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10 º Seminário Itaú Internacional de Avaliação Econômica de Projetos Sociais 29 de Outubro de 2013.

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1 10 º Seminário Itaú Internacional de Avaliação Econômica de Projetos Sociais 29 de Outubro de 2013

2 Iniciativa: Fundação Itaú Social Coordenação técnica: Cenpec Objetivo: Ampliar o repertório sociocultural dos jovens na perspectiva da educação integral. Foco: Formação ampliada, geração de oportunidades e inserção produtiva. Parcerias institucional: Poder público e institutos Parceria tecnológica: fundação pública e assessores Parceria executora: ONGs locais O Programa Jovens Urbanos

3 Marcos Conceituais

4 •Juventudes •Educação Integral •Trabalho •Cidade •Articulação de redes

5 Marcos Metodológicos

6 Desenvolvimento integral Gerar oportunidades de formação aos jovens Formação humana ancorada na ampliação do repertório social, político e cultural Programa-rede Estado Comunidade Mercado Expressão Exploração Produção Experimentação Participação e Cidadania Inserção produtiva Linguagens de arte, Multimeios, Comunicação e Tecnologia, Intervenção Urbana e Meio Ambiente, Chão de fábrica e empreendedorismo na Economia Criativa

7 CartografiaExplorações Experimentações Encontros Públicos Intervenção Jovem Metodologias

8 EXPERIMENTAR A motivação para empreender descobertas “Aprender fazendo” PRODUZIR A disposição para produzir e inventar “Concretizar idéias” EXPLORAR O espírito exploratório “Ver como é” EXPRESSAR A vontade de participar da vida pública “Imprimir a sua marca” Concepção de Aprendizagem

9 Histórico

10 Edições do programa ª SP5ª SP 4ª SP3ª SP2ª SP 1ª SP 1ª RJ Manguinhos e Santa cruz Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social Heliopólis Jardim Helena, Cidade Ademar Jardim Ângela 2ª MG 1ª MG Pouso Alegre (MG) 1ª ES Serra (ES) Secretaria Estadual de Educação Programa Estado Presente São Miguel Paulista Lajeado e Grajaú Brasilândia e Campo Limpo Secretaria Municipal do Trabalho | Programa Bolsa Trabalho Secretaria Estadual de Desenvolvimento e Assistência Social SP | Programa Ação Jovem

11 •Programa Jovens Urbanos •1ª edição: aleatorizada – 2002/2004 •1ª avaliação •Volta a campo: 2010 •3ª edição: não aleatorizada – 2007/2008 •1ª avaliação •Volta a campo: 2013 Avaliações

12 Processo Avaliativo

13 480 jovens com bolsa de programas do Poder Público Período de 10 meses – programação que inclua finais de semana. Período de 10 meses – programação que inclua finais de semana. 6 meses de acompanhamento Seleção dos jovens Algumas atividades/oficinas oferecidas: Pintura de fachadas Captação e produção de imagem e som Paisagismo com resíduos sólidos Revitalização de móveis Pintura de fachadas Captação e produção de imagem e som Paisagismo com resíduos sólidos Revitalização de móveis Desenho do Programa– 1ª edição

14 •Grupo de tratamento: – participaram das atividades do programa Jovens Urbanos e – receberam bolsa-auxílio com contrapartida de retorno à escola •Grupo de controle: – receberam bolsa-auxílio com contrapartida de retorno à escola Tratamento e Controle

15 •Aleatorização: – Comparação de médias: JU x Controle •Vazamento e evasão antes do início do programa: – Intention to Treat, LATE (Local average treatment effect) •Evasão ao longo do programa: – Reponderação (Ding e Lehrer metodologia) •Informação do sorteio – Recuperação das Informações – Pesquisa de campo + Fichas Cadastrais Metodologia - Impacto

16 Variáveis Jovens Urbanos Grupo de Controle Diferença (1)p-valor Mulher 0,42 0,340,070,04 Solteiro 0,85 0,840,010,40 Branco 0,29 0,33(0,04) 0,17 Trabalhava em ,15 0,19 (0,05) 0,08 Emprego formal ,13 0,26 (0,14) 0,05 Freqüentou escola em ,71 0,69 0,02 0,25 Concluiu ensino médio ,23 0,17 0,06 0,04 Anos de estudo 9,43 9,11 0,32 0,05 Idade Média 20,06 20,29 (0,23) 0,09 Renda Familiar R$ 460,15 448,45 11,70 0,34 Anos de estudo da mãe 4,11 4,18 (0,06) 0,41 Número de observações Características Iniciais

17 Trabalho 1 Teste de médias0,064 0,029 LATE com atrito0,136 0,018 Renda Pessoal 1 Teste de médias25,261 0,071 LATE com atrito62,953 0,011 Frequência escolar 1 Teste de médias-0,012 0,355 LATE com atrito-0,028 0,577 Envolvimento com a polícia 1 Teste de médias-0,024 0,150 LATE com atrito-0,055 0,172 Resultados

