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INTRODUÇÃO À ECONOMIA MERCADO Profª. Econ. Msc. Jarmonielle de Oliveira.

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1 INTRODUÇÃO À ECONOMIA MERCADO Profª. Econ. Msc. Jarmonielle de Oliveira

2 FUNCIONAMENTO DO MERCADO

3 P RINCÍPIOS À T EORIA DO C ONSUMIDOR E DA F IRMA Introdução

4 FUNCIONAMENTO DO MERCADO Atualmente, muito se fala sobre o mercado: que o mercado determina isso ou aquilo, que o mercado não permite que um governo tome uma ou outra medida, etc... Neste contexto, o que buscamos entender é: O que é o mercado? Como ele funciona?

5 OFERTA E DEMANDA DE MERCADO Qualquer um pode dominar as análises de oferta e demanda. Oferta e demanda são as forças que fazem as economias de mercado funcionarem. A microeconomia moderna trabalha com oferta, demanda e equilíbrio de mercado.

6 MERCADOS o O mercado é formado por um grupo de compradores e vendedores de um produto ou serviço específico. o Os termos oferta e demanda se referem ao comportamento das pessoas, ou seja, a forma como elas interagem umas com as outras no mercado.

7 MERCADOS E COMPETIÇÃO Compradores determinam a demanda Vendedores determinam a oferta.

8 TEORIA DA DEMANDA

9 D EMANDA  Quantidade de determinado bem ou serviço que o consumidor deseja adquirir em certo período de tempo. 2 elementos principais Desejo de adquirir Fluxo por unidade de tempo Desejo de adquirir Fluxo por unidade de tempo

10 Teoria da Demanda A teoria da demanda é derivada de hipóteses sobre a escolha do consumidor entre diversos bens que seu orçamento permite adquirir. Dado um nível de renda, o consumidor procurará distribuir seu orçamento (renda) entre os diversos bens e serviços de forma a alcançar a melhor combinação possível, ou seja, aquela que lhe trará maior nível de satisfação.

11 Principais determinantes da demanda individual Preço do bem Preços dos outros bens Renda do consumidor Gosto ou preferência do indivíduo

12 Teoria da Demanda Matematicamente, D x = f(P x, P 1, P 2,..., P n-1, R, G) Onde: D x = a demanda do bem x; P x = o preço do bem x; P i = o preço dos outros bens, i=1, 2,..., n... R = renda G = preferências

13 T EORIA DA D EMANDA  Para estudar a influência de cada fator sobre a demanda é necessário fazer uma simplificação, que é considerar cada efeito, cada variável, separadamente, fazendo a hipótese de que tudo o mais permaneça constante.  Esta hipótese é também conhecida como a cláusula do coeteris paribus. Assim, considerando que a quantidade demandada depende apenas do preço do bem, teríamos que: D x = f(P x ) Tudo o mais permanecendo constante

14 Relação entre a quantidade demandada e o preço do bem  Normalmente, há uma relação inversa entre o preço do bem e a quantidade demandada deste bem.  Quando o preço do bem cai, este fica mais barato em relação a seus concorrentes e, portanto, os consumidores deverão aumentar seu desejo de comprá-lo. Além disso, quando o preço do bem cai, o agente fica mais rico em termos reais, e aumenta suas demandas. Logo: P x D x

15 Curva de Demanda É uma Curva mostrando a relação entre o preço do bem e a quantidade desse bem que o consumidor está disposto a adquirir em certo período de tempo, tudo o mais constante. Um ponto na curva nos mostra a combinação de preço e quantidade. Logo, a curva de demanda nos dá o conjunto de todas as combinações possíveis entre preços e quantidades. Relação entre a quantidade demandada e o preço do bem

16 A DEMANDA POR SORVETE DO J OSÉ

17 Preço Da bola de sorvete Quantidade de Bolas de sorvete R$ Uma queda No preço Aumenta a quanti- dade demanda de sorvete. Figura 1 - Curva de demanda por sorvete

18 D ESLOCAMENTOS DA CURVA DE DEMANDA SÃO PROVOCADAS POR : Aumento ou queda na renda dos consumidores Preço de produtos relacionados Preferências (gosto) Expectativas Número de compradores

19 0 D Preço do sorvete Quantidade de sorvete O aumento de impostos faz subir o preço do sorvete e provoca um deslocamento ao longo da curva de demanda. A B 8 1,00 R$2,00 4 M UDANÇAS NA QUANTIDADE DEMANDADA

20 D ESLOCAMENTOS DA CURVA DE DEMANDA Mudança na quantidade demandada  A curva de damanda pode se deslocar para a esquerda ou para a direita.  É provocada por qualquer coisa que afete a quantidade demandada a um preço dado.

