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Centro de Distribuição 4º GE – Noturno. Centro de Distribuição  É um armazém que  Tem por objetivo realizar a gestão dos estoques de mercadorias na.

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1 Centro de Distribuição 4º GE – Noturno

2 Centro de Distribuição  É um armazém que  Tem por objetivo realizar a gestão dos estoques de mercadorias na distribuição física  Recebe cargas consolidadas de diversos fornecedores  Estas cargas são então fracionadas com intuito de consolidar os produtos em quantidade e variedade corretas, para depois serem encaminhadas aos pontos de vendas, ou em alguns casos aos clientes finais.  Segundo definições de estudiosos  Segundo Lacerda (2000), o objetivo principal dos CDs é permitir uma resposta rápida às necessidades dos clientes de determinada área geográfica, normalmente distante dos centros produtores, e com isso melhorar o nível de serviço prestado.  Já para Calazans (2001), o objetivo principal do CD é manter estoque a fim de suprir a cadeia logística. Estes objetivos se complementam, já que ambos focam o nível de serviço que a empresa quer proporcionar ao seu cliente final, sendo o mais importante atender ao cliente com o menor custo na hora e no local certo

3 Centro de Distribuição Funções Básicas do CD

4 Centro de Distribuição – GE 4  Nome: Centro de Distribuição GE-4 (Gestão Empresarial 4º semestre)  Materiais manuseados: Auto-peças  Localização: À margens da rodovia SP-75 –> em Indaiatuba ou Campinas  Quantidade de Docas: 17 de entrada e 15 de saída (total 32 Docas  Altura do pé direito: 6m  Escala: 1:400  Área total do terreno: m 2  104m X 152m  Área do Armazém: 1808 m 2  70m x 45m  Área Administrativa: 1.342m 2  61m x 22m (2 pav.  1.342m 2 x 2 = 2.684m 2 )  Área da Recepção: 221m 2  13m x 17m  Investimento: ~2,5 milhões de reais

5 Centro de Distribuição – GE 4

6  Departamentos  Recebimento: início das atividades do Centro de Distribuição e inclui as atividades envolvidas no aceite dos materiais  Movimentação Interna: a atividade que compreende o planejamento, coordenação, controle e desenvolvimento das operações destinadas a abrigar, manter adequadamente estocado e em condições de uso  Expedição: o fluxograma mostra as atividades de chegada, carregamento do caminhão, entrega dos documentos e sua saída  Transporte: atividade de movimentação de materiais/produtos e pessoas, ao longo da cadeia de abastecimento  Compras: Garante a aquisição de materiais e serviços para o Centro de Distribuição  Financeiro trata: das contas a pagar e receber, da contabilidade e do faturamento/fiscal  Marketing: responsável pela apresentação no mercado externo e interno, por estratégias de vendas e por atrair clientes de novas oportunidades  Tecnologia da Informação (T.I):conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação

7 Recebimento  A Portaria deverá seguir os seguintes procedimentos  Identificação do veículo e motorista, verificando a documentação pertinente  Verificar se está agendado para entrega  Verificar se a Nota Fiscal confere com o pedido de compra efetuado, junto a um terminal informatizado, ou é nota fiscal do Depositante  Comunicar a chegada da mercadoria e verificar qual doca fará o recebimento das mercadorias  Efetuar a pesagem do veículo na entrada para o pátio  Entregar autorização para entrega de mercadoria, contendo: data, hora, peso, doca de entrega, dados do motorista  Orientar ao motorista a doca que deverá estacionar para entrega da mercadoria  Somente autorizar a entrada do motorista, ajudante ou outra pessoa não tem autorização para adentrar, deverá aguardar em local próprio  OBS: Se algum procedimento não estiver correto, comunicar a quem de direito, solicitando o saneamento da(s) irregularidade(s), ou não autorizando adentrar para o recebimento na doca e no pátio do CD, evitando manobras desnecessárias que possam causar qualquer tipo de incidente para a empresa

8 Recebimento  Recebimento da mercadoria física na DOCA  A doca deve estar preparada e programada para o recebimento das mercadorias: • Limpa • Equipamentos (empilhadeiras) • Mão de obra (pessoas) • Espaço livre  Conferência da mercadoria física com a nota fiscal • Fazer a conferência das especificações e quantidades recebidas na doca, alertando o Gestor se houver inconsistência, recebendo orientações para permitir a entrada com inconsistências ou efetuar a devolução ao fornecedor, emitindo nota fiscal de devolução, ou acerto com a transportadora quando o erro é no transporte.

