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OIKOS nomos ECONOMIA Prof. Paulo Goulart Junior POLITICA.

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1 OIKOS nomos ECONOMIA Prof. Paulo Goulart Junior POLITICA

2 ECONOMIA Definição etimológica: (atribuída a Aristóteles, 350 a.C. (Grécia)). - oikos: casa. - nomos: administração, lei. Economia= Ciência da administração da casa. Ciência das riquezas. Ciência da escassez.

3 DEFINIÇÃO ACADÊMICA Economia é a ciência que trata das leis que regem a PRODUÇÃO, CIRCULAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO e CONSUMO das riquezas, através do melhor aproveitamento dos recursos escassos, buscando a satisfação das necessidades ilimitadas.

4 GENERICAMENTE A Economia centra sua atenção nas condições da prosperidade material, na acumulação da riqueza e em sua distribuição aos que participam do esforço social de sua produção. Bens = riquezas, utilidades. Podem ser: a) Bens livres b) Bens econômicos

5 OBJETO DA ECONOMIA Estudo das riquezas, como utilidades destinadas a prover necessidades econômicas do homem, através do seu melhor aproveitamento. recursos escassos x necessidades ilimitadas. Necessidades humanas: ilimitadas Recursos produtivos: limitados

6 CONTRADIÇÃO Proposição: por mais rica que a sociedade seja (por mais recursos produtivos de que disponha), os fatores de produção serão sempre escassos para efetivar a fabricação de todos os bens que essa mesma sociedade deseja. Ou seja, ela terá que efetuar escolhas sobre quais os bens e serviços deverão ser produzidos. Por este fato, a Economia muitas vezes também é definida como a ciência que estuda a escassez ou a ciência que estuda o uso de recursos escassos na produção de bens alternativos.

7 LEIS ECONÔMICAS Economia = Ciência Social. As leis, fórmulas, princípios, teorias, não são rígidas nem inflexíveis, Indicam tendências.

8 SISTEMA ECONÔMICO Conjunto de regulamentos econômicos, sociais, trabalhistas,...que regem as relações econômicas de um país. Entende-se por sistema econômico o conjunto de relações básicas, técnicas e institucionais que caracterizam a organização econômica de uma sociedade. Essas relações condicionam o sentido geral das decisões fundamentais tomadas em toda a sociedade e os ramos predominantes de sua atividade.

9 SISTEMAS ECONÔMICOS Conjunto de doutrinas e teorias aplicadas com vistas à orientação filosófica e prática de um povo ou de uma nação.

10 REGIME ECONÔMICO Conjunto de leis, decretos e normas que regem as relações econômicas numa sociedade.

11 ESTRUTURA ECONÔMICA Proporcionalidade entre os elementos de um sistema objetivando o equilíbrio econômico. Classificação: economia fechada, economia artesanal, economia capitalista, economia coletivista, economia corporativa. Economia Aberta: Empresas + famílias + Governo + Resto do Mundo. Resto do mundo = importações Exportações

12 FUNCIONAMENTO Arrecadação Governo: Gastos e financiamento dos gastos= Emissão Necessidades coletivas= Empréstimos

13 EMPRESAS FAMILIAS BENS DE SERVIÇO Pagamento pela compra de bens de serviço = Fluxo real FATORES DE PRODUÇÃO Pagamento pelo uso de produção = FLUXO NOMINAL

14 AGENTES ECONÔMICOS Os agentes econômicos fundamentais são: as unidades familiares, as empresas e o setor público. As funções das unidades familiares consistem, por um lado, em consumir bens e serviços e, por outro vender seus recursos (trabalho e capital) nos mercados de fatores.

15 EMPRESAS/SETOR PÚBLICO As empresas realizam duas funções básicas: elaboram bens e os vendem; e empregam recursos no mercado de fatores. Realizam essas ações tentando maximizar seus lucros. O setor público estabelece o marco jurídico - institucional e é o responsável pela política econômica, e busca a satisfação das necessidades coletivas. Em determinados aspectos, atua também como um empresário, especialmente no caso dos bens públicos.

16 PROBLEMA ECONÔMICO CENTRAL (EQUAÇÃO FUNDAMENTAL DE CIÊNCIA ECONÔMICA) O QUÊ COMO PARA QUEM IDEAL

17 O QUÊ ( QUANTO ) PRODUZIR Determinação do bem a ser produzido (quantidade), visando a satisfação das necessidades da população. Utilização dos recursos produtivos existentes. Adoção da opção lógica = mercado (Lei da oferta e da procura).

18 COMO PRODUZIR Processo de produção mais adequado. Melhor nível tecnológico (eficiência). Ótima alocação de recursos de acordo com a região.

19 PARA QUEM PPRODUZIR Eficiência distributiva. Renda. Resposta adequada : Mercado

20 Apartir das questões levantadas anteriormente, criou-se o MARKETING Marketing: Mudar o conceito de vender o que se produz, para produzir o que se vende. Marketing – geração de novas necessidades. “Civilizar significa criar novas necessidades”.

21 PREÇO Define quantidade produzida, qualidade, canal de distribuição, serviço pós-venda,... localização, estacionamento, serviços complementares,... Produto Promoção: (ou PRAÇA) Publicidade: PREÇO PRODUTO PROMOÇÃOPUBLICIDADE

22 ESCOLAS E DOUTRINAS ECONOMICAS Antiguidade (.../496 d.C. – queda do Império romano). Pensamento econômico disperso, sem unidade. Fragmentárias apreciações sobre fatos econômicos, sem visão de conjunto. Fatos econômicos adstritos a outras ciências (Política, filosofia, Moral, Direito,...) Era dos filósofos-políticos universais: Platão, Aristóteles e Xenofonte na Grécia; Catão, Varrão, Columela e Paládio no Império Romano.

23 Antiguidade Na Grécia, Platão dedicou-se à planificação de um Estado Ideal, no qual seriam evitadas as instituições decadentes e as injustiças sociais então existentes. Aristóteles desenvolveu diversas idéias sobre o Estado, discutiu a usura e os salários, o intercâmbio e a aquisição, o valor e a formação da riqueza. Xenofonte escreveu diversos ensaios sobre a agricultura e o sistema tributário. Trabalho considerado desprezível; escravidão vigorava com pleno assentimento dos mais brilhantes pensadores.

24 Predominava a idéia da preponderância do geral sobre o particular (o sacrifício do indivíduo à cidade, subordinando-se seus interesses individuais à segurança e prosperidade gerais), a igualdade (domina todas as manifestações teóricas e práticas do espírito grego) e o desprezo à riqueza (num país onde os meios de subsistência são limitados, é impossível alguém enriquecer senão à custa das perdas de outrem). Esse espírito trouxe a conseqüência de impedir o desenvolvimento da riqueza: nesse sentido, é essencialmente antieconômico. Antiguidade

25 Em Roma os pensadores dedicaram-se mais ao Direito, e suas contribuições ao terreno da economia prendem-se à observação das atividades agrícolas. Catão condenou as grandes propriedades e propôs novos sistemas para repartição de terras; Varrão sugeriu o retorno aos campos, “como meio de evitar o empobrecimento das massas e do Estado”. Columela e Paládio preocuparam-se com o declínio da atividade agrícola e aconselharam a diversificação da produção. ANTIGUIDADE

26 IDADE MÉDIA (496/1453) – Queda de Constantinopla. Obscurantismo. Igreja domina o pensamento econômico. Desaparece a economia antiga e o feudalismo, então na sua plenitude, criando o fracionamento político e a fragmentação econômica. Substituição das relações políticas entre Estado e cidadãos pela vinculação pessoal entre senhores e vassalos.