21 Preço do sorvete Quantidade demandada Aumento da demanda Queda na demanda D 3 D 1 D 2 0 Figura 2 - Deslocamentos da curva de demanda

22 D ESLOCAMENTOS DA CURVA DE DEMANDA Renda  Quando a renda sobe a demanda por bens normais aumenta.  Quando a renda sobe a demanda por bens inferiores diminui.

23 R$ Preço da bola De sorvete Quantidade de sorvete 0 Aumento na demanda Aumento na renda... D1D1 D2D2 R ENDA DO CONSUMIDOR B EM NORMAL

24 $ Preço do sorvete Quantidad e de sorvete 0 Queda na demanda Aumento na renda... D1D1 D2D2 RENDA DO CONSUMIDOR BEM INFERIOR

25 Relação entre a demanda de um bem e o preço dos outros bens  O aumento do preço do bem i poderá aumentar ou reduzir a demanda do bem x.  A reação depende do tipo de relação existente entre os dois bens.  Neste caso, os bens podem ter entre si estabelecidas relações de substituição ou complementariedade.

26 D ESLOCAMENTOS DA CURVA DE DEMANDA Preço dos bens relacionados  Quando a queda no preço de um determinado bem provoca queda na quantidade demanda por outro bem, esse dois bens são chamados substitutos.  Quando a queda no preço de um determinado bem provoca aumento na quantidade demanda por outro bem, esse dois bens são chamados complementares.

27 Bens Substitutos Se o aumento do preço do bem i aumentar a demanda do bem x, então os bens i e x são chamados substitutos ou concorrentes. Relação entre a demanda de um bem e o preço dos outros bens

28 Bens Complementares Se a redução do preço do bem i ocasionar um aumento da demanda do bem x, então os bens i e x são chamados complementares. Portanto, bens complementares são aqueles que são consumidos conjuntamente. Relação entre a demanda de um bem e o preço dos outros bens

29 Relação entre a demanda de um bem e a renda do consumidor Em geral, existe uma relação crescente e direta entre a renda e a demanda por um bem ou serviço. Bem Normal  Tipo de bem cuja quantidade demandada varia diretamente a variações na renda do consumidor, coeteris paribus. Bem de Consumo Saciado  Dada uma variação na renda do consumidor, a quantidade demandada não se altera, coeteris paribus. Bem Inferior  Tipo de bem cuja quantidade demandada varia inversamente a variações na renda do consumidor, coeteris paribus.

30 Relação entre a demanda de um bem e o gosto do consumidor Curva de demanda de mercado A demanda de mercado é a soma das demandas individuais. Em termos rigorosos, diz-se que a curva de demanda de mercado é a soma horizontal das curvas de demanda dos indivíduos que compõem esse mercado.

31 TEORIA DA OFERTA

32 OFERTA Conceito: Quantidade de determinado bem ou serviço que os produtores desejam vender por unidade de tempo. 2 elementos principais Desejo de vender Fluxo por unidade de tempo Desejo de vender Fluxo por unidade de tempo

33 OFERTA  Quantidade ofertada é a quantidade de bens que um vendedor está disposto e consegue vender.  Lei da oferta o A lei da oferta diz que, tudo o mais constante, a quantidade ofertada de um bem aumenta quando o preço desse bem aumenta.

