A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

1 Conselho Regional de Contabilidade Do Estado de São Paulo Palestra: Princípios Contábeis e Normas Brasileiras de Contabilidade Prof. Ms. Walter Luiz.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "1 Conselho Regional de Contabilidade Do Estado de São Paulo Palestra: Princípios Contábeis e Normas Brasileiras de Contabilidade Prof. Ms. Walter Luiz."— Transcrição da apresentação:

1 1 Conselho Regional de Contabilidade Do Estado de São Paulo Palestra: Princípios Contábeis e Normas Brasileiras de Contabilidade Prof. Ms. Walter Luiz Quaglio

2 2 Agenda Parte 1 - Introdução Parte 2 - Ambiente da Teoria da Contabilidade Parte 3 - Postulados, Princípios e Convenções Contábeis Parte 4 - Aspectos Legais e as Normas Brasileiras de Contabilidade Parte 5 - Exercícios – Consolidação do Conhecimento Parte 6 - Conclusão Bibliografia CRCSP Walter Luiz Quaglio

3 3 Agenda Parte 1 - Introdução 1.1 - Apresentação dos Palestrante 1.2 - Objetivos da Palestra Parte 2 - Ambiente da Teoria da Contabilidade 2.1 - A Contabilidade como Ramo do Conhecimento 2.2 - Objetivos da Contabilidade 2.3 - Objeto da Contabilidade 2.4 - Sistema de Informação Contábil 2.5 - Conjunto das Demonstrações Financeiras 2. 6 - Resumo CRCSP Walter Luiz Quaglio

4 4 Agenda Parte 4 - Aspectos Legais e as Normas Brasileiras de Contabilidade 4.1 - Instrumentos Legais 4.2 - Normas Regulamentares do C.F.C. Parte 3 - Postulados, Princípios e Convenções Contábeis 3.1 - Aspectos Históricos 3.2 - Estrutura Conceitual da Informação Contábil 3.3 - Postulados Contábeis 3.4 - Princípios Contábeis 3.5 - Convenções Contábeis 3.6 - Resumo CRCSP Walter Luiz Quaglio

5 5 Agenda Parte 5 - Exercícios – Consolidação do Conhecimento 5.1 - Exame de Suficiência do C.F.C. Parte 6 - Conclusão 6.1 - A Importância dos Princípios e Convenções Contábeis 6.2 - Papel do Contador 6.3 - Finalização Bibliografia: • Livros • Sites

6 6 Parte 1 - Introdução CRCSP Walter Luiz Quaglio

7 7 Walter Luiz Quaglio • Administração de Empresas • Ciências Contábeis • Pós-Graduação em Controladoria e Finanças • Mestrado em Controladoria e Contabilidade Estratégica • Prof. Universitário: M.B.A. / Pós-Graduação / Graduação • COSIPA – PIRELLI – BOMBRIL – EUROROD LATINA – HOSPITAL BENEFICÊNCIA PORTUGUESA • Consultor Empresarial – www.portfoliosolutions.com.br • E-mail: walterquaglio@uol.com.brwalterquaglio@uol.com.br • Celular: (0xx11) – 9428-5923 1.1 - Apresentação do Palestrante CRCSP Walter Luiz Quaglio

8 8 1.2 - Objetivos da Palestra • Identificar e discutir os Postulados e Princípios da Contabilidade, aplicáveis no processo de apuração das Demonstrações Financeiras, com as seguintes finalidades:  Estudo do Patrimônio da Entidade;  Propiciar aos Usuários Subsídios Para Tomada de Decisão • Identificar e discutir as Convenções Contábeis que representam os campos de Restrições aos Princípios Contábeis • Transmitir aos participantes conhecimentos sobre o Núcleo Central da Própria Contabilidade representado pelo Princípios da Contabilidade; CRCSP Walter Luiz Quaglio

