 de Novembro de 2008 DEPARTAMENTO DE ALIMENTA Ç ÃO E NUTRI Ç ÃO E DEPARTAMENTO DE PROMO Ç ÃO DA SA Ú DE E DOEN Ç AS CR Ó NICAS Tema: Alimentação saudável e prevenção de doenças cardiovasculares Acções para o DAN e DPSDC: Manhã: 10h h30 – Sessão interactiva sobre conhecimentos e comportamentos ligados à Saúde • Alimentação Saudável e prevenção cardiovascular • Avaliação do nível de Literacia em Saúde Ana Rito (DAN) e Mafalda Bourbon (DPSDC) 11h30 -12h30- Circuito de Actividades • Avaliação do Índice de Massa Corporal: • Avaliação de Gordura corporal • Determinação do Colesterol Total • Determinação da Pressão arterial • Avaliação do risco cardiovascular relativo •Oferta de um cartão onde constarão todos os parâmetros avaliados Público-alvo : •Alunos com idades entre 15 e 18 anos (10º-11º-12º ano) Acções para o DAN e DPSDC: Tarde:14h h00 – Sessão interactiva sobre conhecimentos e comportamentos ligados à Saúde • A Roda dos Alimentos e o Coração • Jogo do Bingo Ana Rito (DAN) e Mafalda Bourbon (DPSDC) 15h00 -16h30- Circuito de Actividades • Avaliação do Índice de Massa Corporal: • Determinação da Pressão arterial • Jogo da Glória Público-alvo : •Alunos com idades entre 8 e 9 anos (3º e 4º anos) Moderadores para a tertúlia : •Ana Rito •Mafalda Bourbon

5 Semana_da_CIÊNCIA_e_TECNOLOGIA_em_SAÚDE_2008 Quarta-feira, dia 26 de Novembro de 2008 DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA Tema: Determinantes da saúde e a saúde dos imigrantes Ac ç ões para o DE: Sessão de palestras Manhã:10h00- 11h00 – Sessão de palestras Anfiteatro do INSA • Determinantes da sa ú de (Obesidade, á lcool e tabaco) Carlos Matias Dias Tarde:14h00- 15h00 – Sessão de palestras Anfiteatro do INSA • A sa ú de dos imigrantes (Inqu é rito Nacional de Sa ú de 2005 e 2006) Eleonora Paixão P ú blico-alvo: • Popula ç ão em geral (acima dos 15 anos) Moderadores para a tert ú lia : •Carlos Matias Dias •Emanuel Nunes

6 Semana_da_CIÊNCIA_e_TECNOLOGIA_em_SAÚDE_2008 Quinta-feira, dia 27 de Novembro de 2008 DEPARTAMENTO DE GENÉTICA E DEPARTAMENTO DE SAÚDE AMBIENTAL Tema: Ambiente e Saúde Acções para o DG e DSA: Manhã: 10h h00 – Sessão de palestras no Auditório do INSA • Smoke Busters : Caça ao fumo perdido Junta-te a nós na caça ao fumo em bares e discotecas…pela tua saúde! Tânia Simões, DG e Maria do Carmo Proença, DSA • Sabias que às vezes o perigo pode vir de onde menos esperas? Ah, pois é! Apesar de a poluição ambiental ser cada vez mais uma preocupação, por vezes, esquecemo-nos da qualidade do ar interior. Os restaurantes, bares e discotecas são locais que podem constituir grande perigo para a saúde das pessoas, particularmente dos mais jovens que os frequentam e dos seus trabalhadores que passam grande parte do seu tempo nestes estabelecimentos. Uma das maiores fontes de poluição destes espaços, apesar de existir legislação restritiva, é o fumo de tabaco. A investigação no ser humano dos efeitos da exposição involuntária às substâncias tóxicas do tabaco nos genes (genoma) e nas proteínas (proteoma), podendo conduzir a doenças respiratórias, é o principal objectivo deste nosso trabalho, a apresentar no dia da Semana da Ciência e da Tecnologia em Saúde. • Laboratório Interactivo (com os investigadores) Visita guiada ao Laboratório de Citogenética, Laboratório de Toxicologia Genética, Laboratório de Proteómica e Unidade do Ar e Saúde Ocupacional. Laurentino Simão, Laboratório de Citogenética, DG Observação de cromossomas ao microscópio e/ ou nos computadores. Serão abordadas as actividades do DG no estudo das anomalias cromossómicas, no diagnóstico pré-natal e de anomalias congénitas e a contribuição do departamento no aconselhamento genético hospitalar. Nádia Vital e Susana Antunes, Laboratório de Toxicologia Genética, DG Observação de quebras e rearranjos nos cromossomas – micronúcleos, trocas entre cromatídeos irmãos - associados à exposição a agentes lesivos dos nossos genes. Tânia Simões e Maria do Carmo Proença, Laboratório de Proteómica, DG e Unidade do Ar e Saúde Ocupacional, DSA Vão mostrar como se mede a qualidade do ar interior e como se analisam as proteínas de amostras biológicas em géis, análise de padrões de proteínas em gel por computador, ver um espectrómetro de massa a funcionar na identificação das proteínas. Público-alvo: •População escolar (30 a 40 pessoas) •População em geral Moderadores para a tertúlia : •Tânia Simões •Maria do Carmo Proença Tarde: 14h h00 – Sessão de palestras no Auditório do INSA Repete-se todo o programa da manhã.

