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Agricultura Familiar Agricultura Familiar Fruticultura Apicultura Carcini- cultura Carcini- cultura Comércio Turismo Serviços Piscicultura Indústria Grãos.

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Apresentação em tema: "Agricultura Familiar Agricultura Familiar Fruticultura Apicultura Carcini- cultura Carcini- cultura Comércio Turismo Serviços Piscicultura Indústria Grãos."— Transcrição da apresentação:

1 Agricultura Familiar Agricultura Familiar Fruticultura Apicultura Carcini- cultura Carcini- cultura Comércio Turismo Serviços Piscicultura Indústria Grãos Floricultura Cultura Bovino- cultura Bovino- cultura Ovinocapri- nocultura Ovinocapri- nocultura Artesanato VIII SEMINÁRIO NACIONAL DE APL´S DE BASE MINERAL E V ENCONTRO DA REDE APL MINERAL

2  O PIB do setor mineral em 2010 foi de R$ 140 bilhões (3,8% do PIB total brasileiro e 14,2% do PIB industrial);  Os investimentos privados no setor mineral totalizaram o equivalente a US$ 14 bilhões em Até 2030, os investimentos previstos em pesquisa mineral, mineração e transformação mineral, quase todos originários da iniciativa privada, totalizarão US$ 270 bilhões, além de mais 30% sobre este valor em infraestrutura e logística, alcançando US$ 350 bilhões;  O número de empregos no setor deverá triplicar até 2030;  A participação do setor mineral nas exportações brasileiras superou 19% do total exportado em todos os anos de 2004 a 2010, tendo alcançado, neste último ano, 25% do total (US$ 51 bilhões). O valor exportado pelo Setor Mineral cresceu 22,5% a.a. no período considerado ;  As importações do setor mineral também são expressivas (US$ 25 bilhões em 2010). Entre 2004 e 2010, elas evoluíram num ritmo superior ao das exportações (36% a.a. contra 22,5% a.a.); CONSIDERAÇÕES ACERCA DO SETOR MINERAL BRASILEIRO

3  No período de 2004 a 2010, o desempenho das exportações de bens primários oriundos da mineração (crescimento de 36% a.a.) e da indústria de minerais não-metálicos (crescimento de 34% a.a.) foi muito superior ao desempenho dos bens oriundos da metalurgia (decréscimo de 7,0% a.a.);  No mesmo período, as importações de bens oriundos da metalurgia (crescimento de 131% a.a.) tiveram um desempenho superior ao das importações dos bens oriundos da mineração (crescimento de 23% a.a.) e da indústria de minerais não-metálicos (crescimento de 41% a.a.);  Apesar do forte crescimento da importação dos produtos minerais industrializados, o saldo da balança comercial do setor mineral tem se mantido superavitário, contribuindo positivamente para a balança comercial brasileira. Em 2010, o saldo da balança do setor mineral foi de US$ 26 bilhões, superior ao saldo da balança comercial do Brasil (US$ 20 bilhões);  Observa-se, contudo, que nos últimos anos o País está perdendo espaço no desempenho da balança comercial de produtos minerais industrializados, ao contrário dos bens minerais primários oriundos diretamente da mineração; CONSIDERAÇÕES ACERCA DO SETOR MINERAL BRASILEIRO

4  Há excessiva concentração do minério de ferro na pauta de exportações de bens minerais, com o agravante de a maior parte das vendas ser direcionada a um único mercado, a China;  A queda na dinâmica da indústria de transformação relativamente à extrativa mineral gera implicações negativas tanto para o processo de industrialização brasileira quanto para a geração de emprego e renda;  No que concerne à disponibilização de postos de trabalho, o setor mineral detém um estoque de 820 mil empregos diretos – representando 1,9% do total brasileiro e 9,6% do setor industrial –, e conta com estabelecimentos que possuem vínculos empregatícios ativos, sendo em sua maioria formada por MPE´s. No tocante à mineração, as atividades de extração de pedra, areia e argila são as mais representativas, respondendo por 40% dos 151 mil postos formais de trabalho existentes na extração mineral (posição de 31/12/2010);  Do total de empregos diretos do setor mineral, o Sudeste detém 58%, o Sul 17% e o Nordeste 14,5% (120 mil empregos); CONSIDERAÇÕES ACERCA DO SETOR MINERAL BRASILEIRO

