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CURSO TECNICO EM ADMINISTRAÇÃO GESTÃO DA QUALIDADE – 3 ANO Professora: Daniele Ferreira.

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Apresentação em tema: "CURSO TECNICO EM ADMINISTRAÇÃO GESTÃO DA QUALIDADE – 3 ANO Professora: Daniele Ferreira."— Transcrição da apresentação:

1 CURSO TECNICO EM ADMINISTRAÇÃO GESTÃO DA QUALIDADE – 3 ANO Professora: Daniele Ferreira

2 Tema da aula de hoje: Conceitos e fundamentos da Gestão da Qualidade Total; -Algumas das ferramentas e técnicas mais utilizadas.

3 Vídeo: Ferramentas e técnicas para Gestão da Qualidade Total:

4 “Brainstorm” Dica prática e simples de organização de ideias: consiste em escrever tudo que tem em mente sobre determinado tema \ assunto \ Problema. Neste primeiro momento não há que se preocupar com a lógica, gramática, encadeamento. O foco é coletar o maior número de ideias e, posteriormente, trabalhá-las.

5 “Diagrama de afinidades” Tem a finalidade de organizar um grande número de ideias. Esta metodologia explora a criatividade de uma equipe e intuição e, foi criado em 1960 pelo japonês Jiro Kawakita antropólogo. Sua utilização ocorre para organizar um grande número de ideias, Opiniões ou preocupações relativas a determinado tópico. É utilizada normalmente na fase de planejamento da qualidade com o objetivo de se conhecer o problema. O objetivo é estimular a criatividade e a participação de todos na equipe. Ele funciona melhor com grupos de tamanho limitado (é recomendado, no máximo, oito participantes), onde as pessoas estão acostumadas a trabalhar juntas.

6 “Técnica do Grupo Nominal” Têm por objetivo conseguir que grupos discutam um determinado assunto e avaliem múltiplas alternativas de forma a chegar à melhor solução de conjunto. É uma técnica de tomada de decisão em grupo cuja característica Fundamental se baseia no fato dos elementos do grupo, apesar de frente a frente em reunião, apresentarem as suas ideias de forma sistemática e totalmente independente.

7 “Diagrama de Dispersão” É uma ferramenta que indica a existência ou não de relações Entre variáveis de um processo e sua intensidade, apresentando duas ou mais variáveis uma em função da outra. Deve ser usada quando se necessita visualizar o que acontece com uma variável quando outra variável se altera, podendo identificar uma possível relação de causa e efeito entre elas. O gráfico de dispersão é uma ferramenta interessante para comparar dois ou mais fatores e suas correlações, podendo ser de grande uso na analise de uma causa raiz de um determinado problema.

8 “Diagrama de Dispersão” Os resultados podem ser analisados como: correlação positiva, negativa ou neutra.

9 “Fluxograma” É um tipo de digrama e pode ser entendido como uma representação esquemática de um processo. Feito através de gráficos que ilustram o caminho de informações entre os elementos envolvidos, ou seja, fluxograma é um gráfico que demonstra a sequência operacional do desenvolvimento de um processo \ atividade \ trabalho nas Organizações. Contempla: trabalho que é realizado, o tempo necessário para sua realização, a distância percorrida pelos documentos, responsável e a evolução do caminho até sua finalização.

10 “Fluxograma”

11 “Análise de Pareto” É um gráfico de barras que ordena as frequências das ocorrências, da maior para a menor, permitindo a priorização dos problemas, à luz do princípio de Pareto, ou seja, 80% das consequências advêm de 20% das causas, isto é, há muitos problemas sem importância diante de outros mais graves. A maior aplicabilidade é a de permitir uma fácil visualização e identificação das causas ou problemas mais importantes, possibilitando a concentração de esforços. É uma das principais ferramentas da Qualidade.

12 “Análise de Pareto”

13 “Diagrama de Causa e Efeito” Também conhecido como Diagrama Espinha-de-peixe, Diagrama de Ishikawa ou Diagrama 6M, é uma ferramenta gráfica utilizada para o gerenciamento e o Controle da Qualidade em processos diversos de manipulação de dados. Em sua estrutura, as causas dos problemas (efeitos) podem ser Classificados como sendo de seis tipos diferentes. São eles: Método; Matéria-prima; Mão-de-obra; Máquinas; Medida e; Meio ambiente.

14 “Diagrama de Causa e Efeito”

15 “Análise do campo de Forças” A análise de força de K. Lewin avalia o impacto de todas as forças que influenciam a mudança. Essas forças podem propulsoras e de retenção. Forças propulsoras são as que impulsionam e promovem a mudança e encorajam o processo de mudança. Ex: demanda de cliente, maior eficiência, etc. Forças de retenção são as que tornam a mudança mais difícil, combatem as forças propulsoras e evitam ou resistem à mudança. Ex: falta de treinamento, incentivos, etc. Sua aplicação considera as seguintes fases: (1)identificar e descrever um problema, (2)descrever a situação desejada, (3)identificar as forças que contribuem para a manutenção do ‘campo de forças’ atual, (4)analisar as forças, identificando as mais fortes e as mais fracas, (5)definir estratégias que conduzam à situação desejada, criando planos de ação, incentivando forças impulsionadoras, (6)implementar os planos de ação e, (7)descrever e implementar as ações necessárias para sustentar o novo equilíbrio.

16 ATIVIDADE DIRETRIZES: 1)Grupos de 4 alunos; 2)Discutir em Grupo as ferramentas e técnicas demonstradas na ultima aula e na de hoje, mais utilizadas; 3)Na visão do Grupo, definir e hierarquizar quais são as 4 principais técnicas ou ferramentas utilizadas e por quê? 4)Colocar nome, número, turma, a atividade e entregar. 5)A atividade vale 1,0 ponto a ser somada com prova e demais trabalhos.

17 Por Hoje é só! Até nossa próxima aula!


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