7 Semana_da_CIÊNCIA_e_TECNOLOGIA_em_SAÚDE_2008 Sexta-feira, dia 28 de Novembro de 2008 TERTÚLIA DAS CIÊNCIAS DA SAÚDE Tema: Ciências da Saúde em Debate. Como medir em Saúde? Alimentação e Nutrição Doenças Infecciosas Epidemiologia Genética Promoção da Saúde e Doenças Crónicas Saúde Ambiental Moderadores para a tertúlia por departamentos : DAN Ana Rito DDI Helena Cortes Martins Ângela Pista Maria José Borrego DE Carlos Matias Dias Emanuel Nunes DG Tânia Simões DPSDC Mafalda Bourbon DSA Paulo Pereira Carmo Proença Manhã: h00 – Tertúlia no átrio do INSA 10h30 – Apresentação por Isabel de Santiago 10h40 – Introdução do tema por José Pereira Miguel, Presidente do INSA 10h55 – Abertura e início da Tertúlia: Os diferentes grupos dentre os públicos-alvo, de acordo com as orientações da moderadora e apresentadora irão ser interpelados para colocar as suas dúvidas e ou questões aos cientistas e investigadores, por temas de interesse, em torno das questões das ciências da saúde. 12h30 – Conclusões e encerramento pelo líder dos grupos e pelo Presidente.

8 O que é a Difusão da Cultura Científica para nós?

9 A DIFUSÃO DA CULTURA CIENTÍFICA em ciências da saúde é a disseminação de informação e conhecimento científico associado à investigação e demais actividades que o Instituto Ricardo Jorge realiza, com relevância para públicos-alvo específicos, como é exemplo a população escolar.

10 Dia 24 de Novembro

11 Departamento de Doenças Infecciosas

12 Clamídia, Gonorreia e Sífilis, Maria José Borrego As infecções sexualmente transmissíveis (IST) transmitem-se de uma pessoa para outra durante a relação sexual. Os microrganismos (bactérias, vírus e parasitas) responsáveis pelas IST multiplicam-se na parte exterior (pele) ou interior (vagina, endocolo, uretra) dos órgãos genitais masculino e feminino, noutros órgãos (boca, recto), nas partes superiores do tracto genital ou por via sistémica, noutros locais anatómicos. Durante o acto sexual, o contacto entre a pele e as mucosas e a troca de fluidos (exsudados, esperma, sangue, saliva) favorecem a passagem dos microrganismos de um indivíduo infectado para um novo hospedeiro. Qualquer pessoa que tenha relações sexuais pode contrair uma IST, nomeadamente se não usar preservativo, sendo o risco tanto maior, quanto maior for o número de parceiros sexuais. A maioria das IST (nomeadamente a clamídia, a gonorreia e a sífilis) são “silenciosas”, ou seja, não implicam sintomas muito evidentes. A sensação e o aspecto “saudável” fazem com que o individuo infectado não consulte o médico e continue a transmitir a infecção. Assim, só o rastreio das IST permite o seu diagnóstico e tratamento precoces, interrompendo a cadeia de transmissão e prevenindo a sua evolução para situações clínicas graves. A clamídia, causada por Chlamydia trachomatis, é a principal infecção bacteriana sexualmente transmissível em todo o mundo. A percentagem de infectados por esta bactéria em Portugal é desconhecida. Contudo, estudos efectuados em adolescentes revelam taxas próximas dos 23%, o que é preocupante, dadas as potenciais consequências para a fertilidade feminina e o risco de transmissão ao recém-nascido. A gonorreia, causada por Neisseria gonorrhoeae, apesar de menos frequente, pode ter igualmente consequências graves sobre a fertilidade feminina. A sífilis, causada por Treponema pallidum, é considerada endémica em Portugal. É uma doença que evolui por fases, umas com sintomas e outras sem sintomas; contudo, se não é precocemente diagnosticada e tratada, causa problemas cardíacos e mentais graves. Além disso, pode transmitir-se ao feto durante a gravidez, com consequências graves, incluindo a sua morte. Questões: As IST dão sempre sintomas? As IST são perigosas? Só tenho relações com o meu/minha namorado/a. Posso apanhar uma IST? Fiz uma análise e o médico disse-me que tenho uma IST. Foi o meu/minha namorado/a que me contagiou? Tenho corrimento, posso ter uma IST? Tenho comichão nos órgãos genitais, devo ir ao médico? Tenho uma ferida nos órgãos genitais, é por causa de uma IST? Soube que tinha uma IST. Devo avisar todas as pessoas com quem tive relações sexuais?