9 9 Parte 2 - Ambiente da Teoria da Contabilidade

10 10 2.1 - A Contabilidade Como Ramo do Conhecimento 2.1.1 - Classificação • De acordo com com estudos epistemológicos (ciência da origem) a Contabilidade é classificada como Ramo do Conhecimento, pertencente ao grupo de Ciências Sociais. 2.1.2 - Requisitos Para Qualificação Como Ciência • Objeto Determinado • Método Próprio 2.1.3 - Atributos da Contabilidade • Objeto: Patrimônio • Método (meio): Aplicação dos Princípios e Convenções Contábeis, como forma de regulamentação e equalização, para avaliação e mensuração do patrimônio. CRCSP Walter Luiz Quaglio

11 11 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.2 - Objetivos da Contabilidade 2.2.1 - Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade Deliberação CVM* nº 29 de 05/02/1986: A Contabilidade é, objetivamente, um sistema de informação e avaliação destinado a prover seus usuários com demonstrações e análises de natureza econômica, financeira e de produtividade, com relação à entidade objeto de contabilização. * CVM – Conselho de Valores Mobiliários

12 12 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.2 - Objetivos da Contabilidade 2.2.2 - Análise das Terminologias I - Sistema de Informação • Conjunto articulado de informações, disponível num banco de dados informacional, permitindo agrupamentos, acumulação e ajustes dos dados, objetivando a editagem de relatórios econômicos, financeiros, físicos e de produtividade acerca da entidade, conforme as necessidades de cada tipo de usuário. II - Avaliação • Compreende o “Ato” ou “Efeito” de avaliar, ou seja a ação de determinação do valor ou o cálculo, da posição econômica, financeira e patrimonial de uma entidade, utilizando-se as como meio as demonstrações financeiras e os procedimentos de análises e diagnósticos.

13 13 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.2 - Objetivos da Contabilidade 2.2.2 - Análise das Terminologias (cont.) III - Usuários • Toda pessoa física, jurídica, entidades, associações, que tenha interesse na avaliação da situação e do progresso de determinada entidade, seja ela com finalidades lucrativa ou não e, também referente a patrimônio familiar; • Os usuários são divididos em 2 (dois) grupos:  Externos: Bancos, Associações de Classe, Sindicatos, Governo, Órgãos Públicos, Fornecedores, Concorrentes e Investidores.  Internos : Acionistas em Cargos de Direção, Executivos, Gestores e e Funcionários em Cargos de Chefia.

14 14 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.2 - Objetivos da Contabilidade IV - Informação de Natureza Econômica • Na visão Contábil refere-se as seguintes informações:  Fluxos de Receitas e Despesas (D.R.E.)  Fluxos de Capital Próprio (P.L.)  Valor Econômico Agregado  Relação Custo / Volume / Preço / Lucro: M.C. – P.E.  LAJID – Lucro Antes dos Juros, Impostos, Deprec. e Amortização. V - Informação de Natureza Financeira • Contempla as seguintes informações:  Fluxo de Caixa  Origens e Aplicações de Recursos  Estrutura do Capital de Giro 2.2.2 - Análise das Terminologias (cont.)

15 15 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.2 - Objetivos da Contabilidade VI - Informação de Natureza Física • Contempla medidas de natureza físicas:  Estatísticas de Clientes, Fornecedores, Produtos  Volume de Produção  Curva ABC – Materiais  Lote Econômico VII - Informação de Natureza de Produtividade • Contempla a correlação Financeira / Física  Receita / Per Capita  Volume de Produção / Homem  Volume / Cliente 2.2.2 - Análise das Terminologias (cont.)

16 16 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.2 - Objetivos da Contabilidade 2.2.3 - Conclusão • Objetivos Principais:  Propiciar para cada grupo de usuários a avaliação e mensuração da situação econômica e financeira da entidade;  Subsidiar para cada grupo de usuário elementos para formar juízo de valor no processo decisório;

17 17 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.3 - Objeto da Contabilidade 2.3.1 - Estudo do Patrimônio  Conjunto de bens, direitos, dívidas e obrigações de toda e qualquer entidade, avaliados e mensurados, sob as formas qualitativas e quantitativas, propiciando aos usuários o acompanhamento, análise e registro das operações incorridas e/ou praticadas, compondo um sistema estruturado de informações contábeis.