34 Principais determinantes da oferta Preço do bem Preços dos fatores de produção Preços dos demais bens produzidos

35 Teoria da Oferta Matematicamente, O x = f(P x, P 1, P 2,..., P n-1, π 1, π 2,..., π m, T) Onde: O x = quantidade ofertada do bem x; P x = o preço do bem x; P i = o preço dos outros bens, i=1, 2,..., n-1 π = o preço dos fatores de produção, T = tecnologia

36 Teoria da Oferta  Graficamente,

37 P REVISÃO DE OFERTA DE SORVETE DA SORVETERIA G ELATO

38 Preço da bola de sorvete Quantidade de sorvete $ aumento no preço… 2....Aumenta a quantidade ofertada Figura 3-Curva de oferta da sorveteria Gelato

39 D ESLOCAMENTOS DA CURVA DE OFERTA SÃO PROVOCADAS POR : Preço dos insumos Tecnologia de produção Expectativas Número de vendedores

40 1 5 Preço do sorvete Quantidade de sorvete 0 S 1.00 A C $3.00 Um aumento nos preços resulta em um deslocamento ao longo da curva de oferta. M UDANÇA NA QUANTIDADE OFERTADA

41 O EQUILÍBRIO DE MERCADO

42 OFERTA E DAMANDA REUNIDAS Equilíbrio refere-se a uma situação em que o preço a um determinado nível faz com que a quantidade ofertada seja igual a quantidade demandada.

43 OFERTA E DEMANDA REUNIDAS  Preço de equilíbrio  É o preço que faz com que a quantidade ofertada seja igual a quantidade demandada.  No gráfico, é o preço em que as curvas de oferta e demanda se interseptam.  Quantidade de equilíbrio  A quantidade ofertada e a quantidade demandada no preço de equilíbrio  No gráfico, é a quantidade em que as curvas de oferta e demanda se interseptam.

44 A R$2,00, a quantidade demandada é igual a quantidade ofertada! OFERTA E DEMANDA REUNIDAS Demanda previstaOferta prevista

45 F IGURA 4 - O EQUILÍBRIO DE MERCADO Preço do sorvete Quantidade de sorvete 13 Quantidade de equilíbrio Preço de equilíbrio Ponto de equilíbrio Oferta Demanda R$2.00

46 E QUILÍBRIO Excesso de Oferta  Quando preço > preço de equilíbrio, quantidade ofertada > quantidade demanda. Há excesso de oferta Os vendedores baixam o preço do bem de forma a aumentar as vendas, movendo-se em direção ao equilíbrio.

47 O equilíbrio de mercado  Para qualquer preço superior a P 0, a quantidade que os ofertantes desejam vender é maior que aquela que os consumidores desejam comprar  excesso de oferta  Neste caso, surgirão pressões para os preços caírem, pois os vendedores perceberão que não podem vender tudo que desejam ao preço vigente, e diminuirão os preços; os consumidores, por sua vez, percebem a queda de preços e aumentam sua demanda.

48 E QUILÍBRIO Escassez ou excesso de Demanda  Quando preço quantidade ofertada. Há excesso de demanda. Os vendedores irão subir os preços devido a grande quantidade de compradores buscando pequena quantidade de mercadorias, fazendo com que as curvas se movam em direção ao equilíbrio.

49 O EQUILÍBRIO DE MERCADO  Para qualquer preço inferior a P 0, a quantidade que os ofertantes desejam vender é menor que aquela que os consumidores desejam comprar  excesso de demanda  Neste caso, surgirão pressões para os preços aumentarem, pois os consumidores, não satisfeitos com a quantidade consumida do bem, estarão dispostos a pagar um pouco mais para aumentar o consumo do bem; os vendedores, por sua vez, perceberão isso como um estímulo para elevar sua produção.

50 O equilíbrio de mercado O preço de mercado (ou preço de equilíbrio) é determinado tanto pela oferta quanto pela demanda. Graficamente, o preço e a quantidade de equilíbrio pode ser visto pela interseção entre as curvas de oferta e demanda. O ponto de interseção das curvas, se existir, será único (pois a curva de demanda é decrescente, e a curva de oferta é crescente). Neste ponto, a quantidade que os consumidores desejam comprar é exatamente igual à quantidade que os produtores desejam vender.

51 O equilíbrio de mercado No ponto E (P 0, Q 0 ) não existem pressões para alterar o preço. Neste ponto, os planos dos compradores são consistentes com o plano dos vendedores. O ponto E (P 0, Q 0 ) é, portanto, o ponto de equilíbrio.