18 18 Jovens Urbanos - 1ª Edição 1ª Avaliação (2006)2ª Avaliação (2009) Impacto Significânci aImpacto Significânci a Renda e Trabalho Renda pessoal (R$)56,6**- - Trabalha (%)13,6**- - Escolaridade Anos de estudo Frequência escolar (%) Cultura e Cidadania Leitura de jornal, revista, livro (em 30 dias) Problemas com a polícia-8,1 ** - - Nº de vezes que foi ao cinema ou teatro (em 30 dias) Nota: *** 1% de significânciannn – não analisado ** 5% de significância * 10% de significância - não significante estatisticamente Avaliação – Curto e Longo Prazos

19 3ª edição (2007 – 2008) 480 jovens participantes (16 a 21 anos) 8 ONGsGrajaú e Lajeado Critério de renda familiar per capita para definição dos participantes. Lista espera = controle Avaliações e pesquisas de campo 1ª avaliação CURTO PRAZO: maio/junho – entrevistas 2ª avaliação: LONGO PRAZO: maio/junho – entrevistas •68% dos jovens encontrados em ª edição - Desenho

20 20 Jovens Urbanos -3ª Edição 1ª Avaliação (2009)2ª Avaliação (2012) Impacto Significânci aImpacto Significânci a Renda e Trabalho Renda pessoal 114,3***-- Trabalha (%) 16,9**-- Com emprego no setor formal (%) ---- Escolaridade Anos de estudo --0,27* Frequência escolar (%) -- Concluiu ensino médio (%) ---- Participa de curso profissionalizante ou de capacitação profissional (%) 6,7*-- Ingressou no Ensino Superior (%) 14,2*** Leitura e Cidadania Participa de ONG ou organização social (%) 8,0***-- Leitura de jornal, revista, livro (n o vezes em 30 dias) 7,8***-- Nº de vezes que foi ao cinema ou teatro (em 30 dias) ---- Nota: *** 1% de significânciannn – não analisado ** 5% de significância * 10% de significância - não significante estatisticamente Avaliação – 3ª edição

21 •Custos –investimentos realizados pela Fundação Itaú Social em 2007 e 2008, valores corrigidos pelo IPCA para maio/2009 –valor da bolsa é investimento e também benefício direto aos participantes (R$1,1 MM) •Benefícios: –Cenário I: apenas impacto de curto prazo sobre a renda –Cenário II: impacto sobre a renda no curto prazo com simulação de custo reduzido do programa (duração de 9 meses) •Avaliação de curto prazo não mostrou diferença de impacto em renda/emprego entre concluintes ou não do Programa –Cenário III: impacto sobre a renda no curto prazo e simulação de ganho de renda com ensino superior 21 Retorno Econômico

22 –Impacto médio sobre a renda de R$ 114, calculado em 2009, com queda linear até zero em 2012 •Cenário I: considera custo total e apresenta retorno negativo. •Cenário II: propõe uma redução nos custos do Programa que torne o VPL positivo. 22 I - Queda linear do impacto por 4 anos + custo 3a edição VP benefício salarialcustoVPLTIR (a.a.) TotalR$ ,94 R$ ( ,36) R$ ( ,41)-14% Por alunoR$ 2.967,93 R$ (5.520,54) R$ (2.552,61) II - Queda linear do impacto por 4 anos + custo 3a edição proporcional a 9 meses de programa (52% dos custos totais) VP benefício salarialcustoVPLTIR (a.a.) Total R$ ,94 R$ ( ,34) R$ ,606% Por aluno R$ 2.967,93 R$ (2.870,68) R$ 97,25 Retorno econômico: Cenários I e II

23 Cenário III: inclui adicionalmente impacto sobre a probabilidade de ingresso no Ensino Superior em relação a Cenário I III - Impacto para ensino superior (2012) e na renda (2009) com custo total VP benefício salarialcustoVPLTIR (a.a.) TotalR$ 5,266, R$ ( ,36)R$ ,527,9% Por alunoR$ 10, R$ (5.520,54)R$ 5.450,49 Retorno Econômico

24 •O impacto sobre renda e trabalho encontrado após um ano do programa não se manteve após 4 anos (em 2012). •Há impacto sobre anos de escolaridade e sobre ingresso no ensino superior em •Consideramos cenários com e sem a inclusão de uma renda adicional futura em função da conclusão do ensino superior. •A taxa interna de retorno do projeto deve ser considerada em um intervalo entre a taxa calculada no 3º cenário (7,9%a.a.), e a taxa calculada no 1º cenário (-14%a.a.). 24 Comentários finais