9 Recebimento  Procedimentos do conferente da DOCA  Proceder a retirada das mercadorias do veículo, com pessoal e equipamentos destinados a tal processo  Conferir quantitativa (conformidades físicas), qualitativa (características da mercadoria) e documental (fiscais)  Fazer a unitização da mercadoria por tipo  Fazer a liberação do veículo e do motorista, que estará aguardando em local próprio, anotando na autorização de entrega de mercadoria emitido pela Portaria, os dados: data, hora, se mercadoria foi recebida e qual nota fiscal, aceite do conferente  Registro das mercadorias em local próprio (terminal informatizado), lançando a entrada das mesmas;  Comunicar a entrada das mercadorias ao Departamento Financeiro, Departamento de Compras e ao Gestor

10 Recebimento  Procedimentos do conferente da DOCA  Classificação das mercadorias  Proceder a impressão de etiquetas  Proceder a etiquetagem nas mercadorias  Acionar a equipe de Movimentação Interna  Liberar as mercadorias para a equipe de Movimentação Interna, que fará a estocagem no CD, seguindo normas próprias  Orientar a equipe para limpar e preparar a doca para nova recepção de mercadoria  Proceder anotações estatísticas, como: hora da chegada e saída do veículo, tipo do veículo, peso das mercadorias e do veículo, tipo de retirada da mercadoria do veículo (mecanizada, manual, etc), quantidade de meios utilizados (humanos e maquinários)  Entrar em contato com a Portaria, informando que a doca está pronta para próximo recebimento agendado.

11 Movimentação Interna  Movimentação  Tipos: a transferência e a separação  Pode ser feita através da força física ou através de máquinas  Para uma melhor movimentação deve ser padronizada as embalagens, se possível em pallets  Máquinas Empilhadeira com garfo Empilhadeira Trilateral

12 Movimentação Interna  Armazenagem  A empresa optará por um armazém próprio, pois assim ficará livre para alterar o layout, o tamanho das prateleiras e demais mudanças fisícas. Tipos: a transferência e a separação  Permite a otimização do CD, com as vantagens descritas abaixo: • Boa utilização dos espaços • Economia nos recursos operacionais • Fácil localização dos materiais

13 Movimentação Interna  Separação dos Pedidos  A empresa trabalhará com a distribuição de peças para indústria automobilística  Pós receber os pedidos, será encaminhado para separação, pois os produtos estarão estocados  Como organizar a separação • Listar itens a ordem de separação • Estabelecer códigos de identificação • Selecionar os veículos de movimentação  Listar itens a ordem de separação: • Para evitar o deslocamento desnecessário de máquinas e funcionários  Estabelecer códigos de identificação • Cores nos porta paletes, para identificação visual • Marcação no piso, para fácil identificação dos operadores de empilhadeiras • Caracteres nítidos e simples.  Qual empilhadeira e seu tamanho (dependendo da carga a ser transportada).

14 Expedição  Definições básicas  A expedição pode ser considerada como a última etapa a ser realizada no CD  Consiste basicamente na verificação e no carregamento dos produtos nos veículos determinados  Como o recebimento, a expedição também é realizada na maioria das vezes de forma manual  A embalagem mais uma vez apresenta importante papel na expedição, já que cargas unitizadas reduzem o tempo de carregamento do veículo (Bowersox & Closs, 2001)  A expedição envolve atividades como: conferência do pedido e da nota fiscal, emissão de documentos de expedição, pesagem da carga para estipular o custo de transporte, dentre outras. Atrasos de transportadoras, gerando congestionamentos na área de expedição  Criação de procedimentos complexos e detalhistas de conferência, diminuindo a velocidade do fluxo de expedição  Picos de demanda não planejados em relação ao processo de expedição

