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Reprodução e Sexualidade. Órgão Reprodutor Masculino Bexiga Tecido cavernoso Uretra Glande Prepúcio Ducto Deferente Epidídimo Testículo Bolsa Escrotal.

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Apresentação em tema: "Reprodução e Sexualidade. Órgão Reprodutor Masculino Bexiga Tecido cavernoso Uretra Glande Prepúcio Ducto Deferente Epidídimo Testículo Bolsa Escrotal."— Transcrição da apresentação:

1 Reprodução e Sexualidade

2 Órgão Reprodutor Masculino Bexiga Tecido cavernoso Uretra Glande Prepúcio Ducto Deferente Epidídimo Testículo Bolsa Escrotal Vesícula Seminal Próstata Glândula Bulbouretral

3 Órgão Reprodutor Masculino

4

5 Espermatogênese • Hormônios Hipofisários – LH: estimula o testículo a produzir testosterona – FSH: estimula testículo a produzir espermatozoide Início na adolescência (Polução Noturna) Dura toda a vida do homem

6 Órgão Reprodutor Feminino • Genitália externa

7 Órgão Reprodutor Feminino • Genitália Interna

8 Órgão Reprodutor Feminino • Visão geral

9 Ovogênese • Mulher nasce com todas as células que darão origem aos óvulos • Puberdade: inicia-se o ciclo menstrual – 1º dia do ciclo: 1º dia da menstruação – Hipófise libera FSH: maturação do óvulo – Óvulo é envolvido por várias células – folículo – O folículo produz estrógeno: formação do endométrio – 14º dia: liberação de LH – estimula a ovulação – Na tuba uterina poderá ser fecundado

10 Ovogênese 1º dia do ciclo Liberação de FSH 14º dia do ciclo Liberação de LH

11 Ovulação

12 Fecundação

13 Gestação • Após a ovulação – Folículo se transforma em corpo lúteo – Produz progesterona (vasos sanguíneos endométrio) – Nutrir o embrião quando sofrer a nidação

14 Gestação • Após nidação – Produção de beta-HCG – Hormônio indicativo de gravidez – Mantém o corpo lúteo ativo produzindo hormônio • Placenta – 3º mês de gestação: passa a produzir os hormônios – Corpo lúteo se degenera – transforma em corpo albicans

15 Gestação • Placenta: leva os nutrientes do sangue da mãe para a criança.

16 Gestação • 2º mês – todos os órgãos formados • Fim do 1º trimestre – reconhece o sexo

17 Gestação • 2º trimestre: criança começa a se mexer • 3º trimestre: crescimento • Prolactina estimula a produção de leite e a ocitocina a sua liberação • Ocitocina promove contração do útero

18 Menstruação • Quando não há fecundação – Corpo lúteo se transforma em corpo albicans – Para de produzir progesterona – Descamação do útero - Menstruação

19 Menstruação

20 Métodos Contraceptivos • Tabelinha – Abstinência sexual no período fértil  Não tem custo  Ajuda a mulher a conhecer o próprio organismo  Não depende de acompanhamento médico  Tem margem de segurança muito baixa  Depende de um período anterior de observação do ciclo  Só pode ser utilizado por mulheres com ciclos regulares  Não evita a transmissão de DSTs

21 Métodos Contraceptivos • Coito interrompido  Não tem custo  Não depende de acompanhamento médico  Tem margem de segurança muito baixa  Depende do controle do homem sobre o momento da ejaculação  Não evita a transmissão de DSTs  Interfere no ato sexual

22 Métodos Contraceptivos • Camisinha

23 Métodos Contraceptivos

24 • Camisinha  Baixo custo (feminina é mais cara)  Não depende de acompanhamento médico  Alta eficácia  Evita a transmissão de DSTs  Redução da sensibilidade e do prazer sexual (apenas para algumas pessoas)

25 Métodos Contraceptivos • Diafragma

26 Métodos Contraceptivos • Diafragma  Custo relativamente baixo  Não depende de acompanhamento médico  Alta eficácia, principalmente associado a pomada espermicida  Não evita transmissão de DSTs

27 Métodos Contraceptivos • D.I.U.

28 Métodos Contraceptivos • D.I.U.  Impede a implantação do embrião no útero  Tem ação espermicida  Alto custo  Depende de um médico para ser colocado  Não evita transmissão de DSTs  É considerado um método abortivo por algumas pessoas

29 Métodos Contraceptivos • Anticoncepcional – Inibe a ovulação  Alta eficácia  Ajuda a controlar o ciclo menstrual  Custo relativamente alto  Depende de acompanhamento médico  Pode causar efeitos colaterais  Não evita a transmissão de DSTs

30 Métodos Contraceptivos • Pílula do dia seguinte – Não é método contraceptivo – Usado em caso extremo  Baixo custo  Funciona como método alternativo  Não evita transmissão de DSTs  É considerado um método abortivo por algumas pessoas  A grande dosagem hormonal pode gerar distúrbios na mulher

31 Métodos Contraceptivos VasectomiaLaqueadura

32 DSTs • Aids (Síndrome da Imunodeficiência adquirida) – Vírus HIV – Compromete o sistema imune (Linfócitos T) – Transmissão: sexual; contato com sangue infectado. – Prevenção: uso de preservativo;controle nos bancos de sangue; não compartilhar seringas e agulhas.

33 DSTs • Sífilis (Cancro duro) – Bactéria Treponema palidum – 1ª fase: ínguas na virilha; feridas com bordas endurecidas (ambas indolores). – 2ª fase: após estado de latência bactéria atinge diversos órgão – Sífilis congênita – transmissão pela placenta

34 DSTs • Candidíase – Fungo Candida albicans e outros – Caracterizada por ardor, prurido intenso e corrimento característico – Tratamento com antimicóticos – Mudanças de pH e baixa resistência imunológica também favorecem o desenvolvimento

35 DSTs • Gonorreia – Bactéria Neisseira gonorrhoeae – Caracterizada pela secreção puruleta pela uretra (homem) e pela vagina (mulher) – Maioria das mulheres é assintomático – Tratamento com antibióticos

36 DSTs • Condiloma acuminado – Papilomavirus Humano (HPV) – Aparecimento de verrugas e lesões na glande, na vagina e no colo do útero da mulher – Câncer de colo de útero, pênis e ânus.


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