13 Tema: Infecções Sexualmente Transmissíveis – O que precisamos saber? Resumo das palestras: Vírus do Papiloma Humano e Cancro do Colo do Útero, Angela Pista, Nuno Verdasca O cancro do colo do útero é o segundo tipo de cancro mais frequente nas mulheres a nível mundial. Anualmente, surgem cerca de novos casos e registam-se mortes e Portugal apresenta uma das mais altas taxas de incidência entre os países da União Europeia. O agente etiológico desta doença é o Vírus do Papiloma Humano (HPV). Actualmente, existem mais de 180 tipos de HPV, dos quais cerca de 45 apresentam a capacidade de infectar as mucosas da região genital feminina e masculina. De acordo com o seu potencial oncogénico podem ser classificados em HPV de baixo risco e de alto risco, sendo estes últimos os que se encontram associados ao desenvolvimento do cancro do colo do útero e de outros carcinomas da região genital. A infecção genital por HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais frequentes, e a sua transmissão ocorre por contacto sexual. Estima-se que 80% dos indivíduos, com vida sexual activa, contactam com o vírus em qualquer momento da sua vida. Os jovens são o grupo com maior número de casos de infecção por HPV, com valores de 20-46% entre os anos. Na maioria dos casos a infecção por HPV é assintomática e transitória. Cerca de 90% das infecções regridem espontaneamente, devido à acção do sistema imunitário, não chegando a desenvolver doença. No entanto, em 10% dos casos a infecção por HPV persiste e dá origem a alterações celulares conhecidas como lesões pré-malignas ou percursoras do cancro. A evolução do cancro do colo do útero é lenta (8-15 anos) e passa por diversas fases, o que permite intervir do ponto de vista terapêutico com uma taxa de sucesso de 100%. Assim, a prevenção é a melhor arma na luta contra este cancro e passa pela simples visita ao médico. O exame citológico, ou Papanicolaou, é o método de rastreio mais conhecido e permite detectar alterações nas células infectadas por HPV, através da colheita indolor de células do colo uterino durante a observação ginecológica. Por outro lado, o teste HPV, que permite a detecção directa do vírus e/ou a sua tipificação, tem uma importância fundamental na prática clínica. As vacinas profiláticas recentemente desenvolvidas (vacina contra o HPV, incluída no Plano Nacional de Vacinação) poderão ter um papel importante na prevenção primária do cancro uterino nas gerações futuras, por diminuição da incidência do cancro do colo do útero associado à infecção por HPV 16 e 18 (cerca de 70-80% dos casos de cancro). No entanto, a existência destas vacinas não significa o fim do rastreio, que continuará a ser o método de prevenção mais eficaz. O cancro do colo do útero é uma doença evitável, através dos testes de rastreio, e possível de curar, principalmente quando detectado numa fase inicial. Actualmente, as estratégias de prevenção baseiam-se na educação, na informação e no rastreio periódico. Por favor, cuide da sua saúde… VIH/SIDA, Helena Cortes Martins A UNAIDS estimava que, no final de 2007, o número de pessoas a viver com VIH ou SIDA no mundo fosse de 33,2 milhões e calculava para Portugal um número de casos. Ainda, e de acordo com dados de 2007 do EuroHIV, Portugal apresentava a maior taxa de incidência de SIDA e de novas infecções VIH diagnosticadas na União Europeia. A 31 de Dezembro de 2007 encontravam-se notificados em Portugal casos nos três estadios de evolução da doença. O número de casos associados à transmissão sexual, heterossexual e homo/bissexual, corresponde a 50,8% do total. No entanto, a categoria de transmissão “heterossexual” apresenta, desde 1998, uma tendência evolutiva crescente, sendo que 63,2% dos casos diagnosticados (PA, CRS e SIDA) em 2007 se registam nessa categoria. O relacionamento existente entre a infecção VIH e as outras infecções sexualmente transmissíveis (IST) tem-se tornado mais claro durante a última década, e mais recentemente tem sido investigado o papel destas infecções em facilitar a transmissão do VIH. Resultados de um elevado número de estudos biológicos e epidemiológicos, confirmam inequivocamente o papel de outras IST como co-factor na transmissão do VIH, o que sugere que o controlo das IST poderá potencialmente desempenhar um importante papel na redução da transmissão sexual do VIH. Na presente comunicação serão apresentados os dados mais recentes referentes à situação epidemiológica mundial e nacional, serão revistos os modos de transmissão da infecção bem como a sua história natural, e será por fim abordada a temática do diagnóstico e prevenção.