15 Expedição  Área de Carregamento  Após as mercadorias serem embaladas para expedição, elas devem ser colocadas numa área com:  Piso marcado com sinais, designando: cliente, região geográfica, transportador e etc  Podem ser usadas para cargas paletizadas  As operações de carregamento são influenciadas por fatores como: pessoal, equipamento disponível, equipamento de transporte, características do material a ser carregado etc  O tipo de transporte a ser utilizado deve ser especificado pelo chefe de transporte, baseado no tipo de embarque disponível: • Se é paletizado ou não • Se consiste em itens volumosos • Se é pesado e se tem peso concentrado • Se consiste em itens frágeis • Se são contamináveis, explosivos ou perigosos  O tipo de transporte também pode ser determinado segundo outros fatores, como: destino, distância e frequência

16 Expedição  Cross-Docking  Fluxo acelerado de produtos do recebimento à expedição  Trata-se de uma disposição na qual o produto chega a um armazém e é expedido sem ir para o estoque  O sucesso da operação no Cross Docking é associado à capacidade de planejamento e seu cumprimento. Isso permite que a passagem do estoque seja a mais rápida possível.

17 Transporte  Função  Capacidade de disponibilizar cada tipo de mercadoria no momento e no lugar onde exista uma demanda pelas mesmas  Tipos de Transportes  Transporte aéreo • Denominação dada a todo transporte de materiais/produtos ou pessoas através de aeronaves • Modal mais rápido e também o mais caro • O conhecimento de transporte aéreo é chamado de AWB (Airwail Bill)  Transporte ferroviário • Denominação dada a todo transporte de materiais/produtos ou pessoas através de estradas de ferro •O conhecimento de transporte ferroviário é chamado de Rail Road

18 Transporte  Tipos de Transportes  Transporte rodoviário • Denominação dada a todo transporte de materiais/produtos ou pessoas através de rodovias • Permite operações porta a porta • O conhecimento de transporte rodoviário é chamado CRT – Conhecimento Rodoviário de Transporte  Transporte Multimodal • Integração dos serviços de mais de um modo de transporte, entre os diversos modais. Exemplo: rodo-ferroviário, rodo-aéreo, ferro- hidroviário, hidro-aéreo etc • Conceito institucional que envolve a movimentação de bens por dois ou mais modais de transporte, sob um único conhecimento de transporte, o qual é emitido por um operador de transporte multimodal – OTM. O OTM deve assumir total responsabilidade pela operação, desde a origem até o destino, como um transportador principal e não como um agente

19 Transporte  Critérios para a escolha de empresas de Transporte  Empresa que tenha sistema de rastreamento, com consulta disponibilizada aos clientes  Frota diversificada  Seguro  Entrega até as 14:00 h do dia seguinte: São Paulo e Grande SP; Campinas e RMC, Rio de Janeiro e Grande Rio  Entrega em até 48 h: Curitiba e Belo Horizonte e as respectivas regiões metropolitanas  Atenda Carga Fracionada ou Fechada  Capacidade de atendimento em todo território nacional  Veículos identificados  Pessoal uniformizado  Serviço de escolta  Pedido de coleta on-line

20 Financeiro  Contas a Pagar  Responsável pela conferência, pagamento e arquivamento das contas  Negociação/Prorrogação de prazos com fornecedores  Cuidado com Pagamentos Indevidos  Manter os Pagamentos em dia  Evitar prejuízos para a empresa  Contas a Receber  Análise de Crédito do Cliente  Controle de vencimentos  Controle das Contas em atraso  Cobrança de Clientes  Baixa de contas pagas  Relatórios de recebíveis.

21 Financeiro  Contabilidade  Registro de todos os fatos que ocorrem  Demonstração da situação econômica, patrimonial e financeira da empresa com base nos registros realizados  Apuração dos resultados obtidos  Acompanhamento da execução dos planos, através de previsões  Escrituração dos Livros Contábeis  Fiscal/Faturamento  Escrituração de notas fiscais  Apuração de Impostos  Escrituração de Livros Fiscais  Responsável pelos controles de Entrada e Saída de Notas Fiscais  Entradas de Fretes (CTRCs).

