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Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Perguntas e Respostas.

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Apresentação em tema: "Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Perguntas e Respostas."— Transcrição da apresentação:

1 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Perguntas e Respostas

2 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Terroristas palestinos, incluindo membros do Hamas, atacaram uma base das Forças de Defesa de Israel, em território israelense soberano, no cruzamento “Kerem Shalom”. Dois soldados israelenses morreram, quatro ficaram feridos (um gravemente), e um soldado foi raptado vivo. O Porta-Voz do Hamas, Sami Abu Zahari, responsabilizou-se pelo ataque, e elogiou seus realizadores como heróis do povo palestino. Dia

3 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 O Presidente palestino Mahmoud Abbas, dispunha de todos os recursos necessários, incluindo meios militares, para libertar o soldado israelense. Israel o conclama a permanecer em Gaza, e agir imediatamente para resolver a crise. O ataque a Kerem Shalom ocorre também como “pano de fundo” de um constante fogo de artilharia de foguetes Kassam contra cidades israelenses situadas perto da Faixa de Gaza. Desde o desengajamento completo de Israel da Faixa de Gaza, quase 1 ano atrás, mais de 500 foguetes desse tipo já cairam em território israelense.

4 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Israel inicia a Operação “Chuva de Verão”, deixando claro de que não se tratava de uma re-ocupação de Gaza, mas sim uma investida contra a infra-estrutura terrorista responsável pelos ataques ao território israelense e uma forma de pressão pela libertação de Gilad Shalit.

5 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Forças do Hezbolah, organização terrorista libanesa, cruzaram a fronteira norte de Israel e atacaram, dentro do território do Estado de Israel, uma patrulha de rotina das Forças de Defesa de Israel. Israel sofreu, como resultado do ataque, a perda de oito soldados, outros ficaram feridos e dois foram seqüestrados. Israel responde com sua artilharia, contra a estrutura do Hezbollah, instalada no sul do Libano e apoiado pela Síria e Iran. Dia

6 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 O Hezbollah contra-ataca lançando mísseis contra cidades do norte de Israel, como Kiriat Shmona, Metula, Tzfat, Naharia e Carmiel Israel continua com sua campanha e chega a atacar Beirute, como forma de impedir a chegada de armamentos e reforços para as forças do Hezbollah. A milícia xiita demonstra estar mais fortemente armada do que o esperado, conseguindo atingir, com equipamento bélico mais poderoso, as cidades de Haifa e Afula.

7 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Israel continua com sua ofensiva esperando contar com o apoio da comunidade internacional para que os soldados israelenses seqüestrados retornem em segurança a Israel e para que o governo libanês implemente em sua totalidade a Resolução do Conselho de Segurança da ONU nº Resolução nº de setembro de 2004 Principais pontos: Demanda que todas as forças estrangeiras saiam do Líbano; Pede o desmantelamento de todas as milícias libanesas e não libanesas que operam no Líbano; Requer a ampliação da soberania e o controle do governo libanês sobre seu território.

8 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Por que Israel reagiu contra o Líbano? Israel, sem ter provocado, sofreu um ataque em seu território vindo do território libanês. O ataque foi executado pelo Hezbollah, parte do governo do Líbano, contra cidadãos israelenses - civis e militares - em solo soberano de Israel. Nessas circunstâncias, Israel não teve alternativa a não ser defender seu território e cidadãos. O propósito da operação de Israel tem dois objetivos: o de libertar seus soldados seqüestrados e acabar com a ameaça terrorista em sua fronteira norte. Israel vê o Líbano como responsável pela presente situação, pois abriga as milícias do Hezbollah.

9 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Israel está usando força desproporcional ? A proporção deve ser medida em termos da extensão da ameaça. As ações de Israel resultam não apenas do ataque do Hezbollah e do seqüestro dos dois soldados. A operação militar de Israel também está sendo executada contra a ameaça real e tangível do Hezbollah contra mais de um milhão de civis, na parte norte de Israel. O Hezbollah - uma organização terrorista dedicada à destruição de Israel, que controla a parte sul do Líbano - tem mais de 12 mil mísseis apontados para Israel, sendo que algumas centenas já foram disparadas nos últimos dias. O uso maciço desses mísseis pelo Hezbollah, causando a morte de civis, deixando centenas feridos e promovendo a destruição generalizada, tornam necessárias as ações de Israel.