27 IDADE MÉDIA ( 2 grandes períodos) 1) Séc. V a XI – Feudalismo: servos e senhores feudais. Produção quase exclusivamente rural. Artesanato apenas para consumo local. Comércio – papel secundário. Moedas – circulação restrita. Meios jurídicos de troca: rudimentares. Vias de comunicação precárias, quase inexistentes. Trabalho visava apenas o sustento. Sentimento religioso: freio ao ganho excedente.

28 2) Séc. XI a XV – Igreja imprime moderação ao lucro; reconhece dignidade do trabalho; condena ociosidade. Estabelece princípio de equilíbrio: Justo lucro, justo salário, justa troca. Servos passam a arrendatários. O comércio se estende, tornando-se inter- regional com o surgimento das feiras (Flandres, Champagne e Beaucaire) que exigem meios jurídicos de troca mais estáveis e em maior número: a moeda e o crédito tornam-se necessários. Origem do capitalismo comercial moderno.

29 2- cont. Incremento ao artesanato; diversificação das profissões. Início das corporações de ofício (“sindicatos”). Desenvolvimento da burguesia; incremento das trocas. Surgimento do sistema bancário. Autores: Orèsme (Breve Tratado da Primeira Função das Moedas e das suas Causas e Espécies (1336) é a primeira obra escrita sobre questões puramente monetárias); São Tomás de Aquino (comércio, usura e salário); Antonino de Florença (salário).

30 MERCANTILISMO Época das grandes navegações. Renascimento – conhecimento leigo. Absolutismo. Interferência da Igreja decai. Renovação dos conceitos de lucro e riqueza. Nacionalismo econômico: subordinação dos interesses do Indivíduo aos da coletividade; intervenção do Estado em todos os domínios, principalmente na regulamentação das transações comerciais internacionais: balança comercial deveria ser sempre positiva - estimulo à exportação e restrição às importações.

31 MERCANTILISMO Metalismo econômico: pensamento de que quanto maior a quantidade de ouro e prata que um país possuísse, mais rico e poderoso ele seria. Concepção de que o ouro e a prata eram essenciais para a realização da riqueza dos Estados. Artesanato urbano, regimes corporativos e organizações feudais deram lugar a supremacia do Estado.

32 MERCANTILISMO Agricultura relegada a segundo plano. Principal erro do Mercantilismo: prosperidade do Estado, em detrimento dos indivíduos. Início do Sé. 18: política econômica começa a ser desmistificada (fome). Pensadores: Olivares (Portugal), Thomas Munn (Inglaterra), Jean Bodin e Jean Baptiste Colbert (França).

33 LIBERALISMO Crença em mecanismos auto- regulamentadores da Economia. 2 correntes de pensamento: Escola Fisiocrata Escola Clássica

34 ESCOLA FISIOCRATA Formada por um grupo de economistas franceses do século XVIII que combateu as idéias mercantilistas e formulou, pela primeira vez, de maneira sistemática e lógica, uma teoria do liberalismo econômico. A primeira escola científica de Economia formou-se na França em meados do século XVIII, como resultado de condições políticas e econômicas intoleráveis, ocasionadas por muitos anos de guerra e extravagância.

35 A escola fisiocrata Transferiu o centro da análise do âmbito do comércio para a produção, criaram a noção de produto líquido: somente a terra ou a natureza é capaz de realmente produzir algo novo (só a terra multiplica, por exemplo, um grão de trigo em muitos outros grãos de trigo). As demais atividades, como a indústria e o comércio, embora necessárias, não fazem mais que transformar ou transportar os produtos da terra (daí a condenação ao mercantilismo que estimulava essas atividades em detrimento da agricultura).

36 OS FSIOCRATAS dividiam a sociedade em 03 classes: os produtores (agricultores), os proprietários de terra (a nobreza e o clero) e as classes estéreis (os demais cidadãos). Descobriram que existe uma circulação da renda entre essas três classes: os agricultores e proprietários compram produtos e serviços dos demais grupos, que depois fazem retornar essa renda comprando produtos agrícolas (o que é exposto no Tableau Économique de Quesnay). Achavam que isso corresponde a uma ordem natural regida por leis imutáveis como as leis físicas: toda intervenção do estado é condenável quando não se limita a garantir essa ordem.

37 Os fisiocratas defenderam a mais ampla liberdade econômica (contra as barreiras feudais, ainda imperantes na época, e o intervencionismo mercantilista) e lançaram a célebre máxima do liberalismo: laissez-faire, laissez-passer (deixar fazer, deixar passar). Propuseram a supressão de todas as taxas, com sua substituição por um imposto único incidindo sobre a propriedade, já que esta seria a única fonte de riqueza e os proprietários apenas se apropriariam da renda sem contribuir para o aumento do produto líquido, enquanto os agricultores, os comerciantes e os artesãos deveriam facilitar a circulação da renda. Para manter essa ordem natural, o estado deveria assumir o papel exclusivo de guardião da propriedade e garantidor da liberdade econômica.

38 Os fisiocratas chegaram à conclusão de que o produto líquido devia e podia fornecer as rendas necessárias; portanto, propuseram o impôt unique ou imposto único sobre o verdadeiro produto líquido. Os fisiocratas estavam objetivamente empenhados em promover reformas não apenas econômicas, mas também políticas e sociais. Principal erro da Fisiocracia: Falsa noção de produção: Capitalismo industrial emergente e a revolução econômica que daí adviria não poderiam ser chamadas de “estéril”. Pensadores: François Quesnay, Turgot, Mirabeau e Du Pont de Nemours, entre outros. Os fisiocratas estavam objetivamente empenhados em promover reformas não apenas econômicas, mas também políticas e sociais. Principal erro da Fisiocracia: Falsa noção de produção: Capitalismo industrial emergente e a revolução econômica que daí adviria não poderiam ser chamadas de “estéril”. Pensadores: François Quesnay, Turgot, Mirabeau e Du Pont de Nemours, entre outros.

39 Escola Clássica Oposição ao mercantilismo. Preocupação em elevar o nível de vida da população (Humanismo Renascentista). Base para o moderno capitalismo. Prega a liberdade de empresa (preços, produção, mercados,...)

40 Escola Clássica A escola clássica propriamente dita consiste de uma corrente científico- econômica iniciada com Adam Smith, continuada particularmente com Malthus e Ricardo e completada, em 1848, por Stuart Mill e seus “Princípios de Economia Política”.

