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Compreender: sentido, lugar e vivência do celibato na vida dos presbíteros em harmonia e unidade com a vocação sacerdotal Compreender: sentido, lugar.

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2 Compreender: sentido, lugar e vivência do celibato na vida dos presbíteros em harmonia e unidade com a vocação sacerdotal Compreender: sentido, lugar e vivência do celibato na vida dos presbíteros em harmonia e unidade com a vocação sacerdotal

3 Senhor, o mundo que Vós nos destes está cheio de coisas belas. A Criação fala-nos de Vós. Basta abrir os olhos para Vos contemplar e perceber como tudo depende de Vós. Senhor, o mundo que Vós nos destes está cheio de coisas belas. A Criação fala-nos de Vós. Basta abrir os olhos para Vos contemplar e perceber como tudo depende de Vós.

4 Então compreendemos que sois Amor. Não precisamos de Vos ver para acreditar em Vós. Tudo o que fizestes e nos envolve nos fala de Vós. Então compreendemos que sois Amor. Não precisamos de Vos ver para acreditar em Vós. Tudo o que fizestes e nos envolve nos fala de Vós.

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6 Desenvolvimento do Tema Salvação consiste em crer no Amor, viver o Amor.

7 O específico no celibato e na vida consagrada não é a renúncia; é o amor que se vive, que anuncia e testemunha o reino de Deus.

8 A Igreja considera o celibato e a vida consagrada como virtude da harmonia e da integridade do amor. A Igreja considera o celibato e a vida consagrada como virtude da harmonia e da integridade do amor.

9 Esta vocação é um dom, um carisma de especial e específica consagração. Esta vocação é um dom, um carisma de especial e específica consagração.

10 Celibato e vida consagrada não desprezam nem anulam a sexualidade. Reservam e orientam toda a vida sexual e afectiva para a doação total a Cristo e aos outros. Celibato e vida consagrada não desprezam nem anulam a sexualidade. Reservam e orientam toda a vida sexual e afectiva para a doação total a Cristo e aos outros.

11 Sexualidade explorada só por prazer escraviza a pessoa. A sexualidade deve estar sempre harmonizada com todas as outras dimensões da pessoa. A sexualidade deve estar sempre harmonizada com todas as outras dimensões da pessoa.

12 A sexualidade transfigurada em afecto dá sentido à vida. Sexualidade e afectos assim orientados são e dão vida. Os afectos ligam-se a projectos, ideias, compromissos.

13 Celibato e virgindade consagrada são expressão da entrega total da vida toda e de toda a vida. Celibato e virgindade consagrada são expressão da entrega total da vida toda e de toda a vida.

14 A vida fica toda orientada para o Amor. É o amor que pede e explica a renúncia. A vida fica toda orientada para o Amor. É o amor que pede e explica a renúncia.

15 Entrega total a Deus implica que nada da pessoa fica de fora. É entrega de si e de todas as capacidades. Entrega total a Deus implica que nada da pessoa fica de fora. É entrega de si e de todas as capacidades.

16 É oferta do ser inteiro. Assim, celibato e virgindade consagrada são dom e carisma. É oferta do ser inteiro. Assim, celibato e virgindade consagrada são dom e carisma.

17 Dom = a descoberta de Deus Amor desperta o amor para total entrega.

18 Carisma = quem vive o celibato e a virgindade consagrada não vive para si, vive para que outros se deixem cativar pelo Amor de Deus.

19 e da pessoa com Deus. e da pessoa com Deus. Celibato e virgindade consagrada testemunham harmonia da pessoa

20 Celibato e virgindade consagrada testemunham a entrega total a Deus e ao Povo de Deus.

21 Deus fortalece os que chama para este viver. Quem estiver entregue a Deus será fiel às exigências da sua vocação.

22 Celibato implica compromisso de viver o «amor maior». Celibato implica compromisso de viver o «amor maior». Precisa de ser permanentemente cuidado.