18 18 2.3.2 - Composição dos Elementos Patrimoniais 2.3 - Objeto da Contabilidade CRCSP Walter Luiz Quaglio

19 19 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.3 - Objeto da Contabilidade 2.3.3 - Representação Gráfica do Patrimônio

20 20 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.4.1 - Qualidades e Características do Sistema de Informação Contábil I - Compreensível  Completa e retratar todos os aspectos contábeis da operação;  Não compensar os débitos com créditos;  Não compensar os direitos com dívidas e obrigações. II - Relevante  Aspectos de importância, consideração e representatividade;  Útil para tomada de decisão. III - Confiabilidade  Informação livre de erros materiais e vícios  Aceita pelos usuários como fiel e verdadeira 2.4 - Sistema de Informação Contábil

21 21 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.4.1 - Qualidades e Características do Sistema de Informação Contábil (cont.) IV - Comparável  Permitir comparabilidade dos elementos patrimoniais;  Identificar tendências da situação patrimonial; V - Tempestiva  Informação disponível no momento da necessidade do usuário; VI - Essencial  Na medida exata e suficiente da necessidade do usuário;  Informação que agreguem valor para formar juízo no processo de tomada de decisão. 2.4 - Sistema de Informação Contábil

22 22 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.4 - Sistema de Informação Contábil 2.4.2 - Produtos da Informação Contábil I - Demonstrações Contábeis Oficiais  Definidas pela Legislação Societária (Lei 6404/76) II - Informações Legais e Acessórias  Definidas pelos Órgãos Públicos: Federal, Estadual e Municipal III - Demonstrações Contábeis Gerenciais  Definidas Para Fins de Gestão Empresarial

23 23 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.5 - Conjunto das Demonstrações Financeiras 2.5.1 - Divisão das Demonstrações Financeiras

24 24 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.5 - Conjunto das Demonstrações Financeiras 2.5.2 - Composição das Demonstrações Financeiras Legais

25 25 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.5.3 - Demonstrações Financeiras Legais – Finalidades 2.5 - Conjunto das Demonstrações Financeiras

26 26 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.5.3 - Demonstrações Financeiras Legais – Finalidades 2.5 - Conjunto das Demonstrações Financeiras

27 27 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.5 - Conjunto das Demonstrações Financeiras 2.5.4 - Usuários – Demonstrações Financeiras Legais

28 28 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.5 - Conjunto das Demonstrações Financeiras 2.5.5 - Composição das Dem. Financeiras Gerenciais

29 29 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.5 - Conjunto das Demonstrações Financeiras 2.5.6 - Demonstrações Financeiras Gerenciais – Finalidades

30 30 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.5 - Conjunto das Demonstrações Financeiras 2.5.6 - Demonstrações Financeiras Gerenciais – Finalidades

31 31 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.5 - Conjunto das Demonstrações Financeiras 2.5.7 - Usuários – Demonstrações Financeiras Gerenciais

32 32 CRCSP Walter Luiz Quaglio 2.6 - Resumo – Ambiente da Teoria da Contabilidade

33 33 Parte 3 - Postulados, Princípios e Convenções Contábeis CRCSP Walter Luiz Quaglio

34 34 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.1 - Aspectos Históricos 3.1.1 - Primeiros Esforços • Década de 1930 – Liderada: Prof. William Paton – Univ. Michigan • Série de Monografias: Pesquisas Sobre Princípios Contábeis • Edição 1936 – AAA – American Association of Accountantes • Título: “A tentative statement of accountings principles underlying corporate financial statements” • Tradução: Uma tentativa de declaração de princípios básicos de contabilidade incorporados (aplicados) às demonstrações financeiras.