41 Adam Smith publica em 1776 a “Riqueza das Nações”, que constitui um marco na história da economia política: a preposição segundo a qual o produto do trabalho se reparte por entre um número maior ou menor de consumidores é que torna uma nação mais ou menos rica, e a eficácia do trabalho nas nações provém da divisão do trabalho. Escola Clássica

42 O liberalismo econômico acredita que o interesse individual coincide com o interesse geral. Na prática, deixa a plena liberdade de ação aos interesses privados. Para se produzir em abundância, é indispensável ter mercados suficientes á disposição: a produção de uma nação depende da extensão de seus mercados. A política mais favorável à ampliação dos mercados é a da liberdade do comércio. Escola Clássica

43 SURGE - MALTHUS A teoria da população de Malthus - diferença existente entre a taxa de crescimento da população e a dos meios de subsistência. Malthus afirma que a população aumenta numa progressão geométrica enquanto os meios de subsistência crescem numa progressão aritmética. O desenvolvimento processado de acordo com essas progressões conduzirá inevitavelmente à catástrofe. E a limitação voluntária da natalidade seria o meio mais eficaz de combater essa catástrofe. Mas na realidade, graças a uma população numerosa, a concentração da produção pode ser levada ao máximo, com redução do preço de custo: cresce, assim, o consumo e, em conseqüência, também a produção.

44 TAXAÇÃO Ricardo publica “Principles of political Economy and taxation”, discutindo o conflito entre os interesses das indústrias e os da agricultura. Para poder competir nos mercados exteriores seria necessário às indústrias britânicas reduzir o preço de venda e, portanto, o custo de produção. E o preço dos produtos agrícolas não deixaria de subir devido a impiedosa necessidade de, sob a pressão demográfica, se cultivarem terras cuja fertilidade é cada vez menor e de se lhes incorporar mais trabalho e capital.

45 TAXAÇÃO Em face do problema do antagonismo existente entre a agricultura e a indústria, com o qual se defronta a política de seu tempo ia em auxílio da tese industrialista, com prejuízo daquela defendida pelos proprietários territoriais. Com base nessa teoria, propunha Ricardo a adoção de uma política econômica tendente, nesse campo, à supressão das taxas sobre a importação de cereais. Porém a teoria da renda, de Ricardo apresenta uma deficiência no plano puramente científico, ele desconsiderou o fator procura, para considerar somente a oferta, isto é, o custo de produção.

46 Stuart Mill - Solução Mostra ser perfeitamente possível produzir uma renda da terra, afora a hipótese de diferença de fertilidade. Sobre muitos pontos ele se aproxima do socialismo. Opina pelo confisco da renda de monopólio nas cidades, mediante a imposição de um tributo, onerando as sobrevalias imobiliárias. O conceito de renda passa a abranger o vasto quadro da produção, aplicando-se a todos os seus fatores.

47 Stuart Mill elucidou e aperfeiçoou as doutrina e teorias da Escola Clássica inglesa. Ele introduziu uma nova ordem de preocupações, qual seja a busca da justiça social. Sua obra representa, assim, a transição da Escola Clássica ao socialismo e ao intervencionismo.. Ele introduziu uma nova ordem de preocupações, qual seja a busca da justiça social. Sua obra representa, assim, a transição da Escola Clássica ao socialismo e ao intervencionismo. “A sociedade pode submeter a distribuição da riqueza a regras que lhe parecem melhores.”

48 A obra de Stuart Mill apresenta um duplo característico que interessa à história das doutrinas: surge e se situa no ponto divisório de duas grandes correntes do pensamento econômico; a um tempo, constitui a expressão última da ciência clássica e contém em si o germe das idéias que se lhe oporão doravante; situa-se no momento exato em que duas correntes vão chocar-se violentamente nos fatos e na doutrina: 1848 – ano da publicação de sua obra “Princípios” - é o ano das revoluções européias e do “manifesto Comunista”, de Marx e Engels. CONCLUINDO

49 ESCOLA SOCIALISTA (SOCIALISMO) Segunda metade do Séc. 19. Publicação do “Manifesto Comunista” de Marx e Engels. Reação contra as doutrinas liberais e individualistas - Supressão da liberdade individual e propriedade privada - Controle dos meios de produção e propriedades pelo Estado - Condena classes sociais: sociedades igualitárias. Nivelamento de trabalhadores: salários, saúde, assistência social, escolas,...

50 PENSADORES do SOCIALISMO Karl Marx, Friderich Engels, Charles Fourier, Robert Owen, Henry George. Modalidades: Socialismo de Cátedra Socialismo Científico (Marx e Engels) Socialismo Utópico (Charles Fourier e Robert Owen) Socialismo de Estado Socialismo Agrário (Henry George) Socialismo Industrial Socialismo Evolutivo (Jean Jaures) Socialismo Corporativo Socialismo Sindical ou Sindicalismo Socialismo Guildista (variação do Corporativo) Doutrina Social

51 Keynesianismo Conjunto de doutrinas econômicas que derivam da obra de Keynes, que estabeleceu os princípios da macroeconomia e da presença do estado como agente econômico. Descrença no mecanismo auto-regulador da Economia (Mão invisível do mercado). Prega intervenção econômica estatal na condução da economia.

52 Recomendação de uso de políticas fiscais ativas e maior grau de intervenção do governo. Meio termo entre o liberalismo absoluto e o total controle do Estado. Na esfera da adoção de políticas econômica, os keynesianos são adeptos do controle ativo, por parte do governo, da demanda agregadas, através de medidas monetárias e fiscais. Em ambos os aspectos, o keynesianismo se opõe às diversas versões do monetarismo. Recomendação de uso de políticas fiscais ativas e maior grau de intervenção do governo. Meio termo entre o liberalismo absoluto e o total controle do Estado. Na esfera da adoção de políticas econômica, os keynesianos são adeptos do controle ativo, por parte do governo, da demanda agregadas, através de medidas monetárias e fiscais. Em ambos os aspectos, o keynesianismo se opõe às diversas versões do monetarismo.

53 NEOLIBERALISMO O liberalismo – ideologia da burguesia - foi responsável por reformas e revoluções que tiraram a economia do controle do Estado, pondo fim ao que ainda existia de mercantilismo. Em seu lugar passou a existir a liberdade de comprar e vender (livre concorrência de mercado) e o respeito ao direito do indivíduo de investir onde e como quiser.

54 Diretrizes e política econômica na fase de recessão: redução das despesas e do déficit público; congelamento dos salários; liberação de preços; restrições no crédito e elevação nas taxas de juro; desvalorização da moeda e liberalização do comércio exterior; Essas medidas costumam aparecer em contextos de inflação muito alta e crise na balança de pagamentos e geralmente integram o pacote de recomendações que o FMI exige aos países como condição a concessão de crédito.

55 Ideologia ou filosofia econômica Consiste em uma nova visão do mercado. No ponto de vista ideológico defende-se que o mercado assegura um aproveitamento pleno e eficiente dos recursos econômicos e também garante o crescimento mais acelerado da produção acrescentado num mercado livre de interferências grande estabilidade econômica e uma justa distribuição de renda.

56 O neoliberalismo nasceu logo depois da II Guerra Mundial na região da Europa e da América do Norte onde imperava o capitalismo. Foi uma reação teórica e política veemente contra o Estado Intervencionista e de bem-estar. Seu texto de origem é O Caminho da Servidão, de Friedrich Hayek escrito já em Trata-se de um ataque contra qualquer limitação dos mecanismos de mercado por parte do Estado, denunciadas como uma ameaça letal à liberdade, não somente econômica, mas também política.

57 ORIGEM Em 1947, Hayek e outros assistentes, adversários do europeu Estado de bem- estar e também inimigos do New Deal (novo acordo) americano, que compartilhavam de sua ideologia formaram, na Suíça, a Sociedade de Mont Pélerin, uma espécie de franco-maçonaria neoliberal, altamente dedicada e organizada com reuniões internacionais a cada dois anos.

