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1 Cuidados para a pele de gestantes. Gravidez: progesterona e o estrógeno  principais hormônios, estão em níveis elevados. A pele fica bonita e hidratada.

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1 1 Cuidados para a pele de gestantes

2 Gravidez: progesterona e o estrógeno  principais hormônios, estão em níveis elevados. A pele fica bonita e hidratada porém, a derme fica mais fragilizada porque sofre um aumento na vascularização, o que a deixa mais sujeita as dermatoses como as dermatite, a acne, etc...  As manchas são reclamações recorrentes nesta fase.  Os cloasmas e as manchas da gravidez: manchas marrons de contornos irregulares que se manifestam na testa, têmpora e maçãs do rosto. 2

3 Fatores desencadeantes: anticoncepcionais usados anteriormente à gravidez a própria gravidez a exposição solar desprotegida. mancha marrom escura, evolui lentamente Associada a fatores hormonais uso de cosméticos herança familiar 3

4 Independente do que seja utilizado na gestação e amamentação, consultar o médico. Relação risco benefício tanto para a gestante quanto para o bebê. Ativos cosmecêuticos extraídos de vegetais aumenta, eficácia e a ação terapêutica de baixo risco destes ativos justifica o uso.

5 5 Fissuras dos mamilos  As fissuras são decorrentes da má posição da criança em relação à mama, do número e duração inadequada das mamadas e principalmente da técnica incorreta de sucção.  Para evitar fissuras, preparar a mama para usar técnicas de amamentação, para o fortalecendo os tecidos areolar e mamilar com o banho de sol nos seios, fricção de toalha, utilização de sutiã de algodão com orifício na região mamilar.

6 6 Fissuras dos mamilos  Para o tratamento:  Corrija postura da mamada e oriente a mão a não parar de amamentar caso ocorra a fissura.  Lavar os mamilos 1 vez ao dia quando tomar banho.  Exposição solar se possível nos intervalos da mamada.  Aplicar o próprio leite materno nas mamas após a mamada.

7 7 Ativos e fórmulas

8 Em casos de cloasmas, manchas  Antipollon HT 1 – 5%  Clariskin 3 – 5% (Incompatível com natrosol)  Dermawhite 0,5 – 2%  Lactokine fluid 2 – 5%  Lactomide 3 – 6%  Melawhite 2– 5%  Biosome FR ( hamamelis, ginseng, babosa camomila,levedo e germe, pantenol e ureia )5 – 20%

9 Outros problemas: uso externo  Abyssine(polissacarídeo de origem marinha –reduz eritema,cicatrizante)0,5 – 5%  Bálsamo do Peru 10%  Canadian Willowherb(Extrato da plana Fireweed – ação antiirritante não esteroidal) 1 – 3%  Efaderma (Extrato oleoso de cenoura –ácidos graxos essenciais) 3 – 10%  Óleo de fígado de bacalhau 5%  Pantenol 1 – 5%  Rosa mosqueta 1 – 5%  Vitamina A oleosa 3%  Vitamina E oleosa 3%  D-stria (extrato sernoa serrulata) 1-3,0%

10 Sugestão de Fórmulas:  Bálsamo do Peru 10%  Vaselina sólida, creme lanette, não iônico, ou mesmo puro qsp 100%  Pantenol 3%  Vitamina A oleosa 2%  Vitamina E oleosa 2%  Creme não Iônico qsp 100%

11 Dentifrícios e enxaguatórios bucais

12 O dentifrício surgiu na Inglaterra no final do século XVIII, com o conceito de produto cosmético e também terapêutico

13 Era formulado em forma de pó  e era vendido em potes de cerâmica.  A população mais abastada era quem consumia este tipo de produto.  Era usado diretamente na escova dental.  A população mais carente, quando tinha acesso ao produto, usava-o com a ajuda dos dedos indicadores, isso porque como todo lançamento cosmético, possuía um preço bastante elevado aos padrões da época.

14 Popularização dos dentifrícios  Com o surgimento dos supermercados  Creme dental, na forma que conhecemos hoje, deu sequência aos pós abrasivos.  evolução = gel.  A embalagem inicial do produto era metálica, pouco resistente e que quebrada vazando o produto

15  As bisnagas flexíveis, conhecidas por “collapsible tubes”, feitas de alumínio puro, eram fechadas no fundo por uma série de dobras e ainda apresentava uma recravação no final. Eram colocadas em uma cartuchos de cartão

16 Dentifrícios  Vieram as embalagens feitas de polímeros termoplásticos, onde após o produto ser colocado, o ombro da embalagem era soldada com rosca.  Outra alternativa: bisnaga plástica, feita por moldagem por sopro.

17 Dentifrícios  Porém, as primeiras não possuíam uniformidade na espessura da parede e isso foi um problema em relação a umidade e oxigênio.  Esses problemas, solucionados posteriormente pelo uso de um material laminado plano e composto por múltiplas camadas delgadas tais como polietieleno/ película de alumínio / polietileno, não impediram o sucesso desta modalidade de embalagem

18 Os anos 90 trouxeram as inovações:  pequenos frascos plásticos cilíndricos e semiflexíveis que ficavam na posição vertical de modo a se obter maior praticidade no uso do creme dental, conhecidos como “stand-up Pack”.

19  Surgiram as embalagens “pump dispenser” tubos plásticos verticais constituído por várias peças que, apesar do forte apelo de marketing, principalmente para produtos infantis, tinha um custo de produção muito caro, um dos motivos porque a embalagem acabou saindo do mercado.

