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Entendimento • Após o conhecimento da história de Silas, no dia anterior, os dois irmãos os recebem já demonstrando estar agora claramente desligados.

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Apresentação em tema: "Entendimento • Após o conhecimento da história de Silas, no dia anterior, os dois irmãos os recebem já demonstrando estar agora claramente desligados."— Transcrição da apresentação:

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2 Entendimento • Após o conhecimento da história de Silas, no dia anterior, os dois irmãos os recebem já demonstrando estar agora claramente desligados de semelhante painel de sombra. • Leonel e Clarindo são levados a um hospital, onde são recebidos por Ludovino que é encarregado pela vigilância a enfermos de cuja reencarnação a Mansão e responsável.

3 • No hospital, passam a assistir a Laudemira que está prestes a dar à luz. • Ela tem recebido fluidos anestesiantes de seus perseguidores quando liberta do corpo físico a noite, para que dessa forma seja induzida a uma cesariana e assim prejudicar planos futuros de novos filhos. • Laudemira se utilizou da beleza física para acumpliciar-se com o crime e influenciou várias decisões políticas, prejudicando muitas pessoas.

4 • Silas realiza operações magnéticas sobre o colo uterino, induzindo o início das contrações e levando Laudemira ao parto normal. • Leonel questiona Silas se os trabalhos a que ele se dedicava exprimiam alguma preparação diante do porvir. • Sem dúvida, responde Silas, procurando ajudar espontaneamente além dos deveres alongarei a sementeira de simpatia em meu favor. Dessa forma, braços amorosos se estenderão quando enfrentar dificuldades na carne.

5 O Caso de Laudemira • Dama de elevada situac ̧ ão hierárquica na Corte de Joana II, possuía dois irmãos que lhe apoiavam todos os planos loucos de vaidade e domínio. • Casou-se, mas sentindo na presenc ̧ a do marido um entrave constrangeu-o a enfrentar o punhal dos favoritos, arrastando-o para a morte. • Confiou-se a prazeres, nos quais perturbou a conduta de muitos homens de bem e arruinou as construc ̧ ões domésticas, elevadas e dignas, de várias mulheres do seu tempo.

6 • Ao desencarnar, desceu a medonhas profundezas, onde padeceu o assédio de ferozes inimigos que lhe não perdoaram os delitos e deserc ̧ ões. Sofreu por mais de cem anos consecutivos nas trevas densas, conservando a mente parada nas ilusões que lhe eram próprias. • Voltou à carne por quatro vezes sucessivas, por intercessão de amigos do Plano Superior, em cruciantes problemas expiatórios nos quais experimentou pavorosos vexames e humilhac ̧ ões da parte de homens sem escrúpulos que lhe asfixiavam todos os sonhos.

7 • Silas ao ser questionado quanto ao retorno de Laudemira à região das sombras ao fim de cada encarnação responde que ninguém emerge de um salto pois os desajustes interiores não são sanados de um momento a outro. • Hilário então pergunta o porque de retomar o corpo físico, nao lhe bastaria sofrer dolorosa purgação no lado espiritual, sem a necessidade de renascer? • Nossa irmã, com o amparo de abnegados companheiros, voltou ao pagamento parcelado das suas dívidas, reaproximando-se de credores reencarnados, desfrutando a be ̂ nc ̧ ão do olvido temporário, com o que lhe foi possível angariar preciosa renovac ̧ ão de forc ̧ as.

8 • Silas conclui dizendo que ninguém esta condenado ao abandono e que o inferno é obra nossa. Abusando de nossa razão e conhecimento para gerar semelhante monstro, compete-nos a obrigacão de destruí-lo para edificar o Paraíso no lugar que ele ocupa.

9 O Caso Antônio Olímpio • Olímpio havia entorpecido os irmãos e planejado a morte deles no lago da fazenda, a fim de se apoderar da herança do pai. • Os dois desencarnados passam então a influenciar Alzira, esposa de Olímpio, levando-a ao suicídio. • Após a morte de Olímpio, este e perseguido pelos dois, assim como seu filho Luís ( ainda encarnado ).

10 • Silas comenta a André e Hilário que esperava para o dia seguinte o entendimento entre os irmãos e Alzira. Dessa forma, ambos seriam então internados na Mansão, tendo em vista a preparação do futuro. • Hilário então pergunta o tempo necessário de preparo para que ambos pudessem reencarnar, tendo como resposta, provavelmente um quarto de século. Já quanto a Olímpio, este reencarnaria dentro de dois a três anos.