58 Finalidade Seu propósito era combater o keynesianismo e o solidarismo reinantes e preparar as bases de um outro tipo de capitalismo, duro e livre de regras para o futuro. Hayek e seus companheiros afirmavam que o novo igualitarismo, promovido pelo Estado de bem-estar destruía a liberdade dos cidadãos e a vitalidade da concorrência, da qual dependia a prosperidade de todos. Argumentavam também que a desigualdade era um valor positivo, pois disso precisavam as sociedades ocidentais.

59 Com a crise do modelo econômico do pós-guerra, em 1973, quando o capitalismo avançado caiu em recessão, as idéias neoliberais passaram a ganhar terreno. Para Hayek as raízes da crise estavam localizadas no poder excessivo e nefasto dos sindicatos e do movimento operário, que haviam corroído as bases de acumulação capitalista com suas pressões reivindicativas sobre os salários e com sua pressão parasitária para que o Estado aumentasse cada vez mais os gastos sociais. Esses dois processos destruíram os níveis necessários de lucros das empresas e desencadearam processos inflacionários que não podiam deixar de terminar numa crise generalizada das economias de mercado. Com a crise do modelo econômico do pós-guerra, em 1973, quando o capitalismo avançado caiu em recessão, as idéias neoliberais passaram a ganhar terreno. Para Hayek as raízes da crise estavam localizadas no poder excessivo e nefasto dos sindicatos e do movimento operário, que haviam corroído as bases de acumulação capitalista com suas pressões reivindicativas sobre os salários e com sua pressão parasitária para que o Estado aumentasse cada vez mais os gastos sociais. Esses dois processos destruíram os níveis necessários de lucros das empresas e desencadearam processos inflacionários que não podiam deixar de terminar numa crise generalizada das economias de mercado.

60 O remédio Manter um Estado forte, em sua capacidade de romper o poder dos sindicatos e no controle do dinheiro, mas econômico em todos os gastos sociais e nas intervenções econômicas;

61 REMÉDIO A estabilidade monetária deveria ser a meta suprema de qualquer governo; Contenção de gastos com bem-estar Restauração da taxa “natural” de desemprego, ou seja, a criação de um exército de reserva de trabalho para quebrar os sindicatos; Reformas fiscais para incentivar os agentes econômicos, isto significava reduções de impostos sobre os rendimentos mais altos e sobre as rendas.

62 PLENITUDE Assim uma nova e saudável desigualdade iria voltar a dinamizar as economias avançadas e o crescimento voltaria quando a estabilidade monetária e os incentivos essenciais houvessem sido restituídos.

63 Em 1979, com Thatcher, a Inglaterra torna-se o primeiro país a implantar o regime neoliberal. Contraiu a emissão monetária, elevou as taxas de juros, baixou drasticamente os impostos sobre os rendimentos altos, aboliu controles sobre os fluxos financeiros, criou níveis de desemprego passivos, afastou greves, impôs nova legislação anti-sindical e cortou gastos sociais. Este pacote de medidas é o mais sistemático e ambicioso de todas as experiências neoliberais em países de capitalismo avançado. PLENITUDE

64 O NEOLIBERALISMO NO BRASIL O neoliberalismo traz uma nova realidade para o Brasil. A globalização, definida como crescimento do fluxo de comércio de bens e serviços e como o aumento do investimento internacional em níveis superiores aos do crescimento da produção teria levado ao aumento do grau de abertura das principais economias do mundo.

65 O NEOLIBERALISMO NO BRASIL Sendo assim o Brasil deveria ajustar-se a essa nova realidade, implementando políticas que aumentem o seu grau de abertura, para poder aproveitar os benefícios da globalização. O Brasil deve seu atraso para embarcar no “trem da história” ao viés protecionista de suas políticas.

66 O NEOLIBERALISMO NO BRASIL O Brasil só conseguirá inserir-se adequadamente ao novo contexto, se o programa neoliberal que ele propõe for implementado e mantido; ou ainda, desde que o Plano Real seja completado pelas tais reformas.

67 O NEOLIBERALISMO NO BRASIL Como pobreza e concentração de renda são sinônimos de baixa produtividade, o processo de substituição de importações, que caracterizou o desenvolvimento industrial de grande parte de nossa história econômica, levou à concentração de renda, uma vez que levou necessariamente à estagnação da taxa de crescimento da produtividade. Isto é evidente: uma economia que não é exposta à concorrência internacional não pode ter produtividade nem competitividade e, portanto, leva à concentração de renda e à pobreza.

68 O NEOLIBERALISMO NO BRASIL Uma proposta simples liga-se à concepção de desenvolvimento: deve-se superar a fase de substituição de importações, promovendo a abertura comercial, o que aumenta a concorrência e com ela a competitividade. Reduzem-se a pobreza e a concentração de renda.

69 Terceira Via = Novo Modelo Um dos acontecimentos que se destacaram no séc. XX foi a divisão do planeta em dois blocos: o comunista e o capitalista. Com a queda de Berlim e da União Soviética o modelo comunista acabou, o que não significa que a fórmula capitalista adotada tenha sido excelente, ao contrário, os problemas econômicos atuais demonstram o contrário: os países que adotaram o modelo do capitalismo globalizado estão encontrando dificuldades cada vez maiores para solucionar seus problemas.

70 Terceira Via O fracasso de ambos os modelos sugere algo novo, nem capitalismo, nem comunismo: uma nova via – a terceira – uma idéia onde os aspectos positivos de um e outro modelo fossem aproveitados. A Terceira Via é uma esquerda disfarçada de centro, com objetivo último da esquerda: uma sociedade igualitária.

71 Terceira Via Em alguns países da Europa como a Itália e a Suécia, a Terceira Via era entendida como um sistema misto, combinando planejamento central e instituições do mercado. Só que isso, segundo estudos, resultaria em desemprego, estagnação, caos financeiro.

72 A Terceira Via defendida por seus propugnadores é a social-democracia modernizada, chamada de “centro radical”. Radical porque não abandonou a política de solidariedade que foi defendida pela esquerda. Do Centro porque reconhece a necessidade de trabalhar alianças que proporcionem uma base para ações práticas. E de Direita, por que continua respeitando a propriedade privada.

73 OBJETIVOS da Terceira via Oa principais são: a reforma do Estado, a revitalização da sociedade civil, a criação de fórmulas paro o desenvolvimento sustentado e a preocupação com uma nova política internacional.

74 Regimes Políticos SOCIALISMO – Você tem duas vacas e dá uma para o seu vizinho COMUNISMO – Você tem duas vacas, o governo toma as duas e lhe dá o leite FASCISMO – Você tem duas vacas, o governo toma as duas e lhe vende o leite NAZISMO – Você tem duas vacas, governo toma as duas e mata você BUROCRACIA – Você tem duas vacas, o governo toma as duas, mata uma e joga o leite da outra no ralo CAPITALISMO – Você tem duas vacas, vende uma e compra um touro

75 APLICAÇÃO ECONÔMICA LEI DA OFERTA E DA PROCURA Procura = Demanda DEMANDA: A Demanda de determinado produto é determinada pelas várias quantidades que os consumidores estão dispostos e aptos a adquirir, em função de vários níveis possíveis de preços, em dado período de tempo.