14 Tema: Infecções Sexualmente Transmissíveis – O que precisamos saber? Questões: A transmissão do HPV é apenas sexual? O uso do preservativo protege completamente o contágio com o vírus? É um vírus frequente? Como sei se estou infectado (a)? O HPV provoca outras doenças? Outro tipo de cancros? O que posso fazer para reduzir a possibilidade de desenvolver este tipo de cancro? A vacina impede mesmo o aparecimento do cancro? Como posso fazer o rastreio? Laboratório Interactivo Da placa ao gene - Diagnóstico Laboratorial das Doenças Infecciosas: Robert Kock foi, no século XIX, um dos principais responsáveis pela actual compreensão da etiologia das doenças transmissíveis. Este conceito muito contribuiu para o diagnóstico destas doenças, baseado no cultivo do microrganismo a partir de um produto biológico e sua identificação por microscopia e testes bioquímicos. Após a era de Koch, a maior revolução nas ciências biomédicas foi a descoberta, por Watson e Crick em 1953, do DNA, os genes, como a fonte da informação genética, e a possibilidade de ser utilizado para a detecção e caracterização de um organismo. Surgiu então a disciplina da biologia molecular, cujos métodos se tornaram importantes ferramentas para o diagnóstico microbiológico, ou seja para a detecção e caracterização dos microrganismos. Uma das técnicas de biologia molecular mais poderosas é a técnica de PCR (Polymerase Chain Reaction), uma técnica de amplificação de DNA, que permite a partir de uma única cópia desta molécula, obter milhões de moléculas iguais. O diagnóstico microbiológico tornou-se assim mais rápido, sensível e universal, podendo ser aplicado às bactérias, vírus, parasitas e fungos, alem de que tornou possível a detecção de microrganismos impossíveis de obter pelos métodos microbiológicos tradicionais. Venham ver como se faz diagnóstico das doenças infecciosas no laboratório, da placa ao DNA…

15 Dia 25 de Novembro

16 Departamento de Alimentação e Nutrição e Departamento de Promoção da Saúde e Doenças Crónicas Consultar programa do dia 25, páginas iniciais

17 Dia 26 de Novembro

18 Departamento de Epidemiologia

19 Factores determinantes da saúde relacionados com estilos de vida, em Portugal

20 • Indicadores de Prevalência • Consumo de tabaco • Consumo de bebidas alcoólicas • Excesso de peso e obesidade • Nível de actividade física • Distribuição por • Região (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve) • Sexo (Masculino / Feminino) • Idade (anos) • Evolução temporal (1987, 1995, 1998, 2005) Objectivos

21 Consumo de Tabaco (Fumadores e Ex-Fumadores)

22 FumadoresM/F Região (%) Continente19,821,322,021,2 Norte19,219,419,719,6 Centro15,117,217,918,2 LVT21,624,425,524,3 Alentejo25,024,924,525,3 Algarve24,226,727,825,4

23 Região (%) Continente34,934,433,830,8 Norte36,134,632,830,2 Centro27,728,529,227,9 LVT34,935,435,831,7 Alentejo46,942,438,537,9 Algarve41,841,439,734,5 FumadoresM

24 Região (%) Continente6,19,311,112,2 Norte4,45,97,89,5 Centro3,66,87,39,2 LVT9,314,216,217,6 Alentejo5,38,111,212,6 Algarve7,412,516,016,7 FumadoresF

25 Ex-FumadoresM/F Região (%) Continente9,311,312,415,6 Norte8,18,910,515,2 Centro7,612,012,714,5 LVT10,913,514,017,0 Alentejo10,511,112,015,2 Algarve11,310,714,817,3

26 Ex-FumadoresM Região (%) Continente18,020,321,425,1 Norte16,317,319,125,4 Centro15,821,822,223,8 LVT19,722,222,725,9 Alentejo21,020,721,024,1 Algarve22,018,624,226,9

27 Ex-FumadoresF Região (%) Continente2,23,95,17,5 Norte1,51,93,66,6 Centro0,83,84,76,4 LVT3,66,27,19,7 Alentejo1,92,74,17,4 Algarve2,03,56,08,7

28 Bebidas Alcoólicas Consumo nos 12 meses anteriores

29 BebidasAlcoólicasM/F Região (%) Continente63,360,563,8 Norte69,165,170,9 Centro64,062,260,3 LVT60,857,359,4 Alentejo46,149,158,5 Algarve56,258,760,6

30 ÁlcoolM Região (%) Continente80,978,279,1 Norte83,480,281,7 Centro82,381,377,9 LVT78,975,776,5 Alentejo76,274,281,7 Algarve77,976,977,2

31 ÁlcoolF Região (%) Continente47,544,649,9 Norte56,451,761,0 Centro47,544,944,4 LVT44,641,144,6 Alentejo17,625,635,9 Algarve35,341,144,8