10 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Alguém deveria perguntar: "O que outros países fariam se confrontados com uma ameaça dessa magnitude"? Haifa

11 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Por que Israel não mostrou moderação e usou a diplomacia antes de recorrer à força? Israel tem mostrado moderação por mais de seis anos. Em maio de 2000, Israel tomou a difícil decisão política de retirar-se por completo do sul do Líbano, tendo sido obrigado, anos antes, a estabelecer uma zona de segurança na região para prevenir ataques terroristas e lançamento de foguetes em cidades israelenses. O Conselho de Segurança da ONU reconheceu a retirada completa de Israel do sul do Líbano, em total acordância com a Resolução nº425. Repetidamente, Israel emitiu advertências e pediu à comunidade internacional que forçasse o Líbano a controlar o Hezbollah, remover seus atiradores de posições na fronteira e desmantelar seu crescente armazenamento de mísseis. Tristemente, o Líbano não levou em consideração as demandas da comunidade internacional para que exercesse sua soberania e desarmasse o Hezbollah e, hoje, o povo libanês, infelizmente, sofre com as conseqüências da paralisia de seu governo.

12 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Por que Israel e outros dizem que a Síria e o Irã têm envolvimento no terrorismo do Hamas e Hezbollah? A Síria abriga, em sua capital Damasco, os quartéis-generais de diversos grupos terroristas jihadistas palestinos, incluindo o Hamas. A partir de Damasco, Khaled Mashaal comanda terroristas nos territórios palestinos, os quais executam inúmeros ataques terroristas contra Israel e seus cidadãos, incluindo o bombardeio do sul de Israel com foguetes kassam e a infiltração terrorista recente que resultou no seqüestro do cabo Gilad Shalit. A Síria também fornece apoio ao Hezbollah, incluindo a transferência de armas, munição e homens através do aeroporto de Damasco e do cruzamento da fronteira para o Líbano. O Irã é o principal aliado do Hezbollah. O país fornece fundos, armamentos, diretrizes e até a estrutura iraniana (os guardas revolucionários "Pazdaran"), para essa organização terrorista. Os mísseis de longo alcance que atingiram as cidades israelenses de Haifa e Carmiel (no dia 13 de julho), foram fabricados pelo Irã, como também o míssel guiado disparado contra um barco israelense na costa libanesa.

13 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 A Síria e o Irã apóiam esses grupos, não apenas porque compartilham de sua ideologia, mas também porque oferecem a Damasco e a Teerã uma ferramenta para fortalecer a influência de seus próprios regimes e desviar a atenção de outros assuntos que os expuseram recentemente à pressão internacional. A Síria está encarando uma crescente crítica por seu envolvimento no assassinato do ex-Primeiro-Ministro libanês, Rafik Hariri, e sua interferência em assuntos libaneses. O Irã está exposto a uma pressão crescente por causa do desenvolvimento de seu programa nuclear. Além disso, a comunidade internacional está denunciando ambos os regimes por seu sombrio histórico contra os direitos humanos.

14 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Como Israel responderá ao bombardeio de Haifa? O lançamento de centenas de foguetes do Hezbollah a partir do Líbano contra Haifa e o norte de Israel, nos quais 12 civis foram mortos e muitos outros ficaram feridos, deveriam dar fim definitivo ao mito popular de que o Hezbollah é uma força de guerilha mal equipada. Entre 1992 e 2005, o Hezbollah recebeu do Iran, aproximadamente, 11,5 mil mísseis e foguetes de curto e médio alcance. Na noite da sexta-feira, dia 14 de julho, o Hezbollah demonstrou uma capacidade anteriormente desconhecida ao disparar um sofisticado míssel fabricado no Irã, mar- terra, guiado por radar contra uma corveta israelense, o "INS Hanit", matando quatro marinheiros. Em face a essa grave agressão do Hezbollah, Israel fará o que for necessário para retirar a ameaça terrorista sobre suas cidades, como faria qualquer país em uma situação idêntica.