76 Fatores Principais de DEMANDA Preço: é a variável mais importante para que o consumidor decida o quanto vai comprar do bem; Renda do Consumidor: embora o consumidor considere atrativo o preço do bem X, ele pode não ter renda suficiente para comprá-lo;

77 DEMANDA Preço de outros bens: substitutos ou sucedâneos (manteiga, margarina, requeijão cremoso, etc) Hábitos e gostos dos consumidores: embora as demais variáveis estejam adequadas, se o consumidor não estiver habituado ao consumo do bem, pode não adquiri-lo;

78 MATEMATICAMENTE Demanda do bem X, podemos adotar a seguinte expressão: Dx = f (Px, Y, Pz, H, etc) Onde: Dx = Demanda; f = "função de " Px = Preço do bem X Y= Renda do Consumidor Pz = Preço dos substitutos H = Hábitos e gostos dos consumidores

79 Para estudar o efeito na Demanda de uma mudança no valor de uma variável considerada isoladamente, recorre-se à hipótese de que tudo mais permanece constante. É uma curva descendente da esquerda para a direita, logo: A QUANTIDADE PROCURADA DO BEM X VARIA INVERSAMENTE AO COMPORTAMENTO DE SEU PREÇO, ou seja, se o preço do bem X aumentar, a sua quantidade demandada diminuirá e se o preço de X diminuir, a quantidade do bem aumentará ( Lei da Procura).

80 OFERTA A oferta de determinado produto é determinada pelas várias quantidades que os produtores estão dispostos e aptos a oferecer no mercado, em função de vários níveis possíveis de preços, em dado período de tempo.

81 Variáveis determinantes (principais): Preço: é a variável mais importante; Preço dos insumos, usados na produção: alterações nos níveis de preços de materia-prima, de energia, de combustíveis e outros insumos terão como consequência alterações na quantidade ofertada no mercado; Tecnologia: inovações tecnológicas que reduzem custos de produção ou propiciem maior volume de produção ao mesmo custo tornarão sua oferta mais abundante; Preços de outros bens: o agricultor, por ex., ao considerar quanto produzirá de milho, levará em conta preços de culturas alternativas. O mesmo é válido para uma indústria ( p.ex. dois tipos de parafusos, etc)

82 EQUILÍBRIO DE MERCADO A intersecção das curvas de Oferta e Demanda determinam o Preço de Equilíbrio, no mercado de concorrência perfeita. Este é definido como o Preço que iguala as quantidades demandadas pelos compradores e as quantidades ofertadas pelos vendedores, de tal modo que ambos os grupos fiquem satisfeitos.

83 ESTRUTURAS DE MERCADO 1)MONOPÓLIO: Caracteriza-se pela existência de um único vendedor. O monopólio pode ser legal ou técnico (de direito ou de fato).

84 Condições de monopólio a)Unicidade: Há apenas um vendedor, dominando inteiramente a oferta. O monopolista detém total poder para influenciar o mercado; b) Insubstitubilidade: O produto da empresa monopolista não tem substitutos próximos, similar ou sucedâneo;

85 Condições c) Barreira: A entrada de um novo concorrente no mercado monopolista é impossível (viscosidade de mercado). d) Poder: a expressão "poder de monopólio" é empregada para caracterizar a situação privilegiada em que se encontra o monopolista quanto às variáveis de mercado de "preço" e "quantidades". O poder é exercido sobre ambas, com objetivos diversos: manter a situação do monopólio, maximizar os lucros ou controlar reações públicas à situação monopolista.

86 Condições e) Extrapreço: Devido a seu pleno domínio sobre o mercado, os monopólios dificilmente recorrem a formas convencionais de mecanismos extrapreço, para estimular ou desestimular comportamentos de compradores. Quando os monopólios recorrem a expedientes extrapreço, os objetivos são mais de natureza institucional, ligados, por exemplo, à melhoria de imagem pública, do que econômicos. f) Opacidade: Os monopólios, são por definição, opacos (“caixas pretas”). O acesso a informação sobre fontes supridoras, processos de produção, níveis de oferta, resultados, etc, dificilmente são transparentes e abertos. Caracteriza-se por ser impenetrável.

87 ESTRUTURAS DE MERCADO 2) OLIGOPÓLIOS: É o mercado em que existe um pequeno número de vendedores ou em que, apesar de existir um grande número de vendedores, uma pequena parcela destes domina a maior parte do mercado Ex: indústria automobilística, indústria química de base, siderúrgica, de papel e celulose; Serviços bancários, indústria de eletrodomésticos.

88 ESTRUTURAS DE MERCADO 3) POLIPÓLIOS: É o mercado em que existe um grande número de vendedores de produtos iguais, semelhantes ou sucedâneos entre si. 4) MONOPSÔNIO: É o mercado em que há apenas um único comprador. Ex. Região em que há diversos produtores de leite e uma Cooperativa que compra seus produtos, que tem condições de impor o preço;

89 ESTRUTURAS DE MERCADO 5) OLIGOPSÔNIO: Existência de um pequeno número de compradores ou ainda em que, embora haja um grande número de compradores, uma pequena parte destes é responsável por uma parcela bastante expressiva das compras ocorridas no mercado. Ex: Indústria automobilística, constituída por um pequeno número de empresas, tem um poder oligopsolista em relação à indústria de auto-peças. 6) POLIPSÔNIO: Existência de um grande número de compradores de uma determinada linha de produtos no mercado. Mercado fluido.

90 ESTRUTURAS DE MERCADO 7) CONCORRÊNCIA Polipólio bilateral. Concorrência imperfeita. 8) CONCORRÊNCIA PERFEITA: Caracterizado pelos seguintes fatores: a) Grande número de pequenos vendedores e compradores: Cada um, individualmente, representa muito pouco no total do mercado (mercado atomizado) Cont...

91 b) O Produto transacionado é homogêneo: Todas as empresas participantes do mercado fabricam produtos rigorosamente iguais, que não se distinguem por qualidade, marca, rótulo, etc (produto padronizado). c) Mobilidade: Qualquer empresa pode entrar e sair do mercado a qualquer momento, sem qualquer restrição das demais concorrentes, tais como práticas desleais de preços, associações de produtores visando impedir a entrada de novas empresas, etc; A mão de obra e outros insumos utilizados na produção podem facilmente ser deslocados da fabricação de uma mercadoria para outra; cont...

92 d) Permeabilidade: Não há barreiras para entrada ou saída dos agentes que atuam ou querem atuar no mercado. Não há barreiras técnicas, financeiras, legais, emocionais ou qualquer outra; e) Transparência: Não há qualquer agente que detenha informações privilegiadas. Todos têm acesso e todos pactuam em igualdade de condições, de decisões dela decorrentes. Se, por exemplo, uma empresa obtiver uma inovação tecnológica no processo produtivo, as outras saberão deste fato imediatamente; Cont...

93 f) Preço-limite: Nenhum vendedor de produto ou recurso pode praticar preços acima daquele que está estabelecido no mercado, resultante da livre atuação das forças de oferta e procura. Em contrapartida nenhum comprador pode impor um preço abaixo do de equilíbrio. O Preço-limite é dado pelo mercado. Defini-se impessoalmente. Resulta das forças que nenhum agente é capaz de comandar. Como se percebe, o mercado de Concorrência Perfeita não é facilmente encontrado na prática. Os que mais se aproximam são os mercados de produtos agrícolas.