35 35 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.1 - Aspectos Históricos 3.1.2 - Desenvolvimento Pós Guerra • Estudos e Pesquisas das Diversas Organizações de Classe:  Surgimento em 1948: Conceito e Padrões de Contabilidade (AAA - American Association of Accountantes) (Associação Americana de Contadores)  Desenvolvimento em 1959: Postulados Básicos de Contabilidade (AICPA – American Institute of Certified Public Accountants) (Instituto Americano de Contadores Públicos Registrados)  Formação em 1973 – FASB (FASB – Financial Accounting Standards Board) ( Conselho de Padrões de Contabilidade Financeira)  Padronização dos Postulados, Princípios e Convenções Contábeis, geralmente aceitos.  Foi adotado no Brasil – Lei S/A – 6.404/76

36 36 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.2 - Estrutura Conceitual da Informação Contábil 3.2.1 - Base Conceitual • A base conceitual que devem ser observadas obrigatoriamente no exercício da profissão contábil e condição para legitimar a aplicação das Normas Brasileiras de Contabilidade são as seguintes:.  Os Postulados da Contabilidade;  Os Princípios da Contabilidade  As Convenções da Contabilidade 3.2.2 - Foco da Base Conceitual • Propiciar a consecução:  Objeto da Contabilidade: Estudo do Patrimônio  Objetivos da Contabilidade: Prover seus usuários com demonstrações e análises, com relação à entidade objeto de contabilização

37 37 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.2.3 - Visão Esquemática da Base Conceitual 3.2 - Estrutura Conceitual da Informação Contábil

38 38 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.3.1 - Introdução • Os Postulados são as premissas básicas, aceitas sem necessidade de comprovação, acerca do ambiente econômico, político e social no qual a Contabilidade deve operar; • Os Postulados referem-se aos aspectos estruturais do ambiente da Contabilidade e constituem os Princípios Fundamentais da Contabilidade. 3.3.2 - Composição dos Postulados Contábeis 3.3 - Postulados Contábeis

39 39 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.3.3 - Postulado Contábil da Entidade I - Base do Enunciado – CFC 750/93 - Art. 4º “A Contabilidade é mantida para as Entidades, reconhece o estudo do Patrimônio como seu objeto. O Patrimônio dos sócios, acionistas ou proprietário não se confunde com o da Entidade.”. 3.3 - Postulados Contábeis II - Ponto Fundamental • Diferenciação do Patrimônio da Entidade versus Patrimônio dos Sócios, Acionistas e ou Proprietário.

40 40 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.3 - Postulados Contábeis 3.3.4 - Postulado Contábil da Continuidade I - Base do Enunciado – CFC 750/93 - Art. 5º “A Continuidade ou não da Entidade,... devem ser consideradas quando da classificação e avaliação das mutações patrimoniais,...”. II - Pontos Fundamentais • Caráter Permanente • Avaliação Patrimonial (Ativos / Passivos) deve levar em consideração a possibilidade de extinção da Entidade:  Quando se tratar de Entidade com prazo determinado;  Situações que comprometem a continuidade dos negócios (Prejuízos constantes, incêndio, enchente, etc..); • A Avaliação Patrimonial deve ser objeto de aferição, quando se questiona:  A capacidade futura de geração de resultados.

41 41 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.4 - Princípios Contábeis 3.4.1 - Introdução • Os Princípios Contábeis são os procedimentos, embasados em regras e normas que definem os meios e circunstâncias, acerca do processo de avaliação e mensuração do Patrimônio e das Operações Sociais no qual a Contabilidade deve operar. 3.4.2 - Composição dos Princípios Contábeis

42 42 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.4 - Princípios Contábeis 3.4.3 - Princípio da Oportunidade I - Base do Enunciado – CFC 750/93 - Art. 6º “...refere-se, simultaneamente, à tempestividade e à integridade do registro do patrimônio e das suas mutações, determinando que este (registro – inserção nossa) seja feito de imediato e com a extensão correta...”. II - Pontos Fundamentais • Oportunidade: Conceito de ocasião, no momento da ocorrência do fato; • Simultaneamente: Conceito de ação realizada ao mesmo tempo que outra; • Tempestividade: Registro no próprio tempo da ocorrência do fato; • Integridade: Registro completo, inteiro, mesmo que seja em base estimada.