32 Obesidade e excesso de peso (Índice de massa corporal – IMC)

33 I.M.C.M/F Região (%) Continente10,711,914,2 Norte9,211,414,0 Centro10,411,313,4 LVT12,312,715,4 Alentejo12,613,515,4 Algarve9,310,611,7

34 I.M.C.M Continente9,910,913,8 Norte8,410,213,6 Centro10,410,813,5 LVT11,211,714,7 Alentejo11,111,813,7 Algarve8,110,012,2

35 I.M.C.F Continente11,412,814,6 Norte10,012,314,4 Centro10,411,713,3 LVT13,213,516,0 Alentejo13,914,716,9 Algarve10,311,111,1

36 Excesso de peso (Grupo etário e Sexo)

37

38 Excesso de peso (Estado civil) Estado civil (%) Casado43,446,643,3 Solteiro31,935,430,2 Divorciado40,531,048,3 Viúvo45,433,349,4 Casado43,446,643,3 Solteiro31,935,430,2

39 Casado33,734,133,1 Solteiro25,222,225,4 Divorciado31,227,527,2 Viúvo35,339,530,9 Casado33,734,133,1 Solteiro25,222,225,4 Excesso de peso (Estado civil)

40 Excesso de peso (Situação profissional) M Situação Profissional (%) Empregado41,944,042,8 Desempregado34,737,435,9 Reformado42,443,418,5 Estudante19,027,915,5

41 Excesso de peso (Situação profissional) F Situação Profissional (%) Empregado30,630,429,7 Desempregado31,833,230,7 Doméstica35,134,836,0 Reformado40,736,322,1 Estudante21,65,112,1

42 Excesso de peso (Rendimento) M Rendimento (%) baixo35,038,942,6 médio baixo 38,842,039,0 médio40,443,539,4 médio alto 42,043,343,7 alto39,741,141,4

43 Excesso de peso (Rendimento) F Rendimento (%) baixo31,329,232,5 médio baixo 31,534,032,4 médio32,333,832,8 médio alto 32,029,330,0 alto28,023,825,9

44 Nível de actividade física

45 Região (%) Continente31,932,6 Norte31,832,5 Centro28,727,3 LVT34,535,8 Alentejo30,833,4 Algarve23,026,7 Actividade Física (Pouco esforço Físico) M/F

46 Região (%) Continente29,429,4 Norte27,827,2 Centro25,924,7 LVT33,834,2 Alentejo28,331,0 Algarve21,124,7 Actividade Física (Pouco esforço Físico) M

47 Região (%) Continente34,335,7 Norte35,737,4 Centro31,629,9 LVT35,337,4 Alentejo33,335,9 Algarve24,929,0 Actividade Física (Pouco esforço Físico) F

48 Região (%) Continente49,647,5 Norte52,448,1 Centro44,147,2 LVT47,846,7 Alentejo54,546,0 Algarve58,450,3 Actividade Física (estão em pé ou andam bastante ) M/F

49 Região (%) Continente44,442,4 Norte47,943,4 Centro39,741,0 LVT42,242,0 Alentejo47,439,7 Algarve49,344,4 Actividade Física (estão em pé ou andam bastante ) M

50 Região (%) Continente54,452,3 Norte56,552,5 Centro48,153,2 LVT53,051,1 Alentejo61,552,0 Algarve67,455,9 Actividade Física (estão em pé ou andam bastante ) F

51 Região (%) Continente7,710,2 Norte4,910,0 Centro12,615,0 LVT8,68,1 Alentejo2,59,9 Algarve9,69,6 Actividade Física (Levantam ou transportam cargas leves, sobem e descem escadas ) M/F

52 Região (%) Continente9,112,0 Norte7,112,5 Centro13,916,8 LVT9,39,7 Alentejo2,710,9 Algarve12,48,5 Actividade Física (Levantam ou transportam cargas leves, sobem e descem escadas ) M

53 Região (%) Continente6,38,5 Norte2,97,7 Centro11,313,1 LVT8,06,6 Alentejo2,48,9 Algarve6,910,8 Actividade Física (Levantam ou transportam cargas leves, sobem e descem escadas ) F

54 Região (%) Continente10,89,8 Norte10,99,3 Centro14,610,5 LVT9,19,4 Alentejo12,210,7 Algarve9,013,4 Actividade Física (Trabalho físico pesado ou transporte de cargas muito pesadas ) M/F

55 Região (%) Continente17,216,3 Norte17,316,8 Centro20,417,5 LVT14,714,1 Alentejo21,618,4 Algarve17,222,4 Actividade Física (Trabalho físico pesado ou transporte de cargas muito pesadas ) M

56 Região (%) Continente4,93,6 Norte5,02,3 Centro9,03,8 LVT3,64,9 Alentejo2,83,2 Algarve0,94,4 Actividade Física (Trabalho físico pesado ou transporte de cargas muito pesadas ) F