25 •Seria interessante entender os mecanismos que levam o jovem não apenas a ingressar, mas também a concluir a faculdade, o que pode ser feito através de entrevistas em profundidade com os jovens entrantes no ensino superior. •É importante avaliar a focalização do Programa. O retorno econômico positivo foi possível em função da possível conclusão do ensino superior por pequena parcela dos Jovens Urbanos (ca de 10%). Para os demais jovens não é esperado um impacto adicional na renda, sendo o único impacto o de curto prazo. •Os resultados sugerem que o Programa tem efetividade no curto prazo, na entrada no mercado de trabalho. Nos anos subsequentes não há mais diferenciação em renda por causa do Programa. Este resultado sugere que outros potenciais resultados do Programa não estão sendo revertidos em renda. 25 Comentários finais

26 Aprendizagem e flexibilidade Processo constante de reflexão e revisão tem impactos na gestão do programa, que deve se mostrar flexível a incorporar soluções aos desafios percebidos e se reestruturar constantemente.

27 Espaços de reflexão Comitê Executivo Comitê Consultivo Jovem Encontro Ampliado Conselho Acompanhamento Encontros periódicos envolvendo todas as instâncias de governança do programa garantindo credibilidade e transparência na gestão.

28 Monitoramento e avaliação O Programa promove processos contínuo de monitoramento e avaliação (interna e externa) que alimentam a gestão e a rede do programa com informações sobre desafios, resultados e impactos, utilizados como subsídios para a reflexão, aperfeiçoamento, tomada de decisões, correções de rumos e revisão de objetivos e estratégias.

29 Metodologias de avaliação do programa Jovem ONG Parceiros Jovem ONG Parceiros Programa Jovens Urbanos Formação ampliada Avaliação de Impacto (quanti) Resultado (quali e quanti) Diagnóstico e Processo (quali e quanti) Avaliação

30 1.Inscrição de jovens residentes nos clusters de maior vulnerabilidade - IVJ 2.Prova de habilitação 3.Divulgação da lista dos 960 jovens habilitados 4.Sorteio público para constituição dos grupos de jovens 5.Constituição do grupo controle 6.Constituição do grupo Jovens Urbanos 7.inclusão dos jovens no Cadastro Pró-Social da Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social 1.Inscrição de jovens residentes nos clusters de maior vulnerabilidade - IVJ 2.Prova de habilitação 3.Divulgação da lista dos 960 jovens habilitados 4.Sorteio público para constituição dos grupos de jovens 5.Constituição do grupo controle 6.Constituição do grupo Jovens Urbanos 7.inclusão dos jovens no Cadastro Pró-Social da Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social Constituição do marco zero 1.Definição da Avaliação: •Ação conjugada com parceiros •Aderência do público alvo •Os projetos dos jovens: resultados e impactos na empregabilidade e no desenvolvimento local 2.Procedimentos: •Análise documental •Questionários com jovens e educadores •Grupo focal com jovens e educadores •Pesquisa de Campo 1.Definição da Avaliação: •Ação conjugada com parceiros •Aderência do público alvo •Os projetos dos jovens: resultados e impactos na empregabilidade e no desenvolvimento local 2.Procedimentos: •Análise documental •Questionários com jovens e educadores •Grupo focal com jovens e educadores •Pesquisa de Campo Avaliação de resultados 1.Constituição do Conselho de Acompanhamento, formado por representantes das parcerias 2.Produção de registros dos processos de formação com educadores e jovens 3.Controle de freqüência dos jovens 1.Constituição do Conselho de Acompanhamento, formado por representantes das parcerias 2.Produção de registros dos processos de formação com educadores e jovens 3.Controle de freqüência dos jovens Monitoramento Avaliação do Programa

31 Renda e empregabilidade • Inclusão do eixo: mundo do trabalho • Qualificação do monitoramento para evasão no programa gerada por inserção no mercado de trabalho Impactos da avaliação na gestão do programa Hábitos de leitura • Reforço no eixo letramento • Continuidade das ações de expressão • Criação de semana expressão Jovens Urbanos Escolaridade formal • Reforço no monitoramento de jovens que evadem da escola • Programa ocorrendo dentro da escola em parceria com Secretarias de Educação Ensino Superior Escola Técnica •Parceria com Universidades • Parceria com escola técnica

32 Conclusões e recomendações Processos regulares de avaliação orientam as instâncias de participação e governança e aumentam a credibilidade do programa. O sistema de monitoramento traz informações durante a realização do programa contribui para corrigir ou fortalecer ações. Resultados da avaliação de impacto reforçam algumas hipóteses detectadas nas avaliações e embasam mudanças na gestão.

33 Programa Jovens Urbanos: Transferência de Tecnologia Social Programa Jovens Urbanos construiu, consolidou, registrou e avaliou sua metodologia de trabalho com jovens que vivem em situação de vulnerabilidade nas metrópoles brasileiras. Disseminar e colocar à disposição da sociedade os saberes produzidos constitui compromisso social e político.

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