20 o que são dentifrícios?  composições cuja finalidade é auxiliar o trabalho da escova de dente  na preservação e tratamento das afecções da boca.  Contém : E dulcorantes,flavorizantes, detergentes,umectantes, conservantes, além de conter agentes terapêuticos como o flúor Forte tendência:  Uso de extratos vegetais como açaí, guaraná, própolis, calêndula, acerola,camomila,chá verde, cravo da índia,damasco, frutas tropicais, gengibre, ginseng, guasssatonga, hortelã, laranja, maçã, menta, morango, pitanga, romã, uva e as misturas entre os extratos

21 Há quatro tipos de flúor agregados aos dentrifícios  São o fluoreto de sódio e o MFP (Monofluorfosfato de sódio), mas os outros fluoretos, de amina e o estanhoso, também podem ser encontrados.  A concentração de flúor pela legislação em vigor no Mercosul, não deve ser superior a 1500 ppmF (íon flúor como fluoreto; 0,15% F = 1500mg F KG de pasta).

22  Não há limite mínimo de uso de flúor e também não é obrigatório agregar flúor ao produto. O produto deve, no entanto, garantir efeito anticárie.  Existe uma incompatibilidade entre flúor e agentes abrasivos daí a maioria dos produtos conterem o MFP (Monofluorfosfato de sódio )

23 Testes de Eficácia  Abrasividade  A intensidade desse desgaste depende do tipo de abrasivo e também o uso correto da escova dental.  A abrasividade pode ser considerada baixa : até 20mg; média, entre 20 a 40mg; alta, maior que 41mg.

24 Características reológicas  A reologia está diretamente relacionada a estes fatores:  Dispersão rápida na boca durante a escovação.  Liberação dos ativos.  Qualidade e quantidade da espuma.  Retirada rápida da boca após escovação.

25 Branqueamento  Esta avaliação é feita em função da maior ou menor abrasividade do produto.  Usa-se incisivos centrais de bovinos, pré-tratados, alisados, polidos, imersos em solução de HCL 0,12N, em solução super saturada de carbonato de sódio, em solução de ácido fítico a 1% lavados e manchados.  Usa-se café, chá preto, mucina gástrica e água para manchar o dente. O processo de manchamento é feito por imersão no meio manchador, rotação contínua por quatro dias, lavagem e refrigeração até o uso.

26  A escovação é feita com escovas padronizadas e dentifrícios suspensos em água 1:1. A avaliação de retirada de manchas é feita conforme um score da intensidade de remoção, na comparação com a Escala Vita (padrão internacional) para a determinação e reprodução das cores dentais.

27 Hipersensibilidade  O teste leva 28 dias. Paciente com dores agudas e que se manifestam em períodos de curta duração, quando submetidos ao estímulo térmico ( jato de água gelada), osmótico (contato com doces), tátil e químico (contato com ácido).  A avaliaçao do nível de sensibilidade é feita com o uso da Escala Visual Analógica (EVA), onde o paciente indica o nível da dor, valendo de 1 a 10.

28 Base para creme dental abrasivo CMC-Na Sorbato de potássio Sorbitol 70% Dióxido de titânio comum Glicerina bidestilada Sílica pirogênica (abrasiva) LSS pó Flavoriznte Água desmineralizada 0,1500g 0,2000g 17,0000g 1,0000g 35,0000g 8,0000g 1,0000g qsp 100,0000g

29 Emulsões de limpeza, lenços umedecidos, mousse de limpeza

30 Emulsões de limpeza  Elaboradas como qualquer outra emulsão, porém neste caso, a quantidade de água é que diferencia das outras formas. A limpeza é promovida pelos componentes oleosos, tensoativos emulsionantes, podem ou não conter ativos cosméticos.  As soluções de limpeza aquosas tem seu pH tamponado para o pH da pele, contendo tensoativos para remover sujeira lipofílica e ativos cosméticos. Usado em peles normais e secas.

31 Lenços Umedecidos  São elaborados a partir de um substrato formado pela combinação de fibras sintéticas e naturais como a poliolefinas, algodão e celulose.  Este “tecido” é embebido em solução composta por água, tensoativos, ativos cosméticos, preservantes, fragrâncias. São acondicionados em saches.

32 Lenços Umedecidos  Além de servirem de agentes de limpeza quando há ausência de água, podem servir como veículo de vários ativos cosméticos como hidratantes, filtros, antissépticos, etc.

33 Emulsões e soluções de limpeza  Usadas para remover maquiagem  Para limpeza diária da face  Ou em clínicas para preparar a pele antes de iniciar algum cuidado cosmético.  Podem conter algum ativo cosmético.  Tamponadas em ph da pele, contém tensoativos suaves para ajudar a remover sujeira lipofílica e ativos cosméticos diversos.

34 Recomendações  Procure trabalhar com extratos glicólicos.  Água de rosas são um excelente veiculo que pode ser explorado.  Lembre-se que a maioria das fragrância possuem caráter oleoso. Colocar um qs de Tween 20 ou mesmo 90 pode ajudar a solubilizar a fragrância mas, normalmente, turvam a preparação se for colocada em excesso.  Lembre-se aqui dos Complexos Hidroativos.

35 Mousse de limpeza – fórmula base  Lauril éter sulfato de sódio 10%  Lauril éter sulfossucinato de sódio 15%  Edta 0,10%  Metilparabeno 0,2%  Propilenoglicol 1%  Água destilada qsp 50mL


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