15 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Por que Israel espera que o governo do Líbano tome medidas após anos de inatividade e ineficiência? A recente redução da presença militar síria no Líbano deu a Beirute mais liberdade de ação para promover os interesses libaneses. O governo do Líbano tem responsabilidade pela ameaça do Hezbollah. Esse governo deu ao Hezbollah legitimidade oficial e permitiu que essa organização continuasse com suas operações sem impedimento. É responsabilidade do governo do Líbano cumprir suas obrigações como estado soberano e extender seu controle sobre seu próprio território, de acordo com as resoluções nº425 e nº1559 do Conselho de Segurança da ONU. Através dessa operação, Israel espera pressionar o governo de Beirute a tomar uma atitude e facilitar esse controle providenciando encorajamento internacional e condições operacionais favoráveis ao desarmamento do Hezbollah e o deslocamento do exército libanês para o sul, em direção à fronteira israelense-libanesa.

16 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Por que Israel bombardeia prédios e infra-estrutura, colocando civis em perigo? Israel tem como alvo apenas construções que servem diretamente às organizações terroristas em ataques contra Israel. Por exemplo, Israel alvejou as pistas do aeroporto internacional de Beirute e a rodovia Beirute-Damasco porque as mesmas servem ao reabastecimento de armas e munições do Hezbollah. Israel atingiu também edifícios, como os estúdios de televisão do Hezbollah, que são um meio vital de comunicação para os terroristas. Infelizmente, os terroristas propositadamente se esconderam e armazenaram seus mísseis em áreas residenciais, colocando em risco as populações civis nas cercanias. Apesar dessa cruel exploração de civis, por parte dos terroristas, Israel está tomando um cuidado extremo para reduzir ao mínimo o risco que a população civil corre - às vezes às custas de vantagens operacionais. Por exemplo, folhetos são lançados pedindo aos residentes que evitem certas instalações do Hezbollah, mesmo que tais avisos antecipados reduzam o elemento surpresa de Israel.

17 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Parece que Israel está enfrentando um conflito em duas frentes. Essas duas frentes estão relacionadas? O Secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, em sua coletiva de imprensa após o ataque de 12 de julho, apresentou uma lista de demandas para a libertação dos soldados israelenses seqüestrados. Entre elas, uma exigência para a libertação de terroristas do Hamas, como também membros do Hezbollah. Isso indica que o nível de coordenação desses dois grupos terroristas da jihad, não é apenas ideológico mas também operacional.

18 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Após o ataque do dia 12 de julho proveniente do Líbano, o Primeiro-Ministro de Israel, Ehud Olmert, declarou que "Israel não cederá à extorsão e não negociará com terroristas a vida de soldados israelenses".

19 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Quais são os caminhos diplomáticos disponíveis para dar fim à crise? Israel entende que apesar das operações militares serem necessárias agora, para defender seus cidadãos neutralizando a ameaça apresentada pela infra-estrutura terrorista dos terroristas do Hezbollah no Líbano, a solução final é, de fato, diplomática. Nesse sentido, não há diferença real entre a posição israelense e a posição da comunidade internacional. Israel espera que a família das nações reforce o consenso internacional já aceito pelo Conselho de Segurança da ONU com relação ao Líbano e pressione o governo libanês a implementar as Resoluções nº 1559 e nº 1680, impor sua soberania na região fronteiriça com Israel e desarmar o Hezbollah.

20 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 O Hezbollah e o Hamas já foram apontados como os responsáveis pelo início desta crise, conforme declaração emitida pelos líderes do G-8, reunidos em São Petersburgo, na Rússia. A ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, disse que: “a declaração evidencia que Israel e a comunidade internacional compartilham dos mesmos valores e que enfrent am um problema comum expresso na atividade de elementos terroristas extremistas como o Hezbollah e o Hamas. A ministra afirmou que o caminho para a solução do enfrentamento passa pela libertação dos soldados israelenses seqüestrados, pelo fim dos disparos contra Israel e pela implementação completa da Resolução "Israel cooperará com a comunidade internacional com o objetivo de transformar esses princípios em ação política concreta.“

21 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Israel esforça-se para evitar que a população civil não envolvida em ações terroristas seja atingida. A preocupação existe e manifesta-se quando as forças israelenses distribuem mensagens de alerta à população civil libanesa pedindo que deixem a região. Para que essa situação termine, é preciso que todas as milícias libanesas, incluindo o Hezbollah, sejam desarmadas e desativadas. O governo do Líbano deve estender e exercer seu controle exclusivo sobre todo território libanês.

22 Hamas e Hezbollah A crise atual no Oriente Médio 07 / 2006 Federação Israelita do Rio Grande do Sul Contatos / Conteúdo baseado nos informes da Embaixada de Israel no Brasil


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