5  O número de estabelecimentos de mineração e de transformação mineral cresceu 20% no Brasil e 48% no Nordeste de 2000 a De forma similar, para o mesmo período, a geração de emprego pelo Setor Mineral cresceu 47% no Brasil e 67% no Nordeste, tendo o estoque de postos formais de trabalho alcançado 820 mil no País e 120 mil na Região até 31/12/2010 (RAIS, 2010);  O crescimento da Indústria da Construção Civil nos últimos anos, fomentada pelo dinamismo da economia e por programas governamentais de apoio à aquisição de moradias, tem elevado de forma expressiva a demanda por bens minerais, favorecendo o crescimento dos diversos segmentos do Setor Mineral;  Entre 2005 e 2009, a demanda por cimento no Nordeste cresceu num ritmo superior ao da média brasileira – 70% e 40%, respectivamente –, refletindo o maior dinamismo da atividade da construção civil regional em relação à nacional. Observa-se, também, uma melhoria significativa no consumo per capita de cimento, tanto no Brasil quanto no Nordeste, tendo crescido 60% na Região (passou de 119 kg/hab, em 2005, para 189 kg/hab, em 2009). Mesmo assim, o consumo per capita de cimento do Nordeste é significativamente inferior ao brasileiro, correspondendo a apenas 70% do nacional; CONSIDERAÇÕES ACERCA DO SETOR MINERAL BRASILEIRO

6  Na transformação de minerais não-metálicos, o cimento é o produto mais importante, respondendo por 1/3 do faturamento desse segmento;  O número de estabelecimentos na Indústria de Cerâmica Vermelha no Nordeste cresceu 31% entre 2006 e 2010, alcançando, neste último ano, unidades. A geração de emprego neste segmento também cresceu acentuadamente, passando de 24 mil, em 2006, para 34 mil, em 2010 (aumento de 44% no período);  A produção de gesso no Brasil provém, principalmente, dos Estados de Pernambuco (95%), Maranhão (3%) e Ceará (1,5%). Em Pernambuco, a produção de gesso concentra-se no extremo Oeste do Estado (Araripina, Bodocó, Ipubi, Ouricuri e Trindade). O Pólo Gesseiro, em toda a sua cadeia produtiva – composta por 39 minas de gipsita, 139 indústrias de calcinação e 726 fábricas de pré-moldados –, oferece cerca de empregos diretos, apresentando um faturamento anual da ordem de US$ 364 milhões. CONSIDERAÇÕES ACERCA DO SETOR MINERAL BRASILEIRO

7 O que é? Fundo que apoia a realização de pesquisas e a difusão de inovações tecnológicas, visando à promoção do desenvolvimento regional e à sustentabilidade dos empreendimentos financiados. Entidade Proponente: Instituições sem fins lucrativos (fundações, institutos, autarquias, ONG`s e outras entidades), com sede nos estados da área de atuação do BNB, legalmente habilitadas a conduzir projetos de pesquisa e/ou difusão tecnológica, com comprovada estrutura e competência. Entidades Parceiras: Outras entidades interessadas que tenham interesse de participar dos projetos na condição de parceiras, sob a coordenação da entidade proponente. FUNDECI