11 • A diferença se deve pelo fato dele ter sido o causador da trama, planejou o crime friamente para tirar vantagens materiais. Já os irmãos agiram no pesadelo do ódio. • Irão reconstituir as idéias no campo do bem, participarão em serviço ativo, ajudando os outros e criando sementeiras de simpatias.

12 • No reencontro dos irmãos com Alzira, estes pedem perdão mas são interrompidos por ela, que replica: • Sou eu quem deve ajoelhar-se, implorando-lhes caridoso indulto!... O crime de meu esposo é também meu crime... Voce ̂ s foram espoliados dos mais belos sonhos, quando a mocidade terrestre comec ̧ ava a sorrir-lhes. Nossa desregrada ambic ̧ ão, contudo, furtou-lhes os recursos e as possibilidades, inclusive a existe ̂ ncia... Perdoem-nos!... Pagaremos nossas dívidas.

13 Dívida Agravada • Uma mulher angustiada, Luísa, se aproxima de Silas pedindo socorro à sua filha prestes a cometer suicídio. • Rapidamente se direcionam ao domicílio para prestar o auxílio necessário. • A chegada de Silas ao local, deslocou diversas entidades da sombra que ali se ajuntavam com a intenção de perturbar.

14 • No quarto se encontrava Marina e sua filha de dois a três anos de idade. • A mãe como que se despedia da filha, e em um movimento rápido, tomou de um copo em que se encontrava veneno. • Antes de levá-lo a boca, Silas lhe diz em voz segura: Como podes pensar na sombra da morte sem a luz da oração? • Marina estremeceu, e envolvida por fluidos de carinho, passa a ser dominada por novos pensamentos, recoloca o copo no lugar e inicia uma prece e em seguida adormece.

15 O Caso de Marina • Marina no século passado, interpôs-se entre Jorge e Zilda, levando-os a leviandades que lhes valeram angustiosa demência no Plano Espiritual. • Os três renasceriam no mesmo quadro social para trabalho regenerativo. Marina seria a irmã mais velha de Zilda, que se uniria a Jorge novamente.

16 • Após a reaproximacao de Jorge e Zilda, Marina passa novamente a envolver o noivo em seduções. E Jorge, dominado, transferiu-se do amor por Zilda à simpatia por Marina. • Duas semanas antes do casamento, Jorge confessa à Zilda e esta desapontada e ferida se suicida, sendo recolhida por sua mãe – Luísa – e admitida na Mansão pelos méritos maternais. • Apesar de adquirido o grave débito dos suicidas, teve seu caso atenuado pela alienação mental em que se encontrava.

17 • Marina passou a ser considerada devedora em conta agravada por falhar na prova de renúnica em favor da irmã que lhe era credora. • Marina agora casada com Jorge, recebe Zilda, na situação de filha terrivelmente sofredora e imensamente amada. • Zilda, nasce surda-muda e mentalmente retardada, em consequência do traumatisma perispirítico devido a morte por envenenamento voluntário.

18 • Jorge se encontra em tratamento em um leprosário e Marina, com seu débito agravado, sente-se igualmente tentada ao suicídio. • Marina então ergue-se de seu corpo e com o apoio de Silas consegue ver sua mãe – Luísa, de quem escuta palavras para despertar para a vida e suportar as provas. • Durante a conversa, é chamada a entender que não é com a fuga que irá resolver os problemas, que deve aprender a sofrer com humildade e que jamais estará sozinha.

19 Débito Estacionário • Silas recebe a solicitação para assistir Poliana que se encontra enferma mas lutando para conservar-se junto ao filho. • Poliana se encontrava em uma choupana, enrolada em farrapos próxima ao filho, um anão paralítico tomado por idiotia completa. • Ambos eram tutelados da Mansão em caminho de reajuste.

20 • Acham-se não apenas jungidos à mesma prova, mas imanizados ao mesmo clima fluídico. Dessa maneira, a desencarnac ̧ ão da genitora repercutiria mortalmente sobre o filho. • Silas agiu de forma a anestesiá-la para que adormecesse e uma vez fora do vaso físico foi levada ao bosque vizinho. • Lá, após a prece, e a vinda de cinco companheiros espirituais, foram trazidas energias da Natureza, associada a fluidos de plantas medicinais e passados a Poliana. Esta refeita, retorna ao corpo.

21 O Caso de Poliana e Sabino • Sabino encontrava-se em um corpo disforme e sem possibilidade de comunicação, mas seu ínitmo exibia um quadro diferente. • Aparecia em trajes palacianos, influenciando pessoas para a consumação de crimes a culminarem sempre na flagelação do povo. E a seu lado, sempre a mesma mulher: Poliana. • Ambos cercados de luxo e ouro, porém manchados de sangue.