23 Cuidar do celibato é: - manter profunda comunhão e dependência de Deus pela oração e pela celebração dos sacramentos - não se deixar vencer por egoísmo e complexo de vítima - não passar a vida a olhar para o que se deu e entregou, mas para o que Deus dá e entrega - cultivar o sentido e a verdade da doação de todo o ser para a fecundidade da vida e do apostolado. Cuidar do celibato é: - manter profunda comunhão e dependência de Deus pela oração e pela celebração dos sacramentos - não se deixar vencer por egoísmo e complexo de vítima - não passar a vida a olhar para o que se deu e entregou, mas para o que Deus dá e entrega - cultivar o sentido e a verdade da doação de todo o ser para a fecundidade da vida e do apostolado.

24 Na vida da Igreja e das comunidades concretas:  quais são as expressões mais visíveis do celibato como dom de Deus para a construção da Comunidade crente?  Porque é que é tão simples falar de sexualidade  Porque é que é tão simples falar de sexualidade e tão difícil falar de afectos quando são eles que definem o sentido da vida?  Compreendo porque é que o celibato é uma riqueza na Igreja?

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26 A rotina de todos os dias, A rotina de todos os dias, a distracção dos prazeres fúteis, a distracção dos prazeres fúteis, o brilho da inutilidade: o brilho da inutilidade: tudo nos incita, Senhor, tudo nos incita, Senhor, a ficar na noite a ficar na noite e a esquecer a Luz. e a esquecer a Luz. Mesmo assim, Mesmo assim, a Luz tenta sobreviver, a Luz tenta sobreviver, incerta, frágil, ténue, incerta, frágil, ténue, mas obstinada. mas obstinada.

27 A luz está em nós, e nós tantas vezes a negligenciamos. Ajuda-nos Senhor a dar-lhe o seu lugar e a alimentá-la constantemente para que ela nos guie na serenidade para o teu Dia. Amen.

28 “A virgindade expressa, de certo modo, a natureza do ser humano, porque vem de Deus e está orientado para Ele. (…) «Virgem», na sua essência, significa exactamente esta referência directa - imediata (sem mediações), inevitável, inscrita profundamente na natureza - da criatura com o Criador. (…) “A virgindade expressa, de certo modo, a natureza do ser humano, porque vem de Deus e está orientado para Ele. (…) «Virgem», na sua essência, significa exactamente esta referência directa - imediata (sem mediações), inevitável, inscrita profundamente na natureza - da criatura com o Criador. (…) Se quisermos alargar esta reflexão ao horizonte humano, poderemos ler «Um Deus para Amar - a vocação de todos à virgindade».

29 A primeira e a última nupcialidade do ser humano é com Deus. Todo o homem, por conseguinte, é virgem e está chamado a sê-lo, segundo a especificidade da sua vocação; a virgindade não pode reduzir-se a simples característica de um estado vocacional; pelo contrário, expressa um aspecto fundamental da pessoa humana. (…) A primeira e a última nupcialidade do ser humano é com Deus. Todo o homem, por conseguinte, é virgem e está chamado a sê-lo, segundo a especificidade da sua vocação; a virgindade não pode reduzir-se a simples característica de um estado vocacional; pelo contrário, expressa um aspecto fundamental da pessoa humana. (…)

30 Dizer que toda a pessoa é virgem – e está chamada a ser virgem – significa que no coração do ser humano há um espaço que somente Deus pode preencher. (…)

31 Remete para a dignidade e nobreza de todo o homem e de toda a mulher, porque o seu coração está preenchido «por Deus» e «para» Deus; possui uma grandeza que lhe vem directamente d’Aquele que o preenche. (…)

32 A Virgindade é nostalgia da origem, memória dos inícios e profecia do futuro; pertence à identidade humana, actual e ideal – não pode deixar de projectar cada ser humano a procurar a realização plena da sua afectividade em Deus”. (pág. 12 e 13) (Amedeo Cencini – Paulinas Editora) A Virgindade é nostalgia da origem, memória dos inícios e profecia do futuro; pertence à identidade humana, actual e ideal – não pode deixar de projectar cada ser humano a procurar a realização plena da sua afectividade em Deus”. (pág. 12 e 13) (Amedeo Cencini – Paulinas Editora)

33 Texto – “Escolhidos e Enviados” Imagens – Internet Realização – Maria Rosária Nunes Franciscana Missionária de Maria


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