8 AVISOS ETENE/FUNDECI PUBLICADOS PARA O SETOR MINERAL AVISOS ETENE/FUNDECI (08/2007 e 03/2010) – APOIO À PESQUISA E DIFUSÃO DE APLS DE BASE MINERAL: Pesquisa e difusao de tecnologias apropriadas para a lavra e fabricação de produtos de cerâmica vermelha e mitigacao de danos ambientais; Pesquisa e difusao de tecnologias apropriadas para a fabricação de produtos derivados do calcário e mitigacao de danos ambientais; Pesquisa e difusao de tecnologias apropriadas para a fabricação de produtos derivados de gipsita e mitigacao de danos ambientais; Pesquisa e difusao de tecnologias apropriadas para a lavra, beneficiamento e aproveitamento de rejeitos de rochas ornamentais; Pesquisa e difusao de tecnologias apropriadas para lavra, beneficiamento e lapidação de opala e gemas e fabricação de jóias; Pesquisa e difusao de tecnologias apropriadas para a lavra e beneficiamento de pegmatitos e mitigação de danos ambientais.

9 EDITAIS E PROJETOS APROVADOS PELO FUNDECI PARA O SETOR MINERAL

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11 Público Alvo: Empresas formais (Indústria, Agroindústria, Comércio e Serviços), Produtores Rurais e Profissionais Liberais. Fontes: FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste), BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Sustentável), FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), RECIN (Recursos Internos), outras. Linhas de Apoio Financeiro: As linhas do BNB obedecem à seguinte divisão: a) Linhas de Investimento: Financiam a implantação, modernização, ampliação, expansão e relocalização de empreendimentos, além da aquisição isolada de máquinas, veículos e equipamentos; b) Linhas de Capital de Giro: Apoiam a aquisição de matéria- prima, formação de estoque, antecipação de recebíveis e demais linhas para crédito de funcionamento. FINANCIAMENTOS OFERECIDOS PELO BNB

12 Prazo: O prazo das operações de crédito do BNB pode chegar, dependendo das características de cada empreendimento, a 20 (vinte) anos, já incluída carência de até 04 (quatro) anos. Garantias: As garantias constituídas quando da contratação das operações poderão ser, alternativa ou cumulativamente, as seguintes: -Aval/Fiança; -Alienação Fiduciária; -Penhor; -Hipoteca de bens imóveis. FINANCIAMENTOS OFERECIDOS PELO BNB

13 PORTE DA EMPRESA ENCARGOS FINANCEIROS ANUAIS INTEGRAIS COM BÔNUS DE ADIMPLÊNCIA SEMI-ÁRIDO (25%) OUTRAS (15%) MICROEMPRESA6,75%5,06%5,74% PEQUENO PORTE8,25%6,19%7,01% MÉDIO PORTE9,50%7,12%8,08% GRANDE PORTE10,00%7,50%8,50% FNE – ENCARGOS FINANCEIROS (SETOR NÃO RURAL)

14 PORTE DO PRODUTOR RURAL ENCARGOS FINANCEIROS ANUAIS INTEGRAIS COM BÔNUS DE ADIMPLÊNCIA SEMI-ÁRIDO (25%) OUTRAS (15%) MINI5,00%3,75%4,25% PEQUENO6,75%5,06%5,74% MÉDIO7,25%5,44%6,16% GRANDE8,50%6,38%7,22% FNE – ENCARGOS FINANCEIROS (SETOR RURAL)

15 CLASSIFICAÇÃO DE CLIENTES PORTE SETOR RURAL (Renda agropecuária bruta anual) OUTROS SETORES (Receita operacional bruta anual) MICROAté R$ ,00Até R$ ,00 PEQUENO Maior que R$ ,00 e menor que R$ ,00 Maior que R$ ,00 e menor que R$ ,00 MÉDIO Maior que R$ ,00 e menor que R$ ,00 Maior que R$ ,00 e menor que R$ ,00 GRANDEAcima de R$ ,00Acima de R$ ,00

16 CONTRATAÇÕES DE LONGO PRAZO (SETOR MINERAL)

17 CONTRATAÇÕES DE LONGO PRAZO (SETOR MINERAL)

18 Cliente Consulta: –


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