57 A Saúde dos Imigrantes Inquérito Nacional de Saúde 2005 – 2006 Carlos Matias Dias, Eleonora Paixão, Maria João Branco Departamento de Epidemiologia Semana da Ciência e Tecnologia em Saúde de Novembro

58 •O Inquérito Nacional de Saúde: –Introdução –Metodologia –Áreas do inquérito –Principais Resultados •A Saúde dos Imigantes –Definições –Métodos –áreas –Principais Resultados Sumário da Apresentação

59 •Iniciativa do Ministério da Saúde. •Incluído no Sistema Nacional de Estatística. •Inquérito de saúde geral com vários temas. •Foram realizados até agora 4 Inquéritos Nacionais de Saúde: 1987, 1995/1996, 1998/1999, 2005/2006. •O Inquérito de 2005/2006 foi coordenado pelo Departamento de Epidemiologia (ex-ONSA) do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA). •Parceria entre o INSA e o Instituto Nacional de Estatística (INE) com a colaboração da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Introdução ao Inquérito Nacional de Saúde de 2005/2006

60 •População em estudo: residentes em unidades de alojamento familiares em Portugal. •Não foram incluídas unidades de alojamento colectivas •Amostra probabilística, estratificada, multi-etapas de unidades de alojamento. •Amostra representativa a nível regional (NUTS 2), incluindo as regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. Metodologia do Inquérito Nacional de Saúde de 2005/2006

61 •Pré teste das novas áreas de inquirição (N=168). •Inquérito piloto (N=1972). •Trabalho campo do inquérito realizado entre Fevereiro de 2005 e Fevereiro de 2006 •Dados recolhidos através de entrevista presencial na unidade de alojamento (UA), por entrevistadores treinados. •Informação relativa a cada residente nessa UA. Metodologia do Inquérito Nacional de Saúde de 2005/2006

62 Áreas do Inquérito Nacional de Saúde 2005/2006 •Informação Social e Demográfica •Informações Gerais de Saúde •Incapacidade de curta duração •Incapacidade de longa duração * •Doenças crónicas •Cuidados de saúde •Uso de medicamentos •Saúde Oral * •Despesas e rendimentos •Consumo de Tabaco •Consumo de Alimentos e bebidas •Saúde reprodutiva e planeamento familiar •Actividade Física * •Saúde mental •Cuidados Preventivos * •Qualidade de vida * •Insegurança Alimentar * * Áreas aplicadas trimestralmente

63 •Taxa de Resposta: 76% •Famílias entrevistadas: •Pessoas entrevistadas: •Tempo médio de duração do inquérito: 64 minutos •Principais razões de não resposta: –Recusas: 2% –Ausências: 7% –Segunda residência: 2% –Férias: 8% –Outros motivos: 5% Principais resultados do Inquérito Nacional de Saúde 2005/2006

64 •Imigrante Pessoa que não nasceu em Portugal Pessoa que residia em Portugal, em permanência, pelo menos um ano antes da entrevista • Português não migrante Pessoa que nasceu em Portugal Pessoa que viveu sempre em Portugal Saúde dos Imigrantes - Inquérito Nacional de Saúde 2005/2006- Definições

65 •Resultados Ponderados (população de 2005) •Taxas de prevalência sem e com padronização •Análise descritiva por • subgrupos de imigrantes (número de anos de residência em Portugal) • Idade • Sexo Saúde dos Imigrantes - Inquérito Nacional de Saúde 2005/2006- Métodos

66 • Características demográficas e sociais •Sexo, idade, anos de escolaridade, ocupação, profissão •Tempo de residência em Portugal • Estado de Saúde •Auto-percepção do estado de saúde • Incapacidade temporária e de longa duração • Doenças crónicas • Saúde mental •Auto-percepção da qualidade de vida Saúde dos Imigrantes - Inquérito Nacional de Saúde 2005/2006- Variáveis estudadas • Determinantes de saúde •Consumo de Tabaco •Consumo de alimentos e bebidas alcoólicas • Insegurança alimentar • Actividade física •Cuidados de saúde •Utilização de cuidados de saúde •Consultas médicas •Entidades utilizadas para fins de cuidados de saúde •Consumo de medicamentos • Cuidados Preventivos • Saúde Oral • Saúde reprodutiva e planeamento familiar (uso de métodos de contraceptivos)

67 Amostra Estimativas na população n Imigrantes17456, Anos de residência1745 ≤527, , , ≥3019, Saúde dos Imigrantes - Inquérito Nacional de Saúde 2005/2006- Principais Resultados Distribuição percentual e total populacional de imigrantes, pelo nº de anos de residência em Portugal n – número de indivíduos entrevistados com respostas válidas (valor não ponderado); - percentagem estimada (valor ponderado); - total populacional estimado na categoria da variável (valor ponderado)