43 43 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.4 - Princípios Contábeis 3.4.4 - Princípio do Registro Pelo Valor Original I - Base do Enunciado – CFC 750/93 - Art. 7º “Os componentes do patrimônio devem ser registrados pelos valores originais das transações como o mundo exterior...em moeda do País..., inclusive quando configurarem agregações ou decomposições no interior da Entidade”. II - Pontos Fundamentais • Registro dos Componentes Patrimoniais: Com base no valor de entrada; • Agregação e Decomposição dos Componentes Patrimoniais: Devem manter os valores intrínsecos (valores bases). Ex.: Formação dos Estoques; Divisão dos Bens Patrimoniais em Partes, Parcelamento de Débitos; etc...

44 44 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.4.5 - Princípio da Atualização Monetária 3.4 - Princípios Contábeis I - Base do Enunciado – CFC 750/93 - Art. 8º “Os efeitos da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos registros contábeis, através do ajustamento da expressão formal dos valores dos componentes patrimoniais”. II - Ponto Fundamental • Registro dos Componentes Patrimoniais: Em base constante em termos de poder aquisitivo; Obs.: Resolução CFC 900/01:  Resolveu que a Aplicação do “Princípio da Atualização Monetária” tornou-se compulsória quando a inflação acumulada no triênio for de 100% ou mais (IGPM).

45 45 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.4 - Princípios Contábeis 3.4.5 - Princípio da Competência I - Base do Enunciado – CFC 750/93 - Art. 9º “As receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente do recebimento ou pagamento”. II - Pontos Fundamentais • Considera-se Realizada as Receitas:  Transferência da Propriedade (ativo) / Prestação de serviços  Extinção Parcial ou Total de um Passivo sem contra-partida de um Ativo (perdão da dívida, anistia de impostos, perdão de multas);  Geração Natural de Novos Ativos (nascimento de animais);  Recebimento Efetivo de Doações e Subvenções (cobertura de prejuízos - NBC T 10.16 – 13/12/01).

46 46 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.4 - Princípios Contábeis 3.4.5 - Princípio da Competência (cont.) II - Pontos Fundamentais (cont.) • Considera-se Incorridas as Despesas:  Ocorrer a Transferência da Propriedade (Custo dos Estoques/ Bens Patrimoniais);  Ocorrer os Gastos Pela Prestação do Serviço;  Diminuição ou Extinção do Valor Econômico de um Ativo (Depreciação / Amortização);  Surgimento de um Passivo, sem um Correspondente Ativo (Juros e Multas Compensatórias; Garantias Pós-Venda, etc..)

47 47 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.4 - Princípios Contábeis 3.4.6 - Princípio da Prudência I - Base do Enunciado – CFC 750/93 - Art. 10º “...determina a adoção do menor valor para os componentes do Ativo e do maior para os do Passivo...para as mutações patrimoniais que alterem o Patrimônio Líquido”. II - Pontos Fundamentais • Considera os elementos patrimoniais de forma conservadora, preservando a valorização do Patrimônio Líquido da Entidade; • Impõe a escolha da hipótese que resulte menor Patrimônio Líquido, quando de apresentarem opções igualmente aceitáveis diante dos Postulados e Princípios Fundamentais da Contabilidade; • Exemplo: Créditos em Moeda Estrangeira – Taxa de Compra Débitos em Moeda Estrangeira – Taxa de Venda

48 48 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.5 - Convenções Contábeis 3.5.1 - Introdução • As Convenções Contábeis representam o complemento dos Postulados e Princípios Contábeis, no sentido de restringir ou delimitar os conceitos e atribuições, aplicados no processo de avaliação e mensuração do Patrimônio e das Operações Sociais no qual a Contabilidade deve operar; • As Convenções Contábeis foram estabelecidas pela Deliberação CVM nº 29 de 05/02/1986. 3.5.2 - Composição das Convenções Contábeis