22 • Sabino, entao Barão, é questionado o porque de tanto sangue no seu caminho e responde: • A vida é um sistema de luta, no qual a Humanidade se divide em dois campos opostos – aquele dos que conquistam e aquele dos que são conquistados... Sou um nobre... Não guardo a vocac ̧ ão de perder... Que importa a aflic ̧ ão dos fracos, se a morte para eles significa descanso e mercê?

23 • Ante a cie ̂ ncia terrestre vulgar, Sabino será o idiota paralítico, surdo e mudo de nascenc ̧ a... Para nós, no entanto, é um prisioneiro ainda perigoso, engaiolado nos ossos físicos. • A sede da posse e o orgulho perverteram-lhe a vida íntima, fixando-o em pavoroso labirinto de sinistros enganos, que resultam para ele em completa alienac ̧ ão mental no tempo, de vez que o relógio avanc ̧ a na contagem dos dias, enquanto se mantém parado nas reminisce ̂ ncias em que se supõe dominador na Terra, vivendo o pesadelo criado por si próprio.

24 • Questionado sobre a vantagem de semelhante padecimento, Silas responde que Sabino de existe ̂ ncia em existe ̂ ncia, não soube senão consumir os recursos do campo físico, provocando homicídios, rebeliões, extorsões, calúnias, fale ̂ n- cias, suicídios, abortos e obsessões. • Sabino é um problema de débito estacionário, porque jaz em processo de hibernac ̧ ão espiritual, a benefício da comunidade de Espíritos desencarnados e encarnados, porquanto tão expressivos se lhe destacam os gravames de ordem material e moral que a sua presenc ̧ a consciente, na Terra ou no Espac ̧ o, provocaria perturbac ̧ ões e tumultos de conseque ̂ ncias imprevisíveis.

25 • Silas comenta que existem outras formas de se isolar o Espírito, como por exemplo instituições que funcionam como estufas, nas quais criaturas desencarnadas dormem pacificamente largos sonos. • Em Sabino, contudo, encontramos um caso excepcional de rebeldia e delinque ̂ ncia, em cujas sombras, um dia, sentiu baquearem as forc ̧ as. O remorso feriu-lhe o corac ̧ ão.

26 • A prece fulgurou-lhe na conscie ̂ ncia e, antes que a sua nova atitude provocasse reac ̧ ões e vinditas soezes, entre os que lhe seguiam os passos na rota perversa, recolheram-no à Mansão. • Ele foi ocultado provisoriamente neste corpo monstruoso em que se faz não apenas incomunicável, mas também de algum modo irreconhecível, em favor dele próprio.

27 Questões sobre o Estudo • Porque motivo Laudemira sempre retornava a região das sombras de que havia saido? • A reencarnação e a desencarnação são fenômenos puramente biológicos, que em nada modificam as qualidades morais do espírito. O espírito continua o mesmo, tanto numa, como noutra circunstância, com suas conquistas e suas imperfeições, acumuladas ao longo da caminhada evolutiva. Assim é que Laudemira mantinha seu psiquismo atrelado a valores morais inferiores, que predominam nos espíritos que vibram nas regiões de sombra, com os quais tinha afinidade.

28 • Por que as diferenças nos tempos de preparo para a reencarnação de Clarindo, Leonel e Antônio Olímpio? • O tempo de preparo para uma reencarnação é o necessário para que o espírito reformule seus pensamentos e seus sentimentos, situando- os no campo do bem. Para que consiga satisfazer os objetivos da nova reencarnação, o espírito precisa afeiçoar sua mente às novas idéias, retornando com o psiquismo modificado, de modo a favorecer as novas tarefas. Dos três, Antonio Olímpio era o mais comprometido com a Lei. Fora a causa da queda de Leonel e Clarindo. Consequentemente, seria o menos favorecido no processo retificador, dele sendo exigida uma maior quota de sacrifícios.

29 • Por que os demais suicídios que são cometidos todos os dias no mundo todo não seriam pelo menos em grande parte evitados? • Os Espíritos nos influem muito mais do que imaginamos e,em geral, são eles que nos dirigem. Em muitos casos, os benfeitores espirituais atuam decisivamente no sentido de evitar que o suicídio se efetive e o conseguem. Porém, é preciso entender que o espírito tem livre-arbítrio e nem sempre é receptivo às sugestões que o plano espiritual tenta inspirar.

30 Ciclo V – Ação e Reação


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