94 CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTCA: Trata-se de um mercado em que, apesar de haver um grande número de produtores, (e, portanto, ser um mercado concorrencial), cada um deles é como se fosse monopolista de seu produto, já que este é diferenciado dos demais. A diferenciação se dá por meio das características do mesmo, tais como: qualidade, marca (griffe), padrão de acabamento, assistência técnica, etc.

95 CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTCA: Características principais: a)Competibilidade: é elevado o número de concorrentes com capacidade de competição relativamente próximas; b) Diferenciação: O produto de cada concorrente apresenta particularidades capazes de distingui-los dos demais e de criar um mercado próprio para ele. Cont...

96 CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTCA: c) Substitutibilidade: Trata-se de um atributo que fica exatamente entre a insubstitutibilidade do monopólio puro e a plena homogeneidade da concorrência perfeita. A substituição não é perfeita. Ex. mercado de sêmen. Cada um possui características próprias e diferenciadas, porém a inseminação artificial da matriz pode ser feita por uma grande variedade, todos reprodutores de alta linhagem e alto valor genético.

97 CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTCA: d) Preço-prêmio: a capacidade de cada concorrente controlar o preço depende do grau de diferenciação percebido pelo comprador. Depende também de outros fatores, tais como: localização dos demais concorrentes, esforço mercadológico, capacidade de produção, disponibilidade do produto, etc.. A diferenciação, quando percebida e aceita, pode dar origem a um preço-prêmio, gerando resultados favoráveis e estimuladores. e) Baixas barreiras: Há relativa facilidade para ingressos de novas empresas no mercado. A diferenciação é praticamente a única dificuldade.

98 A CONCORRÊNCIA IMPERFEITA : Situação de mercado entre a concorrência perfeita e o monopólio absoluto. Corresponde à grande maioria das situações reais. Caracteriza-se pela possibilidade dos vendedores influenciarem a demanda e os preços por vários meios: diferenciação de produtos, publicidade, dumping, cartéis,...

99 ASSOCIAÇÃO E CONCENTRAÇÃO DE EMPRESAS ACORDO DE CAVALHEIROS CARTEL TRUSTE HOLDING

100 RECEITA Refere-se a soma de todos os valores recebidos por uma empresa num determinado período. É formada pelas vendas a vista, pela parcela recebida das vendas a crédito, pelos rendimentos de aplicações financeiras e por outros rendimentos. (Cash)

101 CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS: QUANTO À SUA INCIDÊNCIA NA PRODUÇÃO: A.Custos diretos: valores gastos na fabricação e comercialização do produto. Elementos que atuam diretamente na produção. Podem ser imediatamente apropriados a um só produto ou serviço. Ex.: Matéria prima. B. Custos indiretos: Remuneração dos elementos indispensáveis à produção, mas que não colaboraram diretamente no processo. Dependem de rateio para sua apropriação no Preço de Venda do produto ou serviço. Ex.: Salário do pessoal administrativo.

102 QUANTO AO VOLUME DE PRODUÇÃO: A.Custos fixos: Independem da quantidade produzida. Ocorrem quer a empresa esteja funcionando ou não. Também chamados de custos programados. B. Custos variáveis: Variam proporcionalmente à produção. Tem seu crescimento ou decréscimo condicionado ao volume produzido. CUSTOS TOTAIS -Somatória de todos os custos (fixos e variáveis) necessários à produção de um bem ou serviço. CUSTO MÉDIO -Custo total dividido pela quantidade produzida. Também chamado CUSTO UNITÁRIO.

103 IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO DOS CUSTOS 1) Estabelecimento do preço de venda. ( Σ de todos os custos + lucro) 2) Condições para enfrentar a concorrência (↓ custos). 3) Conhecimento do nível de lucratividade da Empresa. 4) Estabelecimento de metas. 5) Determinação do resultado operacional.

104 PONTO DE EQUILÍBRIO Ponto que define o volume de vendas (produção) em que uma empresa não ganha nem perde dinheiro: apenas cobre seus custos. Além deste ponto, a empresa começa a apresentar lucro; abaixo, sofre perdas.

105 PREÇO DE VENDA Contabilmente, o estabelecimento do preço de venda de um bem ou serviço se dá através da somatória do custo médio, acrescido da margem de lucro desejada e dos impostos incidentes sobre a produção e comercialização. Economicamente, sabe-se que é necessário analisar a quantidade que se deseja produzir e vender, o preço que a concorrência está praticando,...

106 SISTEMA MONETÁRIO ESCAMBO Trocas diretas em espécie Primitivo sistema de trocas, sem intervenção de moeda ou sistema monetário. Sistema monetário inexistente ou não desenvolvido. Inconvenientes: Dificuldade em encontrar produtores com necessidades opostas. Desacordo sobre relação de valor. Desacordo sobre qualidade. Diversidade em quantidades necessárias. Variedade de ofertas.

107 MOEDA Algo geralmente aceito em troca de B/S. Imperfeição do sistema de trocas. A princípio mercadorias-moeda: raras e necessárias. Difícil operacionalização e praticidade: indivisíveis diferença na qualidade perecíveis transporte

108 METALISMO (só pode adquirir valor o que tem valor) Agentes monetários preferenciais; aceitação universal: raros estáveis fracionáveis homogêneos Problema: pesagem - balança sensível – cunhagem – recunhagem - inflação (teoria quantitativa). Entalhes visavam diminuir fraudes. Cédulas: escassez de metais preciosos.

109 FUNÇÕES DA MOEDA: facilitador das trocas instrumento geral de pagamentos (liquidez) denominador comum de valores reserva

110 TIPOS DE MOEDA: Moeda metálica: ouro e prata (mercadoria) divisionária (troco) Moeda fiduciária: Papel moeda (inconversível, curso forçado) Moeda papel (conversível) Moeda escritural (bancária) Cheque (curso livre): representante de depósito à vista Cartão de crédito (curso livre): crédito

111 VALOR DA MOEDA: Poder aquisitivo. QUASE-MOEDA Haveres não monetários, de alto índice de liquidez, negociabilidade, rentabilidade, segurança. Substitutos muito próximos da moeda. Depósitos em caderneta de poupança Depósitos em CBB, RDB,... Letras de câmbio Letras Financeiras do Tesouro,...

112 POLÍTICA MONETÁRIA É um conjunto de medidas adotadas pelo governo visando a adequar os meios de pagamento disponíveis às necessidades da economia do país. Na maior parte dos países, o principal órgão executor da política monetária é o Banco Central, encarregado da emissão de moeda, da regulação do crédito, da manutenção do padrão monetário e do controle de câmbio.

113 Crédito Podem ser adotadas medidas restritivas ou práticas seletivas. As restritivas ocorrem em períodos de elevada inflação ou crise no balanço de pagamentos. Consiste na fixação dos limites de crédito bancário e na redução dos prazos de pagamento dos empréstimos. As seletivas visam direcionar o crédito para as atividades mais rentáveis e produtivas da economia. No Brasil e em outros países, a política monetária constitui atualmente um instrumento de combate aos surtos inflacionários.

114 A Política Monetária pode recorrer a diversas técnicas de intervenção, controlando a taxa de juros por meio da fixação das taxas de redesconto cobradas dos títulos apresentados pelos bancos, regulando as operações de open market ou impondo aos bancos o sistema de reservas obrigatórias para garantir a liquidez do sistema bancário. Em relação ao crédito, podem ser adotadas medidas restritivas ou práticas seletivas.