49 49 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.5 - Convenções Contábeis 3.5.3 - Convenção da Objetividade I - Base do Enunciado – CVM 29/86 “Para procedimentos igualmente relevantes, resultantes da aplicação dos Princípios, preferir-se-ão, em ordem decrescente: a)os que puderem ser comprovados por documentos e critérios objetivos; b)Os que puderem ser corroborados por consenso de pessoas qualificadas da profissão, reunidas em comitê de pesquisa ou em entidades que têm autoridades sobre princípios contábeis...”. II - Ponto Fundamental • Os procedimentos de avaliação dos componentes do patrimônio de uma entidade, foram definidos pela Resolução CFC nº 732/92 que aprovou a NBC-T-4 - Da Avaliação Patrimonial.

50 50 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.5 - Convenções Contábeis 3.5.4 - Convenção da Materialidade I - Base do Enunciado – CVM – 29/86 “O contador deverá, sempre, avaliar a influência e materialidade da informação evidenciada ou negada para o usuário à luz da relação custo- benefício, levando em conta aspectos internos do sistema contábil...”. II - Pontos Fundamentais • Analisar o custo para evidenciar a informação em relação ao benefício que a mesma pode proporcionar aos usuários; • O custo envolve os aspectos de tempo de pessoal dedicado a obtenção da informação, o uso de materiais, a necessidade de controle adicionais e o uso dos recursos informacionais; • Solicitação recorrentes de determinadas informações no contexto da gestão do negócio, devem compor o sistema informacional da Contabilidade.

51 51 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.5 - Convenções Contábeis 3.5.5 - Convenção da Consistência I - Base do Enunciado – CVM – 29/86 “ A Contabilidade de uma entidade deverá ser mantida de tal forma que os usuários das demonstrações contábeis tenham possibilidade de delinear a tendência da mesma com o menor grau de dificuldade possível...”. II - Pontos Fundamentais • Adoção uniforme dos critérios de avaliação e mensuração dos elementos patrimoniais no âmbito da Entidade e no contexto temporal; • Ocorrendo uma mudança de critério de avaliação que afeta o Patrimônio Líquido da Entidade deverá ser objeto de Nota Explicativa, mensurando o efeito; • Esta Convenção, também conhecida como Uniformidade, é muito pelos Auditores no exame das Demonstrações Financeiras.

52 52 CRCSP Walter Luiz Quaglio 3.6 - Resumo – Postulados, Princípios e Convenções Obs.: A Convenção denominada Conservadorismo (CVM – 29/86) foi tratada como Princípio Contábil, conforme a Resolução CFC – 750/93, denominada como Prudência.

53 53 Parte 4 - Aspectos Legais e as Normas Brasileiras de Contabilidade CRCSP Walter Luiz Quaglio

54 54 CRCSP Walter Luiz Quaglio 4.1 - Instrumentos Legais 4.1.1 - Lei das Sociedades Anônimas – 6.404/76 • Art 178 a 184 - Classificação dos Elementos do Patrimônio e Critérios de Avaliação do Ativo e Passivo; • Art. 187 - Conteúdo e Discriminação das Contas do Resultado 4.1.2 - Regulamento do Imposto de Renda – R.I.R. 3000/99 • Art 289 a 304 - Apuração e Valorização dos Estoques, Custos e Despesas 4.1.3. Deliberação CVM – 29/86 • Item 1 - Objetivos da Contabilidade • Item 3 - Princípios (Conceitos) Fundamentais da Contabilidade • Item 4 - Postulados Ambientais da Contabilidade • Item 5 - Os Princípios Propriamente Ditos • Item 6 - As Convenções (Restrições) aos Princípios