22 Financeiro  Comunicação entre departamentos  RH • Contas a Pagar: 2 funcionários 1 gerente de • Contas a Receber: 3 funcionários Tesouraria • Contabilidade: 3 funcionários  2 contábeis 1 Contador/ 1 Diretor  1 custo Controller Financeiro • Faturamento/Fiscal: 6 funcionários  3 nos diferentes turnos 1 Analista  3 no escritório Fiscal

23 Financeiro  Comunicação entre departamentos  Compras • Quando o orçamento necessitar ser submetido à aprovação do Financeiro, encaminhar os orçamentos com todas as formas de pagamento, procurando viabilizar descontos quando possível. • O Supervisor de cada área tem uma alçada de aprovação de compra de R$ 200,00. A partir deste valor, formulário com pedido de aprovação do Departamento Financeiro será requerido.  Logística •Encaminhar diariamente as Notas Fiscais para o Departamento Fiscal devidamente assinadas pelo recebedor e conferente •Solicitar as emissões de Notas Fiscais de Saída com antecedência (funcionário do fiscal deve supervisionar para que não haja atrasos, e assuntos para serem resolvidos com urgência)

24 Financeiro  Comunicação entre departamentos  T.I. • Sistema apto para um bom controle dos Pagamentos diários, Recebimentos, Notas Fiscais, Atrasos, contas contábeis, etc. • Possibilidade de fazer relatórios através do sistema. • Abrir na rede, acesso às informações necessárias.  Comercial • Possuir conhecimento dos clientes inadimplentes •Bloqueio do faturamento para os clientes inadimplentes, com autorização do Gerente/Supervisor do Departamento Financeiro e Marketing

25 Compras  Função do departamento de compras  Obter mercadorias e serviços na quantidade e com qualidade necessárias;  Obter mercadorias e serviços ao menor custo, negociando termos e condições de compra;  Garantir o melhor serviço possível e pronta entrega por parte do fornecedor.  Desenvolver e manter boas relações com os fornecedores e desenvolver fornecedores potenciais.  Organograma do Departamento de Compras Gestor Comprador Assistente de Compras

26 Compras  Material para Aquisição no Centro de Distribuição  Material Improdutivo • Material de escritório • Palete e porta palete (colunas, travessas, parafusos) • Container e etc  Máquinas e equipamentos • Empilhadeira • Paleteira Hidráulica manual • Equipamentos eletrônicos (Celular, computador, impressora)  Serviços • Transporte (veículos) • Segurança e monitoramento • Portaria • Limpeza • Manutenção do prédio e dos equipamentos

27 Compras  Processo de Compras  1º Receber e analisar as requisições de compra  2º Selecionar Fornecedores  3º Solicitar Cotações  4º Analise de cotações e Negociação  5º Emitir pedido de compra  6º Seguimento e entrega  7º Recepção e aceitação das mercadorias  8º Aprovação da fatura do fornecedor para pagamento

28 Marketing  O Papel do Marketing  Otimização das operações, através do planejamento e criação de soluções logísticas • Redução dos custos • Redução do tempo de entrega(lead time) • Localização geográfica • Qualidade no serviço • Melhor desempenho nas entregas  No ambiente competitivo o nosso setor de Marketing tem como principal função identificar a necessidade do cliente e oferecer a melhor solução logística.

29 T.I  Política e Objetivos  Implementar um sistema que permita que todas as operações estejam interligadas  Zelar pelo bom funcionamento do sistema de modo que auxilie em todas as operações  Oferecer suporte a todos os departamentos em relação ao uso do sistema e manutenção dos equipamentos de informática  Pesquisar e desenvolver novas idéias que possam ser utilizadas para otimizar os processos no sistema, de modo que se tornem mais rápidos e eficientes  Gerar relatórios gerenciais com rapidez e eficácia.