115 Restritivas: ocorrem em períodos de elevada inflação ou crise no balanço de pagamentos. Consiste na fixação dos limites de crédito bancário e na redução dos prazos de pagamento dos empréstimos. Seletivas: visam direcionar o crédito para as atividades mais rentáveis e produtivas da economia.

116 CRÉDITO (credere - confiar) Antecipação do poder aquisitivo. CRÉDITO É a troca de uma quantia presente por uma quantia futura: é um empréstimo de moedas ou mercadorias.

117 CRÉDITO O crédito que alguém ou uma instituição outorga a uma pessoa, permite adiar o cumprimento de uma obrigação ou transação para oportunidade posterior. Há diversos tipos de créditos, de diferentes pontos de vista. Crédito Público: proporcionado pelo Estado e empresas públicas. Crédito Privado: originado nas pessoas e nas instituições privadas.

118 CRÉDITO Quando o Estado apela para o crédito, aumenta a dívida pública – que pode ser interna ou externa. Conforme o prazo concedido para o cumprimento da obrigação, o crédito pode ser a curto, médio ou longo prazo. No Brasil, considera-se curto prazo o que não passa de um ano (30, 60 ou 90 dias são os mais usuais) e longo o que se excede 5 anos.

119 IMPORTÂNCIA DO CRÉDITO Em toda economia de trocas, o crédito ocupa um lugar proeminente no desenvolvimento econômico. Os bancos são as mais importantes instituições creditícias, e podem ser: estatais, particulares ou mistos, organizando-se como sociedades anônimas, salvo os estatais e particulares. O Estado concede a um deles a faculdade de emitir papel-moeda, o qual passa a chamar-se “privilegiado”. No Brasil o banco privilegiado é o Banco Central. As operações mais comuns de um banco são os depósitos, que, podem ser a prazo, quando é determinada uma data para o dinheiro ser retirado, e em custódia, que são feitos para guardar dinheiro.

120 Taxa de Câmbio: Preço de uma moeda expressa em outra. Mecanismos: Taxa de câmbio flexível: Sem intervenção do Banco Central. Determinada pela oferta e demanda. Taxa de câmbio fixa: rigidamente determinadas pelo Banco Central. Taxa de câmbio administrada: (ajustada) flutua dentro de um limite pré-estabelecido pelo Banco Central, de acordo com a política econômica (de exportações/importações) do país. (chamado de flutuação suja). Cassel: A taxa de câmbio exprime que o andamento médio do curso de câmbio é resultante da relação entre o nível de preços internos dos mercados que se defrontam

121 POLÍTICA CAMBIAL Representa uma série de medidas no sentido de resguardar o valor externo da moeda de um país. O câmbio representa a troca de moedas entre países. Essa troca de dinheiro de um país por quantia equivalente em dinheiro de outro país tem por objetivo liquidar as dívidas de um país com outro, sem interferência da moeda.

122 POLÍTICA CAMBIAL Nos últimos 60 anos a política cambial brasileira sofreu constantes alterações, com conflitos como as guerras do Vietnã e Coréia, após a segunda guerra mundial, as normas protecionistas ressurgindo no mercado mundial, os subsídios à agricultura nos países europeus e inúmeras outras causas a somarem-se, em prejuízo à economias emergentes, como no caso do aumento do petróleo dos Emirados Árabes. O sistema bancário brasileiro é o da centralização que se processa por intermédio das diretivas do banco central. A emissão é procedida pelo tesouro nacional, por intermédio da casa da moeda.

123 POLÍTICA FISCAL A política fiscal: integram a política fiscal os programas de governo relacionados com a compra de bens e serviço, o gasto de transferências e a quantidade e o tipo de impostos. As decisões do governo que se referem ao gasto público e aos impostos constituem a política fiscal.

124 RECEITAS PÚBLICAS São as receitas do Estado obtidas basicamente por meio dos impostos. Os impostos são as receitas públicas criadas por lei e de cumprimento obrigatório para os sujeitos contemplados por ela. O mesmo ocorre com o gasto público, o governo pode atuar sobre a economia utilizando os impostos.

125 ORÇAMENTO PÚBLICO Se as receitas públicas superam o gastos públicos, haverá um superávit orçamentário. Pelo contrário, haverá um déficit orçamentário quando as receitas públicas forem menores que os gastos públicos. O orçamento estará equilibrado quando a receita pública for igual ao gasto público.

126 AUTORIDADES MONETÁRIAS Conselho Monetário Nacional Órgão normativo do sistema financeiro nacional, criado na reformulação do sistema em 64, pela lei É presidido pelo Ministro da Fazenda, sendo o Ministro do Planejamento o vice. Este órgão se reúne no Ministério da Fazenda, em Brasília. Suas decisões geram resoluções que são publicadas. Tais resoluções já ultrapassam 2000, desde sua criação.

127 Banco Central do Brasil Órgão executivo, criado pela lei 4595 de 31/12/64, ocupante das funções da antiga SUMOC ( superintendência da moeda e do crédito ). Seus principais objetivos são o controle monetário ( inflação ), equilíbrio do Balanço de Pagamentos e estímulo da economia nacional. O presidente do Banco Central é escolhido pelo presidente do Brasil, e deve ser sabatinado pelo senado federal, para que possa ocupar o cargo.

128 FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL Criado em 1944, pelo Acordo de Bretton Woods, é o organismo financeiro da Organização das Nações Unidas-ONU, com sede em Washington-EUA, para corrigir desequilíbrios no balanço de pagamentos dos países-membros que possam comprometer o equilíbrio do sistema econômico internacional. Geralmente, o auxílio do FMI incorre em medidas econômicas ortodoxas de equalização fiscal e cortes de gastos públicos.

129 INFLAÇÃO Excesso de procura de bens e serviços sobre a oferta, aos preços correntes. É fenômeno da alta constante do nível geral de preços. Principal característica da inflação: processo depreciativo da moeda ou a elevação incontida da sua quantidade em circulação.

130 TIPOS DE INFLAÇÃO •Inflação de custos •decorrente do aumento dos custos relacionados com a oferta de bens e serviços: •aumento do preço da matéria-prima •aumento do custo da mão-de-obra •aumento da margem de lucro •inflação de demanda • provocada por um aumento de demanda, sem o conseqüente aumento da oferta • aumento de oferta monetária (Teoria monetarista) • por redução da oferta de bens e serviços, a uma demanda constante •inflação mista (custos-demanda) •num segundo momento, a inflação de demanda acaba por transformar-se em inflação de custos, eis que não existe bem ou serviço que não se preste à transformação.

131 ABORDAGENS INFLACIONÁRIAS •inercialista • inflação presente resulta da inflação passada • mecanismos de controle acabam retroalimentando o processo • vincula-se a causas circunstanciais •estruturalista •raízes estruturais •inelasticidade da oferta de produtos agrícolas •desequilíbrio crônico das contas externas •má distribuição da riqueza e da renda •rigidez dos orçamentos públicos • descontrole da política econômica.