68 Imigrantes Portugueses não migrantes Estimativas na população Sexo masculino 50, , feminino 49, , Grupo etário , , , , , , , ,  65 5, , percentagem estimada (valor ponderado); - total populacional estimado na categoria da variável (valor ponderado) sexo e grupos etários Distribuição percentual e totais populacionais, por sexo e grupos etários na população de imigrantes e de portugueses não migrantes

69 Imigrantes Portugueses não migrantes Estimativas na população Anos de escolaridade <5 20, , , , , , , ,  65 16, , percentagem estimada (valor ponderado); - total populacional estimado na categoria da variável (valor ponderado) anos de escolaridade com aproveitamento Distribuição percentual e totais populacionais, por anos de escolaridade com aproveitamento na população de imigrantes e de portugueses não migrantes

70 Sem PadronizaçãoCom Padronização Imigrantes Portugueses não migrantes Imigrantes Portuguese s não migrantes Homens Muito bom/bom71,256,766,756,8 Razoável23,832,327,932,6 Mau/ Muito Mau5,010,95,410,6 Mulheres Muito bom/bom55,241,251,144,8 Razoável36,438,539,238,1 Mau/ Muito Mau8,420,39,717,1 auto apreciação do estado de saúde, Distribuição percentual (sem e com padronização) por auto apreciação do estado de saúde, na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo

71 Sem PadronizaçãoCom Padronização Imigrantes Portugueses não migrantes Imigrantes Portuguese s não migrantes Homens Muito boa/boa 57,153,549,753,3 Nem má, nem boa 40,441,148,541,4 Má/ Muito Má 2,55,41,85,2 Mulheres Muito boa/boa 63,346,063,648,3 Nem má, nem boa 33,746,133,745,0 Má/ Muito Má 3,07,92,76,7 Distribuição percentual (sem e com padronização) por auto apreciação da qualidade de vida, na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo

72 Imigrantes Portugueses não migrantes Homens Diabetes3,55,2 Asma4,84,6 Hipertensão arterial11,914,6 Mulheres Diabetes2,16,9 Asma6,75,8 Hipertensão arterial14,222,2 diabetes, asma e hipertensão arterial confirmada através de diagnóstico médico nos 12 meses anteriores à entrevista, Distribuição percentual (% ponderada, sem padronização) de respondentes que referiram ter diabetes, asma e hipertensão arterial confirmada através de diagnóstico médico nos 12 meses anteriores à entrevista, na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo

73 Imigrantes Portugueses não migrantes Homens Diabetes4,56,2 Asma4,54,6 Hipertensão arterial15,213,9 Mulheres Diabetes3,07,1 Asma7,25,6 Hipertensão arterial16,518,3 ter diabetes, asma e hipertensão arterial confirmada através de diagnóstico médico nos 12 meses anteriores à entrevista Distribuição percentual (% ponderada, com padronização) de respondentes que referiram ter diabetes, asma e hipertensão arterial confirmada através de diagnóstico médico nos 12 meses anteriores à entrevista na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo

74 Imigrantes Portugueses não migrantes Homens Sem Padronização 27,526,0 Com Padronização 25,926,5 Mulheres Sem Padronização 17,09,6 Com Padronização 16,310,8 de fumadores diários (≥15 anos) Distribuição percentual (sem e com padronização) de fumadores diários (≥15 anos) na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo

75 Distribuição percentual (% ponderada, sem padronização) do consumo diário de bebidas alcoólicas fortes (whisky, Gin, Vodka), durante a semana anterior ao questionário, na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo Imigrantes Portugueses não migrantes Homens Sem Padronização 5,45,1 Mulheres Sem Padronização 0,00,5

76 Imigrantes Portugueses não migrantes Homens Serviço Nacional de Saúde86,880,4 Outro subsistema9,718,3 Não utiliza3,51,3 Mulheres Serviço Nacional de Saúde83,179,4 Outro subsistema14,819,4 Não utiliza2,11,2 entidade a que recorre mais vezes para utilização de benefícios, Distribuição percentual (% ponderada, sem padronização) por entidade a que recorre mais vezes para utilização de benefícios, na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo

77 Imigrantes Portugueses não migrantes Homens Sem Padronização 13,411,4 Mulheres Sem Padronização 11,09,7 Distribuição percentual (% ponderada, sem padronização) por adesão a seguro de saúde, na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo

78 Imigrantes Portugueses não migrantes Homens 1 a 3 consultas42,045,0 ≥ 4 consultas3,75,4 Não foi a consultas54,249,6 Mulheres 1 a 3 consultas46,654,3 ≥ 4 consultas6,37,6 Não foi a consultas47,038,1 número de consultas médicas nos três meses anteriores à entrevista, Distribuição percentual (% ponderada, sem padronização) por número de consultas médicas nos três meses anteriores à entrevista, na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo

79 Imigrantes Portugueses não migrantes Homens 1 a 3 consultas42,944,7 ≥ 4 consultas3,75,2 Não foi a consultas53,450,2 Mulheres 1 a 3 consultas47,553,1 ≥ 4 consultas6,47,2 Não foi a consultas46,139,7 número de consultas médicas nos três meses anteriores à entrevista, Distribuição percentual (% ponderada, com padronização) por número de consultas médicas nos três meses anteriores à entrevista, na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo

80 Imigrantes Portugueses não migrantes Homens Porque se sentiu doente48,642,5 Para pedir receitas ou exames8,113,6 Para ter baixa1,50,8 Por outra razão41,843,2 Mulheres Porque se sentiu doente49,442,7 Para pedir receitas ou exames11,717,1 Para ter baixa0,20,8 Por outra razão38,739,4 motivo das consultas médicas nos três meses anteriores à entrevista, Distribuição percentual (% ponderada, sem padronização) por motivo das consultas médicas nos três meses anteriores à entrevista, na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo

81 Imigrantes Portugueses não migrantes Homens Numa consulta do serviço de urgência (centro de saúde /hospital 18,521,5 Noutra consulta do centro de saúde 64,257,3 Noutra consulta do hospital17,321,2 Mulheres Numa consulta do serviço de urgência (centro de saúde /hospital 22,114,8 Noutra consulta do centro de saúde 55,866,1 Noutra consulta do hospital22,019,0 local de consulta no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, Distribuição percentual (% ponderada, sem padronização) por local de consulta no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo

82 Imigrantes Portugueses não migrantes Homens Sem Padronização 40,946,5 Com Padronização 39,548,7 Mulheres Sem Padronização 50,648,1 Com Padronização 52,652,1 respondentes (≥15 anos) que tiveram uma consulta com um prestador da área da Saúde Oral, nos 12 meses anteriores à entrevista, Distribuição percentual (sem e com padronização) de respondentes (≥15 anos) que tiveram uma consulta com um prestador da área da Saúde Oral, nos 12 meses anteriores à entrevista, na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo

83 mulheres com idades entre os anos que utilizam métodos contraceptivos e métodos mais utilizados, Distribuição percentual (% ponderada, sem padronização) das mulheres com idades entre os anos que utilizam métodos contraceptivos e métodos mais utilizados, na população de imigrantes e de portugueses não migrantes, segundo o sexo Mulheres imigrantes Mulheres Portugueses não migrantes Prática -contraceptiva Sem Padronização 58,656,2 Método Pílula63,766,5 Preservativo14,612,9 DIU10,48,2

84 Discussão/ Conclusões •A população imigrante não foi considerada no desenho da amostra utilizada no 4ºINS. •A população imigrante estudada através dos dados do 4ºINS revelou características de saúde que a aproximam da população portuguesa não migrante. •Na aplicação do questionário e no trabalho de recolha dos dados não foram tidas em consideração as diferenças linguísticas entre entrevistados imigrantes e entrevistadores, portugueses, o que impediu, certamente, a resposta por parte daqueles imigrantes que não falassem a língua portuguesa.

85 Discussão/ Conclusões • A estrutura etária mais jovem da população imigrante condicionou, certamente, indicadores de saúde mais favoráveis • Verificou-se que 6,3% ( ) da população era imigrante, estimativa superior à referida pelo INE •27,5% residia em Portugal há 5 anos ou menos e 19,5% há 30 anos ou mais •Imigrantes revelaram indicadores de estado de saúde mais favoráveis do que os portugueses (indicador geral de auto-apreciação do estado de saúde, bom ou muito bom em 61,2% do imigrantes) •A prevalência de doenças crónicas foi sensivelmente igual em termos globais em ambos os grupos

86 Discussão/ Conclusões cuidados preventivos parecem ser menos favoráveis na população imigrante tal como estilos de vida • Utilização de cuidados preventivos parecem ser menos favoráveis na população imigrante (medição da pressão arterial, colesterolémia e consultas de saúde oral menos frequentes), tal como os indicadores relativos aos estilos de vida (consumo de tabaco e consumo de bebidas alcoólicas mais frequentes). uma menor acessibilidade a consultas médicas e um menor consumo de medicamentos por parte dos imigrantes • Utilização de cuidados de saúde sugerem uma menor acessibilidade a consultas médicas e um menor consumo de medicamentos por parte dos imigrantes, havendo que esclarecer a mais frequente posse de seguros de saúde por esta população. • Os estudos sobre a saúde dos imigrantes deverão incluir: • imigrantes não legalizados, a •imigrantes que não dominam a língua portuguesa •imigrantes que não residem em UA tradicional e familiar

87 Dia 26 de Novembro

88 Departamento de Genética e Departamento de Saúde Ambiental Consultar programa do dia 27, páginas iniciais

89 Dia 28 de Novembro

90 Tertúlia das Ciências da Saúde Consultar programa do dia 27, páginas iniciais


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