30 T.I  Processos

31 T.I  Organograma do Departamento

32 T.I  Recursos  Os microcomputadores de mesa e portáteis (notebook, palmtop) e seus dispositivos periféricos, como teclados, mouses, caixas de som, microfones, leitoras, gravadoras e demais acessórios conectados ao computador  Os scanners (de mesa e manuais), impressoras (laser, jato de tinta, matriciais e técnicas) webcams, datashows, videoconferência, ipods, telefone com tecnologia Voip e demais equipamentos relacionados à TI que venham a integrar o patrimônio da Autarquia  Os programas de computador adquiridos e os sistemas desenvolvidos  Os dados armazenados em equipamentos, dispositivos e periféricos

33 T.I  Sistemas e softwares  WMS – Warehouse Management System  DRP – Distribution Requeriments Planning  TMS – Transportation Management System  Auto ID – Automatic Identification  ERP – Enterprise Resource Planning  Ponto eletrônico – RH  Banco de Dados

34 T.I  WMS – Warehouse Management System  Responsável pelo gerenciamento da operação do dia-a-dia de um armazém  Sua utilização está restrita a decisões totalmente operacionais, como: definição de rotas de coleta, definição de endereçamento dos produtos, entre outras  Busca agilizar o fluxo de informações dentro de uma instalação de armazenagem, melhorando sua operacionalidade e promovendo a otimização do processo  Deve se integrar aos sistemas de gestão de informações corporativos (ERP), e desta maneira contribuir para a integração da sistematização e automação dos processos na empresa  Utiliza código de barras e dispositivos móveis

35 T.I  WMS – Funcionalidades  Programação e entrada de pedidos: Coloca os pedidos de modo rápido e acurado no armazém, melhora o desempenho do sistema corporativo (ERP) quanto ao planejamento do atendimento  Planejamento e alocação de recursos: Planeja automaticamente a alocação de mão-de-obra diária, além do método de movimentação de material e o equipamento a ser utilizado por cada operador  Portaria: Controla todos os veículos envolvidos nas operações de recebimento, gerenciando a fila de espera e designação de docas, além de controlar dados do fornecedor, ordem de chegada, prioridade de descarga, etc  Recebimento: Identifica e seleciona o recebimento a ser processado, indica os itens e quantidades a serem recebidos, imprime e identifica o produto, confirma o recebimento da quantidade de cada produto e libera os itens para a estocagem

36 T.I  WMS – Funcionalidades  Inspeção e controle de qualidade: Notifica o operador de inspeção das necessidades dos materiais recebidos, permitindo a entrega imediata de produtos à inspeção ou à notificação imediata para que um inspetor venha à recepção; confirma e libera a inspeção quando os produtos ficam estocados em quarentena, evitando a separação física do material  Estocagem: Analisa o melhor método de estocagem, considerando local, tipo de equipamento, momento oportuno para estocar; possibilita o conhecimento do que está estocado; apóia o recebimento do material que entra; a consolidação de números de mesmo item; inventário rotativo e zoneamento de áreas de produtos  Transferências: Gerencia os fluxos de transferência de itens entre áreas  Separação de pedidos: Transmite os pedidos de mais alta prioridade aos separadores de pedidos; se as prioridades forem iguais, transmite as solicitações de separação com base nos critérios pré-definidos

37 T.I  WMS – Funcionalidades  Expedição: Inclui a roteirização dos produtos separados para as devidas áreas de separação de cargas na expedição; a geração automática dos conhecimentos de embarque e atualização automática de arquivos de pedidos abertos de clientes  Inventários: Permite realizar os inventários físicos de forma rápida e precisa, executando-o por tipo de produtos ou localizações físicas, também podem ser feitas auditorias internas sem bloqueio de movimentação e de acordo com os critérios da empresa, além de acertos de inventários, tais como: quebra; mudança de status de produtos, etc  Relatórios: Fornece relatórios de desempenho e informações operacionais que subsidiam o processo de gerenciamento do armazém.

38 T.I  WMS com ERP  O WMS faz a integração entre o ERP (SAP) e as informações do armazém  O SAP é um software que irá integrar todas as transações do armazém em um banco de dados único, disponibilizando todas as informações para todo o CD  Os principais procedimentos que o WMS realizará no armazém são: • Coleta (onde será realizado a colagem das etiquetas) • Armazenamento (leitura das etiquetas que realiza a consistência) • Distribuição (embarque e leitura das etiquetas) • Manifesto (emissão de manifesto para verificar aonde irá o produto)  O WMS fará então todo o gerenciamento da parte operacional do armazém  Processos como gerenciamento do pátio dos veículose monitoramento de recurso operacionais como empilhadeira e pessoas serão realizados pelo WMS, que não estão incluídas no ERP


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