132 Causas externas da inflação: política tributária, gastos públicos vegetativos, balanço de pagamentos deficitário, saldos na balança de pagamentos não-aproveitados. DEFLAÇÃO Conjunto de medidas objetivando a normalidade do nível geral de preços. São medidas corretivas que devem ser aplicadas com muita cautela. Com a adoção de processos deflacionários, procura- se um retorno à estabilidade econômica e financeira rompida com a inflação, porém a política deflacionária pode gerar ciclos recessivos mais prejudiciais do que os inflacionários.

133 INFLAÇÃO NO BRASIL Não deve ser analisada apenas do aspecto monetário, pois ela também nasce, evolui e persiste por causas e efeitos de natureza social, política e econômica.

134 COMÉRCIO INTERNACIONAL Auto-suficiência: não existe (economias fechadas). Mercantilismo: Produção essencialmente voltada à exportação, não ao Comércio Internacional. Fisiocratas: “Lassez faire, lassez passer.” Conseqüência da diferentes dotação dos fatores de produção pelo planeta. Ex.: Maior produtor mundial de petróleo: Arábia Saudita. 100% das exportações são de petróleo. Importação: Complementação da produção de cada economia, buscando o equilíbrio geral. Exportação: Pagamento das importações e escoamento do excedente da produção.

135 BALANÇA COMERCIAL Resulta das transações comerciais (visíveis) entre países. E – I = + Superávit comercial E – I = - Déficit comercial => empréstimos compensatórios => dívida externa BALANÇO DE PAGAMENTOS: resultado de todas as transações internacionais entre países. Tendência atual e futura: Formação de blocos comerciais entre países pares (com situação econômico-produtiva semelhante), com tratados de preferência comercial, livre câmbio (comércio internacional sem entraves legais ou aduaneiros) e LIVRE CIRCULAÇÃO DE FATORES. Ex.: C.E.E., Mercosul.

136 Vantagens do Comércio Internacional: - Expansão do mercado - Especialização (Teoria das vantagens comparativas) - Diminuição de custos por economia de escala - Atualização tecnológica (cria condições para o crescimento). - Aumento do volume de empregos (Aumento da renda). -Equilíbrio geral. Desvantagens do Comércio Internacional: (países pobres). - Produção para exportação (não de acordo com a vocação produtiva). - Manutenção de baixos salários para não prejudicar exportações. - Renúncia fiscal. - Países pobres: venda de Matéria Prima e semi-elaborados para pagamento de importações. - Déficit constante: compra de produtos caros e vendas de produtos baratos. - Falta interna de produtos.

137 MECANISMOS DE PROTEÇAO DO MERCADO INTERNO: (Protecionismo) Barreiras alfandegárias: taxas de importação (tarifas aduaneiras) e estabelecimento de cotas máximas. Utilizado principalmente por países subdesenvolvidos. Barreiras qualitativas: regulamentação qualitativa, sanitárias ou de defesa do consumidor, muito mais minuciosas que para o produto nacional. Países desenvolvidos – Alemanha – normas DIN. Barreiras psicológicas ou mentais: formação de mentalidade que privilegie o produto interno : Chauvinismo ou Xenofobia.

138 DESENVOLVIMENTO E SUBDESENVOLVIMENTO CRESCIMENTO ECONÔMICO Aumento da produção, decorrente do aumento da capacidade produtiva. Causas: Aumento dos fatores de produção Mudanças tecnológicas Mudanças de organização Aumento da produtividade Crescimento sustentável gera desenvolvimento.

139 DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Processo de mudança (melhoria) social de uma região, gerado por mecanismo endógeno (sustentável) de crescimento econômico. causas: maior industrialização / primário mudanças nos setores de renda | secundário Aumento da renda per capita \ terciário Crescimento baseado em fatores exógenos: Instável e dependente: cessando a causa, cessa o crescimento.

140 CARACTERÍSTICAS DAS NAÇÕES DESENVOLVIDAS -alta renda per capita -assistência e previdência social desenvolvidos -poupança aplicada em bens duráveis e bens de capital -industrialização setor predominante da produção: secundário excedente econômico

141 SUBDESENVOLVIMENTO Não é um processo, mas um estágio. -Atividade predominante: primária industrialização escassa -latifúndios – aristocracia rural baixa renda per capita / má distribuição da renda -baixo consumo de Kw. -insuficiência alimentar -alta taxa de natalidade -alta taxa de mortalidade infantil -analfabetismo -dependência econômica ao estrangeiro

142 CAUSAS DAS DISPARIDADES ECONÔMICAS E SOCIAIS NATURAIS: Desigual dotação de recursos naturais Clima HUMANAS: Diferentes padrões de colonização e cultural / “religião” -Taxas históricas de acumulação de capital -Desiguais índices de densidade demográfica e capacitação profissional -Concentração geográfica do desenvolvimento industrial

143 I.D.H. Índice de Desenvolvimento Humano Indicador elaborado pela ONU, para medir a qualidade de vida dos países. Compara: renda / PIB per capita ajustado Saúde Educação

144 ÍNDICES MACROECONÔMICOS (estimativas) PRODUTO (OUT—PUT) : Valor monetário de todos os bens e serviços resultantes da atividade econômica realizada num determinado período. RENDA: Valor de todos os pagamentos feitos aos fatores de produção para a obtenção do PRODUTO. PRODUTO NACIONAL BRUTO: Valor monetário da produção nacional, num determinado período, incluindo investimentos. PRODUTO NACIONAL LIQUIDO: P.N.B, - depreciação. RENDA NACIONAL: Valor das remunerações pagas a todos os fatores empregados no processamento das atividades econômicas da produção. (salários + lucros + Juros + aluguéis) RN. = P.N.L. - impostos indiretos + subsídios = P.N.L. ao custo dos fatores RENDA PESSOAL: R.N.- pagamentos de transferência RENDA PESSOAL DISPONÍVEL : R.P. - impostos diretos = Renda a disposição para consumo e poupança. PRODUTO INTERNO BRUTO: Valor monetário dos bens e serviços realizados dentro das fronteiras geográficas de um pais, num determinado período ≠ entre P.I.B. e P.N.B. = Renda Líquida do exterior RENDA PER CAPITA

145 TRABALHO Fator ativo da produção. Atividade humana, física ou intelectual, voluntária, consciente, remunerada, encaminhada a produção de bens e serviços ou troca. Pode ser: qualificado; não qualificado; especializado Quando há excedente de mão de obra, as pessoas buscam se qualificar e depois especializar para conseguir uma melhor remuneração.

146 TAXA DE OCUPAÇÃO população economicamente mobilizável – número de pessoas que podem trabalhar em determinado país. No Brasil, entre 16 e 65 anos. população economicamente ativa – toda pessoa, dentro da faixa etária produtiva, que não esteja impedida de trabalhar. (estudante integral, dona de casa, réu cumprindo pena, etc). população ocupada – os que estão empregados, indivíduos que exercem algum tipo de atividade remunerada. No Brasil, 66 milhões. Taxa de ocupação = p.o / n No Brasil = / = 43%

147 DESEMPREGO Parcela da PEA que quer trabalhar e não encontra emprego. tipos de desemprego involuntário: conjuntural: gerado pela conjuntura da época. cíclico: crescimento e recessão, estrutural: faz parte da região (NE) tecnológico: entre a qualificação exigida e a mão de obra desocupada friccional: atrito entre a procura por profissionais (vagas abertas) e os desempregados normal: busca de emprego melhor pelo trabalhador sazonal: empregos de época (papai noel, bóia-fria, etc) Subemprego?

148 FIM


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