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Aritmética de Números Cardinais André Vitor de Almeida Palmares (avap) Rodrigo Alves Costa (rac2)

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Apresentação em tema: "Aritmética de Números Cardinais André Vitor de Almeida Palmares (avap) Rodrigo Alves Costa (rac2)"— Transcrição da apresentação:

1 Aritmética de Números Cardinais André Vitor de Almeida Palmares (avap) Rodrigo Alves Costa (rac2)

2 Somas infinitas e produtos de números cardinais No cap 5, vimos operações aritméticas em números cardinais. É razoável generalizar estas operações e definir somas e produtos de números cardinais. É natural esperar que: Ou, de maneira mais geral: A soma de dois números cardinais e foi definida como a cardinalidade de, sendo e conjuntos disjuntos tais que e Assim, é possível generalizar a definição de soma da maneira a seguir.

3 Definição: seja um sistema de conjuntos mutuamente disjuntos, e seja para todo. Podemos definir a soma de por A definição de usa conjuntos particulares. No caso finito, quando e, mostramos que a escolha de e é irrelevante. Provamos que se é um outro par de conjuntos disjuntos tais que então Somas infinitas e produtos de números cardinais

4 Em geral, é necessário usar o Axioma da Escolha para provar o lema correspondente a somas infinitas. Sem o Axioma da Escolha, não é possível excluir a possibilidade a seguir: podem existir dois sistemas de conjuntos mutualmente disjuntos tais que cada e cada possua dois elementos, mas que não seja equipotente a … Por causa disso, e devido ao fato de muitas considerações a seguir dependem do Axioma da Escolha, o mesmo será usado sem que isto seja sempre explicitado. Lema: se e são sistemas de conjuntos mutualmente disjuntos tais que para todo, então Somas infinitas e produtos de números cardinais

5 Lema: se e são sistemas de conjuntos mutualmente disjuntos tais que para todo, então Prova: para todo, escolha um mapeamento um-para-um de em. Então é um mapeamento um para um de em Este lema torna a definição de legítima. Uma vez que uniões infinitas de conjuntos são associativas, as somas infinitas de cardinais também são associativas. A operação tem outras propriedades razoáveis, como: se para todo então,. Entretanto, se para todo não é necessariamente verdade que Somas infinitas e produtos de números cardinais

6 Se os termos da soma são todos iguais, então a afirmativa a seguir é verdade, da mesma forma que no caso finito: se para todo, então: Também não é difícil avaliar somas infinitas. Por exemplo, considere: É fácil ver que esta soma é igual a. Teorema: Seja um cardinal infinito, sejam números cardinais diferentes de zero, e seja Então: Somas infinitas e produtos de números cardinais

7 Teorema: Seja um cardinal infinito, sejam números cardinais diferentes de zero, e seja Então: Prova: Por um lado, para cada, entao > Por outro lado, percebemos que Temos também : a soma é um limitante superior dos e é o menor limitante superior. Uma vez que tanto quanto são verifica-se que, que é maior que os dois, também é A conclusão deste teorema é agora uma consequência do Teorema de Cantor-Bernstein. Somas infinitas e produtos de números cardinais

8 O produto de dois cardinais e foi previamente definido como a cardinalidade do produto cartesiano, onde e são conjuntos arbitrários tais que e. Isto é generalizado da seguinte forma: Definição: Seja uma família de conjuntos tais que para todo. Definimos o produto de por: Assim como para soma, a definição de não depende de conjuntos particulares. Produto

9 Lema: Se e são tais que para todo, então. Prova: para cada, escolha um mapeamento um-para-um de em. Seja uma função em definida da maneira seguir: se seja. Então é um mapeamento um-para-um de em Os produtos infinitos possuem muitas propriedades de produtos finitos de números naturais. Por exemplo, se ao menos um é 0, então. Os produtos também são associativos; uma outra propriedade simples é que se para todo, então. Se todos os fatores são iguais a, então temos, assim como no caso finito, Produto

10 As regras a seguir, que envolvem exponenciação, também são generalizadas do caso finito (para o infinito): Produtos infinitos são mais difíceis de avaliar do que somas infinitas. Em alguns casos especiais, como ao avaliar o produto

11 Primeiro, notamos que: Temos que: E então concluímos que: Podemos então provar um teorema importante, que pode ser usado para derivar várias desigualdades na aritmética de cardinais… o teorema de Konig. Produto

12 Teorema de Konig: se e são número cardinais, e se para todo, então. Prova: primeiro, vamos mostrar que Sejam e tais que e para todo e os são mutuamente disjuntos. Podemos assumir que para todo. Podemos achar um mapeamento um-para-um de em Escolhemos para cada, e definimos uma função f a seguir: para todo, seja o único i tal que. Seja onde Teorema de Konig

13 Se seja e e mostremos que Se i x = i y = i, então enquanto. Se então enquanto. Em ambos os casos, e então f é um-para-um. Agora, vamos mostrar que. Seja tal que para todo. Se o produto fosse igual a soma, poderíamos achar subconjuntos mutuamente disjuntos do produto cartesiano tal que para todo i e Teorema de Konig

14 Podemos mostrar que isto é impossível. Para cada, seja, (1.8) (observe a figura) Para todo, temos, já que Então existe tal que. Seja, pode-se mostrar facilmente que b não é um membro de nenhum Para qualquer, e então, por (1.8),. Então não é todo o conjunto, uma contradição.

15 Teorema de Konig Podemos usar o Teorema de Konig na seção 3; no momento apenas mencionamos que o teorema (e sua prova), são generalizações do Teorema de Cantor que fala que para todo. Se expressarmos como a soma infinita e como o produto infinito podemos aplicar o Teorema de Konig (já que 1 < 2) e obter


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