55 55 CRCSP Walter Luiz Quaglio 4.2 - Normas Regulamentares do C.F.C. 4.2.1 - Resolução CFC 750/93 – 29/12/1993 • Dispõe Sobre os Princípios Fundamentais da Contabilidade – (PFC) 4.2.2 - Resolução CFC 751/93 – 29/12/1993 • Dispõe Sobre as Normas Brasileiras de Contabilidade • NBC P – Normas Profissionais • NBC T – Normas Técnicas 4.2.3 - Resolução CFC 732/92 – 22/10/1992 • Aprova a NBC T – 4 – Da Avaliação Patrimonial

56 56 CRCSP Walter Luiz Quaglio Parte 5 - Exercícios – Consolidação do Conhecimento

57 57 5.1 - Exame de Suficiência do C.F.C. 5.1.1 - Exercícios - Anexo • 25 Questões • Discussão, análise e interpretação CRCSP Walter Luiz Quaglio

58 58 Parte 6 - Conclusão CRCSP Walter Luiz Quaglio

59 59 CRCSP Walter Luiz Quaglio 6.1 - A Importância dos Princípios e Convenções Contábeis Algumas Considerações: • Solidifica a Contabilidade como Ramo do Conhecimento Humano; • Caracteriza a Contabilidade como Ciência Social; • Representa o Núcleo Central da Contabilidade; • Segrega o Patrimônio da Entidade com o do Proprietário; • Propicia ao Usuário Analisar, Decidir e Prospectar o Comportamento da Entidade; • Permite Estudar e Controlar o Patrimônio da Entidade, por meio dos Registros das Ocorrências Verificadas; • Permite Estudar e Controlar o Resultado Econômico, decorrente da Gestão da Riqueza Patrimonial.

60 60 Algumas Considerações 6.2 - Papel do Contador • A mensuração e comunicação da situação Econômica, Financeira e também de Natureza Física e de Produtividade refletidas nas Demonstrações Financeiras e Relatórios Contábeis constituem peças “chave” para contribuir com o sucesso empresarial; • Neste contexto cabe ao Contador exercer as melhores práticas, municiando os gestores de informações e auxiliando-os nesta difícil tarefa de gestão do negócio, num cenário altamente competitivo; • Assim, o Contador deve contribuir participando ativamente na consecução das informações, dentro dos padrões definidos pelos Princípios Contábeis, considerando-se as seguintes abordagens:  Confiáveis – Relevantes – Tempestivas – Compreensíveis – Comparáveis. CRCSP Walter Luiz Quaglio

61 61 6.3 - Finalização Obrigado pela Atenção Permanecemos à Disposição Para Conversarmos Sobre o Assunto Apresentado Walter Luiz Quaglio Celular: (0xx11) – 9428-5923 - E-mail: walterquaglio@uol.com.br CRCSP Walter Luiz Quaglio “Não se constrói, administra e mensura a riqueza de uma entidade, sem um suporte técnico do Contador”.

62 62 CRCSP Walter Luiz Quaglio Bibliografia • IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARION, José Carlos. Introdução à Teoria da Contabilidade. Ed. Atlas, 3a. Edição. São Paulo, 2002. • IUDÍCUBUS, Sérgio de. Teoria da Contabilidade. Ed. Atlas, 6a. Edição. São Paulo, 2000. • IUDÍCIBUS, Sérgio de, MARTINS, Eliseu, GELBCKE, Ernesto Rubens. Manual de Contabilidade das Sociedades Por Ações. Ed. Atlas. 5a. Edição. São Paulo, 2000. • HENDRIKSEN, Eldon S., BREDA, Michael F. Van. Teoria da Contabilidade. Tradução: SANVICENTE, Antonio Zoratto.Ed. Atlas, São Paulo, 1999. • Sites de Pesquisa:  www.cfc.org.brwww.cfc.org.br  www.crcsp.org.brwww.crcsp.org.br  www.cvm.org.brwww.cvm.org.br  www.fbc.org.brwww.fbc.org.br  www.bc.gov.brwww.bc.gov.br


Carregar ppt "1 Conselho Regional de Contabilidade Do Estado de São Paulo Palestra: Princípios Contábeis e Normas Brasileiras de Contabilidade Prof. Ms. Walter Luiz."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google