52 Mudanças no ponto de equilíbrio devido a deslocamentos das curvas de oferta e demanda Deslocamentos nas curvas de oferta e demanda geram novos pontos de equilíbrio.  Aumento de renda real (aumento do poder aquisitivo) eleva a demanda pelo bem x  Portanto, há um deslocamento da curva de demanda para a direita, para D’.  Novo equilíbrio com preço e quantidade maiores.

53 Mudanças no ponto de equilíbrio devido a deslocamentos das curvas de oferta e demanda Capa da Obra  Diminuição dos preços das matérias- primas.  Portanto, há um deslocamento da curva de oferta para a direita, para O’.  Novo equilíbrio com preço menor e quantidade maior

54 ELASTICIDADES

55 ELASTICIDADES DA OFERTA E DA DEMANDA  Em geral, a elasticidade é uma medida da sensibilidade de uma variável em relação a outra.  Ela nos informa a variação percentual em uma variável em decorrência da variação de 1% em outra variável.

56 ELASTICIDADE-PREÇO DA DEMANDA

57 Elasticidade-preço da demanda Em qual grau a quantidade demandada responde a uma variação de preços? Elasticidade-preço da demanda é a variação percentual de quantidade demandada do bem x para cada unidade de variação percentual no preço do bem x. Em outras palavras, a elasticidade-preço da demanda indica quantos por cento vai variar (ou reduzir) a quantidade demandada de um bem para cada um por cento de variação no seu preço. Matematicamente,

58 Elasticidade-preço da demanda

59 PRINCIPAIS CASOS DE ELASTICIDADE-PREÇO DA DEMANDA • Demanda inelástica • Demanda de elasticidade unitária • Demanda elástica

60 Definições  Demanda inelástica  Quando η D > -1 ou |η D | < 1; % Var.Q < % Var.P  A variação percentual da quantidade demandada é menor que a variação percentual do preço do produto e/ou serviço.

61 D EFINIÇÕES  Demanda de elasticidade unitária ou Elasticidade constante  Quando η D = 1 ou |η D | = 1; % Var.Q = % Var.P  A variação percentual da quantidade demandada é igual à variação percentual do preço do produto.

62 D EFINIÇÕES  Demanda elástica Quando η D 1; % Var.Q > % Var.P A variação percentual da quantidade demandada é maior que a variação percentual do preço do produto.

63 Definições  Casos extremos Curva de demanda totalmente inelástica Curva de demanda infinitamente elástica

64 FATORES QUE INFLUENCIAM A ELASTICIDADE-PREÇO DA DEMANDA I – A existência de bens substitutos É de se esperar que, quanto melhores substitutos tiver o bem, maior será sua elasticidade, pois será mais fácil para o consumidor trocar um determinado bem, se eu preço aumentar. II – O peso do bem no orçamento Se for pouco substituível, quanto menor o peso do bem no orçamento, menor será sua elasticidade. III – Essencialidade do bem Quanto mais essencial for o bem, menor deverá ser sua elasticidade-preço.

65 ELASTICIDADE- RENDA DA DEMANDA

66 ELASTICIDADE-RENDA DA DEMANDA DO BEM X É a variação percentual da quantidade demandada de um bem x para cada unidade de variação percentual da renda do consumidor.  Matematicamente,

67 ELASTICIDADE-PREÇO DE OFERTA DO BEM X

68 Do mesmo modo que a elasticidade de demanda, a elasticidade de oferta define-se como a variação percentual na quantidade ofertada do bem x para cada unidade de variação percentual no preço do bem x.  Matematicamente,

69 D EFINIÇOES  Elasticidade-preço de Oferta > 1  Oferta elástica  Elasticidade-preço de Oferta = 1  Elasticidade-preço da oferta é unitária  Elasticidade-preço de Oferta < 1  Oferta inelástica

70 ALGUMAS APLICAÇÕES DA TEORIA DE MERCADO  Aplicações importantes da teoria de mercado podem ser notadas diariamente.  Por exemplo, se a oferta de um bem aumentar, coeteris paribus, o preço de equilíbrio deve cair.  A teoria de preços desenvolvida, apesar de elementar, é muito poderosa em sua aplicação a uma série de situações concretas.


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